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Paraná destaca programa de energia renovável e incentivo à inovação na ExpoLondrina

Secretaria da Agricultura e Abastecimento (Seab), por meio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-PR), Polícia Civil, Copel e Sanepar confirmaram presença na feira. O evento será aberto oficialmente nesta sexta-feira (1º), às 16 horas, no Parque Ney Braga, e vai até o dia 10.

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Divulgação/Arquivo/AEN

O Governo do Paraná terá diferentes representações durante a 60ª Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina – ExpoLondrina 2022. A Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento (Seab), por meio do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-PR), Copel e Sanepar confirmaram presença na feira. O evento será aberto oficialmente nesta sexta-feira (1º), às 16 horas, no Parque Ney Braga, e vai até o dia 10. A solenidade contará com apresentações da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (UEL).

A Seab promoverá uma série de encontros técnicos, com destaque para a apresentação do secretário Norberto Ortigara, na quarta-feira (06), às 14h30. Entre os temas que serão abordados, o protagonista é o uso eficiente de fertilizantes, além de melhoramento genético em bovinos de corte, energia renovável, conexão agroecológica, fruticultura e aquicultura.

O IDR-PR, por sua vez, terá um espaço exclusivo para o Programa RenovaPR, projeto estadual que já investiu mais de R$ 300 milhões em ações para instalação de energias renováveis, além de uma vitrine do turismo rural com degustação de bebidas e alimentos da região, unidade expositiva para falar sobre saúde no campo, exposição e informações sobre animais peçonhentos e demonstração de bovinos Purunã, raça paranaense desenvolvida por pesquisadores.

Técnicos do IDR-Paraná estarão no local para quem precisar de orientações técnicas sobre a instalação de modalidades sustentáveis de energia solar. Uma instalação completa de energia solar, por exemplo, vai gerar energia em tempo real; e placas solares com “tracker” ou rastreador solar que segue o movimento do sol.

De acordo com o coordenador do projeto, Herlon Goelzer de Almeida, o retorno do investimento sobre o capital investido se dá, em média, entre 42 e 46 meses. No caso de biogás, só considerando a geração de energia elétrica o retorno médio se dá em 36 e 44 meses, mas se considerar também a economia gerada com o uso do biofertilizante que sobra do processo de biodigestão de materiais orgânicos o retorno financeiro pode se dar entre 30 a 34 meses.

Bovinocultura

O tema central da unidade de Pecuária de corte será o melhoramento genético do rebanho e a qualidade de carne bovina produzida no Paraná por meio de biotécnicas reprodutivas. Será possível conhecer o sistema de análise sensorial que avalia a qualidade da carne.

O espaço terá também a exposição de um lote de bovinos Purunã, raça desenvolvida pela pesquisa paranaense que vem ganhando adeptos em todas as regiões do Brasil.

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Purunã é um bovino composto. Isso significa, traduzindo o jargão técnico, que resulta de cruzamentos dirigidos e controlados, neste caso envolvendo as raças Charolês, Aberdeen Angus, Caracu e Canchim. É a primeira raça de bovinos para corte desenvolvida no Estado e também a única criada por um centro estadual de pesquisas no Brasil.

A raça é apropriada a uma ampla gama de criadores, do mais simples ao mais especializado, para manejo em pasto ou confinamento, podendo ser adotada para criação exclusiva ou em cruzamentos com vacas Nelore e aneloradas para terminação.

Turismo

No espaço destinado ao turismo rural os visitantes vão se sentir dentro de um bosque. O trajeto passa por uma estação gastronômica com diferentes pratos típicos que serão produzidos para estimular o uso do alimento e fomentar a gastronomia com o uso de matérias-primas regionais.

Passa também pelo Mundo das Cores e Aromas, com degustação de chás e pães e comercialização de flores; pela maquete do circuito Caminhos do Ivaí representando as caminhadas na natureza e pelo jardim sensorial, com um labirinto de sons que remetem ao mundo rural.

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O visitante terá acesso a orientações sobre decoração rural, sobre os roteiros turísticos do estado como a Rota do Queijo e o Caminhos dos Cafés das Mulheres, além de diversas atrações culturais. Segundo a coordenadora de Turismo Rural, Terezinha Busanello, a intenção é passar orientações técnicas sobre como a oferta de produtos diferenciados, principalmente no turismo gastronômico, pode contribuir para quem trabalha com o turismo na propriedade.

Espaço Saúde

Outra novidade será um espaço destinado para falar sobre a saúde no campo. Organizado por uma equipe de professores e alunos da UEL, nesta unidade o visitante terá informações sobre doação de órgãos, cadastro no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea, sobre parto humanizado e violência obstétrica. Além de ações para conscientização sobre a doação de sangue, a importância da vacinação e sobre os cuidados que ainda devemos ter para prevenção do Coronavírus e outras síndromes respiratórias.

Ainda na saúde serão passadas orientações sobre os cuidados em casos de contato ou acidentes com animais peçonhentos.

Bioma Ambiental

E quem passar pela unidade expositiva Bioma Ambiental vai poder conhecer de perto a Saura, uma jiboia – serpente não venenosa que se destaca pelo seu grande porte – de dois metros. Saura vai estar exposta junto com outras espécies de animais e insetos. Nesta mesma unidade será montada também uma maquete para falar sobre educação ambiental com simulação de como os resíduos com destinação incorreta podem contaminar os rios.

Além das unidades expositivas a Fazendinha conta também com um setor de eventos e uma agenda de diversas oficinas e palestras gratuitas.

Polícia Civil

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) irá atender a população com uma Delegacia Móvel. Os cidadãos terão acesso a serviços de polícia judiciária no ônibus da PCPR entre 18h e 1h. Entre as ações, destaque para boletins de ocorrência, termos circunstanciados e suporte às demais forças de segurança.

A unidade móvel funciona em um ônibus, com instalações modernas e equipamentos de última geração. Conta com internet 4G, sistema de câmeras de monitoramento, gerador de energia elétrica independente, computadores que permitem seis atendimentos simultâneos e acessibilidade para pessoas com limitações de locomoção.

Copel

No estande da Copel, localizado próximo ao portão de entrada da PR-369, os visitantes podem saber mais sobre os programas realizados para fortalecer e modernizar o sistema elétrico do Paraná, além das orientações sobre

Foto: Geraldo Bubniak/ANPr

economia de energia e dicas para evitar acidentes. As pessoas serão orientadas sobre como adotar hábitos cuidadosos com o uso diário de energia, dentro e fora de casa. São reforçadas algumas dicas como: sempre desligar o chuveiro antes de trocar a temperatura, não usar o celular enquanto estiver carregando e brincar com pipas apenas longe da rede elétrica.

Para os visitantes que recebem a conta de luz por e-mail e tiverem o aplicativo da Copel instalado no celular será possível ainda emprestar bicicletas elétricas no estande da Copel. Desde o início da pandemia, a Companhia realiza a campanha Fatura Solidária, para apoiar o combate à Covid-19 no Paraná. A cada adesão à fatura digital, a Copel doa R$ 2; e outros R$ 3 por adesão ao débito automático.

Sanepar

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) também terá um estande no local. Será no espaço Smart-Agro, com a apresentação de vídeos institucionais e apresentação de projetos de água e esgoto.

Fonte: AEN Paraná

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Dia de Campo Copacol apresenta tecnologia de ponta e tendências de mercado

Tradicional evento técnico da Cooperativa será realizado nesta quinta (07) e sexta-feira (08), no Centro de Pesquisa Agrícola (CPA) em Cafelândia, com início às 7h30.

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Foto: Divulgação/Copacol
Já está tudo preparado para a 35ª edição do Dia de Campo de verão Copacol. O tradicional evento técnico da Cooperativa será realizado nesta quinta (07) e sexta-feira (08), no Centro de Pesquisa Agrícola (CPA) em Cafelândia, com início às 7h30.O Dia de Campo de Verão da Copacol é um evento focado em apresentar inovações, tecnologias e manejos para as culturas de verão (principalmente soja e milho), com palestras, vitrines de cultivares e pesquisas para melhorar a produtividade e a rentabilidade dos cooperados, com o foco em tecnologias de ponta e tendências de mercado. “É um evento que vai trazer muita informação técnica de qualidade para contribuir com o dia a dia nosso produtor. Estamos com os campos demonstrativos prontos, bem conduzidos, onde serão abordados temas tradicionais, como painel de cultivares, palestras técnicas nas estações a campo, vamos falar de milho para a safa que já começa, demonstrativos de manejos de doenças, manejos de plantas daninhas e o principal desafio da atual safra, que são as reboleiras em soja, entre outros temas relevantes”, destaca o gerente técnico, João Maurício Roy.Outro assunto a ser abordado será a palestra sobre o mercado com as tendências para soja, milho, e as questões geopolítica. “Contamos com a participação do nosso cooperado para mais esse momento de informação e tecnologia para o campo”, finaliza.

Nota Fiscal Eletrônica

Depois de adiar por várias vezes a obrigatoriedade da emissão da Nota Fiscal Eletrônica por parte do produtor rural, o governo do Estado passou a cobrar nesta segunda-feira a emissão do documento para transporte de cereais.

Desde de 2023, a Copacol vem orientado o cooperado sobre a emissão deste documento, e emitindo o certificado digital, para que por meio do Aplicativo o cooperado possa fazer a emissão da nota na propriedade, no momento em que o caminhão sai com a produção para a Cooperativa.De acordo com a supervisora de planejamento tributário, Rosiani dos Santos, o produtor que ainda não emitiu o certificado digital deve procurar uma Unidade da Cooperativa para fazer o procedimento, pois sem o certificado não é possível fazer a emissão da Nota Fiscal Eletrônica. “Como estamos prestes a iniciar a colheita e a obrigatoriedade da emissão da nota já entrou em vigor é importante que o produtor procure e faça o certificado digital. Sem a emissão da Nota Fiscal Eletrônica o cooperado poderá ter problemas com a legislação”.

Fonte: Assessoria Copacol
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Sindirações divulga agenda 2026 dos cursos on-line para profissionais da alimentação animal

Capacitações abordam segurança dos alimentos, Boas Práticas de Fabricação, Assuntos Regulatórios e Uso de Medicamentos, alinhadas às exigências do Mapa e do Codex Alimentarius.

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Foto: Freepik

O Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) anuncia a agenda 2026 de cursos on-line ao vivo, voltada à capacitação técnica e regulatória de profissionais que atuam na cadeia de alimentação animal. A programação contempla temas estratégicos para a indústria, como APPCC/HACCP, Boas Práticas de Fabricação (BPF), Assuntos Regulatórios e Utilização de Medicamentos na Alimentação Animal, com turmas distribuídas ao longo de todo o ano.

Com foco na atualização frente às exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), às diretrizes do Codex Alimentarius e às tendências regulatórias e de mercado, os cursos são direcionados a gestores, técnicos, profissionais da qualidade, recém-formados e demais colaboradores do setor industrial e produtivo de alimentação animal.

A agenda tem início com o curso APPCC – versão Codex Alimentarius 2020, que aprofunda a aplicação do sistema HACCP a partir da publicação mais recente do Codex, com abordagem científica e estruturada para identificação e controle de perigos ao longo da cadeia produtiva. O treinamento terá carga horária de 16 horas (2 dias seguidos, das 8h30 às 17h30) e turmas previstas para 28 e 29 de janeiro; 01 e 02 de abril; 29 e 30 de julho e 05 e 06 de novembro, com investimento de R$ 2.375,00 (associados Sindirações), R$ 2.640,00 (associados ASBRAM), ou R$ 2.890,00 (não associados).

Também em janeiro iniciam as turmas para o treinamento sobre Utilização de Medicamentos na Alimentação Animal, alinhado à Portaria SDA nº 798/2023, que estabelece requisitos mínimos para a fabricação de alimentos medicamentosos. O curso aborda validação de limpeza, controle de processo e medidas para prevenção de contaminação cruzada, com turmas ao longo do ano. Com carga horária de 8 horas (1 dia, das 8h30 às 17h30), as turmas estão programadas para 30 de janeiro; 30 de abril; 31 de julho; e 13 de outubro, com investimento de R$ 1.020,00 (associados Sindirações), R$ 1.160,00 (associados ASBRAM), ou R$ 1.250,00 (não associados).

O curso de Boas Práticas de Fabricação (BPF), com 32 horas de duração (4 dias seguidos, das 8h30 às 17h30), é voltado às exigências do Mapa para estabelecimentos fabricantes de produtos para alimentação animal. O conteúdo é baseado na Instrução Normativa nº 4/2007 e na Orientação Normativa nº 03/2020, atualizada em 2024, e contempla prevenção, segurança dos produtos, auditorias internas e fortalecimento do Programa de Garantia da Qualidade. As turmas começam a partir de 23 a 26 de fevereiro; 06 a 09 de abril; 25 a 28 de maio; 20 a 23 de julho; 21 a 24 de setembro; e 23 a 26 de novembro, com investimento de R$ 2.890,00 (associados Sindirações), R$ 3.230,00 (associados ASBRAM), ou R$ 3.560,00 (não associados).

Completa a agenda o curso de Assuntos Regulatórios, que aborda qualidade, comércio exterior, registro e pós-registro de estabelecimentos e produtos, além de atualidades e tendências regulatórias. Com 12 horas de duração (3 manhãs seguidas, das 8h30 às 12h30), a capacitação atende à crescente demanda do setor por profissionais com domínio técnico das normas vigentes, com turmas programadas para 16 a 18 de março; 18 a 20 de maio; 17 a 19 de agosto; e 16 a 18 de novembro, e investimento de R$ 1.240,00 (associados Sindirações), R$ 1.420,00 (associados ASBRAM), ou R$ 1.490,00 (não associados).

As vagas são limitadas e as inscrições já estão disponíveis no site do Sindirações.

Com a agenda 2026, o Sindirações reforça seu papel na qualificação técnica da indústria, na promoção da segurança dos alimentos e no fortalecimento da competitividade do setor de alimentação animal, pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria SINDIRAÇÕES
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Com ajustes finos, StoneX projeta maior colheita de soja da história

Produção cresce 5,2% em um ano, enquanto milho enfrenta riscos climáticos e pressão sobre estoques.

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Foto: Divulgação/OP Rural

A StoneX revisou para cima, em janeiro, sua estimativa para a safra brasileira de soja 2025/26, projetada agora em 177,6 milhões de toneladas, uma alta marginal de 0,2% frente ao relatório de dezembro. Na comparação anual, o crescimento é mais significativo, com avanço de 5,2% em relação ao ciclo anterior.

A única alteração relevante ocorreu na produtividade esperada para o Mato Grosso, que subiu 0,8%, alcançando 46,9 milhões de toneladas. Apesar da revisão positiva, o estado ainda deve registrar queda de 7,1% frente ao ciclo passado. O clima, que foi favorável em dezembro, apresentou irregularidade nas chuvas e agora exige atenção devido ao calor intenso.

De forma geral, as perspectivas seguem otimistas, indicando produção recorde. Contudo, áreas de ciclo tardio dependem de boas condições meteorológicas até meados de março. A colheita já começou, mas está concentrada em regiões irrigadas, menos afetadas pelo estresse hídrico.

Milho: corte na primeira safra e atenção à janela da safrinha

Para o milho verão, houve redução de 0,5% na estimativa de produção, agora em 26 milhões de toneladas. O ajuste foi motivado pela queda de 5,6% na produtividade esperada para Santa Catarina, reflexo das irregularidades climáticas. Mesmo assim, o estado deve colher cerca de 2,27 milhões de toneladas, mantendo relevância para o consumo interno, especialmente na produção de ração.

Assim como na soja, o clima pode alterar os números do milho primeira safra, essencial para abastecimento doméstico. Já a safrinha 25/26 permanece com projeção de 105,8 milhões de toneladas, queda de 5,2% frente ao ciclo anterior. Considerando as três safras, a produção total deve atingir 134,3 milhões de toneladas, praticamente estável em relação à estimativa anterior.

Oferta e demanda: estoques maiores para soja e ajustes no milho

Foto: Gilson Abreu/Arquivo AEN

No lado da demanda, não houve mudanças para a soja, com o mercado atento à relação comercial entre EUA e China. Com o leve aumento da produção e consumo estável, os estoques finais da safra 25/26 foram ajustados para 4,6 milhões de toneladas.

Para o milho, o corte na produção impactou os estoques finais, enquanto as variáveis de demanda permanecem inalteradas. Destaque para o aumento das exportações do ciclo 24/25, estimadas em 41 milhões de toneladas até o fim de janeiro, reduzindo os estoques iniciais da próxima temporada.

Fonte: Assessoria StoneX
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