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Paraná define regras para uso de crédito de ICMS de investidores no “Plano Safra estadual”

De acordo com o regramento, a transferência do crédito acumulado poderá ter início a partir da integralização da operação de aquisição da cota do FIDC – ou seja, da aplicação de recursos no fundo de investimento – e será feita em 24 parcelas.

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Paraná define regras para retorno de crédito de ICMS a investidores do Plano Safra estadual (Foto: José Fernando Ogura/Arquivo AEN)

O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou na quinta-feira (15) o decreto que regulamenta a devolução de créditos acumulados de ICMS via Sistema de Controle da Transferência e Utilização de Créditos Acumulados (Siscred) para empresas e cooperativas agrícolas que adquirirem cotas de Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Paraná FIDC). A medida é uma das novidades do programa pioneiro do Estado, que funciona como uma espécie de Plano Safra estadual.

Como explica o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara, o Decreto nº 9.951/2025 estabelece as regras para a transferência desses créditos homologados pela pasta e que serão usados em apoio à cadeia produtiva agroindustrial e agrícola do Paraná. “Na prática, isso significa a injeção de dinheiro na veia para financiar a instalação de aviários e chiqueiros, para ampliar a produção de leite e para a construção de indústria de processamento agroindustrial”, ilustra o chefe da pasta.

De acordo com o regramento, a transferência do crédito acumulado poderá ter início a partir da integralização da operação de aquisição da cota do FIDC – ou seja, da aplicação de recursos no fundo de investimento – e será feita em 24 parcelas.

Com isso, os destinatários poderão usar o valor para abater até 100% do saldo devedor próprio no período de apuração. No entanto, não será possível utilizar esses créditos para liquidar o ICMS obtido por substituição tributária.

O FIDC Agro Paraná funciona como uma espécie de ‘guarda-chuva’, sob o qual as cooperativas instaladas no Estado e empresas integradoras podem participar por meio da criação de outros fundos vinculados e oferecer condições facilitadas de financiamento aos cooperados e integrados para a compra de máquinas, equipamentos, sistemas de irrigação e logística. “Os FIDCs são uma nova forma de financiar a necessária expansão de nossa produção agrícola e nosso processamento agroindustrial. E agora a possibilidade de transferir os créditos do ICMS vem para complementar e ampliar esse esforço de financiamento. É uma medida inteligente e inventada aqui no Paraná que está sendo copiada em todo o Brasil. É motivo de orgulho para todos nós”, conclui Ortigara.

Lançado em abril na B3, o Paraná FIDC oferece uma alternativa às condições de financiamento do Plano Safra e de outros recursos destinados ao crédito rural e agroindustrial. A ideia é promover investimentos estratégicos para impulsionar ainda mais o agronegócio no Paraná. Para isso, o Estado vai aportar R$ 350 milhões para financiar essas iniciativas e espera gerar R$ 2 bilhões em negócios no campo.

O fundo deve contribuir ainda na promoção do crescimento econômico, com a segurança alimentar, com a preservação do meio ambiente e com o fortalecimento das comunidades rurais, podendo ser usados para sistemas de irrigação, expansão da produção, armazenagem, equipamentos e outras linhas. A iniciativa é inédita no País e, por isso mesmo, serve de modelo para que outros estados repliquem a proposta em outras regiões do Brasil.

O FIDC Agro Paraná funciona como uma espécie de ‘guarda-chuva’, sob o qual as cooperativas instaladas no Estado e empresas integradoras podem participar por meio da criação de outros fundos vinculados e oferecer condições facilitadas de financiamento aos cooperados e integrados para a compra de máquinas, equipamentos, sistemas de irrigação e logística. “Os FIDCs são uma nova forma de financiar a necessária expansão de nossa produção agrícola e nosso processamento agroindustrial. E agora a possibilidade de transferir os créditos do ICMS vem para complementar e ampliar esse esforço de financiamento. É uma medida inteligente e inventada aqui no Paraná que está sendo copiada em todo o Brasil. É motivo de orgulho para todos nós”, conclui Ortigara.

Lançado em abril na B3, o Paraná FIDC oferece uma alternativa às condições de financiamento do Plano Safra e de outros recursos destinados ao crédito rural e agroindustrial. A ideia é promover investimentos estratégicos para impulsionar ainda mais o agronegócio no Paraná. Para isso, o Estado vai aportar R$ 350 milhões para financiar essas iniciativas e espera gerar R$ 2 bilhões em negócios no campo.

O fundo deve contribuir ainda na promoção do crescimento econômico, com a segurança alimentar, com a preservação do meio ambiente e com o fortalecimento das comunidades rurais, podendo ser usados para sistemas de irrigação, expansão da produção, armazenagem, equipamentos e outras linhas. A iniciativa é inédita no País e, por isso mesmo, serve de modelo para que outros estados repliquem a proposta em outras regiões do Brasil.

Fonte: AEN-PR

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Chuvas podem reduzir até 25% da produção de soja no Mato Grosso

Mais de 30 dias de precipitações deixam grãos com até 28% de umidade, gerando risco de germinação, atrasando a safrinha de milho e aumentando em 30% o volume de operações de secagem.

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Foto: Roney Smolareck

As chuvas intensas registradas nas últimas semanas em importantes regiões produtoras do país, especialmente no Mato Grosso, maior produtor de grãos do Brasil, têm dificultado o avanço da colheita da soja e acendido um alerta entre produtores. Já são mais de 30 dias de precipitações frequentes, cenário que levou 17 municípios do estado a decretarem situação de emergência. Nas áreas mais afetadas, produtores relatam prejuízos que podem chegar a até 25% da produção.

Segundo levantamento do setor de tecnologia de medição de grãos, a soja colhida em regiões do Norte de Mato Grosso tem registrado picos de umidade entre 26% e 28%, um aumento de cerca de 20% no teor de água presente no grão no momento da colheita em relação ao padrão considerado ideal para a operação.

Engenheiro agrônomo Roney Smolareck: “Quando a soja permanece por longos períodos no campo, após atingir o ponto de colheita, o excesso de umidade pode iniciar a germinação ainda na planta”

As informações foram obtidas por meio do Sistema de Gestão de Umidade (SGU), que acompanha operações de secagem e monitoramento de grãos em unidades armazenadoras. Normalmente os produtores realizam a colheita com níveis de umidade entre 18% e 22%, contudo, no monitoramento mais recente, foram observadas médias próximas de 21%, além de picos entre 26% e 28%, com registros pontuais ainda maiores durante o período mais chuvoso em regiões como Marcelândia.

Para o engenheiro agrônomo Roney Smolareck esse excesso de umidade pode se tornar um dos principais riscos para a qualidade da safra e para o valor final recebido pelo produtor. “Quando a soja permanece por longos períodos no campo, após atingir o ponto de colheita, o excesso de umidade pode iniciar a germinação ainda na planta. Nesse processo, o grão passa a consumir suas reservas, o que reduz seu valor comercial e pode gerar descontos na comercialização”, afirma.

O excesso de chuva também impacta o calendário da segunda safra de milho. Como o plantio do milho safrinha depende da liberação das áreas ocupadas pela soja, atrasos na colheita acabam reduzindo a janela ideal de semeadura. “Em muitas regiões, o solo permanece encharcado por vários dias, impedindo a entrada das máquinas agrícolas. Então, muitas vezes, o produtor até gostaria de colher, mas as máquinas não conseguem entrar na área por causa das condições do solo. Esse atraso acaba refletindo no plantio do milho safrinha e na qualidade da soja, porque quanto mais tempo ela fica no campo, maior o risco de degradação”, explica o agrônomo.

Umidade elevada aumenta custos no pós-colheita

Foto: Mateus Dias/Aprosoja MT

Além do impacto na lavoura, o aumento da umidade também pressiona toda a cadeia pós-colheita. Quando o grão chega às unidades armazenadoras com níveis acima de 26%, o volume de água a ser removido praticamente dobra em comparação com uma colheita feita na faixa normal de umidade. Na prática, isso significa mais tempo de permanência nos secadores, maior consumo de energia e maior pressão operacional nas estruturas de armazenagem.

No momento da classificação e comercialização, o excesso de água também afeta o resultado financeiro da safra. Após a secagem, o peso líquido do lote é reduzido e os descontos aplicados na negociação tendem a ser maiores, já que o produtor precisa retirar um volume adicional de umidade do grão.

Também foram identificadas um aumento próximo de 30% nas operações destinadas exclusivamente à retirada de umidade. A análise foi gerada pela comparação dos dados operacionais deste ciclo com o histórico registrado pelos medidores e pelo acompanhamento do sistema SGU integrado ao monitoramento do processo de secagem.

O aumento evidencia como o regime de chuvas acima da média tem alterado a dinâmica da colheita em Mato Grosso. Em anos considerados normais, a secagem já representa uma etapa crítica do pós-colheita. Neste ciclo, ela se tornou ainda mais estratégica para garantir a qualidade do grão, reduzir perdas e manter o fluxo de comercialização da soja.

Controle da umidade

Fotos: Jaelson Lucas/Arquivo AEN

Diante de cenários climáticos cada vez mais instáveis, ferramentas de monitoramento têm ganhado importância tanto na tomada de decisão no campo, quanto na preservação do valor da produção. Para Smolareck, acompanhar a umidade dos grãos ajuda o produtor a agir com mais precisão. “Quando o produtor mede a umidade ele consegue identificar quais áreas da lavoura apresentam melhores condições de colheita naquele momento. Isso permite priorizar talhões com menor risco de deterioração, preservando a qualidade do grão e, consequentemente, o valor final da comercialização”, explica.

Para preservar a qualidade da soja e garantir maior rentabilidade, a recomendação técnica é que a colheita ocorra com umidade dos grãos entre 13% e 14%. Por isso, equipamentos portáteis de medição permitem que essa avaliação seja feita diretamente no campo, de maneira rápida e eficiente. “Quando o produtor conhece exatamente o nível de umidade da soja, ele tem mais segurança para negociar. Se o grão está dentro do padrão ideal, essa informação ajuda a evitar descontos indevidos e a preservar o valor do grão na comercialização. Em um cenário de perdas causadas pela chuva, a medição se torna uma ferramenta importante para reduzir o impacto financeiro da safra”, pontua Smolareck.

Fonte: Assessoria Motomco
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Notícias Apesar de números históricos de produção

Pedidos de recuperação judicial no campo sobem 56% no Brasil

Quase dois mil produtores recorreram à Justiça em 2025, enquanto a produção de grãos supera 350 milhões de toneladas e a rentabilidade da soja cai à metade desde 2022.

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Foto: Divulgação/Freepik

O agronegócio brasileiro vive um paradoxo. Enquanto o país caminha para colher mais de 350 milhões de toneladas de grãos e mantém o crescimento do PIB do setor, aumenta o número de produtores rurais endividados e em dificuldade financeira. De acordo com dados do Serasa, em 2025, foram registrados 1.990 pedidos de recuperação judicial no campo, um aumento de 56,4% em relação aos 1.272 registrados em 2024.

A contradição se acentua diante dos números da produção. Projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que a safra de soja 2025/2026 deve superar 178 milhões de toneladas, puxada principalmente por estados do Centro-Oeste como Goiás e Mato Grosso do Sul. Por outro lado, a rentabilidade caiu: a saca da soja, que chegou a cerca de R$ 200 em 2022, gira hoje em torno de R$ 100, reduzindo drasticamente as margens.

Advogada especialista em Direito Agrário e do Agronegócio, Márcia de Alcântara: “O produtor está produzindo mais, mas não necessariamente lucrando” – Foto: Divulgação

A advogada especialista em Direito Agrário e do Agronegócio, Márcia de Alcântara, explica que esse cenário revela uma crise que vai além da gestão individual e atinge toda a estrutura do agro. “A análise macroeconômica não reflete o que acontece no campo. O produtor está produzindo mais, mas não necessariamente lucrando. Em muitos casos, ele está operando no limite ou até no prejuízo”, afirma.

Segundo Márcia, um dos motores dessa crise  é o próprio modelo de produção. “Com margens apertadas e dívidas acumuladas, o produtor amplia a área plantada para tentar compensar perdas. Só que isso aumenta o risco e pode aprofundar o endividamento”, explica. Contratos como CPRs, operações de barter e compromissos com tradings também pressionam a manutenção da produção, mesmo em cenários desfavoráveis.

O peso das dívidas vem aumentando. O endividamento rural já ultrapassa R$ 1,3 trilhão no Brasil, com cerca de 30% desse total ligado a bancos e cooperativas de crédito. Em alguns casos, as taxas podem chegar a 25% ao ano. “O custo do dinheiro virou um dos principais problemas do agro. Muitas vezes, o financiamento da safra já nasce comprometido”, diz.

O clima também agrava o cenário. Enquanto o Sul enfrenta quebras de safra com estiagens e enchentes, estados do Centro-Oeste, como Goiás, lidam com chuvas irregulares que comprometem o desenvolvimento das lavouras e elevam os custos com irrigação. “O clima deixou de ser uma variável previsível e passou a ser um fator constante de insegurança”, aponta.

Foto: Divulgação/Freepik

Além disso, os custos de produção seguem pressionando. Fertilizantes nitrogenados tiveram alta em 2025 e o mercado de defensivos movimentou cerca de US$ 11 bilhões em 2024. O diesel, essencial para máquinas e transporte, também encarece a operação, especialmente em regiões distantes dos portos.

Para a advogada, a crise atinge principalmente pequenos e médios produtores, que têm menos acesso a ferramentas de proteção financeira. “A crise do agro hoje é estrutural e multifatorial. Nesse contexto, a assessoria jurídica tem se tornado estratégica para renegociar dívidas, revisar contratos e evitar a perda de patrimônio. Enquanto não houver um enfrentamento mais amplo desses desequilíbrios, o país vai continuar convivendo com essa contradição: recordes de produção de um lado e produtores financeiramente fragilizados do outro”, salienta.

Fonte: Assessoria Escritório Celso Cândido de Souza Advogados
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Notícias Do laboratório ao mercado em meses

Tecnologia encurta caminho entre pesquisa e prateleira no setor de alimentos

Laboratório de prototipagem integra ciência, startups e indústria para validar produtos com mais rapidez e menor custo.

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Foto: Pedro Pereira

A criação de novos alimentos, bebidas e suplementos que antes levava anos para sair do papel poderá ser encurtada para poucos meses. Esse é o impacto esperado com a inauguração do Foodtech FabLab da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), instalado no prédio 61H do campus sede e integrado ao InovaTec UFSM Parque Tecnológico.

O espaço foi viabilizado com cerca de R$ 3 milhões do Ministério da Agricultura e Pecuária e passa a operar como

Juliano e Maria Daniele destacaram a importância do Foodtech FabLab – Foto: Pedro Pereira

ambiente de prototipagem, validação tecnológica e desenvolvimento de soluções para a cadeia de alimentos. “Não estamos inaugurando apenas um laboratório, mas um habitat de inovação. Estamos colocando Santa Maria no mapa global de onde se decide o que o mundo vai comer amanhã”, enfatizou a coordenadora de Projetos de Inovação do InovaTec, Maria Daniele Dutra.

De acordo com  o coordenador de projetos de pesquisa do InovaTec e docente do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia dos Alimentos,  Juliano Barin, a lógica do espaço é centralizar demandas de empreendedores e conectar rapidamente essas necessidades à estrutura científica da universidade. “Vai ser um balcão onde centralizamos as demandas e fazemos a conexão com a UFSM e com todo o ecossistema para que a solução aconteça. Produtos que levavam anos poderão chegar ao mercado em meses”, frisou.

Reitora da UFSM, Martha Adaime, destacou que o laboratório abre espaço para o desenvolvimento de novos produtos e amplia a inserção regional da universidade – Foto: Pedro Pereira

A reitora da UFSM, Martha Adaime, destacou que o laboratório abre espaço para o desenvolvimento de novos produtos e amplia a inserção regional da universidade. Para o gerente do parque tecnológico, Luciano Schuch, o diferencial está na conexão entre empresas, estudantes e pesquisadores.

Estrutura para prototipar, testar e validar

O FabLab reúne Food Maker Space, Experience Box para análise sensorial, Kitchen 3.0 e sala de articulação com parceiros. No núcleo tecnológico, estão equipamentos como impressora 3D de alimentos, pasteurizador a fio, extrusora de proteínas, extrator de aromas sem solvente, emulsificador nano e sistemas de secagem.

A proposta é permitir que testes de formulação, textura, sabor, conservação e segurança ocorram no mesmo ambiente, com interação desde o início com exigências regulatórias. “A inovação é um esporte coletivo”, afirmou Barin, ao defender a participação de parceiros e da sociedade no uso da estrutura.

Representantes do Mapa que acompanharam a inauguração classificaram o espaço como um dos mais avançados do

Coordenador-geral da Secretaria de Inovação do Ministério da Agricultura e Pecuária, César Simas Teles – Foto: Pedro Pereira

país entre os laboratórios maker de foodtech já implementados. “Uma carência que temos na área de inovação são espaços para que empreendedores possam testar seus produtos e fazer protótipos”, disse César Simas Teles, coordenador-geral da secretaria de inovação da pasta. “Queremos aprender com a UFSM para exportar esse modelo para outras unidades”, acrescentou Ayrton Jun Ussami.

Do laboratório para a degustação

Os resultados já aparecem em produtos desenvolvidos dentro da universidade e apresentados durante a inauguração. Um deles foi o gelato com sabor de cerveja IPA, criado a partir de um ingrediente desenvolvido pela doutoranda Camila Gressler em parceria com a empresária Bina Monteiro. O produto, chamado “Uivo lupulado”, está em processo de patenteamento.

Foto: Pedro Pereira

Outra demonstração envolveu uma impressora 3D capaz de imprimir e pré-assar biscoitos, massas, cárneos e chocolates. A tecnologia, desenvolvida por um estudante de Engenharia de Controle e Automação, permite personalizar alimentos com adição de vitaminas, minerais e proteínas. “O Foodtech FabLab já nasce acelerado. Temos empresas parceiras desenvolvendo conosco, estudantes e pesquisadores operando máquinas”, afirmou Maria Daniele.

A expectativa é que o espaço ofereça suporte técnico e consultoria para startups e empresas desde as fases iniciais, auxiliando no atendimento às exigências legais e regulatórias. O ambiente também foi concebido para formação prática de estudantes de Nutrição, Tecnologia em Alimentos, pesquisadores do PPGCTA e profissionais externos.

Com a operação do laboratório, a UFSM passa a atuar como ponto de convergência entre ciência, empreendedorismo e indústria de alimentos, posicionando Santa Maria como referência nacional em foodtech.

Fonte: O Presente Rural com UFSM
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