Suínos
Perícia vai identificar causa de incêndio em unidade da Aurora
A Assessoria de Imprensa da Central Aurora Alimentos emitiu, na tarde desta terça-feira (24), nota a respeito do incêndio ocorrido durante a manhã, no depósito da unidade industrial de suínos de Chapecó (SC). A nota destaca que não houve feridos no incidente e que uma perícia vai analisar a causa do sinistro. Confira a nota na íntegra:
A Cooperativa Central Aurora Alimentos, em cumprimento aos seus pressupostos de transparência, comunica:
Às 09h33 desta terça-feira (24 de março) irrompeu incêndio no depósito da unidade industrial de processamento de suínos FACH-2, situada no bairro Saic, em Chapecó.
As chamas consumiram o prédio e parte dos materiais depositados, formados por paletes de madeira, contendores de plástico e outros produtos.
Nenhuma pessoa foi atingida ou sofreu qualquer dano físico.
A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros Militar, com a cooperação de unidades da Prefeitura de Chapecó.
O fogo foi controlado por volta das 12 horas.
A causa do sinistro será definida em perícia técnica do Corpo de Bombeiros e, provavelmente, seja de natureza elétrica.
O sinistro não obstaculizou as atividades industriais do FACH-2.
O montante dos prejuízos será apurado oportunamente.
A Aurora agradece o pronto atendimento do Corpo de Bombeiros Militar, da Polícia Militar, da Prefeitura de Chapecó, da Brigada de Incêndio da BRF na pessoa do gerente industrial Luiz Fossati e da engenheira de segurança do trabalho Giovanna Barbosa, bem como a compreensão da comunidade local e dos meios de comunicação.
Fonte: O Presente Rural com Assessoria

Suínos
Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões
Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.
Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock
A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.
Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.
Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello
produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.
Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.
Suínos
Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho
Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.
Suínos
Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso
Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.






