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Pecuaristas do Nordeste ganham regional da CRI Genética

Nova regional aproxima atendimento, oferece acesso à informação, tecnologia e facilita o processo de tomada de decisão

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A CRI Genética inaugurou mais uma regional para atender com genética de alta qualidade, além de uma prestação de serviços personalizada, os pecuaristas do Nordeste. A região, que responde por cerca de 11% da produção nacional de leite, vive um momento de expansão da atividade leiteira O Estado de Pernambuco, por exemplo, registrou em 2015 um aumento de 6,1% na quantidade de leite comercializado em relação a 2014. Com produção diversificada, o Nordeste conta com clientes de todos os tamanhos.  

O gerente da Fazenda Belo Horizonte na cidade de Amargosa (BA), Claudio Micucci Vaz Almeida, afirmou que a expectativa com a nova regional da CRI é positiva. “Trabalhamos com touros da central há 20 anos e acreditamos que um atendimento mais próximo vai ao encontro das nossas necessidades, uma vez que a região se caracteriza por pequenos e médios produtores e os representantes das empresas geralmente têm que se deslocar longas distâncias para atender os produtores rurais.  Na propriedade dele, a produção diária atual é de 3,5 mil litros de leite diário, com expectativa de aumentar a produção por vaca, com melhoramento genético, para chegar a 4,5 mil litros por dia.  

 

Já o proprietário da Fazenda Bravos em Capoeiras (PE), Felipe Vieira,  destacou que a regional do Nordeste vai ajudar muito os produtores da região que carecem de informação e tecnologia. “Acreditamos neste investimento da CRI e já fizemos aquisições de material genético”, afirmou o produtor que está no ramo há nove anos e produz 400 litros de leite por dia, com expectativa de chegar a 700 litros até o fim do ano.

 

Genética mais perto do produtor

 

O gerente de produto leite da CRI, Bruno Scarpa, lembrou que antes a regional 6 (Nordeste) era atendida pelo gerente comercial, Francisco Aragão, mas não havia um supervisor no local. “A reestruturação com a criação da regional visa atender a demanda dos representantes e dos clientes da região por um atendimento mais próximo. A profissionalização dos produtores locais tem aumentado a produção e os investimentos em genética têm sido fundamentais para o aumento da produtividade”, avaliou. 

 

De acordo como o supervisor regional da região Nordeste, Talles Rocha, o objetivo da CRI é atender à crescente demanda por genética e serviços técnicos que a região tem apresentado. “Cada vez mais observamos a busca por parte dos produtores sobre informações técnicas, desenvolvimento e melhoria da eficiência produtiva em seus rebanhos e também acesso mais rápido às informações e tecnologias inovadoras”, afirmou e acrescentou que com a proximidade, “os representantes da CRI vão poder auxiliar de imediato os produtores na tomada de decisões relacionadas à Genética”.

 

Equipe preparada para atender o criador

 

Para atualizar as informações técnicas na pecuária de corte e de leite, a CRI Genética realizou também um treinamento com 16 representantes da empresa de diversos estados do Nordeste, em Ilhéus (BA). De acordo com o gerente comercial da CRI, Francisco Aragão, o objetivo foi preparar a equipe de vendas para prestar também um suporte técnico. “Nossos profissionais estão capacitados a prestar um assessoramento sobre o uso da genética”, destacou.

 

O evento contou também com uma palestra sobre a evolução da genética para uma pecuária rentável. Participaram 50 criadores das regiões de Itabuna e Ilhéus. “A presença dos pecuaristas demonstra que a CRI tem uma boa representatividade na região”, afirmou.

 

Momento positivo na pecuária leiteira

 

O supervisor regional da região Nordeste, Talles Rocha, avaliou que o momento é bom para a pecuária leiteira no Nordeste. “A região obteve crescimento em relação a 2014 e continua com perspectiva de crescimento para este ano, devido a uma melhora na remuneração por parte dos captadores e à profissionalização dos produtores, entretanto o Nordeste ainda é dependente do clima. Fator que influencia os gastos com a produção e se torna limitante em algumas regiões”, observou.

 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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