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Paraná alcança terceira maior marca de abate de carne de frango da história

Com 157,8 milhões de cabeças abatidas, avicultura paranaense consegue seu melhor desempenho no ano

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No mês de outubro, o Paraná conseguiu seu terceiro melhor índice em abate de carne de frango de sua história. Com 157,8 milhões de cabeças abatidas, o Estado conseguiu o melhor número do ano, historicamente atrás apenas dos meses de março e agosto de 2017, segundo dados do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar). A produção mensal foi 8,9% acima ao mês de setembro de 2018 e 5,9% superior ao décimo mês de 2017.

Após fechar o terceiro trimestre de 2018 com números recordes em exportação (449,1 mil toneladas no período), a avicultura paranaense finalizou o mês de outubro com recuo nos embarques, tendo decréscimo de 4,9% em comparação a agosto desse ano (128,9 milhões de toneladas ante 135,5 milhões de toneladas), segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

A análise do mercado avícola nacional será um dos temas do VI Workshop Sindiavipar “Avicultura Brasileira Conectada ao Mundo”. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de novembro de 2019, na cidade de Foz do Iguaçu (PR) e tem a expectativa de receber 400 participantes envolvidos com o setor. Também serão pautas do evento os avanços tecnológicos no agronegócio, como nas áreas de genética, nutrição e sanidade animal.

“Reunir todos os elos da cadeia produtiva é fundamental para mantermos o bom desempenho da avicultura. Oferecemos um produto de qualidade, reconhecida pelos mais exigentes mercados do mundo, com preço competitivo graças a essa base que construímos, embora temos ciência da importância da continuidade dos investimentos em tecnologia para o crescimento das atividades”, avalia o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins.

Fonte: Assessoria

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Notícias Mercado

Unidade de Concórdia da BRF é habilitada para exportar suínos ao Vietnã

Autorização foi publicada pelo Department of Animal Health, órgão das autoridades sanitárias do país do sudeste asiático

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Divulgação/Assessoria

A planta de Concórdia (SC) da BRF foi habilitada pelo Departamento de Saúde Animal do Vietnã (Department of Animal Health – DAH – em inglês) para exportar cortes de suínos para o país do sudeste asiático. A autorização foi publicada no site do DAH, órgão das autoridades sanitárias local. O adido agrícola da embaixada do Brasil em Hanoi, Tiago Charão de Oliveira, enviou o comunicado para o Ministério da Agricultura, que nos próximos dias deve publicar a habilitação da unidade catarinense nos sites oficiais do MAPA.

O vice-presidente de Relações Institucionais, Jurídico e Compliance da BRF, Bruno Ferla, afirma que essa habilitação tem importância estratégica por conta do mercado vietnamita, onde o consumo de proteína animal vem crescendo em maior ritmo entre os países da região. “O Vietnã é um país que tem atraído muitos investimentos de empresas, gerando aumento na renda per capita da população e, por consequência, maior consumo de produtos suínos”, destaca Ferla. “A BRF trabalha com prioridade nesse mercado, ampliando a presença da Companhia na Ásia e na preparação das plantas para futuras habilitações, a fim de atender às demandas crescentes.”

Com mais de seis mil colaboradores, a planta de Concórdia já exporta cortes de suínos para Hong Kong e Filipinas, no sudeste da Ásia, e para a África do Sul.

Fonte: Assessoria
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Notícias Pecuária

Preços médios de toda a cadeia renovam máximas reais em setembro

Demanda aquecida e baixa oferta de animais para abate seguem sustentando elevados patamares de toda cadeia pecuária

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Arquivo/OP Rural

Os valores médios de setembro do bezerro, do boi magro, do boi gordo e da carne renovaram os recordes reais das respectivas séries do Cepea. Segundo pesquisadores, a demanda aquecida, especialmente por parte do mercado externo, e a baixa oferta de animais para abate seguem sustentando os elevados patamares de toda a cadeia pecuária.

No geral, apesar de o preço médio do boi para abate ser recorde, o contexto atual não favorece quem faz a reposição, tendo em vista que o bezerro e o boi magro seguem igualmente negociados nos maiores patamares reais. No caso do pecuarista criador, a situação é semelhante, já que, mesmo com o animal desmamado em valor recorde, estes produtores estão tendo elevados desembolsos com a compra de insumos.

Além dos produtos importados encarecidos pelo dólar alto, os insumos de alimentação – como milho e farelo de soja – estão operando em preços patamares recordes nominais. Ressalta-se, neste caso, que o clima seco reforça a necessidade do uso de complementação, devido à piora nas condições das pastagens. Quanto à carne, o preço recorde da carcaça casada bovina alivia um pouco frigoríficos que trabalham apenas com o mercado interno.

Fonte: Cepea
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Notícias Mercado

Em setembro, preços do suíno vivo e da carne atingem recordes reais

Movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate

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Arquivo/OP Rural

Os preços do suíno vivo, da carcaça e dos cortes seguiram em alta no mercado brasileiro ao longo de setembro e, com isso, as médias mensais, em algumas regiões levantadas pelo Cepea, atingiram recordes reais.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que o movimento de alta no setor é verificado há quatro meses e se deve à oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e ao bom desempenho das exportações brasileiras da carne.

Fonte: Cepea
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