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Parceira da suinocultura brasileira no XV SNDS

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A Bayer Saúde Animal, uma das maiores empresas de sanidade animal do mundo, é patrocinadora ouro do XV SNDS (Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura), que acontece de 29 de julho a 2 de agosto, para reforçar ainda mais sua parceria com os suinocultores brasileiros. 
Segundo o gerente de marketing da empresa, Luiz Felipe Lecznieski, os laboratórios devem ajudar no desenvolvimento e fortalecimento da suinocultura. “A ABCS tem ajudado bastante o setor e acreditamos que ainda vai fazer muito mais. Para nós, não basta vender, temos que reinvestir em pesquisa e ações para o desenvolvimento do setor, por isso a Bayer patrocina o SNDS”, explicou.
Para ele, o mercado busca cada vez mais empresas que ofereçam produtos de alta qualidade e reconhecidos internacionalmente para garantir a segurança e confiança na carne brasileira e o encontro de lideranças promovido pelo SNDS é boa oportunidade para demonstrar tais soluções. “2013 é um ano muito especial para nós. Estamos comemorando um aniversário muito importante: os 150 anos da Bayer. Por isso, esperamos ter o reconhecimento do setor como uma empresa parceira, que acredita e investe no presente e futuro da suinocultura brasileira”, finalizou.     
Lecznieski disse, ainda, acreditar que um evento como o SNDS pode contribuir de diversas maneiras, seja pela informação e troca de conhecimento ou pelo clima de descontração que motiva todos os participantes. 
“Espero um evento de alta qualidade, focado em temas atuais e mercado futuro. A suinocultura vem mudando e nossas empresas têm sido obrigadas a se adequar para garantir a rentabilidade. A volatilidade do mercado não permite que a gente fique desatualizado, espero aprender coisas novas e sair mais preparado para ajudar a suinocultura a crescer”, comentou. 
Organizado a cada dois anos pela ABCS (Associação Brasileira dos Criadores de Suínos), o XV SNDS reunirá palestrantes de nível insuperável, os principais líderes da suinocultura nacional e ibero-americana e um ambiente propício para melhor aproveitamento das apresentações, relacionamento e dos negócios.
Para mais informações acesse o site:
www.snds2013.com.br
 
Serviço:
XV Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura e III Congresso Ibero-americano de suinocultura
Data: 31 de julho a 02 de agosto
Abertura Oficial: 17h do dia 31 de julho
Local: Hotel Serrano Resort – Gramado/RS

Fonte: Ass. Imprensa da ABCS

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VBP Agropecuário do Paraná cresce R$ 24 bilhões em um ano

Recuperação das lavouras e avanço da pecuária elevaram o valor gerado pelo campo para R$ 212,6 bilhões em 2025.

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Foto: Divulgação

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná somou R$ 212,6 bilhões em 2025, de acordo com a análise preliminar da secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Os números representam um crescimento nominal de 13% em relação ao VBP de 2024 (R$ 188,3 bilhões). Ao considerar a inflação do período, o resultado foi 9% superior.

Foto: José Fernando Ogura/AEN

Os dados são levantados pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Seab, ao longo do ano, com pesquisas de preços e das condições das lavouras nos municípios. O VBP contempla aproximadamente 350 itens diversificados, incluindo grãos, proteínas animais, fruticultura, floricultura, silvicultura e uma ampla gama de produtos da agropecuária paranaense.

Para o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, a variação positiva em relação ao ano anterior demonstra a competitividade da agricultura paranaense. “O VBP traduz em números a força do campo no Estado. São os nossos agricultores, com o seu trabalho no dia a dia, que fazem toda a diferença. O Paraná segue entre as melhores agriculturas do País hoje e isso é motivo do orgulho. Nosso setor é pilar essencial da economia e carrega todo o valor das nossas entidades”, disse.

A coordenadora da Divisão de Estatísticas Básicas do Deral, economista Larissa Nahirny, explica que, pela quarta vez consecutiva, a pecuária liderou a geração de renda da agropecuária paranaense, respondendo por 53% do VBP estadual. O setor movimentou R$ 111,7 bilhões em 2025, com crescimento nominal de 14% em relação ao ano anterior, e expansão real de 10%. “As principais cadeias registraram expansão, tanto pelo aumento do abate de animais quanto pela maior produção de derivados”, afirmou Larissa Nahirny.

Outro ponto relevante da análise é que a safra 2024/25 apresentou recuperação da produção das principais culturas de verão e de inverno do Estado. Soja, milho e

Foto: Shutterstock

trigo registraram aumento de produtividade, contribuindo para a recomposição do valor gerado pela agropecuária paranaense. Entre as principais lavouras, apenas o feijão 2.ª safra teve retração na produção. “Depois de adversidades climáticas da safra anterior, em 2025, vale ressaltar que a agricultura respondeu por 43% do VBP estadual, movimentando R$ 91,2 bilhões. O principal impulso veio dos grãos e grandes culturas, que alcançaram R$ 81,4 bilhões e avançaram 12% em termos reais”, diz a economista do Deral.

Já o setor florestal teve participação próxima de 5% no VBP estadual, movimentando R$ 9,7 bilhões em 2025, registrando retração de 1% em termos nominais e de 5% em termos reais.

Pecuária

Entre os destaques do setor, a avicultura manteve três atividades entre os dez principais produtos do VBP paranaense em 2025. O frango de corte permaneceu como a segunda atividade de maior importância econômica do Estado, respondendo por 17% do faturamento agropecuário. O VBP da atividade alcançou R$ 35,5 bilhões, com expansão real de 8%.

Foto: Divulgação

O segmento de recria para engorda apresentou um dos maiores avanços da avicultura em 2025. Foram comercializados cerca de 2,4 bilhões de pintinhos, enquanto os preços dos principais animais destinados à reprodução e ao corte registraram elevações expressivas. Como resultado, o VBP da atividade alcançou R$ 7,1 bilhões, com crescimento real de 37%.

Na bovinocultura leiteira houve crescimento em 2025. A produção superou 4,7 bilhões de litros, aumento de 3% em relação ao ano anterior, enquanto o preço médio recebido pelos produtores passou de R$ 2,61 para R$ 2,67 por litro.  Na bovinocultura de corte, o aumento do VBP em 2025 foi sustentado principalmente pela valorização dos animais comercializados. Como resultado, o VBP da atividade atingiu R$ 8,7 bilhões, com expansão real de 21%.

Agricultura

Segundo a análise do Deral, a soja permaneceu como a principal cultura do Paraná em 2025, respondendo por R$ 42,3 bilhões do VBP estadual. A produção alcançou 21,4 milhões de toneladas, aumento de 14% em relação ao ano anterior. Com isso, o VBP da cultura apresentou expansão real de 10%, impulsionada principalmente pela recuperação do volume produzido.

Já o milho teve um dos melhores desempenhos entre as principais culturas do Estado em 2025. A produção conjunta das duas safras atingiu 21 milhões de toneladas, crescimento de 34% frente ao ano anterior. O preço médio do milho 2ª safra se manteve próximo ao observado em 2024, oscilou de R$ 54,90 para R$ 53,89 por saca, de modo que a expansão real de 30% do VBP, que totalizou R$ 19,1 bilhões, decorreu do aumento da oferta do cereal.

E a cana-de-açúcar passou a integrar o grupo das dez principais atividades do VBP paranaense em 2025, ocupando a décima posição no ranking estadual. A cultura

Foto: Arnaldo Alves/AEN

movimentou R$ 4,8 bilhões, com expansão real de 4% em relação ao ano anterior. A produção alcançou 36,7 milhões de toneladas, crescimento de 5%, enquanto o preço médio recebido pelos produtores passou de R$ 127,60 para R$ 131,79 por tonelada, contribuindo para o aumento do valor gerado pela atividade.

Municípios

A partir da publicação das informações preliminares no Diário Oficial, os técnicos e gestores municipais podem analisar os números e, caso desejem, entrar com recurso fundamentado para questionar dados do desempenho agropecuário. “O prazo é de 30 dias a contar da publicidade oficial. Depois desse período, o Deral divulga o resultado final do VBP de 2025”, explicou o chefe do Departamento de Economia Rural, Marcelo Garrido.

Fonte: AEN-PR
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Ração mais barata reduz custo de produção de suínos e frangos no Sul do país

Em maio, custo do suíno caiu para R$ 6,23 por quilo em Santa Catarina e o do frango recuou para R$ 4,68 no Paraná. Alimentação representa mais de 60% das despesas nas granjas.

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A queda nos preços da ração voltou a aliviar os custos de produção de suínos e frangos de corte nos dois principais polos produtores do país. Em maio, Santa Catarina registrou nova redução no custo de produção do suíno vivo, enquanto o Paraná apresentou recuo no custo do frango de corte.

Os dados são da Central de Inteligência de Aves e Suínos (CIAS), da Embrapa Suínos e Aves, que acompanha mensalmente a evolução dos custos nas principais regiões produtoras do Brasil.

Em Santa Catarina, referência nacional na suinocultura, o custo de produção do suíno vivo passou de R$ 6,25 por quilo em abril para R$ 6,23 em maio, uma redução de 0,37%.

O Índice de Custo de Produção de Suínos (ICPSuíno) fechou maio em 356,33 pontos. No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, a queda é de 3,87%. Em relação aos últimos 12 meses, a retração chega a 1,51%.

Ração representa quase três quartos do custo

A alimentação segue sendo o principal componente das despesas nas granjas de suínos.

Em maio, a ração respondeu por 72,45% do custo total de produção em Santa Catarina. O item apresentou queda de 0,36% no mês e acumula redução de 2,83% desde janeiro.

A diminuição nos custos dos ingredientes utilizados na formulação das rações, especialmente milho e farelo de soja, vem contribuindo para reduzir a pressão sobre os produtores, embora a alimentação continue sendo o fator de maior peso na atividade.

Frango também registra queda

No Paraná, maior produtor brasileiro de carne de frango, o custo de produção caiu para R$ 4,68 por quilo em maio, redução de 0,38% em comparação com abril.

O Índice de Custo de Produção do Frango (ICPFrango) encerrou o mês em 362,13 pontos.

Apesar da queda recente, o indicador ainda acumula alta de 0,53% em 2026. Na comparação com maio do ano passado, entretanto, o custo está 2,05% menor.

A principal influência para a redução foi, novamente, a alimentação dos animais.

Os gastos com ração representaram 63,03% do custo total do frango de corte no mês e apresentaram retração de 1,15% em relação a abril. Nos últimos 12 meses, a queda acumulada é ainda maior, chegando a 6,63%.

Sul concentra principais referências do setor

Santa Catarina e Paraná são utilizados pela Embrapa como estados de referência para o cálculo dos índices nacionais de custo devido à liderança na produção de suínos e frangos de corte.

Santa Catarina ocupa a primeira posição na produção brasileira de suínos, enquanto o Paraná lidera o ranking nacional da avicultura de corte.

Além dos dois estados, a Central de Inteligência de Aves e Suínos também disponibiliza estimativas de custos para Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, permitindo aos produtores acompanhar a evolução das despesas e comparar a competitividade entre diferentes regiões.

Fonte: O Presente Rural
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Novo El Niño pode ser um dos mais intensos desde 1950

Fenômeno já está estabelecido no Oceano Pacífico e tem mais de 99% de probabilidade de atingir forte intensidade nos próximos meses, elevando o risco de chuvas intensas no Sul do Brasil.

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O El Niño voltou a se estabelecer no Oceano Pacífico Equatorial e pode atingir intensidade forte a muito forte ainda em 2026. Se as projeções atuais se confirmarem, o fenômeno poderá figurar entre os mais intensos já registrados desde 1950, aumentando o risco de chuvas acima da média, alagamentos e cheias de rios no Sul do Brasil.

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O alerta está no boletim trimestral divulgado pelo Conselho Permanente de Agrometeorologia Aplicada do Estado do Rio Grande do Sul (Copaaergs), que reúne análises de centros meteorológicos nacionais e internacionais.

Segundo o documento, o aquecimento das águas do Pacífico Equatorial vem sendo observado desde março deste ano. Na primeira semana de junho, a região conhecida como Niño 3.4, principal referência para caracterizar o fenômeno El Niño-Oscilação Sul (ENOS), registrou anomalia positiva de 0,7°C, índice suficiente para confirmar oficialmente o retorno do fenômeno.

Os demais setores monitorados do oceano também apresentaram aquecimento expressivo. As anomalias de temperatura chegaram a 0,7°C na região Niño 4, 1,0°C na Niño 3 e 2,1°C na Niño 1+2, próxima à costa oeste da América do Sul.

As medições reforçam a avaliação divulgada em 11 de junho pelo Centro de Previsão Climática da

Foto: Divulgação/Freepik

Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), que aponta tendência de fortalecimento do fenômeno nos próximos meses.

Probabilidade de quase 100%

As projeções do APEC Climate Center (APCC), centro climático sediado na Coreia do Sul, indicam 100% de probabilidade de permanência do El Niño no trimestre julho-agosto-setembro de 2026.

Mais do que isso, o instituto estima em 99,4% a chance de que o fenômeno atinja forte intensidade já nesse período.

Outro conjunto de projeções, elaborado pelo North American Multi-Model Ensemble (NMME), aponta continuidade do aquecimento até o início do verão 2026/2027.

Segundo o NOAA, existe 62% de probabilidade de ocorrência de um El Niño muito forte entre outubro e dezembro e 63% de chance de manutenção dessa intensidade no trimestre novembro-dezembro-janeiro.

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Caso esse cenário se confirme, o episódio poderá entrar para a lista dos mais intensos da série histórica iniciada em 1950.

Maior risco de chuvas extremas

Historicamente, episódios de El Niño estão associados ao aumento das chuvas no Sul do Brasil.

De acordo com o Copaaergs, o fenômeno eleva a probabilidade de precipitações acima da média e aumenta o risco de eventos extremos, como temporais intensos, alagamentos e cheias de rios em diversas localidades da região.

O monitoramento ganha importância porque o fenômeno começa a se intensificar justamente durante o inverno e a primavera, períodos em que o Sul costuma registrar episódios de chuva volumosa.

Embora ainda não seja possível detalhar a distribuição espacial ou o volume exato das

Foto: Divulgação/Pixabay

precipitações, os modelos climáticos convergem para um cenário de maior atenção ao longo do segundo semestre.

Inverno começou no último domingo

O inverno no Hemisfério Sul começou oficialmente no último domingo (21), às 05h24, e termina em 22 de setembro.

Climatologicamente, a estação é marcada pela redução das chuvas em grande parte do território brasileiro, especialmente nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e em áreas do Norte e Nordeste.

Nessas regiões, predominam massas de ar seco, que reduzem a umidade relativa do ar, dificultam a formação de nuvens e favorecem a ocorrência de queimadas e incêndios florestais.

No Sul do país, entretanto, o comportamento pode ser diferente neste ano. Com o fortalecimento do El Niño, cresce a expectativa de um período marcado por maior frequência de chuvas e pela ocorrência de eventos meteorológicos mais intensos, cenário que seguirá sendo acompanhado pelos centros de previsão climática nos próximos meses.

Fonte: O Presente Rural
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