Avicultura
Pesquisas apontam benefícios da redução de proteína bruta na alimentação de aves
Um dos principais destaques do estudo é a descoberta de que a redução da proteína nas rações para frangos de corte pode diminuir em até 10% as emissões de CO₂ equivalente por tonelada de carne produzida.

Com a crescente demanda global por práticas agrícolas mais sustentáveis e responsáveis, o setor avícola busca continuamente soluções para reduzir seu impacto ambiental. Durante a Conferência Científica Latino-Americana (PSA Latam), realizada em meados de outubro em Foz do Iguaçu (PR), o pesquisador e doutor em Nutrição Animal, Andreas Lemme, apresentou as experiências europeias com a redução dos níveis de proteína bruta nas dietas de aves e seu impacto positivo nos parâmetros de desempenho, bem-estar animal e sustentabilidade.

Um dos principais destaques do estudo é a descoberta de que a redução da proteína nas rações para frangos de corte pode diminuir em até 10% as emissões de CO₂ equivalente por tonelada de carne produzida. “A chave para essa redução está na inclusão de ingredientes alternativos, como as ervilhas, e na otimização da formulação das rações. Ao diminuir a quantidade de proteína, os animais utilizam os nutrientes de forma mais eficiente, reduzindo assim a quantidade de nitrogênio excretado, substância que quando acumulada no solo e na água pode comprometer a qualidade desses recursos naturais”, evidenciou.
Lemme ressaltou que essa descoberta pode gerar economia para os avicultores, além de contribuir para a sustentabilidade das suas propriedades, enquanto que para o consumidor a carne produzida com essa nova abordagem representa uma opção mais sustentável, com menor impacto ambiental.
Melhorias no bem-estar das aves
Além dos benefícios ambientais e produtivos, a pesquisa também incluiu melhorias no bem-estar das aves. Em uma série de cinco experimentos foi analisado os efeitos de dietas com proteína reduzida (CP-red) na produção de carne e na saúde dos coxins plantares (região inferior dos pés) de frangos de corte.
O levantamento comparou dietas padrão com a dieta CP-red, considerando resultados como rendimento de carcaça, rendimento de peito e o escore de prejuízo nos coxins plantares. “O rendimento de carcaça dos frangos alimentados com CP-red variou de maneira mínima em relação aos alimentados com a dieta padrão. No último experimento, por exemplo, o rendimento foi de 74,2% com a dieta padrão, enquanto a dieta CP-red registrou 74,1%, indicando que a dieta com proteína reduzida não teve impacto significativo no peso final dos frangos”, evidenciou Lemme.
Em relação ao rendimento de peito, um dos cortes mais valorizados, a diferença entre as dietas também foi mínima. No quinto experimento, os frangos com a dieta padrão atingiram 29,8% de rendimento de peito, enquanto os alimentados com CP-red atingiram 29,7%. “Esse pequeno impacto na produção indica que a redução de proteína na dieta pode ser viável do ponto de vista produtivo”, enfatizou.
O escore de lesão nos coxins plantares, um dos indicadores de bem-estar das aves, apresentou melhores resultados com a dieta CP-red em alguns experimentos, mostrando que essa dieta pode ser benéfica para a saúde dos frangos. “Nos primeiros experimentos, a dieta padrão teve uma maior prevalência de lesões nas coxas plantares, um indicador de condições que podem prejudicar o bem-estar das aves. Já nos últimos experimentos, essa diferença foi menos acentuada, mas o escore médio ainda apontou uma pequena vantagem para a dieta CP-red”, destacou Lemme, ressaltando que o estudo mostrou que uma dieta com proteína reduzida pode ser uma alternativa promissora para produtores que desejam equilibrar produtividade e bem-estar animal. “A diferença mínima no rendimento de carne associado à melhoria na saúde dos coxins plantares indica que essa dieta pode oferecer vantagens sustentáveis para o setor”, acrescentou.
Outro aspecto revelado pela pesquisa é que a redução de proteína não compromete o desempenho das aves. Mesmo com uma dieta menos proteica, os animais mantiveram o ritmo de crescimento e desenvolvimento, demonstrando que é possível alcançar resultados produtivos mais consistentes com menos recursos. “Esse ajuste permite, inclusive, a redução do uso de farelo de soja, ingrediente central nas rações”, expõe o pesquisador.
Uso de nitrogênio na alimentação
Em uma pesquisa realizada pela Associação Alemã de Alimentação Animal aponta uma tendência de melhoria na eficiência do uso de nitrogênio na alimentação de frangos de corte ao longo das últimas três décadas, baseada em dados de cinco fabricantes que representam cerca de 80% da ração produzida para aves na Alemanha. “Em 2000 a utilização de nitrogênio era de 49% e a previsão é que suba para 62% até 2025 para dietas padrão e 65% para dietas com proteína reduzida até 2030”, afirma Lemme.

Pesquisador e doutor em Nutrição Animal, Andreas Lemme: “Ao diminuir a quantidade de proteína, os animais utilizam os nutrientes de forma mais eficiente, reduzindo assim a quantidade de nitrogênio excretado, substância que quando acumulada no solo e na água pode comprometer a qualidade desses recursos naturais” -Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural
Conforme o pesquisador, os ensaios experimentais confirmaram a eficiência de utilização de nitrogênio na alimentação variando de 61 a 69%, indicando que as dietas com proteína reduzida podem melhorar a contribuição para a retenção de nitrogênio, beneficiando tanto o meio ambiente quanto a sustentabilidade da produção.
Já em outro estudo, foi feita uma comparação da eficiência de utilização de nitrogênio em diferentes regiões. Globalmente, a média de utilização de nitrogênio é de 55%, com destaque para a Europa (58%) e China (61%), enquanto Brasil e Estados Unidos apresentam taxas de 53% e 56%, respectivamente. Na Alemanha, com suas dietas padrão, alcança 61%, mas os ensaios experimentais indicam que essa eficiência pode ser aumentada para até 69% com dietas de proteína reduzida. “Esses dados destacam que a alimentação com proteína reduzida pode ser uma estratégia viável para aumentar a eficiência da utilização de nitrogênio na produção avícola”, sustenta o pesquisador.
Aplicação em larga escala exige estudos adicionais
Embora os resultados sejam promissores, a aplicação dessa prática em larga escala é desafiadora, aponta Lemme. Ele destaca a necessidade de investir em pesquisas contínuas, desenvolver novas soluções nutricionais e adaptar práticas para diversas realidades de produção. “O desenvolvimento contínuo de novas tecnologias e ingredientes será fundamental para garantir rações equilibradas e adaptadas às necessidades de cada sistema de criação”, enfatizou.
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Avicultura
Quando o vazio sanitário vira ficção
Especialistas alertam que redução do intervalo entre lotes compromete biosseguridade e favorece avanço de agentes sanitários.

Não é uma decisão formal. Não está escrita em manual. Mas, na prática, o vazio sanitário vem sendo comprimido e, em alguns casos, praticamente eliminado dentro de sistemas produtivos que operam no limite da capacidade.
A lógica é conhecida. O frigorífico não pode parar. A escala precisa ser mantida. O fluxo de produção exige regularidade. O intervalo entre lotes, que deveria funcionar como uma das principais barreiras sanitárias, passa a ser tratado como variável ajustável.
Durante a produção desta edição, ouvimos mais de um especialista em sanidade alertar para esse movimento. Em diferentes entrevistas, o diagnóstico foi convergente: o vazio sanitário está menor do que o recomendado – e, em algumas realidades, já não cumpre sua função. Houve relato de intervalos reduzidos a poucos dias. Em um dos casos mencionados, ciclos sendo retomados em cerca de oito dias.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
O problema não está apenas no número. Está no que ele representa. O vazio sanitário não é um tempo “ocioso” entre lotes. É o período em que o sistema deveria ser resetado. É quando se interrompe o ciclo de agentes presentes na granja, reduzindo a carga microbiana e, consequentemente, a pressão de infecção sobre o lote seguinte. Encurtar esse intervalo não significa apenas ganhar tempo e dinheiro – significa carregar risco.
Salmonella, E. coli, Clostridium, vírus entéricos e agentes imunossupressores não desaparecem por inércia. Eles persistem no ambiente, na cama, em superfícies, equipamentos e até em pontos de difícil acesso do galpão. Sem tempo adequado para limpeza, desinfecção e descanso estrutural, o que se faz, na prática, é transferir o problema de um lote para o outro, muitas vezes ampliado.
E esse efeito não é imediato. O sistema pode seguir operando, com desempenho aparentemente dentro do esperado, enquanto a pressão sanitária cresce silenciosamente. Quando ela se manifesta, já não é mais pontual. É sistêmica.
A consequência direta é conhecida por quem está no campo: maior variabilidade de resultado, aumento do uso de intervenções corretivas, perda de eficiência zootécnica e, principalmente, maior dificuldade de controle de agentes como a Salmonella – justamente aqueles que dependem de redução contínua da carga ambiental para serem mantidos em níveis baixos.
Não se trata de apontar culpados. A pressão por produção é real e atravessa toda a cadeia. Mas é preciso reconhecer o limite técnico do sistema. Existe um ponto a partir do qual ganhar um ciclo significa perder controle.
O vazio sanitário sempre foi uma das medidas mais simples e mais eficazes dentro dos programas de biosseguridade. Não exige tecnologia complexa. Exige tempo. E, sobretudo, decisão. Reduzi-lo pode parecer um ajuste operacional. Mas, do ponto de vista sanitário, é uma mudança estrutural. E estrutura, quando cede, não avisa antes de romper.
Avicultura
Chapecó reúne lideranças da avicultura para discutir desafios e rumos do setor nesta semana
Simpósio Brasil Sul começa amanhã (07) e coloca em debate temas estratégicos como mercado, sanidade, gestão e sustentabilidade.

Discutir os desafios e as transformações da avicultura é fundamental para garantir a competitividade e a sustentabilidade do setor. Com esse propósito, Chapecó receberá o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA), que será realizado de 07 a 09 de abril, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, reunindo especialistas do Brasil e do exterior.
Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), o Simpósio contará com uma programação científica estruturada em painéis temáticos e a realização simultânea da 17ª Brasil Sul Poultry Fair, espaço voltado à geração de negócios, networking e apresentação de soluções para o setor.
Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O terceiro lote está disponível, com investimento de R$ 890 para profissionais e R$ 500 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 200. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.
Reconhecido como referência na disseminação do conhecimento técnico e científico, o SBSA reúne médicos-veterinários, zootecnistas, produtores, pesquisadores, técnicos e empresas para debater temas estratégicos para a avicultura moderna. A programação de 2026 foi organizada para contemplar áreas essenciais como gestão de pessoas, mercado, nutrição, manejo, sanidade, abatedouro, sustentabilidade e cenários globais, sempre com foco na aplicação prática no campo.
A presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, destaca que o Simpósio mantém seu propósito de conectar conhecimento técnico com as demandas reais do setor. “O SBSA é um espaço de atualização profissional e troca de experiências. Buscamos construir uma programação que integre o que há de mais atual, mas principalmente que leve aplicabilidade ao dia a dia da produção, contribuindo para a evolução da avicultura”, afirma.
A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta que a construção da programação foi pensada para atender aos principais desafios enfrentados pela cadeia produtiva. “Estruturamos uma jornada técnica que dialoga diretamente com a realidade do setor. São temas que envolvem desde gestão e mercado até sanidade, nutrição, abatedouro e sustentabilidade, sempre com foco na aplicação prática e na tomada de decisão no campo. Nosso objetivo é proporcionar conteúdo que realmente faça diferença no dia a dia dos profissionais”, destaca.
Programação geral
26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura
17ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 07/04 – Terça-feira
13h30 – Abertura da Programação
13h40 – Painel Gestão de Pessoas
Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.
Palestrantes:
Delair Bolis
Joanita Maestri Karoleski
Vilto Meurer
Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda
15h40 – Intervalo
16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.
Palestrante: Arene Trevisan
(15 minutos de debate)
17h- Solenidade de Abertura Oficial
17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026
Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC
19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 08/04 – Quarta-feira
Bloco Abatedouro
8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.
Palestrante: Darwen de Araujo Rosa
(15 minutos de debate)
9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.
Palestrante: Dianna V. Bourassa
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
Bloco Nutrição
10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.
Palestrante: Wilmer Pacheco
(15 minutos de debate)
11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.
Palestrantes: Roselina Angel
(15 minutos de debate)
12h30 – Intervalo almoço
Eventos Paralelos
Painel Manejo
14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno
Palestrantes:
Lucas Schneider
Rodrigo Tedesco Guimarães
16h – Intervalo
Bloco Conexões que Sustentam o Futuro
16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.
Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo
(15 minutos de debate)
17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?
Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme
(15 minutos de debate)
18h30 – Eventos Paralelos
19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair
Dia 09/04 – Quinta-feira
Bloco Sanidade
8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias
Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande
(15 minutos de debate)
9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.
Palestrante: Dr. Ricardo Rauber
(15 minutos de debate)
10h – Intervalo
10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.
Palestrante: Gonzalo Tomás
(15 minutos de debate)
11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.
Palestrante: Taís Barnasque
(15 minutos de debate)
Sorteios de brindes.
Avicultura
Alta do diesel e das embalagens eleva custos da avicultura brasileira
Alta simultânea do combustível e das resinas plásticas pressiona logística, processamento e competitividade da avicultura, especialmente no Rio Grande do Sul.

A combinação de aumento no preço do combustível e encarecimento de insumos industriais começa a pressionar uma das cadeias mais relevantes do agronegócio brasileiro: a produção de proteína animal. Nas últimas semanas, produtores e agroindústrias passaram a enfrentar um novo ciclo de custos impulsionado pela alta do diesel e das resinas plásticas utilizadas na indústria de alimentos.
O Diesel S10 acumulou alta de 24,3% nos últimos 30 dias, alcançando preço médio nacional de aproximadamente R$

Foto: Divulgação
7,57 por litro em março de 2026. No mesmo período do ano passado, o combustível custava cerca de R$ 6,20 por litro, uma variação anual que pode chegar a 22% dependendo da região.
A elevação reflete fatores como a valorização do petróleo no mercado internacional, a desvalorização do real frente ao dólar e reajustes aplicados nas refinarias brasileiras.

Foto: Shutterstock
Para a cadeia avícola, produção de carne de frango e ovos, altamente dependente de logística rodoviária, o impacto é direto. O combustível está presente em praticamente todas as etapas da produção: transporte de ração, deslocamento de aves entre granjas e frigoríficos e distribuição da carne para o mercado interno e exportações.
Ao mesmo tempo, a indústria de alimentos enfrenta outro fator de pressão: o encarecimento das embalagens plásticas. Insumos como Polietileno e Polipropileno registraram aumentos próximos de 30% no último mês, impulsionados pelo custo da matéria-prima petroquímica e pela elevação da tarifa de importação dessas resinas no Brasil. Atualmente, a alíquota de importação de resinas plásticas está em 20%, enquanto a média global gira em torno de 6,5%, ampliando a diferença de custos em relação a outros mercados.
Na indústria de alimentos, as embalagens representam entre 15% e 25% do custo total de diversos produtos,

Foto: Divulgação
especialmente carnes resfriadas, congeladas e processadas.
Quando somados, os dois fatores, combustível e embalagens, geram um efeito cascata sobre toda a cadeia produtiva.
Setor acompanha cenário com atenção
Para o presidente executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos, o momento exige atenção do setor produtivo. “A avicultura brasileira é uma das cadeias mais eficientes do agronegócio, mas também extremamente sensível a oscilações em insumos estratégicos. Quando diesel e embalagens sobem ao mesmo tempo, isso gera uma pressão importante sobre a logística, o processamento e a estrutura produtiva”, ressalta.

Presidente da Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos: “Quando diesel e embalagens sobem ao mesmo tempo, isso gera uma pressão importante sobre a logística, o processamento e a estrutura produtiva” – Foto: Divulgação/Asgav
Segundo ele, a competitividade construída pelo setor depende de equilíbrio no ambiente econômico. “O Brasil conquistou protagonismo global na produção de carne de frango. Para manter essa posição, é fundamental garantir previsibilidade de custos e um ambiente que preserve a competitividade das cadeias produtivas”.
Cadeia estratégica para o Rio Grande do Sul
O Rio Grande do Sul está entre os principais polos da avicultura brasileira, com forte integração entre produtores, cooperativas e agroindústrias. O setor gera milhares de empregos e tem papel relevante tanto no abastecimento do mercado interno quanto nas exportações de proteína animal.
Em um cenário global de demanda crescente por alimentos, o acompanhamento das variáveis de custo se torna decisivo para garantir sustentabilidade econômica e continuidade do crescimento da cadeia avícola.



