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Parceria entre HELM do Brasil e Agrolend deve gerar mais de R$ 50 milhões em financiamentos para produtores rurais de todo o Brasil

Expectativa é atender mais de 200 produtores rurais da sua carteira de venda direta ou venda de seus distribuidores

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Da esquerda para a direita: Carlos Fernandes (Head de Crédito e Cobrança da HELM do Brasil), Alan Glezer (Co-Fundador Agrolend), André Glezer (Co-Fundador Agrolend), Valéria Bonadio (Co-Fundador Agrolend), Sebastian Lüth (Vice-Presidente Sênior Crop Protection HELM do Brasil) e Carlos Fagundes (Co-Fundador Agrolend).

A HELM do Brasil e a Agrolend firmaram uma parceria para financiar produtores rurais em todo o território nacional com potencial de gerar mais de R$ 50 milhões de operações até o próximo ano, por meio da plataforma digital da Agrolend que oferece crédito rápido, fácil e sem burocracia, utilizando o número do CPF do produtor rural, impulsionando ainda mais os negócios da HELM do Brasil. A expectativa é que o modelo de financiamento atenda mais de 200 produtores rurais, entre vendas diretas e vendas dos seus distribuidores.

Pesquisa realizada este ano pela Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) com mais de 4 mil produtores de todo o País apontou que ainda há muitas dificuldades de acesso ao crédito rural por parte de parcela considerável do setor, principalmente na agricultura familiar. Apesar da contratação acelerada de mais de R$ 190 bilhões nos primeiros 10 meses do atual Plano Safra (21/22), o excesso de burocracia continua a ser um entrave, permitindo a Agrolend inovar em seu modelo de crédito, levando uma nova experiencia ao produtor rural na sua tomada de crédito.

Entre os 4.336 entrevistados, 38% responderam que nunca acessaram nenhum tipo de crédito rural. No ano passado, 8,4% precisaram de financiamentos e tentaram obter recursos junto aos bancos ou cooperativas, mas não conseguiram. As principais dificuldades destacadas foram o excesso de “papelada” e burocracia, as garantias exigidas nas operações, a demora na liberação do crédito e a falta de informação.

Além das vendas diretas, a parceria também pretende atingir os clientes indiretos da HELM do Brasil, de forma que o distribuidor da marca participa da venda ao produtor rural, conforme explica o Head de Crédito e Cobrança da HELM do Brasil, Carlos Fernandes. Segundo ele, o crédito fornecido pela Agrolend financiará a compra de produtos da HELM para produtores de diversas culturas e segmentos como soja, milho, algodão, café, hortifrúti e etc.

Qualidade na análise do crédito

Com um aplicativo que se pluga à base de provedores de informações, a Agrolend faz uma avaliação quase instantânea para conceder o empréstimo. A fintech de crédito já tem licença do Banco Central do Brasil (BCB) como uma Sociedade de Crédito Direto (SCD).

Segundo Carlos Fernandes, o processo de análise de qualidade de crédito é simples e prático. O agricultor faz seu cadastro, em um processo que dura cerca de 3 minutos, pelo celular através de um link enviado via WhatsApp e aguarda a análise de credito em até 3 dias uteis.  O processo é o mesmo para agricultores clientes da HELM ou da distribuidora.

Caso a análise do crédito, que é totalmente automatizada, for aprovada, a Cédula de Produto Rural Financeira (CPRF) é enviada para assinatura no WhatsApp do produtor. Como não há garantias reais na CPRF, esse processo é 100% digital, rápido e não há necessidade de registro em cartório. A assinatura pelo aplicativo é feita de forma moderna para o Agro, similar ao processo de abertura de contas nos bancos digitais urbanos. O tempo médio entre a solicitação de uma operação financeira e o desembolso dos recursos é de até 10 dias corridos, um período mais rápido que as alternativas existentes no setor.

Carlos destaca que a HELM do Brasil está constantemente em busca de novas ferramentas para viabilizar vendas que beneficiem os clientes. Atualmente conta vários programas de financiamento em vigor, mas nenhum é tão simples e fácil quanto o da Agrolend. “Esse modelo é extremamente inovador. O crédito é ofertado ao produtor rural de forma muito mais simples e rápida, com custo bastante adequado. É um produto financeiro que tem muito potencial de crescimento. Estamos vivenciando uma verdadeira inovação no setor”, avalia.

“A parceria com a HELM é nossa primeira com uma multinacional deste porte. A HELM é uma gigante do setor Agro, com uma marca muito reconhecida entre os produtores rurais”, comenta o co-fundador da Agrolend, Andre Glezer. Seu irmão, que também é co-fundador da fintech, Alan Glezer, completa: “A parceria entre Agrolend e HELM ajudará os produtores rurais do Brasil a aumentar sua produtividade e rentabilidade, utilizando os produtos inovadores da HELM e o financiamento sem burocracia da Agrolend”.

Para o Vice-Presidente Sênior Crop Protection Brasil, Sr. Sebastian Lüth, a parceria entre as duas empresas traz benefícios interessantes especialmente para o produtor rural. “Inovação vai além dos produtos, também são serviços”. Desta forma, a ferramenta Agrolend vai permitir, de forma simples, ágil e prática, o acesso ao crédito para que o produtor seja mais competitivo. Além da venda direta, a possibilidade das vendas indiretas via distribuidor HELM nos aproxima ainda mais dos nossos parceiros. As expectativas são ótimas”, comenta Lüth.

Fonte: Ass. de imprensa
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Silagem de sorgo: dicas e orientações

O cuidado com o processamento e o manejo de ensilagem deve ser o mesmo de qualquer outra silagem

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Fotos: Assessoria

A silagem de sorgo é um volumoso de bom valor nutritivo assim como a silagem de milho, comumente utilizada em muitos sistemas de produção. Pode ser uma excelente alternativa devido sua alta produção, com menor custo e bom valor energético. Embora tenha a digestibilidade (o quanto o animal aproveita de nutrientes) menor que a do milho e um teor de fibra maior, pode sustentar facilmente o desempenho dos animais. No entanto, com os híbridos atuais a sua exigência e cuidados são semelhantes ao milho.

O cuidado com o processamento e o manejo de ensilagem deve ser o mesmo de qualquer outra silagem. Sabemos o quanto é importante obedecer a correta compactação, ponto de colheita e vedação. Além disso, quando inoculada, a silagem de sorgo pode se apresentar com menos perdas de fermentação e maior digestibilidade quando comparada aquela não inoculada. Para o ponto de colheita, a regra é fazer a determinação do teor de matéria seca, assim como fazemos para outros cultivares. Podemos utilizar o forno micro ondas ou uma air fryer por exemplo. Para melhor aproveitamento do grão de sorgo, usualmente ensilamos o material entre 30 e 35% para permitir boa compactação, menor risco de perdas ou chorume excessivo e melhor quantidade de amido do grão. Quando deixamos passar muito de 35% o grão fica muito resistente, dificultando a quebra pela ensiladeira e consequentemente perde sua eficiência na digestão do animal.

O tamanho de partícula vai variar de acordo com o tipo de ensiladeira e amolação das facas mas normalmente fica entre os 0,5 e 1,5 cm. Ressaltamos aqui a importância de realizar o teste de separação de partículas com a peneira Penn State, para também determinar a correta estratificação do material picado. Partículas muito pequenas não favorecem boa ruminação enquanto partículas muito grandes podem proporcionar maior índice de seleção no cocho. Mais tempo selecionando significa menos tempo se alimentando de fato, resultando em menor produção.

Por fim, além do cuidado com o processamento em si, temos alternativas que nos auxiliam à obtenção de um melhor material. A utilização de inoculantes microbianos aliada à correta vedação com barreiras de oxigênio contribuem para maior produção desejável de ácido lático, menos perdas de matéria seca e menor produção de fungos ou leveduras. A Ourofino Saúde Animal conta com o Silosolve MC, que pode perfeitamente ser utilizado na silagem de sorgo. O Silosolve MC é o único com patente no mercado para o controle direto de clostrídios, muito comuns em materiais mais úmidos. E, para vedar corretamente o material, conte com SilageSeal, barreira de oxigênio que vai reduzir drasticamente a entrada de ar no silo, aumentando a qualidade de fermentação e diminuindo as perdas.

Fonte: Assessoria
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Cobb Academy é lançada com curso em avicultura

Com o objetivo de formar gerações futuras da avicultura o “Programa Cobb-Vantress de Gestão Avícola de Alta Performance” tem grade curricular de MBA e é ministrado gratuitamente por profissionais de renome da avicultura mundial e atuação no Brasil, nos Estados Unidos e regiões da Ásia e Oriente Médio

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médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress no Paraná e coordenador do curso, Lucas Schneider- Foto: Divulgação

O “Programa Cobb-Vantress de Gestão Avícola de Alta Performance” marca o lançamento da Cobb Academy com um dos mais completos cursos em avicultura no país em mais uma iniciativa inovadora. Lançado pela companhia, ele tem duração de 160 horas, ministradas em 14 meses por professores de renome internacional, todos eles profissionais de destaque em suas áreas e com atuação no Brasil, nos Estados Unidos e também em regiões como Ásia e Oriente Médio.

O objetivo é o aprimoramento técnico de profissionais e processos da avicultura, pensando na formação de gerações futuras, explicou o médico veterinário gerente Regional da Cobb-Vantress no Paraná e coordenador do curso, Lucas Schneider. “O foco está no desenvolvimento de pessoas e estreitar ainda mais o relacionamento da casa genética com a agroindústria, agregando valor à cadeia produtiva e com a responsabilidade de multiplicar conhecimento”, disse o especialista.

De acordo com ele, este curso quer colaborar com melhor eficiência produtiva e redução de custos através de melhora em processos e gestão. “É melhorar o pay-back para o avicultor”, definiu o coordenador ressaltando que o curso virtual ocorre na plataforma de e-learning Cobb Academy, que também deve receber outros treinamentos, com módulos volantes ou cursos específicos. Entretanto, para este curso de lançamento, ele explica que as aulas são ministradas a cada 15 dias, às sextas-feiras, das 13h às 18h.

“E temos provas, controle de presença, projeto de conclusão de curso, certificação e até formatura”, explica Schneider lembrando que são 30 estudantes. “É um grupo indicado pela agroindústria. São aqueles profissionais que estarão na gestão destas empresas”, definiu ele salientando que os participantes têm grande experiência no setor e, por isso, foram convidados 64 professores de vários países. “Tivemos um módulo inicial de mercado, depois tivemos módulos de genética, biosseguridade e sanidade. E temos avaliação ao final de cada módulo, por isso o tempo de duração de cada um deles pode variar de acordo com o tema específico”.

 

Cobb Academy

Schneider reforça que a Cobb Academy coloca a empresa em um novo patamar. “Na Cobb, sempre nos sentimos na obrigação de multiplicar o conhecimento. E esta plataforma nos coloca em um outro nível, seja pela facilidade de difundir a informação, seja pela profundidade em que estamos formando os profissionais do futuro. Esta iniciativa nos consolida como uma empresa parceira, amiga do setor e que contribui com o segmento como um todo. Sempre investimos na capacitação profissional, mas agora estamos fazendo de uma maneira diferente”, salienta o médico veterinário.

Ele destaca ainda que este curso é mais uma iniciativa e acontece simultaneamente a outras ferramentas já conhecidas, como os webinários, as Escolas Virtuais e os treinamentos em empresas clientes. “Todos estes cursos continuam. A diferença deste novo programa é que ele traz aulas com profissionais de todos os elos da cadeia produtiva. Não são apenas profissionais da Cobb, então soma muita experiência. E a gente consegue trazer muita informação para a sala de aula porque tivemos o cuidado de selecionar professores que estão no dia a dia da avicultura. Seja em universidade ou na agroindústria. Temos abordagem teórica, mas também estamos muito focados na prática do dia a dia do profissional”.

Fonte: Assessoria
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Alimentos alternativos são chave para reduzir custos de nutrição na suinocultura

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Divulgação Auster

O custo de produção da suinocultura torna-se cada vez mais elevado, fazendo com que a manutenção da atividade tenha muitos desafios. Segundo a Embrapa Aves e Suínos, em outubro de 2021 a nutrição representou 80,83% do total do custo de produção, fato esse que é acompanhado pela oscilação de preços das principais matérias-primas da ração: milho e farelo de soja.

Dessa forma, o uso de alimentos alternativos na nutrição de suínos torna-se de extrema relevância, com o objetivo de redução dos custos de produção e aumento na rentabilidade econômica. Ao escolher um alimento alternativo, alguns fatores devem ser considerados. Entre eles, a composição nutricional e a presença de fatores anti nutricionais, disponibilidade devido à sazonalidade, digestibilidade e nível de inclusão ideal, condições fabris de manipulação e viabilidade econômica, entre outros.

No que diz respeito ao percentual de participação nos custos de ração, no passado a proteína representava o maior percentual na dieta de suínos. Logo, o uso de produtos de origem animal, como farinhas de carne e ossos, peixes, penas, vísceras e sangue, além dos subprodutos do processamento de vegetais, como farelos de soja, glúten, algodão, girassol e canola, leveduras de destilarias e polpa cítrica, entre outros, se tornaram ingredientes-alvo de pesquisas para a substituição do farelo de soja. Entretanto, atualmente a energia se tornou um ingrediente tão caro quanto a proteína. Dessa forma, alimentos como sorgo, milheto, mandioca, triticale e farinha de arroz aumentaram ainda mais a participação na nutrição de suínos. Além desses itens, outros resíduos da indústria alimentícia humana, como pão, macarrão e bolacha, entre outros, também passam a ser opções nas formulações das dietas.

Além do uso de alimentos alternativos, outras ferramentas podem auxiliar na busca de nutrição animal com precisão e redução de custos, como o uso de enzimas exógenas. As enzimas promovem a melhoria da digestibilidade dos ingredientes e auxiliam na redução da variação de qualidade dos ingredientes. Uma das opções são as fitases, que atuam impedindo que o fósforo vegetal, presente em alimentos como farelo de soja, seja eliminado nas fazes sem o aproveitamento do organismo.

Realizar formulações precisas, aproveitando a melhor relação econômica de alimentos e subprodutos conforme as variações de preços do mercado, atender às exigências nutricionais dos suínos e fornecer alternativas para redução de custos são estratégias que a Auster promove junto aos seus clientes. Dessa forma, com o controle dos custos de produção e busca contínua de melhoria dos resultados zootécnicos, é possível realizar não apenas a manutenção, mas também o crescimento da suinocultura brasileira.

Por Ana Paula Backes, médica-veterinária da Auster Nutrição Animal

Fonte: Ass. de Imprensa Auster
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