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Notícias Sanidade

Peste suína atinge previsão de lucro de produtores de carne da China

Os números revisados estão quase 80% abaixo dos 2,4 bilhões de iuanes registrados em 2017

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Arquivo/OP Rural

Os maiores produtores de suínos da China cortaram drasticamente estimativas de lucro em 2018 nesta segunda-feira (07), após a rápida disseminação da peste suína africana afetar preços e a demanda por carne suína no maior produtor mundial de porcos. A Muyuan Foods reduziu previsão de lucro líquido em 2018 para entre 500 milhões de iuanes (73 milhões de dólares) e 550 milhões de iuanes, pelo menos 20% abaixo da estimativa anterior, de outubro, mostrou a empresa em uma apresentação à Bolsa de Shenzhen. Os números revisados estão quase 80% abaixo dos 2,4 bilhões de iuanes registrados em 2017.

A Wens Foodstuff Group também alertou para um lucro líquido em 2018 entre 3,9 bilhões e 4,0 bilhões de iuanes, cerca de 40% abaixo dos 6,75 bilhões de iuanes no ano anterior. As advertências surgem depois que a China confirmou cerca de 100 surtos de peste suína africana desde agosto do ano passado em 23 províncias. Não há cura nem vacina para a doença, que é mortal para os suínos, mas não prejudica as pessoas.

A Muyuan disse que estava cortando previsão após preços de suínos vivos mais baixos do que o esperado no quarto trimestre. A maior parte da produção de suínos da empresa está no norte da China, disse o documento, onde os preços foram duramente atingidos por medidas destinadas a controlar a disseminação da doença.

A Wens disse que a peste suína africana pesou nos preços no segundo semestre de 2018, após as baixas cotações no primeiro semestre. Ainda assim, a empresa, que também produz carne de frango, se beneficiou de um forte aumento nos preços desta proteína e de um aumento de 17,1% no número de suínos vendidos em 2018. A peste africana elevou os preços do frango, já que os fregueses se voltam para a segunda carne mais popular do país, devido à escassez na oferta de carne suína em alguns lugares e às preocupações com a segurança alimentar.

Fonte: Reuters
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Notícias Oportunidade de Negócios

Instituições financeiras oferecerão R$ 3 bi em crédito no Show Rural

Organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões

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Divulgação

Os bancos e as cooperativas de crédito que estarão presentes no Show Rural Coopavel 2019 vão disponibilizar R$ 3 bilhões aos produtores rurais que desejarem financiar máquinas, implementos ou fazer outros investimentos em suas propriedades. As taxas e prazos oferecidos serão os melhores do mercado.

O 31º Show Rural Coopavel terá a presença do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Santander,. BRDE e as principais cooperativas de crédito do País, entre elas Sicredi, Sicoob, Cresol e Credicoopavel. Os organizadores do evento estão otimistas e estimam movimentação financeira entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.

O Show Rural Coopavel será de 4 a 8 de fevereiro e contará com 520 expositores. O público esperado é 250 mil pessoas. Uma das principais novidades desta 31ª edição é o Show Rural Digital, que contará com a participação de algumas das maiores empresas do mundo de tecnologia e inovação.

Fonte: Assessoria
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Notícias Tudo sobre avicultura

FACTA lança edição ampliada e revisada do livro “Produção de matrizes de frangos de corte”

Exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves

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Divulgação/Assessoria

A Fundação APINCO de Ciência e Tecnologia Avícolas (FACTA) lança a 3ª edição do livro “Produção de matrizes de frango de corte”, ampliada e com conteúdo revisado. A obra envolveu mais de 35 profissionais, sendo alguns colaboradores de empresas fortemente comprometidas com o setor avícola, bem como pesquisadores do mundo acadêmico.

O exemplar traz 15 capítulos com diversos elementos sobre o desenvolvimento das aves, como o entendimento dos aspectos fisiológicos dos machos e das fêmeas, o manejo alimentar, as principais doenças e formas de tratamento, a relevância da casca dos ovos, ambiência, biosseguridade, o dimensionamento e gerenciamento das granjas de produção, dentre outros assuntos, que são abordados com profundidade, mas de forma didática, com ilustrações, tabelas e figuras, que facilitam o entendimento do texto.

O livro foi editado pelos membros da FACTA: Marcos Macari, Elisabeth Gonzales, Inaldo Sales Patrocínio e Neyre Norie Shiroma, com apoio da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e das empresas Alltech do Brasil, Biocamp, Cargill Alimentos, Cobb-Vantress Brasil, Nutriquest Technofeed Nutrição Animal, Ceva Saúde Animal e Zoetis Indústria de Produtos Veterinários.

O livro pode ser adquirido no site da FACTA.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado Externo

Cinco unidades de frango do Brasil são desabilitadas a exportar a sauditas

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial

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Arquivo/OP Rural

Na segunda-feira (21) o serviço sanitário da Arábia Saudita apresentou o relatório das empresas brasileiras habilitadas a exportar para o país. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) a autorização se mantém para 25 plantas frigoríficas brasileiras de carne de frango. Atualmente, 58 plantas são habilitadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a exportar, mas somente 30 embarcam produtos efetivamente.

A ABPA informou em nota oficial que o impacto da decisão, portanto, é sobre cinco plantas frigoríficas, que deixam de exportar para o país. “As empresas autorizadas constam em uma lista divulgada pelas autoridades sauditas. As razões informadas para a não-autorização das demais plantas habilitadas decorrem de critérios técnicos. Planos de ação corretiva estão em implementação para a retomada das autorizações”, diz a nota.

A Associação comunicou que está em contato com o Governo Brasileiro para que, em tratativa com o Reino da Arábia Saudita, sejam resolvidos os eventuais questionamentos e incluídas as demais plantas. “Além disto, as plantas que hoje não estão habilitadas contarão com o apoio do Ministério para obter a autorização para exportar a este mercado”, afirma a ABPA.

Segundo o MAPA, o grupo habilitado respondeu no ano passado por 63% do volume das exportações brasileiras de carne de frango – porcentagem que correspondeu a 437 mil toneladas – para a Arábia Saudita.

Além do mais, o Ministério ainda está examinando o relatório e encaminhará aos estabelecimentos as recomendações apresentadas.

Entre as plantas que permanecem habilitadas a exportar para o país árabe estão BRF, JBS, Seara e a LAR Cooperativa Agroindustrial.

Fonte: O Presente Rural
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