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Paraná intensifica relações com Indonésia para comércio de carnes

País começará a comprar carne bovina a partir de 2020 e frango halal a partir de 2021

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Arquivo/OP Rural

O vice-governador do Paraná, Darci Piana, apresentou ao embaixador da Indonésia no Brasil, Edi Yusup, na quinta-feira (07), no Palácio Iguaçu, o potencial das cadeias de carnes e do cooperativismo do Paraná, com o objetivo de aumentar as vendas para o país asiático depois da abertura comercial que aconteceu em agosto deste ano.

A Indonésia se comprometeu com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a comprar carne bovina brasileira a partir de 2020 (pelo menos 25 mil toneladas) e frango halal (técnica de abate para culturas muçulmanas) a partir de 2021.

O encontro reforça a relação comercial que já existe entre o Estado e a Indonésia e que, segundo Piana, deve ser intensificada nos próximos anos. Ele lembrou que o Paraná se prepara para abrir novos mercados com o fim da vacinação da febre aftosa e um novo patamar sanitário e a Indonésia quer ampliar as compras para atender um mercado de 260 milhões de pessoas.

“É um mercado muito interessante. Mostramos o que o Paraná já produz e vende para a Indonésia, como soja, mas principalmente apresentamos a pujança dos nossos frigoríficos, do mercado bovino e do potencial do café”, afirmou o vice-governador.

O Paraná substituiu as campanhas de vacinação contra a febre aftosa nos seus rebanhos por campanhas de cadastramento e controle sanitário, com intuito de obter, em 2021, o selo de área livre de vacinação da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). O Estado também é o maior produtor de frango do País (1,7 bilhão de aves abatidas em 2018, o que representa 34% do mercado nacional), inclusive com empresas dedicadas ao abate halal, e o segundo na suinocultura.

“Essa conversa trará muitos frutos ao Paraná. Organizaremos comitivas de empresários, um workshop conjunto com as federações da indústria e do comércio e convidei o embaixador para conhecer o Show Rural de Cascavel, onde ele terá oportunidade de constatar a qualidade e a tecnologia envolvida na produção agropecuária do Estado”, afirmou o vice-governador.

Atualmente, a balança comercial é superavitária para o Paraná. O Estado exporta milho, soja, farinhas, algodão e tratores para a Indonésia, e importa óleos, borracha e cabos de fibras óticas.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Suinocultura

Suinocultores  participaram de assembleia na ACCS

Tradicional reunião é utilizada para fazer um balanço do ano o futuro da entidade

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Losivanio Luiz de Lorenzi, presidente da ACCS, durante assembleia - Foto: Divulgação

Suinocultores integrantes dos núcleos regionais e municipais se reuniram em Concórdia nesta sexta-feira (13), para participar da Assembleia Geral Ordinária da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS). O presidente da entidade, Losivanio Luiz de Lorenzi, apresentou as atividades desenvolvidas pela Associação nos últimos anos e também fez projeções para o futuro do setor.

“A nossa entidade tem um volume de trabalho muito alto e que estão relacionadas com todos os setores do agronegócio. Apresentamos projeções para o futuro da suinocultura e de Santa Catarina para que os produtores possam avaliar o crescimento dentro da propriedade”, destaca o presidente Losivanio Luiz de Lorenzi.

O presidente do Núcleo Municipal de Nova Erechim, Eleandro Hining, destaca que está otimista com o futuro da suinocultura nos próximos anos. “A suinocultura tem boas projeções para os próximos anos. Valeu a pena sobreviver na atividade para dar sustentabilidade a esta engrenagem importante do agronegócio”.

Fonte: ACCS
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Notícias Segundo vice-ministro da China

China e EUA fecham acordo sobre fase um de acordo comercial

Acordo comercial vai proteger interesses das empresas estrangeiras na China, enquanto os interesses legais das empresas chinesas ao lidar com os EUA também serão protegidos

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REUTERS/Kevin Lamarque

A China e os Estados Unidos chegaram a um acordo sobre o texto da fase um de um acordo comercial, afirmou nesta sexta-feira (13) o vice-ministro das Finanças, Liao Min.

Os EUA vão cancelar algumas tarifas em fases, disse o vice-ministro do Comércio da China, Wang Shouwen, na entrevista, da qual participaram autoridades do órgão de planejamento e dos ministérios das Finanças, Relações Exteriores, Agricultura e Comércio.

Um acordo comercial vai proteger os interesses das empresas estrangeiras na China, enquanto os interesses legais das empresas chinesas ao lidar com os EUA também serão protegidos, disse Wang Shouwen.

Fonte: Reuters
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Notícias Guerra Comercial

EUA determinam termos de acordo comercial com a China segundo fontes, mas Pequim se cala

Silêncio de Pequim levou a questões sobre se dois lados podem chegar a uma trégua em guerra comercial

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REUTERS

Os Estados Unidos determinaram seus termos para um acordo comercial com a China, oferecendo suspender algumas tarifas sobre produtos chineses e reduzir outras em troca de Pequim comprar mais produtos agrícolas norte-americanos, disseram fontes dos EUA na quinta-feira (12).

O silêncio de Pequim, entretanto, levou a questões sobre se os dois lados podem chegar a uma trégua em sua guerra comercial antes de uma nova rodada de tarifas entrar em vigor no domingo (15).

Uma fonte informada sobre a situação das negociações bilaterais disse que os EUA vão suspender tarifas sobre US$ 160 bilhões em produtos chineses que entrariam em vigor no domingo, além de reverter tarifas existentes.

Em troca, Pequim concordaria em comprar US$ 50 bilhões em produtos agrícolas dos EUA em 2020, o dobro do que comprou em 2017, antes de o conflito começar, disseram duas fontes dos EUA informadas sobre as discussões.

Mas nem os EUA nem a China fizeram comunicados oficiais sobre um acordo, levantando dúvidas sobre se os termos foram definidos por ambos os lados.

Novas tarifas chinesas sobre produtos dos EUA devem entrar em vigor no domingo, e novas tarifas dos EUA sobre produtos da China serão aplicadas em seguido. Ambos precisariam fazer anúncios formais para adiar ou cancelar as tarifas.

Washington ofereceu reduzir as tarifas existentes em até 50% e suspender as novas tarifas previstas para domingo para garantir a fase um de um acordo, disseram mais cedo na quinta-feira duas pessoas familiarizadas com as negociações.

Uma dessas pessoas disse à Reuters que o presidente dos EUA, Donald Trump, e seus principais assessores concordaram com os termos de uma proposta, possivelmente uma oferta final, e agora aguardam pelo movimento de Pequim.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hua Chunying, questionada sobre a situação das negociações comerciais durante entrevista diária nesta sexta-feira (13), não comentou se um acordo foi alcançado ou termos específicos de qualquer acordo com os EUA. “A China está comprometida com diálogo construtivo para resolver e gerenciar nossas diferenças, e acredito…o acordo tem que ser mutuamente benéfico”, disse ela.

Alguns analistas duvidam que a China possa conseguir um aumento tão dramático nas compras agrícolas. Por exemplo, a demanda por soja —importante produto dos EUA usado para alimentação animal —está em queda devido à febre suína africana no país. Isso também torna improvável um grande aumento de compras de milho, disseram eles.

Fonte: Reuters
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