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Perspectivas mundiais para a carne suína brasileira em debate em Chapecó, SC

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O VI Simpósio Brasil Sul de Suinocultura realizado no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes em Chapecó, SC vai reunir  especialistas e técnicos do setor para debater o controle e erradicação da disenteria suína, pontos críticos em fábricas de ração para controle de resíduos e contaminantes e análises de resíduos veterinários e contaminantes em carnes, entre outros temas. 
A sexta edição do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, entra definitivamente para o calendário dos mais importantes eventos técnicos de suinocultura com a missão de debater tendências e prevenir gargalos, antecipando temas  e tecnologias relacionadas a produção de suínos. Realizado no coração da produção pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas.
O presidente da Comissão Científica, o Médico Veterinário Rodrigo Toledo destaca que “O  Simpósio abordará temas como qualidade da carne suína, controle de resíduos veterinários e outros contaminantes na carne. No aspecto sanitário vamos tratar de temas como doenças respiratórias, controle de pragas, bem estar animal e mão de obra nas granjas” . 
São esperados mais de um mil participantes vindos de todo o Brasil e países do Mercosul. De acordo com os organizadores a inscrição antecipada, feita no site evita filas e garante a  participação, já as que as vagas são limitadas. As inscrições antecipadas custam R$290,00 para profissionais e R$200,00 para estudantes. Na hora as inscrições passam para R$370,00 para profissionais e R$260,00 para estudantes. As inscrições on-line para um dos mais importantes eventos técnicos da avicultura brasileira podem ser feitas no site www.nucleovet.com.br
Futuro do setor 
Durante o VI SBSS destaque para a  palestra "Perspectivas mundiais para a carne suína brasileira: Mitos e Fatos" com  o Palestrante – Rui Vargas, Presidente da ABIPECS, abordará a expectativa e perspectivas mundiais com a abertura de novos mercados como o Japão, que passa a comprar carne produzida em Santa Catarina. O otimismo é porque o Japão é o maior importador mundial do produto, comprando cerca de um 1,2 milhão de toneladas por ano.  Hoje  Santa Catarina é o único estado brasileiro que pode vender carne suína ao país japonês, pois é o único livre de febre aftosa sem vacinação. 
A palestra "Qualidade da carne suína e fatores que a influenciam" será apresentada pela palestrante – Prof.ª Dra. Ana Maria Bridi na manhã do dia 14 de agosto.   A especialista   destaca que a qualidade da carne depende muito do mercado consumidor, ou seja, do país importador, e que todas  as etapas da cadeia produtiva devem ser normatizadas e certificadas para garantir  uma padronização do produto e satisfazer as necessidades dos novos conceitos de qualidade que foram incorporados recentemente como a segurança alimentar e  do respeito dos sistemas de produção ao bem-estar do homem, dos animais e pelo ambiente.
VI SBSS vai debater ainda o manejo nutricional adequado para as novas fêmeas comerciais disponíveis no mercado nacional na palestra "Atualizando o Manejo Nutricional de Matrizes Suínas Hiperprolíficas" com o  Prof.º Dr. Márvio Lobão Teixeira de Abreu – Brasil. O tema foi escolhido porque um dos  maiores desafios para os nutricionistas responsáveis pelo manejo de fêmeas comerciais  é desenhar dietas e programas de alimentação adequados à realidade, a hiperprolificidade.
No tema sanidade a palestra "Mycoplasma hyopneumoniae: elemento chave no controle das enfermidades respiratórias"  com  o Palestrante – Miquel Collell – USA – abordará  os principais aspectos do Mycoplasma hyopneumoniae, enfermidade que  causa grandes prejuízos à suinocultura em todo o mundo, principalmente pelos efeitos negativos em diversas variáveis zootécnicas.  Mais informações e a programação completa no site WWW.nucleovet.com.br

Fonte: Ass. Imprensa do Simp. Brasil Sul

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PIB do Paraná cresce 22% acima da média nacional em 2025

Em consequência desses avanços, o PIB do Paraná chegou em R$ 765 bilhões em 2025, considerando os valores correntes, o que sustentará a quarta posição no ranking das economias estaduais, além de um peso superior a 6% no PIB brasileiro.

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Foto: Jonathan Campos/AEN

O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná cresceu 2,8% em 2025, superando a taxa de 2,3% que foi registrada pela economia brasileira. O resultado é 22% acima do desempenho do País. Os dados do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) foram divulgados nesta segunda-feira (23).

A alta da economia do Paraná decorreu das taxas de crescimento da agropecuária e dos serviços. No caso do setor primário, a expansão chegou a 13,1%, acima do resultado contabilizado pela agropecuária nacional (11,7%). O Estado encerrou o ano passado com recorde na produção de frangos, suínos, peixes, leite e ovos, por exemplo.

Já em relação aos serviços, que englobam turismo e atendimentos direto às famílias, a ampliação alcançou 2,2% no âmbito do Estado, ante uma taxa de 1,8% registrada pelo setor do País.

Em consequência desses avanços, o PIB do Paraná chegou em R$ 765 bilhões em 2025, considerando os valores correntes, o que sustentará a quarta posição no ranking das economias estaduais, além de um peso superior a 6% no PIB brasileiro.

“O PIB do Paraná era de R$ 440 bilhões em 2018 e em 2025 ele fechou perto de R$ 765 bilhões. A expectativa é dobrar ele em oito anos, ultrapassando R$ 800 bilhões em 2026. Esse resultado é fruto de um esforço coletivo da sociedade nos últimos anos e mostra como investimentos em infraestrutura e expansão de negócios são indutores do crescimento”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Especificamente no último trimestre de 2025, o PIB do Estado somou R$ 181 bilhões, registrando taxa real de crescimento de 2,7%, no confronto com igual período de 2024. Nesse mesmo período, a agropecuária cresceu 19,4% e o setor de serviços, 1,7%.

Segundo Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, o desempenho positivo da economia paranaense foi alcançado apesar dos juros elevados, da alta carga tributária imposta pela União e do tarifaço norte-americano, entre outros fatores limitantes. “É a demonstração de que o apoio efetivo ao setor produtivo e uma gestão pública eficiente fazem a diferença, ajudando a explicar os melhores indicadores econômicos do Paraná”, analisa.

Fonte: AEN-PR
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Lar Credi realiza assembleias e projeta continuidade do crescimento em 2026

Cooperativa apresenta resultados positivos, amplia base de associados e fortalece atuação no agro.

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Foto: Divulgação

A Lar Credi realizou, na última sexta-feira (20), as Assembleias Gerais Ordinária (AGO) e Extraordinária (AGE), reunindo associados no Lar Centro de Eventos. O encontro apresentou os resultados de 2025, definiu o planejamento para 2026 e deliberou sobre mudanças no estatuto da cooperativa.

Durante a AGO, foram apresentadas as contas do exercício de 2025. Já na AGE, os associados analisaram e aprovaram a proposta de reforma estatutária, que inclui a alteração do endereço da sede administrativa, ampliação das áreas de atuação e ajustes em artigos regimentais. Todos os itens da pauta foram aprovados por unanimidade.

Segundo o diretor-presidente Irineo da Costa Rodrigues, a cooperativa tem apresentado crescimento acima das expectativas desde a sua criação. Ele destacou que a atuação da instituição está voltada ao atendimento personalizado e ao apoio financeiro dos associados, especialmente no agronegócio.

Os números de 2025 mostram avanço em diferentes indicadores. Os ativos totais chegaram a R$ 383,7 milhões, alta de 42% em relação ao ano anterior. Os depósitos à vista e a prazo somaram R$ 307,8 milhões, crescimento de 41%, enquanto a carteira de crédito ultrapassou R$ 205,5 milhões, com aumento de 32%.

O patrimônio líquido atingiu R$ 72 milhões, avanço de 50%, reforçando a estrutura financeira da cooperativa. Já o resultado líquido foi de R$ 7,5 milhões, crescimento de 25%, valor que inclui a correção do capital social e retorno aos cooperados.

A base de associados também cresceu, chegando a 11.263 cooperados, alta de 16%. Para atender essa demanda, a cooperativa conta com 37 postos de atendimento em 32 municípios nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, além de uma equipe de 93 colaboradores.

Outro destaque foi o desempenho da Lar Coop Corretora de Seguros, que registrou crescimento de 56% no volume de operações em 2025. Entre as iniciativas, estão o Seguro Integração, voltado às cadeias de aves e suínos, e o Seguro Paramétrico para soja e milho, que amplia a proteção financeira do produtor rural.

Ao final do encontro, a diretoria reforçou a expectativa de continuidade no crescimento da cooperativa, com foco na segurança financeira e no atendimento aos associados.

Fonte: Assessoria Lar Cooperativa
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Formação ou Exercício Profissional na Agronomia: O que vem primeiro?

Número elevado de vagas, sobretudo no EAD, levanta questionamentos sobre a formação diante das exigências da profissão.

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Foto: Shutterstock

A expansão dos cursos de Agronomia no Brasil levanta um alerta: estamos formando profissionais na mesma qualidade que o agro exige?

A qualidade da formação está diretamente ligada ao exercício profissional. No caso do engenheiro agrônomo, cuja atuação é ampla, sistêmica e integrada, essa relação se torna ainda mais decisiva, especialmente em um cenário de crescente internacionalização das relações econômicas.

O Decreto 23.196, de 1933, estabelece com clareza as atribuições da profissão, abrangendo áreas como fitotecnia, zootecnia, economia e administração rural, cooperativismo, engenharia e paisagismo. Trata-se de uma base sólida, que já contempla a natureza dinâmica da atividade e permite a incorporação de inovações tecnológicas e gerenciais ao longo do tempo.

O desafio, portanto, não está na legislação, mas na formação. Os cursos de Agronomia precisam estar alinhados a essa amplitude de atuação. No entanto, a expansão de graduações, especialmente na modalidade 100% a distância, e a adoção de projetos pedagógicos fragmentados acendem um sinal de alerta sobre a qualidade do ensino.

Artigo escrito por Kleber Santos, engenheiro agrônomo, membro da ABCA Distribuído pelo Conselho Científico Agro Sustentável.

Esse ponto se torna ainda mais sensível diante do avanço da inserção internacional do agro brasileiro. Acordos comerciais, como o firmado entre Mercosul e União Europeia, exigem profissionais com visão integrada dos sistemas produtivos, capazes de atuar da produção à gestão. Nesse contexto, o engenheiro agrônomo se destaca justamente por sua formação abrangente, desde que ela seja, de fato, garantida.

A sustentabilidade também amplia essa demanda. O enfrentamento das mudanças climáticas, a preservação da biodiversidade e a redução da poluição exigem conhecimento técnico aliado à capacidade de gestão e inovação. São desafios que reforçam a importância de uma formação sólida e prática.

Apesar disso, os números preocupam. Dados do Sistema e-MEC (2024) apontam a existência de quase 600 cursos de Agronomia autorizados no Brasil, com mais de 112 mil vagas. Desse total, 54,2% estão na modalidade a distância e 45,8% no formato presencial. A maior parte das vagas está concentrada no ensino privado, e apenas quatro instituições detêm mais de 70% das vagas em cursos EAD.

Diante desse cenário, a presencialidade segue como elemento essencial na formação agronômica. O uso de tecnologias, como internet e inteligência artificial, é bem-vindo, mas não substitui a vivência prática, o contato com o campo e a integração entre teoria e realidade produtiva.

Ao mesmo tempo, iniciativas de qualificação e acompanhamento da formação ganham relevância. Entidades como a Academia Brasileira de Ciência Agronômica, a CONFAEAB e o Sistema CONFEA/CREAs têm papel importante nesse processo, assim como estudos voltados à evasão, retenção e demanda de estudantes.

Outro ponto estratégico é a integração entre ensino e prática, por meio da extensão universitária e de programas de mobilidade acadêmica e profissional, tanto no Brasil quanto no exterior. Essas experiências contribuem para alinhar a formação às exigências do mercado.

O crescimento no número de cursos não é, por si só, um problema. O desafio está em garantir qualidade. Em um setor cada vez mais profissionalizado e inserido no mercado global, a formação do engenheiro agrônomo precisa acompanhar essa evolução.

No fim, a resposta é direta: antes de discutir o exercício profissional, é preciso garantir uma formação à altura das atribuições da profissão.

Fonte: Artigo escrito por Kleber Santos, engenheiro agrônomo, membro da ABCA Distribuído pelo Conselho Científico Agro Sustentável
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