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Paranaense aposta em livros de receitas de tilápia mirando o Guinness Book

Marilaine Del Pintor Sanches idealizou um manual de receitas da tilápia, que já chegou à segunda edição, conquistando apreciadores do pescado no Brasil, Estados Unidos, Chile, Portugal e Espanha.

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Foto: Divulgação/Faep

O Paraná é o maior produtor de tilápia do Brasil, atividade que cresce a olhos vistos, agregando renda e qualidade de vida a diversas família do Estado. Na ponta do consumo, a introdução do peixe no cardápio é sinônimo de alimentação mais saudável. Mas como esse processo ainda está caminhando, muitos consumidores não conhecem todas as possibilidades do pescado dentro da cozinha.

Mirando nisso, a empresária Marilaine Del Pintor Sanches, da empresa Piscicultura Piracema, com sede em Maringá, idealizou um manual de receitas da tilápia, que já chegou à segunda edição, conquistando apreciadores do pescado no Brasil, Estados Unidos, Chile, Portugal e Espanha. A empresa conta com 52 tanques na unidade de reprodução, 26 tanques para engorda e larvicultura, laboratório com aquários de reprodução, incubadoras para ovos e larvas, sistema de aquecimento e controle de água, caixas para depuração de alevinos e posto de comercialização de alevinos.

Farmacêutica de formação, Marilaine vendeu sua farmácia há quatro anos e foi trabalhar com o marido na empresa Piracema, que atua em toda cadeia do pescado, desde a produção de alevinos até a filetagem dos peixes adultos. O livro é mais uma forma de fomentar a produção da Piscicultura Piracema, criada em 1996, e que atende mais de 1,2 mil clientes nos Estados do Paraná e São Paulo.

“Como passei a ter filé fresco dentro da minha casa todos os dias, e eu adoro cozinhar, comecei a fazer os pratos, tirar foto e postar na internet. As pessoas viam e pediam a receita. Então eu escrevia e mandava para o cliente. Aí começamos a digitar e imprimir as receitas e quando fui ver já tinha 28. Então veio a ideia do livro de receitas, lançado ano passado”, conta a sócia-proprietária da empresa Piracema e autora do livro “O nosso peixe de cada dia”.

Na sua segunda edição, a publicação saltou de 28 para 62 receitas de tilápia, todas criadas pela Marilaine e testadas junto a seus familiares e colaboradores da empresa. Os pratos vão desde receitas simples, como “Filé de Tilápia a Grega”, até outras mais ousadas, como o “Filé de Tilápia a Wellington da Marilaine” (uma versão do prato clássico da culinária britânica feito com tilápia), charutinho, hamburguer, taco e até yakissoba feitos com o peixe (confira algumas receitas no endereço: facebook.com/pisciculturapiracema).

“Eu via que as pessoas faziam a tilápia sempre do mesmo jeito. O objetivo do livro é justamente divulgar o produto e ensinar o povo a usar o peixe. São coisas práticas que qualquer pessoa pode fazer e colocar na mesa, sem complicação”, garante a autora.

Para o futuro, Marilaine deseja figurar no livro dos recordes. Para isso ela já está se informando como entrar no Guinness Book com o livro com o maior número de receitas com tilápia do mundo. “Criatividade, intuição e paladar não me faltam”, afirma a autora, que já tem na manga mais receitas novas para a próxima edição.

Fonte: Ascom Faep/Senar-PR

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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