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Empresas Pecuária de corte

Manejo correto do pasto no período chuvoso aumenta desempenho e rentabilidade do rebanho

Com maior disponibilidade de forragem em qualidade e quantidade, o desafio do produtor é alinhar essa oferta natural às metas zootécnicas e econômicas da fazenda.

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Consultor técnico nacional de Bovinos de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal, Eduardo Gonçalves Batista: "As decisões de manejo alimentar precisam ser diárias, e o sucesso depende da capacidade de efetuar ajustes conforme a disponibilidade de pasto" - Foto: Divulgação/Cargill

O início do verão e a expectativa pelo período de chuvas no Brasil representa a principal janela de oportunidades para ganhos produtivos na pecuária de corte em regiões tropicais. Com maior disponibilidade de forragem em qualidade e quantidade, o desafio do produtor é alinhar essa oferta natural às metas zootécnicas e econômicas da fazenda.

Segundo o consultor técnico nacional de Bovinos de Corte da Cargill Nutrição e Saúde Animal, Eduardo Gonçalves Batista,é nessa época que o pecuarista pode alcançar altos índices de desempenho com menor investimento em nutrição, desde que o manejo do pasto e da suplementação seja estratégico e baseado em dados. De acordo com ele, muitos produtores ainda subestimam o potencial das pastagens por falta de controle sobre indicadores essenciais, como altura e oferta de forragem, taxa de lotação e consumo dos suplementos. “As decisões de manejo alimentar precisam ser diárias, e o sucesso depende da capacidade de efetuar ajustes conforme a disponibilidade de pasto”, destaca.

A nutrição, mesmo no auge da oferta de capim, tem papel crucial para garantir equilíbrio na dieta e evitar carências minerais e proteicas. Vacas de cria, por exemplo, exigem macro e microminerais que nem sempre estão disponíveis na forragem. Já nas fases de recria e engorda, a suplementação proteica e energética pode elevar significativamente o ganho médio diário e o aproveitamento da pastagem.

Rotação e suplementação

Entre as práticas recomendadas, o consultor aponta a correção e adubação do solo, a adoção de pastejo rotacionado e o ajuste fino da suplementação conforme a meta de desempenho de cada categoria animal. “Essas medidas permitem não só maximizar o ganho individual, mas também o ganho por área, aumentando o retorno econômico da atividade”, complementa.

Para auxiliar o produtor na gestão dessas variáveis, a Cargill Nutrição e Saúde Animal disponibiliza ferramentas digitais como a Agriwebb, plataforma que integra controle de animais, pastagens, nutrição, sanidade e estoque. “O objetivo é transformar dados em decisões eficientes, ajudando o pecuarista a conduzir um sistema mais produtivo, sustentável e rentável”, ressalta Batista.

Fonte: Assessoria Cargill

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Glicinatos da MCassab passam a ser fornecidos pela Biochem, após aquisição do negócio da Basf

Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização.

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Foto: Divulgação

A MCassab Nutrição e Saúde Animal (NSA), empresa do Grupo MCassab, comunica que os glicinatos utilizados em sua linha de minerais orgânicos são, agora, fornecidos pela alemã Biochem – empresa que assumiu a fabricação dos ingredientes da Basf, que anunciou a saída do negócio.

“Ambos são glicinatos nos quais o mineral está complexado a uma molécula de glicina, seguindo o mesmo princípio químico e padrão tecnológico de produção. Trata-se da mesma base estrutural e conceitual em termos de formulação e qualidade, mantendo o reconhecimento já consolidado pelo mercado.”, afirma o diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, Mauricio Graziani.

Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização. Esses ingredientes estão presentes na linha MinerPAC, da MCassab, e são destinados tanto à inclusão direta em rações (feed) quanto à aplicação via água de bebida (solúveis), com produtos à base de zinco, cobre, manganês, ferro, cromo e blends específicos, aplicados em diferentes espécies, como aves e suínos.

Fonte: Assessoria MCassab Nutrição e Saúde Animal
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Parasitas na pecuária: o custo escondido que ameaça a rentabilidade e o bem-estar animal

Com perdas anuais que chegam a R$ 70 bilhões, o manejo estratégico contra parasitas se torna imperativo para a pecuária brasileira.

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Foto: Shutterstock

A pecuária brasileira, pilar econômico e o maior protagonista no mercado global de carne bovina, responsável por cerca de 20% de toda a produção mundial, enfrenta um inimigo invisível de alto impacto: os parasitas. Mais que um incômodo sanitário, a infestação parasitária impõe um custo oculto e contínuo que mina a rentabilidade das fazendas, afeta a saúde dos animais e compromete o posicionamento do Brasil em mercados exigentes.

Estudos de instituições do setor constantemente evidenciam a magnitude desses prejuízos. Segundo levantamento publicado em 2025 pela Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, os parasitas podem causar um prejuízo de até R$ 70 bilhões à pecuária nacional anualmente. Isso ocorre, pois, a atividade parasitária gera um ciclo de perdas significativas ao animal: menor ganho de peso, redução na produção de leite e carne, queda na eficiência reprodutiva e maior suscetibilidade a outras doenças, elevando custos com medicamentos. Em casos graves, pode levar à mortalidade ou descarte, corroendo margens de lucro e impactando diretamente a competitividade do produtor.

O impacto se estende à saúde e ao bem-estar dos animais. Parasitas causam desconforto, estresse crônico, anemia e imunossupressão, tornando animais debilitados mais vulneráveis e menos produtivos. O controle é vital não apenas para a produtividade, mas para a qualidade do rebanho e a entrega de produtos superiores, alinhando-se às expectativas de mercados que valorizam o bem-estar animal e a sustentabilidade.

“O controle de parasitas na pecuária não deve ser visto como uma despesa, mas um investimento estratégico essencial e contínuo para a viabilidade econômica”, destaca Filipe Fernando, diretor da unidade de negócios de grandes animais da Boehringer Ingelheim. “As consequências de uma infestação se traduzem em perdas financeiras e degradação sanitária do rebanho. Produtores que adotam um manejo proativo blindam sua produtividade e asseguram a competitividade de seus negócios”, complementa o executivo.

Adicionalmente, os pecuaristas devem ter atenção redobrada com os parasitas internos, como nematódeos gastrintestinais, uma vez que sua detecção visual direta é inviável, dificultando seu controle. “Esse tipo de agente patogênico representa cerca de 50% das perdas econômicas na pecuária, segundo estimativas de mercado, sendo ainda mais perigoso que os parasitas externos. Por isso, uma estratégia preventiva e eficaz é tão recomendada para minimizar riscos, principalmente quando entendemos a dimensão do mercado brasileiro de bovinocultura de corte, com um valor bruto de produção de mais de R$205 bilhões, de acordo com o MAPA”, explica o executivo.

Nesse contexto, a indústria de saúde animal busca inovar com ferramentas eficientes para o controle parasitário, com produtos como Ivomec® e Topline®. “A presença de soluções robustas e eficazes é crucial para que o pecuarista possa traduzir o conhecimento sobre o manejo parasitário em resultados efetivos no campo”, afirma Filipe. “Esses produtos consolidaram-se como pilares no combate aos parasitas, contribuindo diretamente para a saúde dos animais e, por consequência, para a rentabilidade da fazenda”, finaliza.

Assim, a pecuária exige uma abordagem estratégica e contínua no combate aos parasitas, que vai desde o diagnóstico preciso e o uso racional de antiparasitários, até o manejo adequado de pastagens e a adoção de boas práticas. É a partir dessa visão holística e tecnicamente embasada, aliada à disponibilidade de soluções inovadoras da indústria, que o setor poderá não apenas mitigar perdas, mas também garantir a sanidade, o bem-estar e a sustentabilidade lucrativa do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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MSD Saúde Animal fortalece o time de Suinocultura

Primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave.

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Fotos: MSD Saúde Animal

Com o intuito de dar sustentação ao crescimento da unidade de negócio de Suinocultura, com a velocidade e capacidade de resposta que o mercado exige, a MSD Saúde Animal apresenta movimentações estratégicas no time. A primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional, marcando uma nova fase de trabalho do profissional na companhia. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave e passa a integrar a equipe de liderança da unidade.

João Xavier, gerente técnico nacional da unidade de negócio de Suinocultura

Segundo Fernando Chucid, diretor de Suinocultura, a unidade de negócio vive uma fase de forte desenvolvimento na MSD Saúde Animal. “Com um time altamente especializado, estamos expandindo nosso portfólio, realizando lançamentos e reforçando nossa presença estratégica no mercado de suínos. Essas mudanças no time trazem ainda mais força, especialmente pela experiência do João e do Ronaldo.”

Ronaldo Risso, coordenador de Contas-Chave da unidade de negócio de Suinocultura

O doutor em Ciências Veterinárias e mestre em Medicina Veterinária João Xavier está retornando à MSD Saúde Animal, onde atuou de 2018 a 2024 como coordenador técnico. Na nova fase, como gerente técnico nacional de Suinocultura, ele terá a missão de fortalecer ainda mais o diferencial e posicionamento técnico da companhia. Já Ronaldo ingressou na MSD Saúde Animal em 2018 e, desde então, atuou como coordenador de assistência técnica e coordenador de território. Agora, será responsável pela gestão de parceiros distribuidores da unidade de negócio de Suinocultura.

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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