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Parque de Exposições Assis Brasil prepara largada para a 44ª Expointer
Os protocolos de saúde serão seguidos à risca para garantir a segurança da população nesta edição da feira, que já está fazendo história.

O Parque de Exposições Assis Brasil está aprontando os últimos detalhes para a inauguração da 44ª Expointer, que ocorrerá de 4 a 12 de setembro, em Esteio. Estão sendo montados os estandes nos pavilhões e a céu aberto, os equipamentos com álcool gel e lavatório de mãos estão espalhados pelo local, os restaurantes se preparam para receber os visitantes e trabalhadores durante os nove dias. E os animais já estão sendo recepcionados desde o último dia 30. Os protocolos de saúde serão seguidos à risca para garantir a segurança da população nesta edição da feira, que já está fazendo história.
O subsecretário do Parque, Gabriel Fogaça, diz que é impressionante o que ocorre no local nas últimas semanas. “A gente prepara toda a estrutura desde o início e aí começa a montagem dos estandes. A partir do dia 4, tudo estará liberado e se ergue uma cidade dentro do Parque Assis Brasil. Nesses últimos dias estão sendo preparados os últimos detalhes para que no sábado, na abertura dos portões, sejam todos bem-recebidos com o cumprimento dos protocolos de saúde. Agora, o foco principal está no recebimento dos animais e em acomodar as grandes estrelas da festa. Estamos também concluindo a montagem dos estandes. São os últimos detalhes da organização”.
E a recepção aos animais ocorre no portão 8. O fiscal estadual agropecuário da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Aurélio Maia, é responsável pelas boas-vindas às estrelas do evento. Ele conta que o tratador, o produtor, o criador, para entrar no portão 8, tem que passar antes pelo portão 9, para fazer o teste contra a Covid-19. “Se estiver tudo certo, ele recebe uma pulseira verde de identificação e acesso. Depois ele entra com os animais no parque, é feita a recepção dos mesmos, e ele é liberado para alojá-los nos pavilhões”.
Maia esclarece que, para os animais, existe uma exigência sanitária para cada espécie. “Em primeiro lugar, precisa ter a Guia de Trânsito Animal (GTA), e para cada espécie são cobrados determinados exames. Para os bovinos, é necessário exame de brucelose e tuberculose; para os equinos, atestado negativo de anemia infecciosa equina e exame de mormo; para os ovinos, atestado negativo de sarna e piolheira, além de epididimite ovina(que é a brucelose ovina). Após toda a verificação dos animais, primeiro da documentação, pelas equipes da Defesa Sanitária da SEAPDR, o animal é liberado e pode entrar no parque”.
Expositores
O Parque já conta com alguns expositores, que preparam seus espaços para receber os visitantes. É o caso de Dalto Rodrigues, proprietário da Selaria Ginetes do Brasil. Como o nome sugere, trata-se de uma banca de artigos gaúchos. “Aqui tem tudo para o cavalo, o peão e a prenda. Vestuário, montaria, berrante e até guampa de canha”, comenta. A loja é de Alvorada e existe desde 2007. Na Expointer, participa desde 2016. “É muito importante pra gente participar da feira. Normalmente, aqui, as vendas aumentavam 200%. Mas claro que este ano, por ser uma Expointer de retomada, a expectativa é que aumentem 100%. Além disso, o evento é importante pra divulgar a cultura gaúcha”.
No espaço destinado a máquinas e equipamentos agrícolas, alguns já estão instalados parcialmente. O Grupo Verdes Vales, que tem matriz em Santa Maria, e é representante da marca John Deeree, ocupa um estande de 1.800 metros quadrados. O especialista de Aplicação de Produto, Jesus Duquia, entre outros, realiza os últimos preparativos. No local, será instalado um Centro de Soluções Conectadas (CSC), que mostrará o funcionamento das tecnologias embarcadas, sendo responsável pelo monitoramento de dados e cuidado com os equipamentos do cliente. Este ano, as máquinas pesadas serão o principal destaque da marca.
Conforme o gerente geral de construção e pavimentação, Tales Barbosa, a expectativa da Verdes Vales é de realização de bons negócios. “Estamos indo para a feira para apresentar alguns lançamentos e tecnologias aos visitantes, para estarmos mais perto do público e prestigiarmos o evento na retornada das atividades”, explica. Ele conta que o Parque foi o local escolhido para o lançamento da nova pá-carregadeira 444G, da John Deere. “Desenvolvida para o mercado brasileiro, a máquina alia resistência, versatilidade, economia e confiança para a operação”.
No Pavilhão da Agricultura Familiar já tem um espaço reservado para a agroindústria Produtos Lilien, do município de Picada Café. A proprietária, Clarice Rohr, começou sua história com chás em 2013, para melhorar sua qualidade de vida. Hoje ela, o marido Roberto e a filha melhoram a vida de outras pessoas produzindo chás orgânicos; geleias orgânicas de rosas, lavanda, hortelã, hibisco, pimenta, bergamota com capim limão, morango, morango diet, morango com gengibre; biscoitos diet (sem glúten e lactose); entre outros produtos. “Em épocas de colheita de camomila, ou hibisco, algumas pessoas nos ajudam na temporada de feira e pra produzir os biscoitos e chás também”, diz Clarice.
A agricultora destaca que a primeira feira que participou como agroindústria familiar foi a Rural Show Nova Petrópolis, em 2016. E que participa da Expointer desde 2016 também. “De lá pra cá, estamos em todas. Para Clarice, a Expointer é a principal feira do Estado, onde é possível ter contato com várias pessoas. “É muito importante, porque, além de ser uma vitrine pra expor nossos produtos, a gente tem a venda direta, o contato com o cliente, consegue explicar melhor sobre o produto (porque muitos querem saber como são feitos). E a expectativa para este ano? Eu já sei. O meu resultado vai ser muito bom”, fala com alegria.

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Agronegócio reforça papel na sustentabilidade e preservação ambiental no Brasil
Produtores destacam uso de tecnologia, manejo responsável e proteção de recursos naturais nas propriedades rurais.

O agronegócio brasileiro tem papel fundamental na produção de alimentos e na preservação dos recursos naturais. No dia a dia das propriedades rurais, produtores e especialistas trabalham com base em tecnologia, conhecimento e responsabilidade para garantir uma produção cada vez mais sustentável.
No campo, sustentabilidade não é discurso, é prática. O uso de tecnologias, o respeito às legislações ambientais e o cuidado com o solo, a água e a biodiversidade fazem parte da rotina dos produtores rurais, que entendem que produzir e preservar são ações complementares.

Foto: Denis Ferreira Netto/Sedest
Entre os pontos frequentemente discutidos está a preservação ambiental. Para quem vive essa realidade, o compromisso com o meio ambiente é essencial para a continuidade da produção. Segundo o vice-presidente norte da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), Diogo Ballistieri, o produtor rural é diretamente interessado na conservação dos recursos naturais, pois depende deles para produzir com qualidade e responsabilidade no presente e no futuro.
Um dos principais alvos de críticas do setor diz respeito à preservação ambiental. No entanto, quem vive a rotina do campo apresenta uma perspectiva diferente. Segundo Diogo Ballistieri, o produtor rural é um dos maiores interessados na conservação de recursos naturais. “O produtor é o principal beneficiado com essa preservação, da água, das florestas, dos recursos naturais como um todo. Existe uma acusação recorrente de falta de cuidado, mas a realidade é muito diferente e o produtor acaba atuando como um verdadeiro guardião da natureza em sua propriedade”, afirma.
Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), cerca de 65,6% de todo o território nacional é composto por áreas destinadas à vegetação nativa, sendo que 10,8% é ocupado pela agricultura incluindo florestas plantadas e 31,3% encontra-se em propriedades particulares.

Foto: Eufran Amaral
Além da conservação de mata nativa, produtores rurais também são grandes aliados na preservação de recursos hídricos. A Aprosoja MT já mapeou mais de 105 mil nascentes em 56 municípios do estado e constatou que 95% delas estão preservadas dentro de propriedades rurais. O mapeamento foi feito através do projeto Guardião das Águas que, em parceria com o Instituto Ação Verde, orienta e apoia produtores sobre manutenção, preservação e restauro ecológico das nascentes de água em Mato Grosso.
Outro ponto importante diz respeito à prevenção e combate a queimadas em áreas rurais. Para muitos, os produtores são os principais causadores dos incêndios, quando, na prática, são os maiores interessados em evitar o fogo em áreas de mata. A Aprosoja MT reforça este compromisso através da participação de eventos internacionais de gestão de incêndios, como o Forest Fire, e a distribuição de cartilhas de prevenção e combate a incêndios, elaboradas pela própria entidade, para oferecer orientações práticas de proteção ao meio ambiente.
Para Diogo Ballistieri, a preservação ambiental não é apenas uma obrigação legal, mas uma necessidade direta para a continuidade da atividade produtiva. Nas propriedades rurais existe uma atuação ativa na proteção de nascentes, conservação do solo e manutenção de áreas de vegetação nativa.
“Hoje, praticamente todas as fazendas estão bem equipadas para o combate a incêndios e também para evitar problemas com erosões, que prejudicam o meio ambiente. Quando há perda de áreas preservadas ou da palhaçada, o prejuízo é direto para o produtor. Por isso, ele é o principal interessado em proteger”, destaca.

Foto: Eufran Amaral
Outro ponto frequentemente debatido é a ideia de que o agronegócio avança sem controle sobre o meio ambiente. No entanto, o cenário atual é marcado por uma série de práticas e investimentos voltados à sustentabilidade e à eficiência produtiva.
“O produtor mato-grossense e brasileiro é o produtor mais competitivo do mundo. Isso é constante de um alto teor de investimento em tecnologia, modernização, em pessoas, em capacitar equipe. Hoje existe muita tecnologia, então o produtor busca máquinas maiores, técnicas agrícolas, além da sustentabilidade, uso de biológicos, plantio direto, tudo isso a gente faz para ter um produto mais barato, com mais valor agregado e com a sustentabilidade maior” explica o vice-presidente sul da Aprosoja MT, Fernando Ferri.
Nesse quesito, a Aprosoja MT também reafirma seu posicionamento em incentivar e produzir pesquisas que garantem o aumento de produtividade sem abertura de novas áreas, melhoramento genético e fitossanitário, manejo adequado para cada tipo de solo e outros estudos voltados para o desenvolvimento de uma agricultura mais sustentável. As teses são colocadas em prática nos Centros Tecnológicos Parecis e Araguaia, que testam diferentes possibilidades de cultivo de soja e milho em regiões distintas do estado.
Outro ponto importante é compreender como o agronegócio está presente no dia a dia das pessoas de diversas formas. Commodities como soja e milho vão muito além do consumo direto, estando presentes em uma ampla cadeia produtiva que inclui alimentos, biocombustíveis, insumos industriais e diversos produtos essenciais. Isso demonstra a relevância do setor na economia e na vida cotidiana, contribuindo para o desenvolvimento e a sustentabilidade.

Foto: Denis Ferreira Netto
“Quem ia imaginar que, por exemplo, tem soja até na borracha do pneu do veículo, o milho está no combustível, está em alimentos, está na lecitina, está numa inúmera gama de produtos. Quando a pessoa fala que não come soja, ela pensa somente no grão, mas esquece dos derivados. A versatilidade que tem a soja e o milho é muito grande e agro está no dia a dia das pessoas, além do vestuário, da alimentação, nos produtos de beleza, no transporte”, complementa Ferri.
Ao trazer informações baseadas na realidade do campo, a Aprosoja MT reforça a necessidade de um debate mais equilibrado, pautado em dados. Mais do que rebater apontamentos infundados, o objetivo é ampliar o entendimento sobre um setor que desempenha papel essencial na economia e na segurança alimentar.
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Credenciamento inédito no Paraná autoriza coleta de animais mortos com rastreabilidade
Processo transforma resíduos em biocombustível e fertilizantes, sob fiscalização e normas sanitárias rígidas.

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) celebrou de forma oficial, na quinta-feira (16), o primeiro credenciamento de uma empresa que será responsável pelo recolhimento, transporte, processamento e destinação de animais mortos e resíduos da produção pecuária em propriedades rurais de todo o Estado. A empresa é a A&R Nutrição Animal, sediada em Nova Aurora, região Oeste. O evento ocorreu na sede da empresa, com a presença de representantes da Adapar, diretores e funcionários.
A autorização representa uma alternativa formal e regulamentada, por meio da publicação da Portaria nº 012/2026, à eliminação desses materiais nas próprias fazendas. O documento de autorização é de janeiro deste ano e foi assinado pelo diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, com base na Lei Estadual nº 11.504/1996 e no Decreto Estadual nº 12.029/2014. A medida responde a uma demanda antiga do setor pecuário por soluções estruturadas no descarte de animais mortos.
A A&R Nutrição Animal chegou a essa atividade após deixar o ramo de ração animal e reinvestir toda a sua infraestrutura para atender à necessidade da região. O redirecionamento das atividades aconteceu em parceria com a Secretaria da Agricultura de Toledo e a Suíno Oeste, Associação dos Suinocultores do Oeste do Paraná.
Agora, a empresa passa a poder recolher carcaças de suínos e peixes mortos em qualquer propriedade rural paranaense, embora em um primeiro momento a atuação seja exclusivamente com suínos. O credenciamento tem validade de três anos e é responsabilidade do representante legal da empresa providenciar a renovação dentro do prazo.
O diretor da A&R Nutrição Animal, Charbel Syrio, comemorou a conquista e diz que pretende expandir o negócio de recolhimento dos animais em propriedades rurais. “O objetivo é capitanear esse processo no Brasil e no Paraná, em função de termos o mercado que mais produz o suíno. E a gente vem nessa demanda”, pontuou.
Charbel também explicou o processo e a finalidade do trabalho. “Esses animais, hoje, serão coletados, irão para uma unidade de indústria que vai processar as carcaças e os produtos acabados terão dois destinos: o óleo vai para o biocombustível, para a indústria de higiene e limpeza, indústria química; e a farinha vai para adubos”, complementou.
O chefe do departamento de Saúde Animal, Rafael Gonçalves Dias, destacou a importância do manejo correto das carcaças e do credenciamento de empresas como uma das alternativas disponíveis. Mas frisou que a prática só deve ser realizada quando permitida pela Adapar. “É importante abrir novos caminhos, mas temos que reforçar que é proibida a retirada de animais mortos, de qualquer espécie produzida, de dentro das propriedades por terceiros. Essa prática é somente permitida para empresas credenciadas pela Adapar. Por isso, o principal destino dos suínos mortos ainda deve ser a compostagem dentro das próprias propriedades, permanecendo como a prática mais recomendada e utilizada”, elucida.
Dias também explicou que, por regra geral, a prática de manejar e tratar os animais mortos dentro das propriedades diminui os riscos sanitários envolvidos nesse processo. “É fundamental que a empresa agora credenciada, assim como qualquer outra que venha a se credenciar no futuro, não adentre nas áreas limpas das propriedades, a fim de evitar qualquer tipo de contaminação cruzada entre elas”, conclui.
Restrições e vedações
A portaria estabelece limitações claras sobre a atuação da empresa. Fica expressamente proibido o recolhimento de animais mortos oriundos de outros estados da federação, restringindo a atividade ao território paranaense. Além disso, os produtos gerados a partir do processamento das carcaças não poderão ser utilizados na fabricação de alimentos, seja para consumo animal ou humano.
É de responsabilidade da Adapar a garantia da rastreabilidade de toda a operação. A Agência define que apenas veículos previamente vistoriados e credenciados pelo órgão estão autorizados a realizar o transporte, que deve ser acompanhado da documentação específica. As carcaças são processadas na indústria e transformadas em farinha, destinada posteriormente à produção de adubo ou fertilizante.
Controle sanitário
Em situações em que a Adapar identifica a suspeita de doenças de notificação obrigatória em explorações pecuárias, o recolhimento de animais mortos ficará automaticamente sujeito a restrições, só podendo ser retomado mediante autorização expressa do órgão fiscalizador. O descumprimento das normas previstas na portaria ou das demais regulamentações do Serviço de Defesa Agropecuária pode resultar na suspensão ou no cancelamento do credenciamento.
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Frimesa apresenta novidades em proteínas suínas e fortalece posicionamento de marca
Lançamentos destacam sofisticação, versatilidade e nova identidade visual da cooperativa.

Com foco em inovação e diversificação, a Frimesa, uma das maiores cooperativas de alimentos do Brasil, escolhe a vitrine da ExpoApras 2026 – um dos principais eventos do setor supermercadista no Brasil – para apresentar novos itens do portfólio de proteínas animal. A aposta são os lançamentos das linhas premium Fogo & Sabor e os novos hamburgueres da marca, que chegam às gôndolas de todo o país a partir de junho.
Entre as novidades, estão as novas linguiças saborizadas e a Manta de Linguiça Toscana, da marca Fogo & Sabor, que são voltadas aos entusiastas do churrasco e valorizam a inovação e a experimentação de novos cortes e temperos. Versátil, a manta permite aplicações que vão da grelha a air fryer até o preparo de recheios e ragus. Pioneira no formato de linguiça frescal, a nova Chistorra da Frimesa é um diferencial exclusivo no mercado nacional. Já a versão Chimichurri insere na categoria de embutidos a herança dos sabores platinos, amplamente apreciados no Brasil.
Já a linha de hambúrgueres de 120g, nos sabores Toscana, Defumado e Pernil, com assinatura Frimesa, foi projetada para o consumidor que deseja replicar a experiência das hamburguerias artesanais em casa. Ambas as linhas foram desenvolvidas para o segmento premium, posicionando-os junto aos produtos gourmet já consolidados no varejo. Com as inovações, a Frimesa visa suprir a demanda do consumidor que busca valor agregado e qualidade superior.
Rodrigo Fossalussa, superintendente comercial da Frimesa, explica que o lançamento das linhas marca uma fase estratégica de evolução e consolidação do portfólio da Frimesa, alinhado ao novo posicionamento de marca e identidade visual. “O momento exige não apenas inovação, mas sofisticação técnica para demonstrar ao mercado porque somos a maior especialista em carne suína do Brasil. Estamos elevando a percepção de valor da proteína suína”, afirma.
O estande da Frimesa na ExpoApras conta com uma estrutura de 296m² e explora o conceito “A Casa da Família Frimesa”, convidando o varejista a degustar os novos produtos, além dos itens tradicionais já consolidados no mercado. O evento também é uma oportunidade para apresentar a nova identidade visual, lançada em março deste ano junto ao rebranding, que tem como um dos pilares a família. O tema é explorado na campanha de comunicação veiculada a partir de abril e se faz presente também no estande da cooperativa na ExpoApras
“Estamos chegando com presença física em São Paulo, mas as raízes da Frimesa estão no Paraná. Fazer parte da ExpoApras reforça o nosso compromisso com o varejo regional e nacional e o quanto valorizamos esse mercado que tanto nos abraça”, comenta Fossalussa.



