Notícias A partir do dia 21
Paraná recebe Caravana Embrapa FertBrasil na próxima semana
Guarapuava, Cascavel, Londrina e Ponta Grossa são as cidades paranaenses que irão receber a Caravana. Iniciativa objetiva debater a crise provocada pela falta de fertilizantes, assim como capacitar os participantes para incrementar as estratégias para racionalização no uso de insumos e estimular a adoção de boas práticas de manejo das culturas. As inscrições são gratuitas.

Guarapuava, Cascavel, Londrina e Ponta Grossa são as cidades polo do Paraná que irão receber, na próxima semana, a Caravana Embrapa FertBrasil, iniciativa que já passou por Mato Grosso do Sul e São Paulo e irá percorrer 48 regiões agrícolas brasileiras. O objetivo é debater a crise provocada pela falta de fertilizantes, assim como capacitar os participantes para incrementar as estratégias para racionalização no uso de insumos e estimular a adoção de boas práticas de manejo das culturas. As inscrições gratuitas estão abertas, conforme detalhado abaixo.
“Os pesquisadores da Embrapa e os nossos parceiros no Paraná estão reunidos em uma força-tarefa para compartilhar as tecnologias e os conhecimentos que podem aumentar a eficiência no uso de fertilizantes, assim como estimular a adoção de práticas sustentáveis para maximizar a produtividade, reduzir custo e aumentar a renda dos produtores”, explica Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja (Londrina -PR).
“Nossa expectativa é auxiliar na superação da crise provocada pela falta e pelo alto custo dos fertilizantes, por meio de capacitação e da troca de conhecimentos, estabelecendo um diálogo entre a pesquisa e o setor produtivo e propondo soluções tecnológicas para atender as necessidades de cada região”, ressalta Nepomuceno.
A Caravana Embrapa FertBrasil é uma ação realizada pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), da Embrapa e da Rede FertBrasil, com o patrocínio da Bayer, Bioma, Climate Field View, FertiSystem e da Rede ILPF, apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), do Sistema OCB, da Sindicato Nacional das Indústrias de Matérias-Primas para Fertilizantes (Sinprifert) e do Banco do Brasil.
No Paraná, a iniciativa conta com o apoio da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP / SENAR), Organização das Cooperativas do Paraná (OCEPAR), Conselho Regional de Engenharia Agronômica (CREA), Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná, Sociedade Rural do Paraná (SRP) e Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná).
O IDR-Paraná irá contextualizar a situação paranaense, detalhando os sistemas de produção regionais e locais e o uso de fertilizantes. De acordo com Sandro Cesar Albrecht, coordenador do projeto Grãos, do IDR – Paraná, o Estado se destaca na produção nacional de grãos, sempre com altas produtividades. E, segundo ele, a fertilidade do solo e o uso correto de fertilizantes é condição básica para o sucesso da lavoura. “A adubação das lavouras representa aproximadamente 40% do custo de produção, mas com tendência de alta devido à crise internacional de fornecimento deste insumo”, diz Albrecht.
Para ele, a Caravana Fertbrasil demonstra mais uma vez que a Embrapa está atenta às demandas dos produtores e ao contexto global da produção de alimentos. “Em especial no nosso Estado, esta iniciativa complementa ações já consolidadas de parceria da extensão rural com a pesquisa, particularmente no manejo integrado de pragas e doenças. É a oportunidade de pesquisadores, técnicos e produtores estarem juntos debatendo as soluções para os desafios que se apresentam”, diz Albrecht.
Programação no Paraná
No Paraná, a Caravana Embrapa FertBrasil começa no próximo dia 21 em Guarapuava, em seguida, vai a Cascavel (22), Londrina (23) e Ponta Grossa (24), que são importantes polos regionais na produção de grãos. No Estado, o evento é realizado pela Embrapa Soja e Embrapa Florestas. Os encontros foram divididos em cinco módulos e ocorrem no período da manhã, das 08h às 12h30.
Veja detalhes da programação:
Apresentação do sistema de produção local do uso de fertilizantes
Módulo 1 – Ferramentas para o planejamento agrícola: onde e quando plantar?
Módulo 2 – Boas Práticas para o Uso Eficiente de Fertilizantes e insumos para a nutrição de Plantas no Brasil
Módulo 3 – Novas tecnologias para suprimento eficiente de nutrientes às plantas
Módulo 4 – Uso de tecnologias digitais e sistemas de informação para recomendação de fertilizantes e insumos para a nutrição de plantas no Brasil
Módulo 5 – Tecnologias e práticas de manejo para a Sustentabilidade Agroambiental
Caravana Embrapa FertBrasil
A Caravana Embrapa FertBrasil iniciada, em maio, irá compartilhar informações e conhecimentos com profissionais que atuam na assistência técnica e extensão rural, sindicatos e associações rurais, e produtores. A expectativa é atingir cerca de dez mil profissionais, tornando-os multiplicadores das técnicas e orientações repassadas pela equipe da Embrapa e de instituições parceiras que integrarão a Caravana.
A Caravana vai abordar questões práticas e de impacto imediato, que ao serem adotadas poderão, junto com outras iniciativas do Plano Nacional de Fertilizantes, promover uma economia de até 20% no uso de fertilizantes no Brasil, já na safra 2022/2023, podendo resultar em até um bilhão de dólares de economia para o produtor rural brasileiro. O Brasil, atualmente, consome cerca de 8,5% dos fertilizantes em nível global, ocupando a quarta posição. China, Índia e Estados Unidos aparecem no topo da lista de consumo.
Esses países, ainda, são grandes produtores mundiais de fertilizantes, à exceção do Brasil, que importou em 2021 cerca de 89% das 43 milhões de toneladas consumidas na produção agrícola. No país, as culturas de soja, milho e cana-de-açúcar respondem por mais de 73% do consumo de fertilizantes. A Rússia é responsável por fornecer 25% dos fertilizantes para o Brasil. Junto com a Bielorrússia, chega a fornecer mais de 50% do potássio consumido pelo agricultor brasileiro anualmente.
Serviço: Caravana Embrapa FertBrasil – Guarapuava (PR)
Local: Auditório do Sindicato Rural de Guarapuava -Rua Afonso Botelho, nº 58, Bairro Trianon
Data: 21/06
Horário: 8h às 12h30
Inscrição gratuita: http://lp-cnpso.comunica.embrapa.br/caravana-fertbrasil-21-06-guarapuava-pr
Serviço: Caravana Embrapa FertBrasil – Cascavel (PR)
Local: ACIC – Associação Comercial e Industrial de Cascavel – Rua Pernambuco, nº 1800, Centro
Data: 22/06
Horário: 08h às 12h30
Inscrição gratuita: http://lp-cnpso.comunica.embrapa.br/caravana-fertbrasil-22-06-cascavel-pr
Serviço: Caravana Embrapa FertBrasil – Londrina (PR)
Local: Parque Governador Ney Braga – Recinto Milton Alcover – Avenida Tiradentes, nº 6275
Data: 23/06
Horário: 08h às 12h30
Inscrição gratuita: http://lp-cnpso.comunica.embrapa.br/caravana-fertbrasil-23-06-londrina-pr
Serviço: Caravana Embrapa FertBrasil – Ponta Grossa (PR)
Local: Centro de Eventos Bourbon Hotel – Rua Jacob Holzmann, n° 219, Bairro Olarias
Data: 24/06
Horário: 08h às 12h30
Inscrição gratuita: http://lp-cnpso.comunica.embrapa.br/caravana-fertbrasil-24-06-ponta-grossa-pr

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Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja
Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja
O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.
Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.
Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock
padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.
O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.
Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.
Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.
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El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens
Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias
A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.
Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.
Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.
Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock
tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.
Efeitos diferentes dentro do Brasil
Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.
Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.
Oferta maior e preços menores
No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.
Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.
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Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros
Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak
A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.
Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.
Anistia a multas
Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.
O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

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das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.
A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.
Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

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Frete mínimo
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).
A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.
Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

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pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.
A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

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A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.
Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.
Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.
Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.
A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.
As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.



