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Passo Fundo sedia discussão técnica do trigo e triticale

Evento é com discussões sobre pesquisa e desenvolvimento dos sistemas de produção das culturas

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Em 2019, a Comissão completa 51 anos da primeira edição da Reunião. - Foto: Divulgação Biotrigo/Dirceu Portugal

Nesta semana, Passo Fundo (RS) é sede de dois dos principais eventos da pesquisa e inovação do trigo do Brasil. A programação inicia no dia 2 julho com palestras e painéis no Fórum Nacional do Trigo e segue com apresentações de trabalhos e discussões científicas nos dias 3 e 4 de julho, com a 13ª Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale (RCBPTT). Em 2019, a Comissão completa 51 anos da primeira edição da Reunião.

Segundo o presidente da Comissão organizadora da 13ª RCBPTT, André Cunha Rosa, o objetivo dos eventos é promover a geração e a difusão de conhecimentos e de tecnologias para a cadeia produtiva do trigo e do triticale. A expectativa nesta edição é reunir cerca de 300 pesquisadores, professores, acadêmicos, profissionais do agronegócio, produtores de sementes, agricultores, cerealistas e moinhos. Os eventos acontecem no auditório da Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis (FEAC) da Universidade de Passo Fundo (UPF).  Nesta 13ª edição, a promoção é da Biotrigo Genética, com o patrocínio das empresas Basf, Syngenta, Bayer, Coamo, Granotec, Agrária, Apasem, FMC e apoio da Embrapa Trigo.

A viabilidade, o rendimento, a rentabilidade e os desafios da cultura do trigo são o foco da palestra de abertura do Fórum. O pesquisador do setor de Economia Rural da Fundação ABC, Cláudio Kapp Júnior vai apresentar uma pesquisa que analisou 24 safras de trigo nos estados do Paraná e São Paulo. As doenças que desafiam a pesquisa, produtores, cerealistas, moinhos e a indústria do trigo, a Giberela e o Mosaico, serão temas de painel e de palestra. E ainda acontece um debate sobre as Perspectivas do trigo: passado, presente e futuro, com a palestra do diretor da Biotrigo Genética, Ottoni Rosa Filho, que vai trazer um panorama sob uma perspectiva global, das inovações tecnológicas que estão mais próximas do triticultor, como HB4, Clearfield e Heathsense.

Após o Seminário e entre os dias 3 e 4 de julho, a Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale se reúne em subcomissões técnicas para apresentar e analisar as pesquisas e os resultados em cada área de pesquisa: Ecologia, Fisiologia e Práticas Culturais; Fitopatologia; Entomologia; Melhoramento, Aptidão Industrial e Sementes; Solos e Nutrição Vegetal e Transferência de Tecnologia e Socioeconomia. Em 2019, a Comissão completa 51 anos da primeira edição da Reunião, realizada em abril de 1969, na cidade de Pelotas e desde o final da década de 80 os estudos servem como base para publicação do livro “Informações Técnicas para Trigo e Triticale”. A publicação, com medidas de manejo para controle de doenças e altas produtividades e novas variedades aptas para cultivo, é distribuída gratuitamente para toda a cadeia com as orientações sempre para a próxima safra. Mais informações sobre o evento, no site http://reuniaodetrigo.com.br/.

Perspectivas para safra de trigo 2019

Segundo a Conab, a safra de trigo do Brasil poderá ter leve crescimento de 0,86 por cento neste ano na comparação com 2018, para 5.474 milhões de toneladas, apesar de uma redução de 3,3% na área plantada, uma vez que há expectativa de aumento 4,4% das produtividades.

Nos estados triticultores do Sudeste (SP e MS) e Centro Oeste (MG, GO e DF), que representam 12,4% da produção nacional da cultura do trigo, a cultura ocupa em 2019 cerca de 220 mil hectares, com um aumento de 13% na área semeada em relação a 2018 e uma perspectiva de crescimento de 26% na produção.

Para o Rio Grande do Sul, segundo maior produtor brasileiro de trigo (35% da produção), a produção é estimada em 1,8 milhão de toneladas em 681 mil hectares. Segundo a Emater, 73% da área prevista para esta safra já foi plantada. Na regional de Passo Fundo (6,7% da área do Estado), que engloba os Coredes Produção, Noroeste e Alto Jacuí, o plantio chegou a 25% da área na última semana.

No Paraná, estado maior produtor de trigo (50% do total), a área total é de 1 milhão de hectares nessa safra. Com previsão de inverno dentro da normalidade, a expectativa é de uma produção de 2,8 milhões de toneladas. A previsão, apontada pelo Departamento de Economia Rural do PR, é melhor do que no ano passado. O plantio de trigo caminha para seus momentos finais no Paraná, tendo atingido na semana passada 91% da área estimada.

Homenagens

Por suas contribuições à pesquisa e ao desenvolvimento da cultura do trigo no Brasil, a doutora em genética evolutiva, com pós doc em genética agronômica, Maria Irene Baggio, e o agrônomo, pesquisador e mestre em agronomia na área de entomologia, Dirceu Gassen (in memorian), são os homenageados desta edição.

 Programação

Fórum Nacional do Trigo 2019

Dia 2 de Julho – Terça-Feira

Local: FEAC/UPF

8h – Inscrições e recepção

9h – Solenidade de abertura

9h30 – Palestra: Trigo, valeu a pena? Uma abordagem metodologica e financeira em 24 safras – Cláudio Kapp Júnior (Fundação ABC)

10h – Intervalo

10h30 – Painel de Giberela – Paulo Kuhnem (Biotrigo Genética), Casiane Salete Tibola – Embrapa Trigo e Kênia Meneguzzi (Biotrigo Genética)

12h – Intervalo

14h – Painel Técnico: Perspectivas do Trigo: passado, presente e futuro – Ottoni Rosa Filho (Biotrigo), Sérgio Schneider, Lucas Simas (COAMO), Auleeber Santos (Lagoa Bonita Sementes) e Eduardo Elias Abrahim (Presidente da ATRIEMG)

16h – Intervalo

16h30 – Homenagens da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale para o pesquisador Dirceu Gassen (in memorian) e para a geneticista Maria Irene Baggio (Embrapa)

16h40 – Palestra: Mosaico do Trigo – Douglas Lau (Embrapa Trigo)

18h – Encerramento

13ª RCBPTT

3 de Julho de 2019 – Quarta-Feira

Local: Faculdade de Economia e Administração (FEAC)/ UPF

8h – Recepção e entrega de material

9h – Cerimônia de Abertura da Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale

10h – Instalação das subcomissões

10h10 – Intervalo e visitação de posters de trabalhos

10h50 – Reuniões paralelas das subcomissões

12h – Intervalo

14h – Reuniões paralelas das subcomissões

15h45 – Intervalo e visitação de posters de trabalhos

16h30 – Reuniões paralelas das subcomissões

19h – Encerramento

4 de Julho de 2019 – Quinta-Feira

Local: Faculdade de Economia e Administração (FEAC)/ UPF

8h30 – Sessão Plenária Final

9h45 – Intervalo

10h15 –Sessão Plenária Final

13h – Encerramento

Fonte: Assessoria

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Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja

Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

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Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja

O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.

Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.

Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock

padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.

O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.

Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.

Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.

Fonte: O Presente Rural
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El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens

Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

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Foto: Divulgação

O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias

A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.

Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.

Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.

Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock

tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.

Efeitos diferentes dentro do Brasil

Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.

Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.

Oferta maior e preços menores

No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.

Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.

Fonte: O Presente Rural
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Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros

Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

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Foto: Divulgação

O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak

A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.

Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.

Anistia a multas

Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.

O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

Foto: Divulgação

das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.

A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.

Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

Foto: Divulgação/Freepik

Frete mínimo  
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).

A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.

Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

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pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.

A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

Foto: Divulgação

A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.

Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.

Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.

Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.

A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.

As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.

Fonte: Agência Senado
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