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Pet PET

PETS são excelentes companhias no dia a dia dos idosos

nterações entre pessoas da terceira idade com gatos e cães é positiva para o envelhecimento saudável.

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O envelhecimento da população é hoje um fenômeno universal e novos estudos para compreender o estilo de vida da terceira idade estão constantemente sendo feitos por especialistas. A revolução da longevidade é uma realidade e com esse aumento da expectativa de vida surge um novo olhar sobre as condições para um “envelhecimento ativo e saudável”. Isso faz com as pessoas deem importância a escolhas positivas que transformem seu caminhos ao longo da vida.

Uma das escolhas mais positivas relatadas por muitos tutores de pets é a interação com gatos e cães no dia a dia. Essa conexão traz diversos benefícios para a vida emocional, física e social, e pesquisas já realizadas pelo Centro de Nutrição e Bem-estar Animal WALTHAM™, parte da Mars Petcare, atestaram que esses benefícios são potencializados na vida dos idosos.

• Atividades físicas e mobilidade

A prática de exercícios é recomendada para todas as idades, já que auxiliam na redução do aparecimento de problemas cardíacos e diversas outras enfermidades. Porém, pessoas idosas podem ter mais dificuldade em aplicá-la em sua rotina. Entretanto, estudos de WALTHAM™ mostraram que tutores de cães, por exemplo, encontraram mais motivação para realizar atividades físicas na companhia de seus pets, atingindo as taxas recomendadas para um envelhecimento saudável.

• Saúde mental e redução de estresse

Estresse crônico estimula o corpo a produzir cortisol, que em excesso altera o bom funcionamento do corpo, principalmente em situações extremas vividas com mais frequência na terceira idade, como a perda de um cônjuge ou amigos próximos. Mas, já é comprovado que a presença de um pet auxilia na diminuição do estresse, contribuindo com um sistema psicológico mais saudável.

• Suporte social

O envelhecimento também pode acarretar na diminuição dos contatos sociais. Por isso, o suporte oferecido pelos pets pode ser essencial. Pesquisas apontam que os níveis de solidão entre idosos é alto e a presença do pet na rotina pode agir diretamente na sensação de vazio, transformando o dia a dia positivamente. Além disso, gatos e cães são excelentes fontes de estímulo para uma rotina social fora de casa, com passeios na rua que proporcionam encontros com outros tutores (não considerando o atual cenário da pandemia).

• Ter um propósito

Ter pouco estímulo ou até mesmo a falta de um propósito na vida é altamente associado ao risco de morte entre as pessoas com idade avançada. Animais de estimação possuem uma rotina intensa de alimentação, cuidados, brincadeiras, carinhos e interações, sendo completamente dependentes de seus tutores, o que proporciona ao idoso o sentimento de utilidade e razão para viver.

• Sentimento de Segurança

Os pets, em especial os cães, podem aumentar a sensação de proteção e segurança tanto fora de casa quanto dentro. Segundo os estudos de WALTHAM™, os tutores de cães reportaram se sentir mais seguros na presença de seu pet, uma vez que cães passam a imagem de serem provedores de segurança, e com os idosos isso não é diferente.

Entretanto, é sempre importante ressaltar que apesar dos inúmeros benefícios da companhia de gatos e cães na vida de pessoas de todas as idades, é necessário levar em consideração se o tutor idoso tem condições de prover a guarda responsável ao seu animal, uma vez que ele necessita de muitos cuidados e atenção.

Também vale entender se é possível evitar problemas na convivência do idoso com um pet como, por exemplo, quedas e mordidas. Caso sim, certamente a presença do animal será muito benéfica a longo prazo.

Fonte: Assessoria
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Pet Projeto de Lei 1293/2021

Para Abinpet, “PL do Autocontrole” pode modernizar cadeia agropecuária com maior responsabilidade dos fabricantes de insumos

Expectativa é que as mudanças sugeridas pelo Projeto de Lei aumentem a capacidade de resposta do Estado frente às necessidades do agronegócio do Brasil, um dos mais vibrantes do mundo.

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A Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) apoia o Projeto de Lei 1293/2021 – conhecido como o PL do Autocontrole, que tem como objetivo agilizar a produção e utilização de insumos agropecuários.

Entre os pontos estabelecidos pelo texto enviado ao parlamento pelo Poder Executivo, estão o estabelecimento da obrigatoriedade de adoção de programas de autocontrole pelos agentes regulados pela legislação da defesa agropecuária; a instituição do Programa de Incentivo à Conformidade em Defesa Agropecuária para tratar da organização e dos procedimentos aplicados pela defesa agropecuária e a modernização das regras de controle sanitário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

“A indústria de produtos para animais de estimação concorda com a ideia de que é necessário atualizar a legislação sanitária para oferecer mais autonomia aos fabricantes de insumos, pois essa transformação também irá impor maior responsabilização aos produtores de insumos e produtos agropecuários”, comenta o presidente executivo da Abinpet, José Edson Galvão de França.

A expectativa é que as mudanças sugeridas pelo Projeto de Lei aumentem a capacidade de resposta do Estado frente às necessidades do agronegócio do Brasil, um dos mais vibrantes do mundo. Especificamente no caso do setor pet, uma maior agilidade na produção e circulação de insumos agrícolas pode baratear o preço para o consumidor final. Atualmente, a cada R$ 1 gasto pelas famílias em produtos pet, cerca de R$ 0,50 são compostos por impostos.

Articulação política

A Abinpet também tem feito outros esforços junto a outros atores do setor agro para viabilizar maior agilidade e investimentos na cadeia de produção e logística. Atualmente, a entidade faz parte do Fórum ProBrasil, que inclui a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (ABIPESCA), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA), Associação Brasileira de Frigoríficos (ABRAFRIGO), Sindicato da Indústria de Alimentação Animal (Sindiraões) e União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio).

Fonte: Assessoria
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Pet Saúde Animal

Mapa lança guia de uso racional de antimicrobianos para cães e gatos 

Este é o primeiro documento que aborda o uso responsável e prudente dos antimicrobianos em animais, com objetivo de orientar e harmonizar os procedimentos adotados pelos médicos-veterinários no país.

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou na quinta-feira (23) o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para Cães e Gatos. Este é o primeiro documento que aborda o uso responsável e prudente dos antimicrobianos em animais, com objetivo de orientar e harmonizar os procedimentos adotados pelos médicos-veterinários no país.

O Guia faz parte das ações do Mapa no âmbito do Projeto Trabalhando Juntos para Combater a Resistência aos Antimicrobianos (EU-OPAS/OMS/OIE/FAO) e do Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito da Agropecuária (PAN-BR AGRO).

Este primeiro documento, elaborado pelo médico veterinário Rodrigo Rabelo, sob coordenação do Mapa e em parceria com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), aborda temas como o perfil de resistência antimicrobiana no ambiente hospitalar de cães e gatos; principais classes de antimicrobianos na clínica de pequenos animais; medidas preventivas; cães e gatos como hospedeiros de bactérias resistentes; diretrizes quanto ao diagnóstico das infecções e quanto a prescrição veterinária; entre outros.

“Para nós, foi uma honra colaborar com este projeto junto ao Mapa e a OPAS. A resistência aos antibióticos atingiu seu alerta máximo no mundo e o médico veterinário precisa assumir sua responsabilidade dentro da saúde única de maneira definitiva”, disse Rabelo.

A resistência bacteriana é um evento natural, porém o uso indevido e excessivo de antimicrobianos representa uma ameaça iminente para a saúde pública mundial.

“O uso incorreto de antimicrobianos representa um grande risco para a saúde pública e animal, e os médicos veterinários desempenham um papel fundamental para assegurar a utilização prudente dos antimicrobianos visando à preservação desses medicamentos essenciais para a humanidade”, esclarece o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes.

Outros guias a serem divulgados pelo Mapa em breve serão: o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para a Pecuária Leiteira (bovinos, ovinos e caprinos) e o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para a Avicultura de Postura.

Boas Práticas de Produção e Uso Racional de Antimicrobianos

Outra iniciativa do Mapa com relação ao tema é a realização do curso gratuito “Atualização em Boas Práticas de Produção e Uso Racional de Antimicrobianos”. Ministrado pela médica veterinária, Silvia Adriana Lentz, o curso busca promover atualização sobre boas práticas e resistência aos antimicrobianos às instituições públicas e privadas brasileiras, envolvidas, principalmente, no ensino, fomento e na fiscalização das atividades agropecuárias, tendo como foco principal a avicultura, suinocultura, bovinocultura leiteira e aquicultura.

Os encontros serão realizados de forma virtual e as vagas são limitadas. Os interessados poderão optar por uma data, dentre as cinco opções oferecidas nos meses de junho (30) e julho (07, 14, 21 e 28). O horário é de 14 às 16 horas e a inscrição pode ser feita pelo link  https://forms.gle/cwdPoZ8dYKe8kbdf8.

Fonte: Mapa
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Pet

Pets no ambiente de trabalho: especialista comenta prós e contras

Professor da FECAP, Marcelo Treff diz que a presença de animais de estimação pode contribuir com aumento da produtividade

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Arquivo / OP Rural

Com a volta do trabalho presencial, algumas empresas estão permitindo que seus colaboradores levem os animais de estimação para o escritório. Na opinião do especialista em Gestão de Carreira e professor de Gestão de Pessoas da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Marcelo Treff, o principal desafio é manter o respeito mútuo entre os que gostam e os que não gostam da prática

“Ninguém deve ser obrigado a gostar de pets e, muito menos, ser taxado de insensível ou egoísta por ser contra a iniciativa. Outro grande desafio é evitar que o pet friendly influencie negativamente o ambiente e, consequentemente, os resultados corporativos. Essa mudança pode modificar as rotinas (layout, segurança, limpeza, horários) e os relacionamentos, podendo até criar subculturas (os que gostam, os que não gostam, mas respeitam e os que não gostam e não aceitam)”.

Contudo, segundo o especialista, pesquisas recentes revelaram que pets no trabalho contribuem para a redução do estresse dos colaboradores, melhoria no ambiente psicológico e fortalecimento da marca empregadora (employer branding). “Ademais, a iniciativa pet friendly tende a contribuir para a introdução de rituais de intervalos para relax mental, o que, comprovadamente, influencia positivamente a produtividade”, acrescenta Treff.

Durante a pandemia, com a intensificação da prática do home office e, com o consequente aumento do convívio com os animais, startups e grandes empresas como Google, Mars, Amazon passaram a introduzir a prática.

Segundo o professor, como ainda são poucas as pesquisas sobre o tema e o número de empresas que implementaram a prática no Brasil (as primeiras foram as startups, engajadas na tendência pet friendly para atrair e reter jovens talentos) ainda é baixo, é importante que as corporações criem políticas ou regulamentos internos com intenso e contínuo trabalho de conscientização.

“Ademais, a empresa precisa dispor de um mapeamento por equipes, ou times, dos que gostam, dos que não gostam, dos que aceitam e dos que não aceitam. A cultura de uma organização reflete o compartilhamento de valores (pressuposições básicas de um grupo) que influencia a forma de lidar com determinadas situações internas ou externas, a partir da criação de rituais, normas e comportamentos. No caso da iniciativa pet friendly, trata-se de uma mudança nas relações sociais que, consequentemente, impacta nas relações de trabalho que, por sua vez, impacta na cultura organizacional e tende a exigir das pessoas o desenvolvimento da chamada inteligência cultural, ou seja, a capacidade de interagir com pessoas que possuem valores (ou backgrounds culturais) distintos”, finaliza.

O especialista
Marcelo Treff é professor de Gestão de Pessoas da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP e Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua com os seguintes temas: Gestão da Carreira, Gestão de Competências, Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional.

Fonte: Assessoria
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