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Peixe BR pede à SAP agilidade na análise de processos pendente de Solicitação de cessão de águas da União

Entidade sugere a publicação de um decreto que torne direto o processo de solicitação

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A piscicultura brasileira quer celeridade na análise dos 1.814 processos de solicitação de cessão de águas da União, suspensão imediata do Registro Geral do Produtor (RGP) para a aquicultura e indústrias de pescado que processam peixes de cultivo, revogação da Instrução Normativa 35, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e regulação dos níveis de água das hidrelétricas.

Estas, entre outras solicitações, fazem parte do documento que a Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), entregou ao secretário de Pesca e Aquicultura (SAP/MAPA), Jorge Seif Jr. “Na verdade, não se tratam de novas solicitações, mas reforço aos pleitos feitos desde o Ministério da Pesca e Aquicultura e ao próprio secretário Seif Jr. no início de sua gestão, em janeiro de 2019. Infelizmente, os processos não avançaram como a piscicultura esperava e estamos cumprindo o nosso papel de reforçar nossas solicitações”, explica Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.

Em relação à cessão de águas, das águas da União, a Peixe BR sugere a publicação de um decreto que torne direto o processo de solicitação, agilizando o passo a passo dos mais de 1.800 pleitos pendentes.

Sobre o RGP, a Peixe BR insiste na suspensão para a cadeia da aquicultura, uma vez que o registro foi criado para o setor de pesca extrativa. “Quanto à IN 35/MAPA, ela cria a possibilidade de que todas as pessoas atendidas por qualquer programa do Governo Federal possam solicitar área para produção de peixes. Isso significa que se o analista julgar o pedido procedente ele pode, inclusive, cancelar áreas já em produção para atender à demanda desses grupos. Em um momento que o governo Bolsonaro estabelece critérios de segurança da propriedade rural, a manutenção deste IN 35 destrói todo esse propósito”, diz o documento da Peixe BR entregue ao secretário Jorge Seif Jr.

A Peixe BR solicita, também, que a SAP/MAPA firme acordo com o NOS (Operador Nacional do Sistema) para regular os níveis de águas das hidrelétricas, objetivando dar condições para produção de peixes de cultivo. “Também estamos solicitando à SAP/MAPA a criação da Câmara Setorial da Piscicultura, uma vez que a cadeia da pesca tem suas necessidades e característica e a piscicultura tem as suas”, esclarece Francisco Medeiros, complementando que a Peixe BR pede apoio da Secretaria à campanha #comamaispeixe, que incentiva o aumento do consumo de peixes de cultivo.

Fonte: Assessoria
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Notícias Capacitação

Webinar aprofunda o debate sobre o mercado e a produção de grãos

As discussões sobre temática de grãos tiveram continuidade com a segunda edição do webinar “Grãos: a opinião de quem conhece a produção e vive o mercado”

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As discussões sobre temática de grãos tiveram continuidade com a segunda edição do webinar “Grãos: a opinião de quem conhece a produção e vive o mercado”, que foi realizado na terça-feira (11), de forma on-line e gratuita para o público em geral. Promovido pela AVES e ASES, o evento teve a correalização da Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi).

Reunindo mais de 50 participantes, a videoconferência contou com as apresentações do analista de mercado da ARC Mercosul, Cristiano Palavro, e do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Agronegócio da cidade de Cristalina (GO), Alécio Maróstica.

Iniciando as explanações, Cristiano destacou alguns números do mercado de milho para os próximos meses, explicou o quadro de oferta e demanda do insumo já projetando 2021, e enfatizou a reação dos preços deste insumo no começo do segundo semestre, com índices diferentes dos apresentados nos últimos anos.

“Quando falamos de safra, olhando para o mercado internacional, ela começa no mês de outubro e termina em setembro do outro ano. Tivemos uma elevação nos estoques finais da safra, que teve uma pequena queda entre 2018 e 2019, principalmente por conta das perdas de safra que tivemos nos Estados Unidos, mas para esse ano a gente espera um crescimento de 12,2% nos estoques finais a nível mundial, sem contar com a China”, enfatizou o analista de mercado.

Na sequência, Alécio Maróstica explicou sobre a produção de grãos na região do Planalto Brasileiro, destacando alguns dados populacionais e da área de extensão territorial do município goiano de Cristalina, que representa o percentual a 50% desta produção.

“Nossa produção de milho irrigado tem uma produtividade de 150 sacos por hectares. Aqui o produtor sabe que não vai haver erro na disponibilidade de água e ele investe em tecnologia para ter uma produção de ponta”, destacou o secretário do município de Cristalina.

Logo após as apresentações, os palestrantes interagiram com o coordenador do evento e diretor executivo da AVES e ASES, Nélio Hand, além do proprietário da Sara Corretora, José Ilson; do assistente comercial/administrativo da Multigrãos Comercialização de Cereais, Gustavo Martini; do representante da Coopeavi, Vilson Ninke; e de dois integrantes da diretoria da ASES, Flávio Meroto e Jaime Meroto. Neste momento, foram respondidas algumas perguntas enviadas pelo público participante.

José Ilson destacou a importância deste tipo de evento. “Esse encontro foi uma grande iniciativa das associações, principalmente por conta das apresentações que foram muito positivas e que trouxeram uma relevância para o consumidor, que é o avicultor e o suinocultor capixaba que dependem deste milho e deste sorgo para atender as duas demandas”, enfatizou o proprietário da Sara Corretora.

Com duas edições do webinar realizadas em menos de mês, Nélio fez um balanço dos dois eventos. “Estamos acompanhando que o mercado de grãos está bastante turbulento nas últimas semanas, nossa intenção com esses webinares é trazer a informação mais precisa possível para nossos associados, para que eles possam tomar as decisões mais acertadas possíveis quanto às suas compras. Vemos também que o fator especulativo vem se mostrando em muitos momentos e isso é ruim para os dois lados, tanto para quem compra, quanto para quem vende”, finalizou o diretor executivo AVES e ASES.

Fonte: Assessoria
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Notícias Bem-estar

BRF antecipa em 5 anos compromisso no Brasil e elimina uso de ovos de galinhas criadas em gaiolas

Empresa foi pioneira no setor ao criar uma área dedicada e anunciar uma série de medidas para o bem-estar animal

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Divulgação/AENPr

A BRF irá utilizar, a partir do próximo mês, apenas ovos provenientes de galinhas livres de gaiolas em seus produtos industrializados que levam esta proteína na formulação. Com isso, a empresa passa a empregar em seu processo industrial de alimentos no Brasil 100% de ovos cage-free, adiantando em cinco anos o compromisso assumido em 2017.

Por ano, a Companhia utiliza no País mais de 23 milhões de ovos na produção de industrializados, como no caso das lasanhas, pizzas, pães de queijo e tortas. Adquiridos a partir deste mês, os ovos são provenientes de um fornecedor que tem a certificação Cage Free atestada pela ONG Certified Humane, baseado nas normas que incluem uma nutrição equilibrada livre de antibióticos ou hormônios, áreas de repouso para os animais e espaço adequado para a manifestação natural de cada espécie.

“Ao incorporar essa medida em nossas unidades industriais do Brasil, eliminamos a utilização de ovos de galinhas criadas em gaiolas. Com isso damos mais um passo que confirma o nosso total compromisso com o bem-estar animal e as melhores práticas mundiais”, afirma Neil Peixoto, vice-presidente de Qualidade, P&D e Sustentabilidade da BRF.

O projeto, que expressa a proatividade da BRF em assumir compromissos voltados ao bem-estar animal, está alinhado às premissas do trabalho em colaboração com a ONG World Animal Protection (Proteção Animal Mundial). “A antecipação em cinco anos do compromisso que elimina o uso de ovos de galinhas criadas em gaiola é uma prova que adotar medidas que beneficiem o bem-estar animal, com o planejamento adequado, pode ser mais simples do que parece. Parabenizamos a BRF por esse passo importante, e acreditamos que abra mais espaço para que outras ações que favoreçam o bem-estar animal possam ser implementadas em breve. Um ganha-ganha para a empresa, os consumidores e os animais”, salienta a diretora-executiva da World Animal Protection no Brasil, Helena Pavese.

Desde 2018, a Companhia vem ampliando a área de Sustentabilidade e implantando iniciativas em toda a sua cadeia. Um exemplo é o programa interno denominado “Bem-Estar Animal Feito pela BRF”, que rege compromissos, normas, processos, indicadores e treinamentos para toda a empresa, desde transportadores, produtores integrados, parceiros e colaboradores para que atuem de forma correta e compassiva em todos os estágios do processo de produção de aves e suínos. O programa tem ações guiadas por legislações nacionais, internacionais e pelas cinco liberdades conceituadas pela Farm Animal Welfare Council (FAWC).

Até o final deste ano, todos os industrializados da BRF no Brasil, que levam ovos em sua formulação, passarão a contar com a utilização de ovos cage-free em sua composição. “Em linha com os pilares de segurança, qualidade e integridade, o bem-estar animal faz parte da nossa estratégia. Com uma área robusta focada em BEA e em toda a nossa produção, visamos ser cada vez mais transparentes em relação aos nossos processos, um compromisso que está ligado ao desenvolvimento sustentável do nosso negócio”, comenta Neil Peixoto.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Brasil compra mais 63,3 mil toneladas de trigo HRW dos EUA

Essa é a segunda semana consecutiva em que o governo norte-americano confirma compras de mais de 60 mil toneladas do produto

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REUTERS/Nick Oxford

Importadores do Brasil adquiriram na última semana mais 63,3 mil toneladas de trigo duro vermelho de inverno dos Estados Unidos, segundo dados publicados na quinta-feira (13) pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês).

Essa é a segunda semana consecutiva em que o governo norte-americano confirma compras de mais de 60 mil toneladas do produto —conhecido pela sigla em inglês HRW— pelo Brasil. O volume representa a terceira maior aquisição do cereal em 2020, abaixo apenas das 69 mil toneladas compradas no final de abril e das 63,5 mil toneladas adquiridas na semana passada, de acordo com os números do USDA.

A nova transação eleva o acumulado das importações de trigo HRW dos EUA pelo Brasil no ano a 483,1 mil toneladas. No início de 2020, o país também chegou a adquirir 33,6 mil toneladas de trigo soft vermelho de inverno (SRW, na sigla em inglês) —o total de compras de trigo, portanto, é de 516,7 mil toneladas.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil importará 6,7 milhões de toneladas de trigo neste ano de todas as origens, diante do consumo firme de derivados do cereal (como pães e massas) em meio à pandemia de coronavírus.

Os EUA são o segundo principal fornecedor de trigo do Brasil, atrás apenas da Argentina, de acordo com dados do governo brasileiro no ano até julho. Do total já importado pelo país no período, de cerca de 4 milhões de toneladas, os argentinos responderam por 3,5 milhões de toneladas, enquanto os norte-americanos, por 240 mil toneladas.

Os fornecedores de fora do Mercosul se beneficiaram depois que o Brasil estabeleceu em junho uma cota adicional de 450 mil toneladas para importar trigo de fora do bloco sem Tarifa Externa Comum (TEC) até novembro, o que elevou o volume anual isento de taxa para 1,2 milhão de toneladas.

Fonte: Reuters
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