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Pesquisador Everton Krabbe é o novo chefe geral da Embrapa Suínos e Aves

Pesquisador substitui a partir do dia 1º de setembro a também pesquisadora Janice Zanella, que comandava o centro de pesquisa de Concórdia desde agosto de 2014

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O pesquisador Everton Krabbe foi anunciado no início da noite de ontem (18) como novo chefe geral da Embrapa Suínos e Aves para o período 2021-2024. A escolha pela diretoria executiva da Embrapa encerra assim o processo de seleção que havia iniciado no final de junho.

Krabbe, de 50 anos, é empregado da Embrapa Suínos e Aves desde 2011. Formado em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Maria, tem mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorado em Zootecnia pela mesma instituição. Suas principais áreas de atuação são em produção animal, qualidade de alimentos, nutrição e meio ambiente.

O pesquisador substitui a partir do dia 1º de setembro a também pesquisadora Janice Zanella, que comandava o centro de pesquisa de Concórdia-SC desde agosto de 2014.

A posse da nova chefia está marcada para o dia 10 de novembro, às 10h30, e será transmitida pelo canal do YouTube da Embrapa com a presença do presidente da empresa, Celso Luiz Moretti, e do diretor-executivo de Gestão Institucional, Tiago Toledo Ferreira.

A Embrapa Suínos e Aves

Criada em 13 de junho de 1975, a Embrapa Suínos e Aves é uma unidade descentralizada da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e atua com foco nas demandas das cadeias produtivas de suínos e aves e de sustentabilidade para soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação em benefício da sociedade brasileira.

A equipe da Embrapa em Concórdia tem 175 empregados, sendo 42 pesquisadores, 48 analistas, 29 técnicos e 56 assistentes, além de 120 colaboradores externos. A Unidade ocupa uma área de 210 hectares no distrito de Tamanduá, a cerca de 12 km do centro da cidade.

O centro de pesquisa tem quatro laboratórios (análises físico-químicas; sanidade e genética animal; biogás; e biotecnologia e nanotecnologia), campos experimentais e unidades de produção de suínos e de aves e de biometano, núcleo de conservação genética de aves, abatedouro experimental, central de coleta de sêmen, fábrica de ração e estação agrometeorológica, além de outras instalações de apoio.

Entre os projetos atuais desenvolvidos em Concórdia estão estudos em sanidade animal, sistemas de produção e nutrição, segurança dos alimentos, melhoramento genético e genômica animal, meio ambiente, socioeconomia e apoios ao Programa ABC e a câmaras setoriais.

A Embrapa também tem atuação na efetivação de políticas públicas, como a modernização do Sistema de Inspeção Federal para abates de suínos e de aves, reutilização de cama aviária, avaliação de tecnologias para a destinação de animais mortos, uso do biogás, adoção de boas práticas de produção para granjas de aves de postura, biosseguridade mínima para granjas de suínos de abate e em práticas de bem-estar na suinocultura e nos planos nacionais de prevenção, controle e monitoramento do javali e de controle da resistência antimicrobiana.

Chefes da Embrapa Suínos e Aves desde 1975

  • 1975-1978           Luiz Sérgio Coelho
  • 1978-1983           Astor Grumann
  • 1983-1984           Ivo Martins Cézar
  • 1984-1985           Carlos Perdomo
  • 1985-1987           Cláudio Nápolis Costa
  • 1987-1992           Paulo Roberto Silveira
  • 1992-1996           Jerônimo Fávero
  • 1996-2000           Dirceu Talamini
  • 2000-2004           Dirceu Talamini
  • 2004-2009           Elsio Figueiredo
  • 2009-2014           Dirceu Talamini
  • 2014-2021           Janice Zanella

Fonte: Embrapa Suínos e Aves

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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