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Paraná e Canadá confirmam interesse em expandir parcerias na agricultura e educação
Governador Ratinho Junior recebeu a embaixadora Jennifer May. Eles falaram sobre o intercâmbio de alunos da rede estadual de ensino no Canadá e os convênios firmados entre sete universidades estaduais e instituições daquele país. Também conversaram sobre agricultura sustentável.
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O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu na quarta-feira (30) a embaixadora do Canadá no Brasil, Jennifer May, no Palácio Iguaçu. Eles trataram do estreitamento de relações entre o país norte-americano e o Paraná. É a primeira visita da embaixadora ao Estado, mas a relação entre o Estado e o país vem de longa data, já que são tradicionais parceiros em diversas áreas. Um exemplo são os 18 convênios firmados entre sete universidades estaduais paranaenses e o Canadá, sendo Québec a principal parceira há mais de três décadas.
Além disso, o encontro ocorreu em um momento oportuno para o aprofundamento da relação entre o Paraná e o Canadá, principalmente em áreas como agricultura e educação. O governador ainda apresentou à embaixadora o potencial do Paraná na indústria automotiva, no turismo, produção de papel e celulose e proteína animal. Também foram abordados temas como as concessões rodoviárias e a Nova Ferroeste.
Uma parceria em andamento é o programa de intercâmbio internacional Ganhando o Mundo, criado pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte para oferecer a estudantes do Ensino Médio uma formação em instituições de ensino estrangeiras que tenham curso equivalente ao Ensino Médio no Brasil. Os jovens foram selecionados com base em um ranking de melhores notas entre as escolas estaduais e partiram rumo ao Canadá em fevereiro deste ano.

Embaixadora do Canadá no Brasil, Jennifer May
“Estamos muito felizes com a oportunidade que vocês deram aos nossos alunos de conhecerem um país de primeiro mundo. Agradecemos pelas famílias deles. É a realização de um sonho para estes jovens”, afirmou o governador. “São os dois países que estão ganhando o mundo com esse projeto”, completou a embaixadora.
“Com o trabalho da Secretaria da Educação, em parceria com o Canadá, conseguimos dar a oportunidade para alunos muito humildes, que talvez sozinhos não conseguiriam fazer um intercâmbio”, disse o secretário estadual da Educação, Renato Feder.
Ainda nesta área da Educação existe, ainda, uma cooperação em curso entre a Fundação Araucária e a agência de pesquisa canadense MITACS, com objetivo de selecionar acadêmicos para um intercâmbio no país.
Agricultura
Outro assunto levantado foi o desdobramento no comércio internacional do conflito entre Rússia e Ucrânia. Muitos estados brasileiros, incluindo o Paraná, buscam fornecedores alternativos de insumos essenciais para o agronegócio. “O Canadá é um grande produtor de fertilizantes, nós somos grandes produtores de alimentos e temos interesse em fazer negócios com o país. A base econômica do Paraná é o agronegócio. Das 10 maiores cooperativas da América Latina, seis estão no Estado”, disse Ratinho Junior.
Mais importante que usar fertilizantes na produção agrícola, disse a embaixadora, é saber a melhor forma de aproveitá-los. “Falamos muito sobre fertilizantes, e não apenas em utilizá-los, mas como utilizá-los melhor e como fazer uma agricultura mais orgânica, usando mais tecnologias. E essa é uma das áreas em que, juntos, temos muitas possibilidades. Temos agricultores muito jovens aqui, inovadores, e acho que isso pode trazer benefício para os dois lados”, afirmou.
O Estado investiu US$ 908,4 milhões no ano passado com esse insumo. Até fevereiro de 2022, a Rússia enviou ao Paraná 105,14 mil de toneladas em fertilizantes, com predominância do cloreto de potássio.
O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, ressaltou a importância do encontro. “Esse aspecto do comércio deve ser um tema de aprofundamento, pois é muito relevante. Temos um interesse muito grande porque nós trabalhamos pra isso, não só pra ter um selo na parede, mas vender alimentos”, disse.
Ele se refere a um estudo de caso feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que destacou o Paraná como um exemplo mundial no desenvolvimento sustentável, por ter um grande uso de energia renovável, proteção ambiental e redução de desigualdades.
A pesquisa analisou de que forma o Paraná aderiu e aplicou os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) ao longo dos últimos anos. “Como o Estado é um grande produtor de alimentos, produzimos com qualidade, pensando cada vez mais na sustentabilidade”, ressaltou o governador.
O governador ainda destacou que o Paraná é o maior produtor e exportador de proteína animal do país, com liderança em avicultura e piscicultura. Também ocupa o segundo posto em relação à carne suína, e mantém a vice-liderança na produção de leite e ovos. Segundo ele, parcerias com outros países vão ajudar a abrir mercados para a carne paranaense e outros produtos de origem animal.
Em 2021, o Estado recebeu da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) o reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação. A entidade também concedeu ao Estado a certificação de zona livre de peste suína clássica independente. A chancela tem potencial para transformar significativamente o patamar de produção da pecuária paranaense.
Concessões
Outro assunto comentado pelo governador durante o encontro foi o maior pacote de concessões rodoviárias do País, que será levado à Bolsa de Valores ainda neste ano. Serão 3,3 mil quilômetros de estradas estaduais e federais, com a previsão de duplicação de 1,7 mil quilômetros. São R$ 44 bilhões de investimentos em obras e mais R$ 35 bilhões que serão destinados à operação e manutenção das rodovias.
Nova Ferroeste
No encontro também foi apresentado o projeto da Nova Ferroeste, que vai conectar Maracaju a Paranaguá. Um ramal entre Foz do Iguaçu e Cascavel possibilitará a interação do modal ferroviário com o Paraguai e a Argentina, num total de 1.304 quilômetros em toda extensão. A previsão de investimento é de R$ 29 bilhões.
Governador anuncia investimentos de R$ 2,5 bilhões em obras de infraestrutura no Estado
A embaixadora levantou a possibilidade de participação de empresas canadenses no projeto. Além disso, o Embaixador do Brasil no Canadá, Pedro Bório, é paranaense, e tempos atrás esteve em visita ao governador e se colocou à disposição para fomentar parcerias entre o país e o Estado.
Presenças
Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana, o secretário da Comunicação e da Cultura, João Evaristo Debiasi; a superintendente da Cultura, Luciana Casagrande Pereira; os presidentes da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, e da Invest Paraná, Eduardo Bekin; a cônsul-geral do Canadá em São Paulo, Heather Cameron; a vice-cônsul, Pascale Thivierge; o chefe do Escritório Comercial do Canadá em Porto Alegre, Paulo Orlandi; o chefe interino do Erepar, secretário Paulo Fernando Pinheiro Machado; o diretor de Educação da Secretaria da Educação, Roni Miranda; a chefe de gabinete da Secretaria da Educação, Silvana Avelar; e a assessora Internacional da Fundação Araucária, Eliane Segati.

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Geopolítica, clima e logística entram no centro do debate da cadeia da soja
Seminário em Londrina (PR) vai reunir especialistas para discutir os desafios que podem definir a competitividade da soja brasileira nos próximos anos. As inscrições são gratuitas.

A relação comercial entre Brasil e China, os impactos das mudanças climáticas, os gargalos logísticos e a descarbonização da produção estarão entre os principais temas do 8º Seminário Desafios da Liderança Brasileira no Mercado Mundial de Soja, que será realizado nos dias 04 e 05 de agosto, na Embrapa Soja, em Londrina (PR).

Foto: R.R.Rufino/Embrapa Soja
O evento vai reunir cerca de 150 participantes, entre pesquisadores, técnicos, representantes da indústria, produtores rurais e especialistas da cadeia da soja. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site do seminário, enquanto houver vagas.
Segundo o pesquisador Marcelo Álvares de Oliveira, da Embrapa Soja, a programação foi estruturada para discutir fatores que influenciam diretamente a competitividade do setor. “Vamos debater a geopolítica e a relação comercial entre Brasil e China, além dos desafios e oportunidades da cadeia da soja brasileira. Também teremos discussões sobre cultivares adaptadas às mudanças climáticas, logística, descarbonização e o papel do biodiesel na sustentabilidade da produção”, afirma.
Para Daniel Amaral, diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da Abiove, manter a liderança brasileira no mercado internacional depende não apenas do volume produzido, mas também da qualidade do produto.”Preservar nossa liderança exige um debate técnico constante sobre a qualidade da soja brasileira. Garantir um produto de alto

Foto: Shutterstock
padrão para as indústrias nacional e internacional de óleos e farelos é o que realmente define a competitividade do setor”, destaca.
O seminário é promovido pela Embrapa Soja em parceria com entidades representativas da produção, da indústria e da exportação de grãos, entre elas Abiove, Anec, Aprosoja Brasil, CNA, Sistema OCB e Sindirações.
Brasil amplia liderança
O encontro ocorre em um momento de expansão da produção brasileira. Na safra 2025/26, o país colheu 180 milhões de toneladas de soja, em uma área próxima de 48 milhões de hectares, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). No mesmo período, os Estados Unidos produziram 116 milhões de toneladas.
Além da produção recorde, o processamento industrial também segue em crescimento. A Abiove estima que o Brasil processe 63 milhões de toneladas de soja em 2026, com produção de 48,6 milhões de toneladas de farelo e 12,65 milhões de toneladas de óleo de soja.
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El Niño pode encher os silos e esvaziar as margens
Pesquisa aponta que o clima deve favorecer a produção agrícola, enquanto a maior oferta tende a pressionar as cotações das commodities.

O El Niño previsto para o ciclo 2026/2027 tem potencial para se tornar um dos eventos climáticos mais intensos da última década. Para a agricultura da América Latina, especialmente no Brasil e na Argentina, o fenômeno pode favorecer a produção de grãos e oleaginosas, mas também trazer um efeito colateral: mais oferta no mercado e menor rentabilidade para o produtor.

Foto: Fernando Dias
A avaliação é da Allianz Research, divisão de pesquisa macroeconômica da Allianz Trade, que analisou os impactos econômicos do fenômeno climático sobre diferentes regiões do mundo. Confira aqui o estudo completo.
Com base em episódios anteriores de El Niño, o estudo mostra que a produção agrícola brasileira tende a superar a média histórica. Em 2015, por exemplo, a safra de soja ficou cerca de 4% acima da tendência dos cinco anos anteriores, enquanto a produção de café arábica registrou desempenho aproximadamente 5% superior ao esperado.
Segundo os pesquisadores, o aumento das chuvas no Sul da América do Sul favorece o desenvolvimento das lavouras e amplia a oferta de alimentos. No entanto, esse crescimento da produção pode pressionar as cotações das commodities agrícolas, reduzindo a margem dos produtores.
Outro desafio apontado pelo levantamento é a capacidade de armazenagem. Em anos de safra cheia, a oferta elevada

Foto: Shutterstock
tende a ocupar rapidamente os silos, elevando os custos de estocagem tanto para produtores quanto para tradings.
Efeitos diferentes dentro do Brasil
Embora o El Niño favoreça boa parte das áreas agrícolas do Centro-Sul, seus efeitos não são uniformes. O estudo destaca que a Região Norte e a Amazônia podem enfrentar períodos de seca mais severos, com reflexos sobre a navegação fluvial, a geração de energia hidrelétrica e o abastecimento de alimentos.
Esse cenário também pode exercer pressão sobre a inflação em países como Brasil, Colômbia e Peru, principalmente por impactos na logística e nos custos de produção.
Oferta maior e preços menores
No mercado internacional, a expectativa é que o aumento da produção de soja e milho na América Latina contribua para ampliar a oferta global de alimentos e aliviar parte das pressões inflacionárias observadas em outras regiões.
Por outro lado, exportadores brasileiros podem se beneficiar do maior volume embarcado, enquanto indústrias processadoras e empresas expostas à volatilidade das commodities agrícolas tendem a enfrentar um ambiente mais desafiador diante da possibilidade de queda nos preços.
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Frete rodoviário terá novas regras, mas sem piso nacional para caminhoneiros
Proposta amplia as penalidades para quem descumprir o piso do frete, altera as regras de fiscalização e prevê atualização semestral da tabela de preços.

O piso salarial nacional de R$ 5 mil para caminhoneiros de longa distância ficou fora da versão final da Medida Provisória nº 1343/2026 que atualiza as regras do frete rodoviário. Aprovado pelo Senado, o texto segue para sanção presidencial com mudanças no cálculo do piso mínimo do frete, na fiscalização do transporte de cargas e nas penalidades aplicadas ao setor.

Foto: Geraldo Bubniak
A previsão de uma remuneração mínima mensal não fazia parte da proposta original do governo. O dispositivo foi incluído durante a tramitação na Câmara dos Deputados, mas acabou retirado pelo Senado sob o entendimento de que o tema não tinha relação direta com o conteúdo da medida provisória.
Com isso, a remuneração dos motoristas profissionais de longa distância continuará sendo definida por acordos e convenções coletivas de trabalho.
Anistia a multas
Além das mudanças nas regras do frete, a proposta concede anistia a caminhoneiros multados por bloqueios em rodovias durante as manifestações de 2022. O perdão das penalidades foi incluído durante a tramitação da medida provisória no Congresso.
O texto também transforma em advertência as multas aplicadas até a publicação da futura lei por descumprimento

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das regras do piso mínimo do frete, como o pagamento abaixo dos valores previstos na Lei nº 13.703/2018. A medida vale para processos ainda em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas que ainda não foram quitadas.
A conversão não se aplica a casos de fraude, uso de documentos falsos ou omissão deliberada de informações. Também não haverá devolução de valores já pagos. O direito dos transportadores de cobrar diferenças de frete e indenizações previstas em lei permanece assegurado.
Além das anistias, a proposta promove uma ampla atualização da legislação do transporte rodoviário de cargas. Entre as principais mudanças estão novos critérios para o cálculo do piso mínimo do frete, atualização semestral da tabela de referência, reforço da fiscalização, endurecimento das penalidades para quem pagar abaixo do piso, novas regras para o cadastro de transportadores e alterações na fiscalização do peso dos caminhões.

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Frete mínimo
O projeto altera as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas. A tabela deverá considerar os custos operacionais da atividade, como os relacionados a combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos. O texto também atualiza conceitos da legislação e cria a definição de veículo de carga de pequeno porte (com capacidade útil superior a 500 quilos e peso bruto total de até 3,5 toneladas) e a de carga a granel pressurizada (categoria utilizada para determinados tipos de transporte especializado).
A atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis, a ANTT deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.
Fiscalização
O texto aprovado também altera regras de fiscalização, cadastro e penalidades no transporte de cargas. Empresas que

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pagarem frete abaixo do piso mínimo poderão ter o registro suspenso em caso de descumprimento reiterado (com mais de quatro infrações em seis meses). As multas para reincidentes poderão variar de R$ 100 mil a R$ 1 milhão e, em caso de nova reincidência, poderão ser aplicadas em dobro. Nos casos mais graves, o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) poderá ser cancelado por até 24 meses.
A proposta mantém a obrigatoriedade do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), estabelece prazo de até 30 dias úteis para pagamento do frete e prevê adiantamento mínimo de 70% para transportadores autônomos. O texto também determina a revalidação anual do RNTRC e permite que inscrição, atualização e manutenção do cadastro sejam feitas gratuitamente por plataforma digital do governo federal.

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A medida também altera as regras de fiscalização do peso dos veículos de carga. Para caminhões com peso bruto total regulamentar (definido pela regulamentação) de até 74 toneladas, a verificação deverá considerar inicialmente apenas o peso total do veículo. A medição por eixo será feita quando houver excesso acima da tolerância de 5% no peso bruto total ou em situações específicas definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O limite de tolerância para o peso por eixo permanece em 12,5% acima do permitido.
Segundo o texto, a regra busca adequar a verificação às características das operações de transporte, preservando a segurança nas rodovias e a conservação do pavimento. A proposta também prevê inspeções periódicas dos registradores de velocidade e tempo, e permite o uso dos dados do tacógrafo como prova de infrações por excesso de velocidade.
Além disso, o texto transforma em advertência as infrações administrativas relacionadas ao excesso de peso por eixo cometidas até a publicação da lei resultante da proposta. A medida alcança processos em andamento, penalidades sem decisão definitiva e multas aplicadas que ainda não tenham sido pagas. Valores já quitados não serão devolvidos.
Outros pontos
Na área previdenciária, o transportador autônomo poderá optar por recolher diretamente sua contribuição ao

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Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde que formalize a escolha. Com a adesão ao modelo, o próprio profissional passa a ser responsável pelo recolhimento, sem alteração das demais obrigações previdenciárias das empresas contratantes.
A MP amplia os objetivos do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), que poderá apoiar iniciativas de renovação de caminhões e implementos rodoviários, capacitação de motoristas, adoção de tecnologias e ações de saúde e segurança. O texto também cria uma Política Nacional Permanente de Renovação da Frota, com prioridade para transportadores autônomos e cooperativas.
As novas regras terão período de transição. Sistemas, registros e autorizações atuais continuarão válidos até a regulamentação das mudanças, que deverá ser feita em até 180 dias. Empresas e transportadores terão prazo mínimo de 60 dias para adaptação às novas obrigações.




