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Pela primeira vez, ferramenta genômica vai reunir três raças de bovinos leiteiros

Expectativa é que o produtor identifique quais são os melhores touros Gir Leiteiro para o cruzamento com vacas Holandesas, e vice-versa, visando obter o melhor Girolando.

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Fotos: José Renato Chiari

Inédita no mundo, uma ferramenta genômica de avaliação multirracial envolvendo duas raças bovinas (Holandesa e Gir) e a raça sintética Girolando começa a ser desenvolvida. O trabalho é conduzido por meio de parceria entre a Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL), a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando (Girolando) e a Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa (ABCBRH) e a Embrapa Gado de Leite (MG). As instituições acabam de lançar edital público para atrair empresas privadas, que atuem no mercado de genética, visando esse objetivo (leia aqui o edital).

A ideia inicial é avaliar as características de produção de leite em até 305 dias e a idade ao primeiro parto. O grande desafio, segundo o pesquisador da Embrapa João Cláudio Panetto, tem sido conectar a imensa base de dados dos programas de melhoramento. A raça Holandesa por exemplo, a mais difundida no mundo, possui no Brasil acima de dois milhões de bovinos registrados. Já o programa de melhoramento do Gir Leiteiro tem cerca de quatro décadas de registros de dados. O cruzamento das duas raças deu origem à raça sintética Girolando, cujo programa de melhoramento foi iniciado em 1997 e, da mesma forma, produziu centenas de milhares de dados.

O pesquisador da Embrapa Claudio Napolis Costa destaca que, na atual etapa de desenvolvimento, o trabalho buscará identificar a melhor estratégia para incorporar os dados com os programas de melhoramento em curso. Ainda assim, a expectativa é de uma entrega rápida. Estima-se concluir os trabalhos em apenas dois anos, com a ferramenta de análise genômica disponível comercialmente aos produtores em 2026.

A expectativa é que o produtor identifique quais são os melhores touros Gir Leiteiro para o cruzamento com vacas Holandesas, e vice-versa, visando obter o melhor Girolando. Em outras palavras, esse tipo de melhoramento genético multirracial irá oferecer ao produtor informações mais precisas para a composição de um rebanho com alto potencial de ganho econômico.

Melhoramento genético tem aumentado a produção de leite

Os programas de melhoramento genético, distintos para cada raça, existem há quase quatro décadas e têm permitido identificar animais de elevado potencial para diversas características de importância zootécnica e econômica. Os resultados estão cada vez mais incorporados aos sistemas de produção, impactando, por exemplo, no volume de leite. Na raça Girolando, por exemplo, nas últimas duas décadas, somente o fator genético foi responsável por um incremento de 28% na produção. Ou seja, a cada 15 litros de leite, mais de quatro têm relação direta com a elevação do mérito genético das vacas. Já no Gir Leiteiro, no mesmo período, o incremento de produção devido ao melhoramento genético foi de 31%.

O chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Denis Teixeira da Rocha, festeja o trabalho conjunto com as associações. “As parcerias entre instituições públicas e privadas, a exemplo de associações de criadores, centrais de inseminação, produtores de leite e Embrapa, têm colaborado muito com os avanços do setor, tornando o Brasil um dos maiores produtores de leite no mundo”, afirma. Em 2023, o País produziu 35,4 bilhões de litros de leite com um rebanho de 15,7 milhões de vacas ordenhadas, número semelhante ao existente no início da década de 1980, quando o Brasil produzia apenas 11,2 bilhões de litros, menos de um terço do volume atual.

A percepção dos ganhos promovidos pelas parcerias é atestada pelas associações de criadores. Para Evandro Guimarães, presidente da ABCGIL, “o Gir Leiteiro evoluiu muito nas últimas décadas, em parte graças ao melhoramento genético impulsionado pelo Programa Nacional de Melhoramento do Gir Leiteiro (PNMGL). A média de produção leiteira da raça mais que dobrou em quase 40 anos de PNMGL”.

Domício Arruda, presidente da Girolando, destaca que “somente na última década, as vacas Girolando aumentaram a produção de leite em torno de 35%, mostrando na prática o resultado de um programa de melhoramento genético bem executado”. Armando Rabbers, presidente da ABCBRH, conta que os bons resultados estão relacionados à aplicação das ferramentas mais modernas para seleção de touros e vacas. “O emprego de tecnologias e programas avançados, como análise genômica, sistemas de acasalamento e inteligência artificial, tem sido uma prática comum, contribuindo para o aprimoramento contínuo dos processos de produção”, relata Rabbers.

Desenvolvimento não interfere nos programas de cada raça

Os pesquisadores frisam que esse trabalho não implica qualquer interferência no programa de melhoramento genético de cada raça. O que se pretende é gerar novas informações a partir de uma análise única de dados dos três programas, contemplando aspectos genômicos (do DNA dos animais), características que são expressas (chamadas de fenótipos), como produção leiteira, e pedigree, para obter a classificação dos touros de acordo com a composição racial das progênies que se quer obter. “A avaliação genômica multirracial é um avanço possibilitado pelo conhecimento e pela experiência acumulados nos programas de seleção dessas raças leiteiras,” declara Claudio Napolis.

A nova abordagem permitirá a ampliação da base genética dos rebanhos, ajudando a mitigar a endogamia e o risco de defeitos genéticos. “Ao reunir dados de múltiplas raças, as avaliações genômicas podem melhorar a precisão dos valores genéticos estimados (EBVs, na sigla em inglês) para várias características. Isto é particularmente benéfico para características com baixa herdabilidade ou dados limitados em raças individuais, conforme já demonstrado por resultados preliminares obtidos pela nossa equipe”, explica o pesquisador da Embrapa Marcos Vinícius da Silva.

De acordo com Panetto, a questão que poderá ser respondida a partir da pesquisa em relação ao cruzamento das raças é se os animais utilizados para se obter um produto de raça pura são também os melhores para se obter um animal cruzado. Ele explica que, entre outras vantagens, as avaliações genômicas multirraciais apoiarão o desenvolvimento e a implementação de programas estratégicos de cruzamento. “As combinações de raças podem ser adaptadas para otimizar o vigor híbrido, a produção de leite, a fertilidade e outras características economicamente importantes, levando ao melhor desempenho geral do rebanho”, detalha Panetto.

Foco na demanda do produtor
Na visão de Rocha, a avaliação multirracial traz benefícios para as três raças. “Boa parte do mercado de sêmen da raça Holandesa e quase a totalidade da raça Gir Leiteiro são voltadas para a produção do Girolando e, com a avaliação multirracial, esse mercado será impactado positivamente com novos produtos”, considera o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite.

Espera-se que o mercado de venda de tourinhos com perfil de reprodutor também seria impactado com a oferta de um produto com maior valor agregado. “Muitas fazendas de gado da raça Holandesa vendem touros a um preço baixo, porque não têm avaliação do indivíduo para produzir uma progênie cruzada”, expõe Marcos Silva.

Entre os diferentes integrantes dessa cadeia, a expectativa dos presidentes das associações de criadores é que o produtor de leite seja o principal beneficiado. O acesso a informações que identificam linhagens genéticas capazes de proporcionar maior lucratividade nas condições específicas de uma propriedade deverá otimizar o tempo e os recursos financeiros investidos na produção de um Girolando de qualidade. Sintetizando a visão do grupo, o presidente da ABCGIL, Evandro Guimarães, relata: “Acreditamos que os produtores terão ferramentas mais robustas e precisas na hora de escolher o reprodutor e a raça que melhor atende as necessidades de seu rebanho”.

Impacto no mercado global

Os ganhos sentidos nos sistemas de produção nacionais também deverão reverberar em outros mercados, já que o sêmen de touros da raça Holandesa comercializado pelas centrais no País é praticamente todo importado. O material genético dos mesmos indivíduos é vendido a outros países de clima tropical para a produção de animais Girolando, representando, portanto, uma oportunidade ao Brasil de exportar tecnologia. “As avaliações multirraciais fornecerão informações valiosas para programas de criação de gado leiteiro em todo o mundo. Isso facilita a colaboração internacional e o intercâmbio de recursos genéticos, promovendo o progresso genético em escala global”, prevê Silva.

“É fundamental estabelecer parcerias com diferentes raças na busca por melhorias na cadeia de produção. Essa colaboração traz ganhos significativos, promovendo aprimoramentos contínuos na qualidade do produto, tanto para a indústria quanto para o consumidor”, afirma o presidente da ABCBRH, Armando Habbers.

Fonte: Assessoria Embrapa

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Passaporte Verde mobiliza debate sobre regularização ambiental da pecuária em Mato Grosso

Audiência na Assembleia Legislativa de Mato Grosso reuniu governo, entidades do setor e produtores para discutir critérios e efeitos da Lei 13.153/2025.

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Foto: Gabriel Faria

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na segunda-feira (23), audiência pública para discutir a lei que institui o Passaporte Verde, programa de monitoramento socioambiental das propriedades pecuárias no estado. Participaram representantes do Governo de Mato Grosso, do Instituto Mato-grossense da Carne, lideranças do setor produtivo e representantes dos municípios de Colniza e Juara.

O programa foi apresentado como instrumento para reinserir no mercado formal produtores com algum tipo de irregularidade ambiental. Segundo o presidente do Imac, Caio Penido, a proposta busca permitir que pecuaristas regularizem suas propriedades e retomem a comercialização, em um cenário no qual frigoríficos e compradores impõem exigências socioambientais crescentes.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, afirmou que a lei pretende reforçar a imagem da carne mato-grossense no mercado internacional. Ele destacou que o projeto foi discutido por quase quatro anos antes de ser aprovado e avaliou que a iniciativa antecipa possíveis exigências externas.

Durante o debate, o deputado estadual Gilberto Cattani sustentou que a tramitação da lei levou em consideração produtores de diferentes portes e afirmou que o objetivo foi oferecer segurança jurídica ao setor.

Para o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Luís Fernando Conte, um dos pontos centrais do programa é o Programa de Reinserção e Monitoramento (Prem). A ferramenta foi descrita como mecanismo para permitir que produtores com pendências ambientais regularizem a situação e retornem ao mercado pecuário formal.

Representando a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), a secretária adjunta de Gestão Ambiental, Luciane Bertinatto, afirmou que a Lei 13.153/2025 não cria exigências além daquelas já previstas no Código Florestal Brasileiro e que o programa tem como foco apoiar a regularização ambiental das propriedades.

Como funciona o programa

Sancionado no final de 2025 pelo governador Mauro Mendes, o Passaporte Verde estabelece o monitoramento socioambiental do rebanho bovino e bubalino em Mato Grosso, alinhado ao cronograma do Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB).

Entre os critérios exigidos estão ausência de desmatamento ilegal após julho de 2008, Cadastro Ambiental Rural (CAR) ativo e inexistência de embargos ambientais.

O programa também prevê o Prem, voltado ao desbloqueio e à regeneração de áreas degradadas. A iniciativa permite que produtores com pendências ambientais avancem na regularização e retomem a comercialização com frigoríficos. Atualmente, mais de 160 pecuaristas participam do programa.

Fonte: O Presente Rural com Imac
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Nova ferramenta digital busca aumentar produtividade na pecuária de corte

Sistema de apoio à decisão analisa rebanhos estabilizados e transforma dados técnicos em projeções práticas para o campo.

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Foto: Felipe Rosa

Simulador Pecuaria.io, desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sul (RS), pretende impactar a gestão da pecuária de corte ao oferecer simulações gratuitas e intuitivas que ajudam o produtor a entender, na prática, como cada decisão de manejo impacta a produtividade e o resultado econômico da fazenda. A ferramenta pode ser acessada em computadores ou smartphones conectados à internet, e permite comparar cenários, projetar indicadores zootécnicos e planejar investimentos, tornando a gestão do rebanho mais estratégica, previsível e eficiente.

A ferramenta pode ser acessada em computadores ou smartphones conectados à internet – Foto: Divulgação

Segundo Vinicius Lampert, pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, o projeto foi concebido como um sistema de apoio à decisão (SAD), com base em indicadores zootécnicos e econômicos que traduzem informações complexas em resultados práticos. “A proposta é permitir que o produtor simule diferentes cenários zootécnicos do rebanho e compreenda como ajustes em alguns indicadores influenciam a eficiência produtiva e financeira da pecuária”, reforça.

Lampert destaca que a ferramenta analisa o desempenho da fazenda em rebanhos estabilizados, especialmente em sistemas de ciclo completo (do nascimento ao abate). Na prática, rebanhos estabilizados referem-se a sistemas fechados e em equilíbrio, onde a proporção de cada categoria animal reflete diretamente as taxas de nascimentos, mortes e vendas da própria propriedade, sem a necessidade de comprar gado externo. Em breve será lançada também uma versão específica para ser utilizada em sistemas de cria (produção de bezerros). “Trata-se de uma ferramenta que combina simplicidade, embasamento científico e aplicabilidade direta no campo”, ressalta Lampert.

Já para Thomás Capiotti, diretor-executivo da Inovatech, a inovação trazida pelo projeto é sem precedentes. “Uma métrica que mostra claramente que estamos no caminho certo é que, após uma palestra que ministramos na Expointer 2025, usuários de 14 estados passaram a utilizar a plataforma Pecuaria.io em menos de um mês. Participei de eventos de inovação em diversos lugares e afirmo, com convicção, que o que estamos construindo aqui é revolucionário. Estou certo de que estamos resolvendo uma dor real do mercado com esta AgTech, que tem um potencial de escalabilidade gigantesco. O agro brasileiro representa um terço do PIB e alimenta cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo. Trazer inovação para um setor tão estratégico é, sem dúvida, uma oportunidade transformadora para o Brasil”, destacou.

Foto: Keke Barcellos

Para Lampert, a ferramenta representa um avanço significativo para a adoção de tecnologias digitais na pecuária de corte. “Com ela, buscamos aproximar a ciência da rotina de gestão das fazendas. É um simulador que combina simplicidade de uso com embasamento técnico sólido, permitindo avaliar resultados e planejar melhorias com mais segurança”, ressalta.

O objetivo é facilitar o planejamento estratégico e reduzir as incertezas da gestão produtiva ao conectar informações técnicas e econômicas de forma prática e visual. “O Simulador Pecuaria.io, é um exemplo de como a tecnologia pode ser usada para profissionalizar a pecuária, tornando a gestão mais previsível, sustentável e rentável”, enfatiza o pesquisador.

 

Desafio da produtividade no campo

Apesar da relevância econômica da pecuária de corte no Brasil, o setor ainda enfrenta desafios relacionados à baixa produtividade por hectare. Segundo Lampert, isso se deve, em grande parte, à dificuldade em avaliar o efeito integrado de decisões de manejo, como ajustes na taxa de desmame, idade de abate e acasalamento ou na capacidade de suporte das pastagens.

O pesquisador observa que, muitas vezes, o produtor tem acesso aos dados, mas falta uma ferramenta que traduza essas informações em projeções claras sobre o impacto na produção a partir de dados reais por ele informados. “O Simulador Pecuaria.io foi desenvolvido justamente para preencher essa lacuna”, finaliza o pesquisador.

Fonte: Assessoria Embrapa Pecuária Sul
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Segunda etapa do Acrimat em Ação percorre polos da pecuária no Mato Grosso

Iniciativa da Associação dos Criadores de Mato Grosso começou por Paranatinga e já passou por Canarana e Ribeirão Cascalheira, levando capacitação sobre gestão e liderança no campo.

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Foto: Shutterstock

A segunda etapa do Acrimat em Ação, iniciativa da Associação dos Criadores de Mato Grosso, começou no dia 19 de fevereiro e já mobilizou pecuaristas, técnicos e lideranças em três municípios do interior de Mato Grosso. A nova rota tem como foco continuar o trabalho que consolidou a primeira etapa como um dos principais eventos de itinerantes da pecuária de corte no estado, levando conhecimento prático diretamente às regiões produtoras e fortalecendo o diálogo com quem vive o dia a dia de campo.

O município de Paranatinga foi o primeiro a receber a programação da segunda rota, com palestra realizada no dia 19 de fevereiro no Clube Denise. O palestrante Ricardo Arantes conduziu a discussão sobre temas centrais para a pecuária contemporânea: liderança, gestão de pessoas e organização da fazenda, aspectos considerados decisivos para o sucesso da atividade rural.

Foto: Acrimat

“A presença do Acrimat em Ação em Paranatinga reforça o nosso compromisso de estar ao lado do produtor, ouvindo de perto as demandas e levando informação que realmente transforma a rotina da fazenda. A pecuária moderna exige gestão, liderança e visão estratégica, e é isso que buscamos fortalecer em cada encontro. Ver a participação ativa dos pecuaristas da região mostra que estamos no caminho certo”, destacou Márcia Tomazini, diretora regional da Acrimat em Paranatinga.

Produtores, técnicos e estudantes acompanharam as orientações que buscam mostrar que a produção eficiente vai além da quantidade de animais, passa por uma gestão estratégica de equipes e processos que garanta produtividade, sustentabilidade econômica e continuidade familiar no campo.

Canarana segue com debate técnico e troca de experiências

No dia seguinte, a programação seguiu em Canarana, outro polo produtivo importante do estado. Assim como nas demais etapas desta segunda rota, o encontro reuniu a cadeia produtiva local para atualização técnica com foco na realidade dos pecuaristas da região.

Completando 89 anos, a pioneira na região de Gaúcha do norte, Gilda Maria Dias Jacintho, esteve na palestra em Canarana e enfatizou a importância da busca por conhecimento. “Antigamente era muito difícil encontrar conhecimento na pecuária, hoje ter um palestrante como esse, trazendo um conteúdo rico, é um privilégio para os jovens produtores.” Finaliza.

No dia 21 de fevereiro, a programação chegou a Ribeirão Cascalheira, seguindo o cronograma da segunda etapa, que contempla oito polos produtivos estratégicos. Ali, produtores e participantes tiveram a chance de debater desafios e oportunidades da pecuária local, além de trocarem experiências com técnicos e representantes da entidade. “Participar do Acrimat em Ação aqui em Ribeirão Cascalheira a foi uma oportunidade de atualizar a forma como conduzimos a propriedade. Às vezes a gente foca muito na produção e acaba deixando a gestão de pessoas em segundo plano”, destacou João Carlos Ferreira o gerente de fazenda em Ribeirão Cascalheira.

Ao longo desta segunda rota, que passa ainda por outras cidades como Vila Rica, Água Boa, Barra do Garças e finaliza em Rondonópolis, o Acrimat em Ação segue com o compromisso de levar conteúdo técnico direto ao produtor, fortalecer a representatividade da atividade no estado e fomentar a profissionalização da gestão nas propriedades rurais.

Fonte: Assessoria Acrimat
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