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Pecuária seletiva: critérios corretos ao selecionar zebu

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A pecuária seletiva precisa de ferramentas simples para potencializar seus resultados. O fator mais importante é o rebanho contar com um bom planejamento genético, realizado a partir da identificação dos seus pontos fracos e fortes. A análise permitirá que sejam estabelecidas metas de acordo com os objetivos de cada propriedade. 
            A maneira para realizar o plano genético é o critério de seleção. Todas as características que envolvem o sistema de produção serão utilizadas como crivo para cada geração. Ou seja, identificar anualmente os indivíduos superiores e os inferiores, que, consequentemente, serão descartados do rebanho.“A genética é aditiva, o ganho é acumulado no decorrer da seleção. Cada nova geração tende a ser mais evoluída geneticamente se o planejamento for executado e os parâmetros estabelecidos”, afirma Rafael Mazão, consultor técnico de Corte da Alta. 
            Para os rebanhos de corte há 20 principais critérios de seleção a serem explorados com o objetivo de melhoramento genético:
• Índice de prenhez: resultado do conjunto fêmea, macho e inseminação artificial. Representa a quantidade de fêmeas que ficaram prenhas do total exposto à monta. É medido em porcentagem.
• Período de gestação: o número de dias em que a fêmea permanece em prenhez.
• Idade ao primeiro parto: identifica quantos meses a vaca possui ao ficar prenha pela primeira vez.
• Índice de aborto: média de quantos abortos houve em um ciclo reprodutivo no rebanho. Calculado em porcentagem.
• Índice de nascimento: valor em porcentagem que indica a média de nascimentos no rebanho.
• Índice de mortalidade neonatal: também denominado de mortalidade em bezerros, mede o percentual de mortes dos animais do nascimento ao desmame.
• Índice de mortalidade nas fases ano/sobreano/adulta: indica o percentual de mortes em cada fase do animal.
• Intervalo de partos: o número de dias entre um parto e o outro da mesma fêmea.
• Longevidade: o tempo de permanência no rebanho do animal com produção. Medido pelo número de partos correlacionado aos meses de idade.
• Peso da matriz correlacionado ao peso da cria ao desmame (kg): relação do peso do bezerro desmamado com o peso de sua mãe.
• Peso àdesmama: os Kg do bezerro aos 240 diasde vida.
• Ganho de peso do nascimento a desmama: ganho de peso do bezerro desde seu nascimento até a desmama, sem contar o peso ao nascimento.
• Peso ao ano: os kg totais do animal ao final de 365 dias 
• Ganho de peso do nascimento ao ano: ganho de peso do bezerro desde seu nascimento até completar 365 dias.
• Peso ao sobreano: os kg totais do animal ao final de 450 dias.
• Ganho de peso do nascimento ao sobreano: ganho de peso do bezerro desde seu nascimento até completar 450 dias.
• Perímetro escrotal ao ano: uma das características mais indicadoras da precocidade sexual, medida ao final de 365 dias.
• Perímetro escrotal ao sobreano: medido ao final de450 dias.
• Avaliação de carcaça: utiliza os critérios área de olho de lombo (cm2) e espessura de gordura (mm).
• Avaliação morfológica: análise dos aspectos anatômicos dos animais, ou seja, as dimensões corporais.
A partir desta identificação, é possível traçar o perfil produtivo na propriedade e então seguir para os acasalamentos direcionados. “Este termo é definido como a técnica de identificação do reprodutor que,junto com as características morfológicas e genéticas da matriz, irá potencializar os resultados da progênie de acordo com os objetivos da seleção”, afirma Rafael. 
A análise de cada critério possibilitará que o produtor identifique a eficiência na fazenda e assim selecione no mercado sêmen de um animal que possua as características que serão solução. “A utilização de touros melhoradores, ou seja, provados quanto à produção, é a forma mais rápida de aprimorar os resultados no rebanho” finaliza Rafael. 

Fonte: Ass. Imprensa da Alta Genetics

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações.

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Foto: Divulgação O Presente Rural

A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 4 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias São Paulo

Campanha de vacinação contra Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça-feira, 30 de junho

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

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Foto e texto: Assessoria

A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que a Campanha de vacinação contra a Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça, dia 30 de junho. A campanha subsequente referente ao segundo semestre de 2026 tem início na quarta-feira, dia 1º de julho com prazo para imunização das bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade até 31 de dezembro.

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em Link.

A declaração de vacinação deve ser feita pelo médico-veterinário responsável pela imunização, que, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à campanha, validará a imunização dos animais.

A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.

Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração. 

O modelo alternativo de identificação – o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) – de vacinação contra a Brucelose trata-se de uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo que além do bem-estar animal, estimula a produtividade e a qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do produtor e do veterinário responsável pela aplicação do imunizante.

É estabelecido o botton amarelo para a identificação dos animais vacinados com a vacina B19 e o botton azul passa a identificar as fêmeas vacinadas com a vacina RB 51. Anteriormente, a identificação era feita com marcação à fogo indicando o algarismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.

Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, deverá ser solicitada nova aplicação que deverá ser feita ao médico-veterinário responsável pela aplicação ou ainda, para a Defesa Agropecuária.

Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do Estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da federação.

 

Fonte: Assessoria
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Notícias Rio Grande do Sul

Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul

Atualização deve ser feita por produtores rurais até 30 de junho e abastece a base de dados da defesa sanitária animal

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Foto: Divulgação

Produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça a orientação a criadores, pecuaristas e associados para que façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a campanha busca chamar a atenção para a qualidade dos registros sobre rebanhos e propriedades rurais. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, destaca.

Segundo Martins, a atualização da base de dados ajuda o sistema de defesa agropecuária a organizar respostas em caso de ocorrências sanitárias. Para o dirigente, a precisão dos registros interfere diretamente na capacidade de atuação diante de situações que possam afetar a pecuária gaúcha. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, afirma.

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à declaração do Imposto de Renda, pelo caráter periódico e pela necessidade de atualização dos dados. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser realizada pela internet, no Produtor Online, do Sistema de Defesa Agropecuária, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial também ocorre nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins afirma que a orientação da Febrac é para que os produtores não deixem a entrega para o fim do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, conclui.

 

Fonte: Assessoria
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