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Parceria entre Dow AgroSciences e Associação Brasileira dos Criadores de Zebu incentivará o acesso do pequeno e médio produtor às novas tecnologias de pastagens

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A Dow AgroSciences, presente há mais de 50 anos no mercado de pastagens no Brasil e líder no segmento de herbicidas, e a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), maior entidade da pecuária zebuína no Brasil – segmento que representa cerca de 80% do rebanho bovino nacional – oficializam, hoje, 1º de novembro, parceria com duração inicial de três anos para o desenvolvimento e a disseminação de inovações em melhoramento da genética  bovina e de tecnologia de pastagens.  
Consolidada em pesquisa e desenvolvimento para o mercado de pastagens, a Dow AgroSciences busca soluções inovadoras para reforçar o seu relacionamento com o pecuarista e contribuir para o aumento da produtividade do rebanho bovino do país de forma sustentável.
A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu conta com  cerca de 20 mil
associados  e atua no registro genealógico, melhoramento genético e promoção
das raças zebuínas, contribuindo para o aumento sustentável da produção de
carne e leite. 
A partir da parceria com a Dow AgroSciences, a ABCZ proverá a seus associados conhecimentos sobre a recuperação e o aumento da produtividade das pastagens, fator que está diretamente ligado à da nutrição animal, uma vez que o gado no Brasil é produzido basicamente a pasto.  
O acordo prevê que tecnologias poderão ser multiplicadas entre os produtores
ligados aos Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino do Estado de Minas Gerais (Pró-Genética) e Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ), desenvolvido pela ABCZ. Os programas visam contribuir para a criação de mecanismos que aumentem a produção e, consequentemente, a renda do pequeno e médio produtor rural.
A cooperação prevê ainda a criação de cursos técnicos direcionados aos profissionais de campo da Dow AgroSciences e da ABCZ na Fazu (Faculdades
Associadas de Uberaba), que conta com forte tradição na área de Zootecnia, e
a participação nas feiras EXPOZEBU e  EXPOGENÉTICA.
Ao longo de 2014, estão programadas pesquisas e demonstrações técnicas para
soluções na área de pastagens na Estância Orestes Prata Tibery Jr. (antiga Estância Zebu) e a promoção de pelo menos 30 Dias de Campo em todo o Brasil.
“A associação com a ABCZ é uma forma de reforçar o compromisso Dow, ao lado desta grande instituição, em proporcionar conhecimentos em tecnologia de
produção a pasto para os pecuaristas”, na avaliação de Roberto Risolia, Gerente de Sustentabilidade em Pastagem na DowAgroSciences. 
“A melhoria de qualidade das pastagens é um dos pilares do trabalho da ABCZ em prol do aumento de produtividade da pecuária brasileira. Esta parceria com a Dow, empresa reconhecida globalmente por sua atuação no segmento, reforça esse compromisso e certamente gerará importantes resultados para a cadeia produtiva da carne e do leite”, assinala Luiz Claudio Paranhos, presidente da ABCZ.
 
Sobre a Dow AgroSciences 
A Dow AgroSciences, com sede em Indianápolis, Indiana, nos Estados Unidos,
desenvolve soluções inovadoras para a proteção de cultivos e biotecnologia de plantas para atender aos desafios de um mundo em crescimento. A Dow AgroSciences é uma subsidiária em caráter integral da The Dow Chemical Company e obteve um volume de vendas global de US$ 6,4 bilhões em 2012. 
Sobre a ABCZ
A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) é responsável pelo registro genealógico, melhoramento genético e promoção das raças zebuínas (nelore, nelore mocho, gir, gir mocho, guzerá, indubrasil, Brahman, cangaiam, sindi e tabapuã). Juntas, estas raças representa cerca de 80% do rebanho nacional, que também é o maior rebanho comercial do mundo. Com mais de 20 mil associados, a entidade atua em todo o território nacional, com a missão de contribuir para o aumento sustentável da produção de carne e leite.

Fonte: Texto Assessoria

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Notícias Para o produtor

Custos de produção de aves e suínos aumentaram em 2018

Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018

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Arquivo/OP Rural

Apesar de os custos de produção de frangos de corte calculados pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa terem se mantido estáveis em dezembro de 2018 (218,06 pontos, ante 218,05 em novembro), acumularam uma alta de 14,21% durante todo o ano passado.

 Apenas os custos com a nutrição subiram 11,65% nos 12 meses de 2018. O gasto com a alimentação das aves representa 69% do total dos custos de produção dos frangos. Em seguida, as maiores altas em 2018 ficaram com os itens pinto de um dia (2,18%), custo de capital (0,18%) e depreciação (0,16%).

O custo de produção do quilo do frango de corte vivo também se manteve estável em dezembro, encerrando o ano em R$ 2,82 no Paraná, valor calculado a partir dos resultados em aviário tipo climatizado em pressão positiva.

Já o ICPSuíno caiu pelo terceiro mês consecutivo, chegando aos 219,49 pontos em dezembro, -1,34% em relação a novembro de 2018 (222,47 pontos). No ano, os custos de produção de suínos subiram 9,85%, influenciados principalmente pela alimentação dos animais, que teve um aumento de 9,68%.

O custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina caiu para R$ 3,84 em dezembro (o menor valor desde março de 2018). 

Os índices de custos de produção foram criados em 2011 pela equipe de socioeconomia da Embrapa Suínos e Aves e Conab. Santa Catarina e Paraná são usados como estados referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Fonte: Embrapa Suínos e Aves
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Notícias Mercado

Desaquecimento de negócios pressiona valores da carne de frango

Vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano

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Arquivo/OP Rural

Colaboradores do Cepea afirmam que as vendas da carne de frango estão desaquecidas, como é tipicamente observado em início de ano. Assim, as cotações do produto, especialmente do congelado, estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas. Na Grande São Paulo, o preço do frango inteiro congelado recuou 0,6% frente a dezembro, com média de R$ 4,37/kg na parcial deste ano (até 17 de janeiro).

Quanto à carne resfriada, por outro lado, foram observadas variações distintas na primeira quinzena de janeiro dentre as regiões pesquisadas pelo Cepea. No comparativo com janeiro/18, porém, os preços atuais estão significativamente mais elevados, em termos nominais.

Fonte: Cepea
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Notícias Ovos

Poder de compra do avicultor inicia 2019 em queda

Quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor desde 2013

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Domicio Faustino

De acordo com pesquisadores do Cepea, a oferta elevada, que segue pressionando as cotações dos ovos, tem impactado negativamente o poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos utilizados na alimentação das poedeiras, o milho e o farelo de soja.

Na parcial deste mês, a quantidade de cereal que o produtor consegue comprar com a venda dos ovos brancos é a menor de toda a série do Cepea, iniciada em maio/13. Já sobre a quantidade do derivado da soja, é a menor desde dezembro/13.

Fonte: Cepea
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