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Peixe BR tem reunião com o novo Secretário de Pesca e Aquicultura do MAPA

As pautas apresentadas referem-se às principais demandas da piscicultura no país

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O Secretário Executivo da Peixe BR, Francisco Medeiros, e o Diretor Secretário Valdemir Paulino dos Santos (Copacol), reuniram-se no dia de 30 Junho (quinta-feira), em Brasília (DF), com o novo Secretário de Pesca e Aquicultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Sami Pinheiro.

As demandas apresentadas ao secretário referem-se à aceleração das análises e liberação de áreas aquícolas da União, aumento da competitividade da cadeia produtiva e solução do principal entrave da atividade hoje: a simplificação do licenciamento ambiental.

Com a expectativa da orientação de políticas públicas dirigidas à Piscicultura, foram apresentadas as seguintes as demandas para análise do novo secretário e sua equipe:

Celeridade na análise e liberação de áreas aquícolas da União. Criação de novo mecanismo no MAPA, que permita reduzir para período inferior a um ano o trâmite para liberação de cessão de áreas aquícolas. Isso permitirá o planejamento dos empresários, pois atualmente há processos que duram vários anos, tornando-se impossível qualquer tipo de planejamento ou sucesso de políticas públicas. Os representantes da PEIXE BR informaram que o processo está paralisado há 8 meses e muitos investimentos aguardam definição do setor público.

Importação de tilápia. Avaliação do impacto da importação de tilápia, criando mecanismos de isonomia com a produção na China, principalmente nas questões ambiental e trabalhista. A Peixe BR apresentou ao Secretário os custos de produção da tilápia no Brasil e os preços que os chineses estão praticando, demonstrando que seu produto chega aqui mais barato que o nosso custo. Caso isso ocorra, teremos desmonte da cadeia produtiva da tilápia no Brasil.

Simplificação dos licenciamentos ambientais. Atuação junto aos órgãos estaduais de licenciamento para que adotem procedimentos simplificados nos seus processos de licenciamento ambiental da atividade. O processo de obtenção do documento legal para exercício da atividade é muito burocrático e discricionário, impedindo o produtor de ter acesso a seguro e meios que reduzem os custos de produção. Com a instabilidade da atividade, os piscicultores não conseguem planejar a longo prazo, pois não têm acesso a crédito e deixam de vender sua produção para as indústrias que, em alguns casos, só compram peixes de estabelecimentos com o licenciamento, ampliando cada vez mais o mercado ilegal.

O Secretário Sami Pinheiro destacou que o atendimento das demandas apresentadas necessita de atuação conjunta do setor público e privado e se colocou à disposição para novos encontros em busca de soluções para os entraves da cadeia produtiva da Aquicultura.

Fonte: Assessoria

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Notícias Comércio Exterior

Cooperativas do PR responderam por 33,8% das exportações do agronegócio paranaense em 2020

Soja, carne e produtos florestais são os principais itens da pauta de exportações do agronegócio no Estado

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Ivan Bueno/APPA

As cooperativas agropecuárias do Paraná responderam por 33,8% do valor exportado pelo agronegócio paranaense em 2020. É o que revela o levantamento feito pela Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), com base em dados do Agrostat – Estatísticas de Comércio Exterior do Agronegócio Brasileiro, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No ano passado, os embarques do setor agropecuário paranaense atingiram a soma de R$ US$ 13,3 bilhões, dos quais US$ 6,1 bilhões referentes à comercialização do complexo soja (45,6%), US$ 2,8 bilhões em carnes (21,0%) e US$ 2,2 bilhões em produtos florestais (16,7%). Esses são os principais itens da pauta de exportações do agronegócio no Estado.

Desempenho

Segundo o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o desempenho das cooperativas é fruto de um trabalho realizado há muitos anos na profissionalização de suas equipes e, principalmente, no investimento de produtos demandados pelo mercado internacional. “Também é reflexo do processo de agregação de valor das matérias-primas produzidas pelos cooperados. Atualmente, há 18 cooperativas paranaenses que fazem exportações diretas, entre as 59 cooperativas agropecuárias registradas na Ocepar”, acrescentou.

Maiores exportadoras

A Coamo, com US$ 1,5 bilhão, montante que representa 33% total embarcado por todas as cooperativas do Paraná; a Lar, com US$ 811,1 milhões (18,1%); e a C.Vale, com US$ 485,2 milhões (10,8%), foram responsáveis por 61,9% das vendas externas do segmento cooperativista paranaense efetuadas em 2020.

Nacional

O relatório da Getec mostra ainda que, em âmbito nacional, o agronegócio brasileiro exportou um total de US$ 100,8 bilhões no ano passado, o que corresponde a um aumento de 4,1% em relação ao valor registrado no mesmo período de 2019, que foi de US$ 96,9 bilhões. O ano de maior faturamento em exportações do setor foi 2018, com US$ 101,2 bilhões. Os principais produtos embarcados pelo país, em valor, foram os do complexo soja, que atingiram US$ 35,2 bilhões (35%), carnes, com US$ 17,2 bilhões (17%), e produtos florestais, com US$ 11,4 bilhões (11,3%).

Mercados

Entre os mercados que mais compraram do Brasil no ano passado destacam-se a China, com um total de US$ 34,3 bilhões (34%), União Europeia, US$ 16,1 bilhões (16%), e Estados Unidos, US$ 7,1 bilhões (7%).

Estados

Em 2020, os principais estados exportadores de produtos do agronegócio brasileiro foram o Mato Grosso US$ 17,9 bilhões (17,7%), São Paulo US$ 17,2 bilhões (17,1%) e o Paraná US$ 13,3 bilhões (13,2%).

Fonte: Sistema Ocepar
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Notícias Avicultura

Demanda enfraquecida de carne de frango segue pressionando valores

Apesar de seguir competitiva frente às principais proteínas concorrentes, suína e bovina, comercialização de carne de frango continua abaixo do esperado

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Arquivo/OP Rural

Com a procura doméstica por carne de frango enfraquecida desde o fim de dezembro e as exportações da proteína também em ritmo lento nesta parcial de janeiro, o descompasso entre demanda e oferta tem aumentado no setor avícola nacional, elevando estoques e pressionando ainda mais as cotações da carne.

Assim, apesar de seguir competitiva frente às principais proteínas concorrentes, suína e bovina, colaboradores do Cepea apontam que a comercialização de carne de frango continua abaixo do esperado.

No mercado de cortes e miúdos do atacado da Grande São Paulo (SP), a asa é o produto que apresenta a desvalorização mais significativa neste mês. Ressalta-se que grande volume desse corte é geralmente embarcado à China, e como as vendas externas estão lentas, houve aumento na disponibilidade desse produto no mercado brasileiro e queda intensa nos preços.

Já o preço do coração vem registrando forte alta em janeiro, indo na contramão dos demais produtos.

A demanda específica pelo miúdo tem elevado a liquidez e as cotações, que, inclusive, operam em patamares recordes nominais da série histórica do Cepea desse produto, iniciada em 2010.

Fonte: Cepea
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Notícias Internacional

Brasil isenta de restrições exportações para o PMA

Conjunto dos copatrocinadores representa mais de 70% das exportações agrícolas mundiais

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Divulgação

O Brasil e outros 78 países membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) adotaram na quinta-feira (21), em Genebra, a declaração conjunta de compromisso em favor da isenção das aquisições para fins humanitários realizadas pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) da imposição de medidas de proibição ou restrição às exportações. O conjunto dos copatrocinadores representa mais de 70% das exportações agrícolas mundiais.

Segundo nota emitida pelo Ministério das Relações Exteriores e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Brasil vem tendo atuação destacada nas tratativas a respeito na OMC. “Em junho último, o país já havia apoiado iniciativa do Grupo de Cairns que, entre outros compromissos no contexto da pandemia, propugnou pela isenção do PMA. A medida também está em linha com o compromisso assumido pelo Brasil no âmbito do G20 de continuar trabalhando com os organismos internacionais para coordenar ações e identificar e compartilhar boas práticas para facilitar os fluxos internacionais de bens e serviços necessários para a resposta à pandemia”.

De acordo como documento, o Brasil também tem acompanhado com atenção as discussões no âmbito da OCDE sobre o impacto da COVID-19 sobre a segurança alimentar, em que foi destacada a capacidade do país de manter sem interrupções seus compromissos de fornecimento global de alimentos. “O engajamento do Brasil confirma o compromisso com a promoção da segurança alimentar não apenas em território nacional, mas em todo o mundo, auxiliando na realização do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável n. 2”, continua a nota.

O governo brasileiro estabeleceu importante parceria com o PMA para responder a apelos internacionais por ajuda humanitária. “São exemplos dessas iniciativas humanitárias brasileiras, sempre em colaboração estreita com o PMA: i) a alimentação assegurada, em 2020 e 2021, a 5 mil crianças entre 6 a 59 meses na Namíbia e a 1.220 refugiados malineses da etnia Peul abrigados no campo de Sénou, a 30 km ao sul da capital Bamako; ii) o fornecimento e a distribuição de 4 mil toneladas de arroz beneficiado do Brasil para o Líbano e de outras 4 mil toneladas do mesmo produto para Moçambique, na esteira de desastres de grandes proporções (explosão no Porto de Beirute, em agosto de 2020, e ciclones que devastaram a capacidade de produção de alimentos de Moçambique em 2019)”.

Fonte: O Presente Rural
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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