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Paraná gerou 53% das vagas de emprego de todo o país em março

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O Paraná criou 10.174 empregos com carteira assinada em março deste ano, o que representa 52,8% das vagas geradas em todo o país. No Brasil, o saldo foi de 19.282 postos de trabalho abertos. A informação é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgada nesta quinta-feira (23), pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Como vem acontecendo desde 2014, o interior do Estado liderou a criação de novas vagas. 
No acumulado do ano, que considera o período de janeiro a março, o Paraná tem um resultado ainda mais relevante. Isso porque, enquanto no país foram eliminadas 50.354 vagas, o Paraná registrou a criação de 25.678 postos de trabalho formais. 
"Os números do Caged mostram a consistência de nossa política de industrialização", afirmou o governador Beto Richa. "Apesar da retração da economia nacional, o Estado mantém um bom índice de geração de empregos com carteira assinada, principalmente em função do programa Paraná Competitivo, que continua atraindo empresas e investimentos produtivos".
A secretária do Trabalho e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, também destacou a importância da política adotada pelo Governo do Estado para a industrialização e desenvolvimento econômico. “Mesmo com a situação desfavorável que a economia brasileira atravessa, o Paraná, mais uma vez, deu mostras de seu poder de reação”, comentou. “A posição de liderança paranaense no ranking nacional da geração de empregos atesta que nossa política de geração de empregos, estimulando a economia em todas as regiões, é a mais acertada e deve ser continuada.”
O diretor-presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Julio Suzuki, ressaltou o dinamismo do interior do Estado nos bons resultados alcançados. Segundo ele, no primeiro trimestre deste ano, o interior registrou 88% dos novos empregos do Paraná. “O desempenho do interior confirma o êxito das políticas de desenvolvimento do Estado, voltadas à redução das desigualdades regionais”, disse.
Suzuki também ressaltou a capacidade do Paraná de manter baixa a taxa de desemprego. “Mesmo sendo responsável por apenas 5% da população brasileira, o Paraná vem respondendo por significativa parcela dos novos empregos do País”.
SETORES – O setor que mais criou postos de trabalho em março, no Paraná, foi o de Serviços, com 3.822. A Indústria de Transformação foi a segunda colocada, com um saldo de 3.301 postos. O Comércio também registrou saldo positivo no período, com 2.097 vagas com carteira assinada. O pior resultado do mês foi o do setor da Construção Civil, onde foi registrado um saldo negativo de 411 empregos. 
No primeiro trimestre, as atividades econômicas que mais geraram empregos no Estado foram os Serviços, que foram responsáveis por 15.065 novos vínculos empregatícios no Paraná e a Indústria de Transformação, com a geração de 9.300 vagas.
REGIÕES – Entre as regiões que se destacaram na geração de empregos formais destacam-se a Noroeste (2.743), Oeste (1.655) e Região Metropolitana de Curitiba (1.626).
Os dez municípios que mais criaram novos postos de trabalho foram: Curitiba (896), Cascavel (890), Paraíso do Norte (541), Paranacity (474), Londrina (473), Pato Branco (471), Ortigueira (467), Ivaté (356), Tapejara (353) e Maringá (344). 

Fonte: Ass. Imprensa

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Relação de troca da soja melhora com recuo do MAP e do KCl

Custos em sacas por tonelada de fertilizante cedem em 2025 enquanto a soja mantém patamar elevado no mercado internacional e em Mato Grosso.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

 relação de troca para o produtor de soja entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Após um ano em que o custo dos fertilizantes consumiu parte relevante do poder de compra do produtor, os primeiros meses de 2026 mostram recuo consistente do MAP e do KCl medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que a soja mantém patamar elevado de preço no mercado internacional e no físico em Mato Grosso. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Em 2025, o MAP chegou a superar 35 sacas de soja por tonelada em diversos momentos, muito acima da média histórica. No início de 2026, o indicador recua para a faixa de 27 a 29 sacas, retornando para níveis próximos do intervalo de longo prazo e reduzindo a pressão sobre o custo de implantação da lavoura.

O KCl apresenta comportamento semelhante. Ao longo do ano passado, o custo chegou a operar acima de 15 sacas por tonelada. Agora, gira entre 12 e 13 sacas, melhora relevante para um insumo que compõe a adubação de base da cultura.

Do lado da receita, a soja preserva valor. Os contratos na CBOT permanecem majoritariamente acima de US$ 10 por bushel e, em diversos momentos, se aproximam de US$ 12.

Foto: Wenderson Araujo/Trilux

No mercado físico de Sorriso, referência para Mato Grosso, os preços em reais por saca seguem sustentados mesmo com a acomodação recente do câmbio.

Na prática, no início de 2026 o produtor precisa de menos soja para adquirir a mesma quantidade de MAP e KCl do que precisou em 2025.

A melhora da relação de troca ocorre no momento de definição das compras de fertilizantes e das estratégias de comercialização da próxima safra, alterando o cálculo de custo da lavoura.

Fonte: O Presente Rural
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SIAVS 2026 abre inscrições para programação técnica

Evento reúne especialistas do Brasil e do exterior para debater desafios e tendências das proteínas animais.

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Foto: Alf Ribeiro

Estão abertas as inscrições para participação na programação de palestras do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS), maior evento das cadeias produtivas das proteínas animais do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

A programação reunirá especialistas nacionais e internacionais em uma agenda abrangente de conteúdos voltados aos principais desafios e tendências das proteínas animais, além de temas transversais estratégicos para a produção.

Entre os destaques da grade estão painéis sobre sanidade e biosseguridade, com foco na prevenção e controle de enfermidades; sustentabilidade e ESG, incluindo eficiência produtiva, bem-estar animal e redução de impactos ambientais; inovação e tecnologia, com aplicações em automação, digitalização e inteligência de dados; nutrição animal e insumos, com análises de custos e eficiência; além de debates sobre mercado e comércio internacional, geopolítica, acesso a mercados e segurança alimentar.

A programação foi estruturada para oferecer conteúdo técnico de alto nível, com aplicabilidade prática para produtores, agroindústrias e profissionais da cadeia produtiva.

O SIAVS 2026 já nasce como um marco histórico para a proteína animal brasileira e mundial. Maior edição de todos os tempos, a feira ocupará 45 mil metros quadrados – um salto de 65% em relação a 2024 – e se posiciona definitivamente entre os maiores encontros globais do setor, com a participação confirmada de empresas e visitantes de mais de 60 países.

Realizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o evento reúne milhares de visitantes de todas as regiões do Brasil e do exterior, incluindo lideranças políticas, autoridades, compradores internacionais, formadores de opinião e profissionais de toda a cadeia produtiva.

A nova edição evidencia o avanço da internacionalização do evento. Pela primeira vez, estarão presentes grandes líderes globais em equipamentos de linhas industriais, como Marel, Meyn, Foodmate e Mayekawa, reforçando o perfil inovador e tecnológico do SIAVS.

Outro destaque é a expansão da participação do setor de bovinos, que triplicou sua presença, passando de 280 metros quadrados em 2024 para mais de 620 metros em 2026, um crescimento superior a 120%.

No destaque da feira, mais de 5 mil metros quadrados estarão dedicados às principais agroindústrias de aves, suínos,bovinos, peixes, ovos e genética – segmentos em que o Brasil é referência mundial em produção sustentável e competitiva. Ao lado delas, empresas de genética, equipamentos de granja, insumos biológicos e farmacêuticos completarão a vitrine internacional de soluções para toda a cadeia produtiva.

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento do evento reflete o papel estratégico do Brasil no cenário global. _“O SIAVS se consolida como um espaço global de articulação, onde conhecimento, negócios e cooperação se encontram. É neste ambiente que o Brasil reafirma seu papel como referência em segurança alimentar e como parceiro confiável e estratégico para o futuro da proteína animal_”, destaca.

Paralelamente à feira, a programação técnica do SIAVS consolida-se como um dos principais fóruns de conteúdo do setor, integrando conhecimento, inovação e visão estratégica em um ambiente de alto nível.

As inscrições e informações completas do evento podem ser obtidas clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABPA
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Relação de troca do milho melhora no início de 2026 após pico de custo dos fertilizantes

Queda do MAP, KCl e ureia em sacas por tonelada coincide com recuperação das cotações do cereal na Bolsa de Chicago e na B3.

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Foto: Shutterstock

A relação de troca para o produtor de milho entra em 2026 em condição mais favorável do que a observada ao longo de 2025. Depois de um ano marcado por forte pressão dos fertilizantes sobre o custo da lavoura, os primeiros meses de 2026 registram recuo relevante do MAP, do KCl e da ureia medidos em sacas por tonelada, ao mesmo tempo em que o milho apresenta recuperação de preços nos mercados internacional e doméstico. Os dados são da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Foto: Divulgação/Pixabay

Em 2025, o MAP chegou a exigir mais de 70 sacas de milho por tonelada em vários momentos do ano, patamar muito acima da média histórica. No início de 2026, esse indicador recua para a faixa de 50 a 55 sacas, retornando para níveis mais próximos do intervalo histórico e reduzindo a pressão sobre a adubação de base.

O KCl apresenta movimento semelhante. Ao longo de 2025, o custo superou 35 sacas por tonelada. Agora, opera entre 25 e 30 sacas, devolvendo capacidade de compra ao produtor em um nutriente com peso relevante na adubação do cereal.

A ureia, essencial na cobertura nitrogenada, foi outro ponto crítico no ano passado, quando chegou a demandar mais

Foto: Divulgação/SAA-SP

de 50 sacas por tonelada. Neste começo de 2026, o custo recua para cerca de 30 a 35 sacas, mudança significativa para o manejo nutricional do milho de alta produtividade.

Do lado da receita, o milho mostra reação. Os contratos na Bolsa de Chicago voltam a trabalhar próximos de US$ 4,50 a US$ 5,00 por bushel após o período de maior fraqueza em 2025. No Brasil, os contratos futuros na B3 e os preços físicos em Sorriso também registram recuperação em reais por saca, mesmo com a acomodação do câmbio.

A diferença prática é direta: no início de 2026, o produtor precisa de menos milho para comprar a mesma quantidade de MAP, KCl e ureia do que precisou ao longo de 2025.

A melhora da relação de troca ocorre justamente no momento de planejamento da safra e altera o cálculo de custo da lavoura, segundo a análise da Consultoria Agro do Itaú BBA.

Fonte: O Presente Rural
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