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Empresas Suinocultura

Peste Suína Africana (PSA) afeta mercado de exportação brasileiro de suínos

Carne suína bateu recorde de exportação no país, em 2019. Um dos motivos é a PSA

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Granja comercial de suínos, localizada em Leme, no interior de São Paulo - Foto: Divulgação

Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a exportação no Brasil bateu recorde, em 2019. Ao todo, foram embarcadas 750,3 mil toneladas ao longo do último ano. O saldo é 16,2% a mais do que o registrado em 2018, quando foram embarcadas 646 mil toneladas.

A Ásia, que foi fortemente afetada por focos da Peste Suína Africana (PSA), foi o grande impulso das exportações ao longo dos 12 meses. Apenas a China, maior consumidora de carne suína do mundo, importou 248,80 mil toneladas, volume 61% superior ao total de 2018. Outro país, o Vietnã, aumentou suas importações em 82,6%.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram que as exportações de carne bovina e suína devem subir 40% e 34%, respectivamente, comparando 2017 — ano em que a PSA ainda não tinha se alastrado — com 2019.

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) acredita que as chances da PSA entrar no Brasil são muito baixas. Entretanto, os suinocultores podem tomar medidas sanitárias que garantam um manejo e condições de vida seguras aos animais, começando pela nutrição.

A ICC Brazil, empresa pioneira na produção de soluções inovadoras para a nutrição animal à base de levedura, preza pela qualidade de vida dos animais e também da carne que será consumida. Ela possui uma gama de produtos que contribuem para o crescimento saudável, sendo uma alternativa aos promotores de crescimento, agindo de maneira mais natural e fortalecendo o sistema imunológico dos suínos.

Recentemente, a empresa firmou parceria com uma granja comercial de suínos, localizada no interior de São Paulo, em Leme. O principal objetivo é comprovar, na prática, a eficácia de produtos voltados para a nutrição animal. “Isso fará com que a ICC Brazil avance ainda mais na pesquisa científica relacionada a seus produtos. Isso é muito importante, pois experimentos realizados em reais condições de campo trazem maior confiabilidade aos resultados”, afirma Ricardo Barbalho, gerente de vendas Nacional da ICC Brazil.

A granja possui cerca de 1.700 matrizes suínas e três instalações para a fase de creche: a primeira com 48 baias e as outras duas com 50 baias cada uma. Ela conta, ainda, com instalações de maternidade, para as fases de crescimento e terminação, fábrica de ração própria e silos para distribuição das rações nas instalações de creche. O sistema de alimentação automatizado instalado possibilita a condução de experimentos simultâneos e uso/avaliação de diferentes dietas. Essa é a terceira granja do Brasil a receber o sistema de alimentação automatizado.

Fonte: Assessoria da ICC
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Empresas

Agro moderno: uma missão coletiva

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Clodys Menacho, diretor Comercial da Alltech do Brasil - Divulgação

Dobrar a produtividade agropecuária em 22 anos: uma história de sucesso protagonizada pelo Brasil e guiada pela inovação e pela tecnologia. Este foi o cenário para que o agro brasileiro avançasse como referência mundial, conforme retrata o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Juntos, os órgãos lançaram o livro “Uma Jornada Pelos Contrastes do Brasil: Cem anos do Censo Agropecuário”, no qual constam os dados.

Neste caminho trilhado pela modernidade, entretanto, é importante destacar que o tema vai além da utilização de equipamentos eletrônicos nas propriedades e inclui uma grande participação da ciência. Os avanços contemplam tecnologias em nutrição, por exemplo, como o uso de enzimas e minerais orgânicos nas dietas dos animais de produção, além de diversas ferramentas que visam otimizar toda a produção e os resultados zootécnicos nas fazendas. Podemos citar ainda a nutrigenômica, que permitiu entender como a capacidade genética de um animal pode ser afetada pelos nutrientes, ou seja, como os elementos vão impactar nos genes das espécies.

Tudo isso resultará em maior ganho ao produtor, tanto em quantidade quanto em qualidade. Pois, dessa forma, acelera-se o processo produtivo. Além disso, são gerados benefícios para o meio ambiente, fazendo com que fatores como sustentabilidade e produtividade passem a se entrelaçar. Com os benefícios sendo comprovados, a implementação das tecnologias passa a ser cada vez mais rápida no segmento.

Para que essas inovações alcancem cada vez mais propriedades, visto que temos um país de grandes proporções, precisamos passar por um processo de educação. Ainda temos muita produção agrícola e pecuária no formato tradicional. É necessário, cada vez mais, chegar aos produtores com estas tecnologias, demonstrando suas aplicações dentro do sistema produtivo, tanto nos aspectos de rentabilidade quanto na sustentabilidade. A partir do momento que as inovações forem entendidas como investimento, será viável implementá-las em propriedades de diversos tamanhos.

A expectativa para o futuro é otimista, mas, para isso, as ações precisam ser coletivas, cada um fazendo a sua parte em busca de um planeta mais abundante. É com esta visão, que nós, da Alltech, como indústria do setor agro, convidamos todos os agentes do agronegócio e da sociedade a se unirem. Com a adoção de novas tecnologias, de melhores práticas de manejo das criações e a criatividade humana, acreditamos que podemos construir um mundo mais sustentável.

Como inspiração, podemos citar, no agronegócio brasileiro, parceiros nossos que já praticam o cultivo de grãos, com produção de madeira e de bovinos em harmonia, o que chamamos de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). Também há produtores que produzem biogás com os dejetos das granjas para geração da sua própria energia elétrica. Estas iniciativas servem de exemplo de uso de tecnologias, cujo impacto positivo vai repercutindo em todas as esferas: sociais, ambientais e econômicas.

Dentro da nossa empresa, temos ainda o desenvolvimento de soluções certificadas pela Carbon Trust, iniciativa que auxilia empresas a reduzirem as emissões de carbono. As tecnologias contribuem na diminuição das emissões de metano e as taxas de excreção de metabólitos de nitrogênio das criações. Medidas internas como ações de reflorestamento, recuperação de nascentes e redução de uso de papel já foram estabelecidas.

Inspirado por estes exemplos, convidamos a todos para realizar ações em seus setores de atuação e comunidades. Não podemos esquecer: atitudes, que muitas vezes, podemos considerar como pequenas e simples, e que começam dentro das nossas casas e propriedades, são fundamentais na construção de um planeta de abundância!

Fonte: Autor: Clodys Menacho, diretor Comercial da Alltech do Brasil. 
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Empresas

JBS abre 160 vagas para recém-formados em todo o país

Oportunidades são para os cursos de administração, engenharias, medicina veterinária e zootecnia. Inscrições acontecem entre 1º e 19 de março

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Divulgação.

A JBS abriu 160 vagas para profissionais recém-formados nos cursos de administração, engenharias, medicina veterinária e zootecnia para atuar no Programa de Talentos nas unidades produtivas da Seara no Brasil, nas áreas de produção, agropecuária, manutenção e qualidade.

Os candidatos precisam ter formação entre dezembro de 2016 e dezembro de 2020. Ao longo de um ano do programa, estes profissionais receberão capacitação técnica e de gestão de pessoas. Os selecionados ingressarão como analistas, com possibilidade de efetivação ao final do programa em cargos de liderança dependendo o desempenho individual e disponibilidade de vaga.

As vagas são divididas em 38 cidades no Distrito Federal (9) e em nove estados: Bahia (5), Mato Grosso (4), Mato Grosso do Sul (22), Minas Gerais (4), Paraná (31), Rio de Janeiro (2), Rio Grande do Sul (25), Santa Catarina (34) e São Paulo (24).

 O diretor de Gente e Gestão da Seara, Fernando Meller, explica que o objetivo do programa é formar lideranças que sejam aderentes à Cultura da Companhia para atuar nas unidades em todo o Brasil. “A JBS é uma empresa global e a maior empregadora do país, então as oportunidades de crescimento são imensas e queremos, por meio do programa, desenvolver futuros líderes para que eles cresçam e ajudem a nossa empresa a crescer”.

 As inscrições acontecem entre 1º e 19 de março pelo site, onde é possível consultar a relação de cidades. Acesso: https://trabalheconosco.vagas.com.br/talentos-seara.

Fonte: Assessoria.
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Empresas Bovinos

Uso de novas tecnologias muda realidade da pecuária brasileira

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Fotos: Divulgação

Pesagem eletrônica, rastreabilidade, melhoramento genético contínuo, nutrição de precisão, programa eficiente de manejo sanitário. Estas e outras tecnologias ajudam a pecuária brasileira e produzir mais e melhor. Há uma década, o país colocava no mercado cerca de 8 milhões de toneladas de carne bovina; em 2020, a produção superou 9,5 milhões de toneladas: crescimento próximo a 19%. No mesmo período, o rebanho aumentou apenas 3,5%, atingindo 220 milhões de cabeças”, informa José Dias Rossafa, o Zezinho, gerente nacional de vendas da Coimma, líder em balanças e troncos para a pecuária.

A aplicação de tecnologias está nas mais diversas etapas do processo produtivo pecuário, otimizando desde as práticas de manejo até a qualidade da carne. O resultado é positivo não apenas para os criadores, mas também para os frigoríficos e, por extensão, aos consumidores.

“A inovação contínua é um componente essencial na revolução em curso da pecuária brasileira”, complementa Zezinho. “Afinal, estamos falando em otimização do uso de insumos, com redução do desperdício, maior eficiência nos processos, aumento da produtividade, menores custos de produção, melhoria da qualidade operacional, produção cada vez mais sustentável, coleta de maior volume de dados e melhor interpretação das informações, tomada de decisões mais assertivas e aumento da rentabilidade e da lucratividade”.

 

Seguem alguns exemplos de tecnologias que estão contribuindo para o sucesso da pecuária:

Balanças eletrônicas: possibilitam a automatização da coleta de dados individualmente, reduzindo significativamente o tempo necessário para a captação, os erros de estatísticas e a perda de informações. A coleta de dados, como o peso do rebanho, fica muito mais fácil e precisa com o uso de dispositivos eletrônicos. Além disso, sensores eletrônicos monitoram o ambiente e geram dados sobre as condições do rebanho. Tudo isso para proporcionar mais conforto aos animais e mais produtividade aos criadores.

Identificadores eletrônico: esses dispositivos utilizam moderna tecnologia para proporcionar maior comodidade e melhores resultados, pois facilitam a identificação e a leitura dos movimentos dos animais em tempo real, 24 horas por dia.

Melhoramento genético: trata-se de um dos principais fatores de evolução da pecuária nacional. As técnicas de reprodução bovina, como a inseminação artificial e a transferência de embriões, contribuem decisivamente para o desenvolvimento da atividade.

Nutrição de precisão: a alimentação representa cerca de 70% dos custos de produção na pecuária – especialmente a intensiva. A nutrição de precisão possibilita oferecer aos animais os insumos que ele necessita, na quantidade certa e no momento certo.

Aplicativos: com a popularização dos smartphones e tablets, softwares e aplicativos desenvolvidos especialmente para a pecuária ganharam espaço na gestão da atividade, agilizando e facilitando a administração da fazenda. Com os diversos dados oferecidos pelos aplicativos, o pecuarista passou a ter uma visão mais clara sobre seu negócio, possibilitando assim tomadas de decisões mais ágeis e assertivas.

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