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Patense entre as maiores indústrias de nutrição animal do país

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A revista Globo Rural realizou na última terça-feira (22 de outubro) em São Paulo, a cerimônia de entrega do “Melhores do Agronegócio 2013” onde ficaram conhecidas as maiores  e melhores empresas do setor em 20 segmentos. 
A premiação também marcou o lançamento do Anuário do Agronegócio 2013, da editora Globo. A publicação, traz reportagens sobre as vencedoras, além de um balanço sobre as 500 maiores companhias do agronegócio que, juntas, faturaram R$ 514 bilhões no período avaliado, com um aumento de quase 3% na receita líquida em relação ao ano anterior. O Anuário também aponta as 50 maiores por categoria, de acordo com dados compilados pela Serasa Experian em parceria com Globo Rural.
A Patense esteve presente no evento e foi premiada pela 3° vez consecutiva como uma das 500 maiores empresas do agronegócio no Brasil, sendo a 5º colocada no segmento de nutrição Animal, um crescimento que a colocou no Top 5 de um setor em ampla expansão.
“O Nosso desafio de crescimento é ainda maior para 2013, um salto na produtividade que consagra a Patense, como uma das maiores no segmento, além de comprovar a qualidade dos produtos distribuídos hoje em todo o Brasil e também no mundo” ressalta Leandro Gonçalves, diretor de vendas da empresa. 
Ao longo dos anos a empresa construiu uma base forte e trabalha hoje como vetor de transformação em seu segmento, inserindo modalidades de negócio inéditas no país, como é o exemplo da fertirrigação. A inovação aliada à eficiência e ao espírito inovador de seus líderes faz com que a Patense prospere e cresça de forma sustentável como uma das empresas referência no setor de nutrição animal.

Fonte: Ass. Imprensa da Patense

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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