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Empresas Parceria

Parceria entre BRF e Banco do Brasil irá gerar 25 mil Megawatts de energia limpa no país

Cerca de 10 mil produtores integrados nos estados do Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Goiás terão acesso à linha de crédito de R$ 200 milhões para aquisição de equipamentos

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Arquivo/OP RURAL

Fruto de um acordo assinado no final do ano passado com o Banco do Brasil, nova linha de crédito especial destinada aos cerca de 10 mil produtores integrados da BRF em todo o País vai gerar 25 mil megawatts de energia limpa nos próximos três anos através da instalação de painéis solares. Para se ter uma ideia, esta quantidade é mais que o dobro da capacidade instalada de geração de energia da usina hidrelétrica de Belo Monte (PA). A expectativa é que a iniciativa gere uma economia de aproximadamente 6.760 MWh/mês, que deixarão de ser adquiridos no mercado cativo de energia e passarão a ser gerados nas próprias propriedades.

Os recursos a serem disponibilizados na primeira etapa da parceria somam R$ 200 milhões, e devem ser aplicados exclusivamente para cerca de 520 projetos de aquisição e instalação de painéis solares nas propriedades – com o valor podendo ser aumentado conforme a aderência dos produtores.

“Vamos executar nossa estratégia de crescimento combinando geração de valor econômico com utilização cada vez mais eficiente dos recursos naturais”, afirma Carlos Moura, vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores da BRF. “O Banco do Brasil tem sido um grande parceiro e está engajado na construção de soluções abrangentes e sustentáveis para os nossos integrados”, destaca.

A BRF conta com produtores integrados nos estados do Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Goiás.

Atualmente, 93% da energia utilizada nas operações da Companhia vêm de fontes renováveis e há o compromisso de que em 10 anos, 50% da energia consumida pela BRF seja originada com autogerarão por fontes limpas como a eólica e a solar.

“Essa parceria reforça nosso compromisso de fomentar a transição dos nossos clientes para produção mais sustentável, aumentando a matriz energética limpa. Trata-se de uma iniciativa pioneira e conjunta com a BRF e todos seus integrados para promover a geração de energia renovável nas unidades de produção com o financiamento de painéis solares”, afirma João Rabelo Jr, Vice-Presidente de Agronegócios e Governo do Banco do Brasil.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Leite

Muito além do leite materno: outros fatores que influenciam no desenvolvimento saudável das bezerras

Cuidado adequado com os animais pode levar à máxima expressão do potencial genético e mais lucro ao produtor

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Divulgação Quimtia

A alimentação e o manejo das bezerras são fundamentais para manter o bem-estar dos animais, afinal, saudáveis se tornam vacas fortes e preparadas para continuar o ciclo de produção de leite. Para tal, é necessário entender de que maneira o trato deve acontecer para aproveitar todo o potencial genético e trazer ainda mais lucro ao produtor.

Para garantir a nutrição das bezerras logo após o nascimento, é oferecido o colostro da matriz ou ainda de outra vaca doadora, que teve esse alimento congelado para uso posterior. Esse material é rico em nutrientes e possui anticorpos que auxiliam no combate a diversas doenças. O colostro é oferecido às bezerras por meio de sonda ou mamadeiras, e cada animal consome em média seis litros nas 12 primeiras horas, recebendo este alimento até o terceiro dia de vida.

Suplementação

Como o leite geralmente se torna apto à comercialização a contar do terceiro dia da lactação, a partir desse período se inicia a mudança gradual de alimentação das bezerras, a fim de destinar quase todo o leite para a venda. “Para substituir o leite, um sucedâneo lácteo deve ser dado à bezerra diariamente na proporção de 10 a 15% do seu peso. Para que elas possam consumir melhor o alimento, ele precisa ser dividido em duas ou três porções diárias até as fêmeas atingirem por volta de 90 kg, sendo então desmamadas”, explica Solano Alex Oldoni, analista técnico da Quimtia.

Junto com o substituto, é importante oferecer uma ração com alta palatabilidade e nutrientes específicos para cada fase da vida. Com a suplementação, as bezerras podem atingir seu ápice genético e, dessa maneira, serem mais fortes durante toda a sua vida e desenvolverem um leite de melhor qualidade. Após 45 dias de vida, além dos outros complementos, os animais ainda devem ter acesso ao feno de boa qualidade.

“As principais vantagens do uso de suplementos para bezerras é a garantia de um alimento de alto padrão diariamente, a possibilidade de aleitamento mais vezes ao dia, independentemente do número de ordenhas, além da prevenção de doenças, pois esses produtos são ricos em aditivos, minerais e vitaminas que melhoram o desenvolvimento animal”, conta o especialista.

A Quimtia, empresa referência em nutrição animal, conta com uma linha composta por diversas soluções que auxiliam o produtor. Entre seus principais produtos, estão o Bovistart, o Nuvilac e o Nuvimilk, alimentos que podem ser diluídos em água morna e atuam como substituto do leite materno ou ainda podem ser disponibilizados de maneira conjunta. As enzimas exógenas também podem ser usadas para aumentar a imunidade e ampliar a eficiência alimentar.

Manejo

Um dos fatores que merece atenção redobrada no manejo das vacas é a água. A bezerra precisa de água limpa, fresca e de boa qualidade desde os primeiros dias de vida. Para evitar que o animal desidrate e perca peso por causa de doenças como a diarreia, é preciso oferecer produtos constituídos de leveduras vivas que devem ser adicionadas na ração. O Biosinergy da Quimtia é um exemplo de produto com essa finalidade.

Mais do que da água, o ambiente em que esses animais estão inseridos também deve estar sempre limpo, desde os utensílios usados para alimentação até o espaço de descanso. Além disso, o local deve estar seco, aquecido e com amplo espaço para que as bezerras se movimentem.  “É preciso lembrar que as vacas são um animal com rotina, por isso o manejo alimentar deve ser sempre feito no mesmo horário”, ressalta Oldoni. O especialista ainda alerta que os produtores sigam o calendário de vacinação e vermifugação de cada categoria animal do rebanho, para que não exista perda de desempenho por questões sanitárias.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Defensivos Agrícolas

Programa Aplique Bem completa 14 anos com 72,9 mil agricultores treinados em todo o país

A iniciativa do CEA/IAC em parceria com a UPL implementou protocolo de prevenção ao coronavírus para continuar levando informação ao campo

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Divulgação/Aplique Bem Tech Móvel

A agricultura não parou durante a pandemia de covid-19. E junto com o trabalho de produção de alimentos no campo, o Programa Aplique Bem seguiu com sua missão de treinar produtores e funcionários de empresas agrícolas sobre a correta aplicação de defensivos agrícolas em diferentes cultivos. A iniciativa do Instituto Agronômico (IAC) em parceria com a UPL chega aos 14 anos em 2021, tendo já levado informações a 72.902 pessoas.

“Para manter a segurança das equipes e dos participantes, reduzimos as turmas pela metade, chegando a 10 pessoas, e aplicamos um protocolo de prevenção ao coronavírus. Essas medidas envolveram o distanciamento entre as pessoas e a realização de treinos em locais mais arejados, com uso de máscara e álcool em gel, o que garantiu a eficácia dos encontros”, afirma Cláudia Barreto, gerente de Stewardship da UPL Brasil.

O modelo adotado pelo Aplique Bem é inédito no Brasil. O programa conta com cinco laboratórios itinerantes – batizados de tech móveis. Quatro deles percorrem todo o território nacional, enquanto um veículo destina-se exclusivamente à Pesquisa Participativa, no circuito das frutas do interior do Estado de São Paulo. Os treinamentos são gratuitos e já foram “exportados” com êxito para Colômbia, México, Vietnã, Burkina Faso, Costa do Marfim, República do Mali e Gana.

“Em vez de levarmos os agricultores e funcionários para a sala de aula, levamos a sala de aula até eles. Esse modelo de treinamento não só aumenta a participação dos trabalhadores como permite a prática para melhor fixação do aprendizado”, afirma o doutor em agronomia Hamilton Ramos, pesquisador científico do CEA/IAC e coordenador do programa. Segundo ele, as turmas pequenas são uma estratégia para não comprometer a qualidade do conteúdo.

Cláudia Barreto, que é engenheira química, salienta que o projeto se trata de uma prestação de serviços para a agricultura. “O Aplique Bem leva conhecimento ao campo para melhor uso da tecnologia e uso racional de defensivos agrícolas, contribuindo para a produção de alimentos seguros e de qualidade, otimizando a produção e diminuindo gastos, além de proporcionar mais segurança para quem aplica e menos impactos ao meio ambiente.”

 

Benefícios e pioneirismo

Os benefícios do programa Aplique Bem vão além da aplicação correta dos defensivos agrícolas, explica a gerente da UPL. “Os trabalhadores bem treinados utilizam os equipamentos de proteção (EPIs) de forma correta e fazem as aplicações adequadamente, inclusive com as máquinas de aplicação bem reguladas. Assim, toda a cadeia da produção de alimentos é beneficiada: o agricultor tem economia de defensivos agrícolas, a saúde e o bem-estar dos trabalhadores são preservados, o meio ambiente não é afetado e os consumidores recebem alimentos de qualidade”, enfatiza.

Outro pioneirismo do Aplique Bem é a adoção e a validação da norma internacional ISO 16.122 para avaliação da qualidade dos pulverizadores em uso no Brasil. O programa foi o primeiro a adotar essa normativa, de 2015.

“Temos muito orgulho de realizar um programa que já treinou quase 73 mil pessoas no campo. Já são 14 anos desde o lançamento e o Aplique Bem continua cumprindo um papel muito importante e, além de tudo, mais atual do que nunca. Trabalhamos continuamente para que essa iniciativa cresça e se multiplique com a parceria de nossos clientes, inclusive de forma global”, afirma Fábio Torretta, presidente da UPL no Brasil.

Fonte: Ass. de Imprensa.
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Empresas

DRENCH UP, o novo suplemento nutricional da Auster para pós-parto seguro das vacas leiteiras

Auster Nutrição Animal amplia seu portfólio, com produto para eficaz suporte nutricional para as fêmeas em períodos de grande estresse e exigência nutricional.

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Divulgação Auster

O pós-parto exige muito do metabolismo das vacas leiteiras, sendo um período de total dedicação das mães às suas crias. Dessa forma, é preciso ter especial atenção à recuperação corporal das fêmeas dos pontos de vista fisiológico, hormonal e muscular. “No final da gestação é comum haver redução de consumo de matéria seca, gerando, consequentemente, deficiência energética, proteica e de cálcio. Nesse momento, as vacas têm o feto, a placenta e o líquido amniótico ocupando muito espaço na cavidade abdominal. Logo após o parto, esse espaço fica vazio, sendo necessário o reposicionamento dos órgãos de maneira adequada, para evitar a torção do Abomaso e demais órgãos digestivos”, explica o médico veterinário Mario Viderman, gerente de produtos  de bovinos da Auster Nutrição Animal.

Com o objetivo de atender às necessidades nutricionais e contribuir para a saúde de bovinos leiteiros, a Auster Nutrição Animal, empresa 100% brasileira dedicada à nutrição animal e com mais de 10 anos de experiência no mercado, amplia o seu portfólio com o lançamento de DRENCH UP, suplemento mineral, vitamínico e energético enriquecido com leveduras e tamponantes, para  estimular o funcionamento ruminal, reestabelecer o equilíbrio eletrolítico, reposicionar os órgãos após a saída da cria e proporcionar uma eficaz fonte de energia às vacas.

DRENCH UP possui alta palatabilidade quando diluído, disponibilizando imediatamente energia e minerais. Ele é composto por colina (betaína), que auxilia nas funções hepáticas; niacina, que proporciona melhor disponibilidade de energia; e alta dosagem de leveduras vivas, com capacidade de multiplicação no trato digestivo. O suplemento da Auster auxilia no aumento da ingestão de alimentos e água, reativação da atividade ruminal desses animais e hidratação intra e extracelular. “Ao ingerir DRENCH UP, a vaca consegue colocar peso nos órgãos do aparelho digestório, o que ajuda no seu correto reposicionamento e, mais importante, reidratar o mais breve possível. Além disso, estamos fornecendo os suplementos minerais, energéticos e vitaminas, auxiliando esses animais a terem período pós-parto seguro”, afirma Viderman.

De fácil dissolução, DRENCH UP deve ser ofertado logo após o parto, visto que a vaca procurará água e alimentos, devendo bastar dose única. O novo suplemento da Auster deve ser fornecido em bebedouros para ingestão oral voluntária, de acordo com as necessidades das fêmeas, período de tratamento, grau de desafio e sob a indicação técnica de profissional especializado.

Fonte: Ass. de Imprensa
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