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Empresas JBS

Para promover diversidade e inclusão, JBS contrata consultoria de Rachel Maia e se alia ao Movimento Mulher 360

Consultora será advisor da alta liderança da Companhia, que também vai buscar no MM360 experiências de como ampliar a equidade

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Divulgação

A JBS Brasil acaba de contratar a RM Consulting, consultoria de Rachel Maia, para impulsionar suas ações de diversidade e inclusão. Rachel foi a primeira mulher negra a comandar a operação de marcas multinacionais na América Latina. Atualmente, é também presidente do Conselho Consultivo do Unicef no Brasil.

Rachel Maia vai atuar para o letramento social da alta liderança da JBS sobre questões relacionadas à equidade racial, gênero e PCD. A RM Consulting vai acompanhar a implementação e execução de projetos relativos à diversidade e inclusão, incluindo as iniciativas desenvolvidas pelos grupos de afinidades.

“A JBS tem o compromisso de espelhar em seu quadro de talentos a diversidade das regiões onde está inserida”, diz Wesley Batista Filho, presidente da JBS Brasil. “Vejo o reconhecimento e a responsabilidade no apoio a empresas como a JBS neste processo educativo sobre diversidade e inclusão, e com meu time fomentando a pluralidade em todos os níveis, principalmente na alta gestão. Apoio empresas que geram oportunidades com foco na equidade”, afirma Rachel Maia.

Além disso, a JBS aderiu ao Movimento Mulheres 360, que reúne 63 empresas, como Cargill, Coca-Cola, Johnson & Johnson, Natura, Nestlé, PepsiCo, Santander, Unilever e Walmart, para promover a diversidade e ampliar a participação feminina no ambiente corporativo. “Sabemos que esta é uma jornada de toda a sociedade e queremos fazer a nossa parte. Nos unimos ao Mulheres 360 para aprender com a experiência de outras empresas também”, diz Marcela Rocha, diretora executiva de assuntos corporativos da JBS.

Fonte: Assessoria
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Empresas Tecnologia

Cargill Nutrição Animal lança Open Farm: juntos de portas abertas, construindo uma nova história

Programa de relacionamento tem como objetivo apoiar o produtor na prosperidade do seu negócio

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Assessoria

Alinhado com a estratégia global da Cargill, onde um dos objetivos é focar no relacionamento com os clientes, inicia-se uma nova fase com suinocultores da Cargill Nutrição Animal. Desde junho, as portas foram abertas para evoluir na relação com produtores. Dessa forma, foram desenvolvidas soluções mais efetivas para explorar todo potencial de negócio e impulsionar a inovação e a tecnologia. Trata-se do Open Farm, um programa de relacionamento relevante e inovador.

Na primeira fase de lançamento do programa, os convidados foram clientes estratégicos do negócio de suínos, porém, nos próximos meses haverá a expansão do programa para outros clientes suinocultores. Também há previsão para que no futuro a possam expandir para outros negócios atendidos pela Cargill Nutrição Animal. Hoje já são 30 clientes / parceiros ativos no programa e, desde o início do mês de julho, eles já têm acesso às primeiras informações de pontuação acumuladas, de acordo com as categorias disponíveis: Yellow Farm, Red Farm, Blue Farm e Green Farm.

Cada cliente ou empresa que aderir ao Open Farm, não terá qualquer custo adicional, e será classificado em uma das quatro categorias, de acordo com o percentual de participação da Cargill no total de animais tratados do seu negócio de suínos (Market Share). A cada três meses, o número é reavaliado e a classificação pode ser alterada, impactando nos indicadores e benefícios do programa.

“Acreditamos na relação próxima entre as pessoas, na transparência entre as empresas e sabemos que juntos podemos inovar para construir um futuro próspero. Alinhados à visão estratégia da Cargill 2025, Intimidade Comercial com o Cliente, lançamos o Open Farm, como um programa de aprimoramento e recompensa que vem ao encontro de um dos nossos principais pilares: colocar o cliente no centro de tudo. Entendemos que apenas conhecendo suas necessidades, podemos atendê-lo de forma integral e fidelizar, estabelecendo juntos uma trajetória de crescimento para seu negócio”, diz Thiago Lala, gerente de contas chave do negócio de Suínos da Cargill Nutrição Animal.

 

Diferencial estratégico

Além de ser um programa pioneiro no segmento de nutrição animal, o grande diferencial do Open Farm comparado aos demais programas de fidelidade é que, a partir de um estudo das necessidades de cada cliente e monitoramento do negócio, o resgate de pontos estará alinhado às suas estratégias de crescimento, sendo 75% dedicados exclusivamente a benefícios para o próprio negócio. Os 25% restantes poderão ser usados no âmbito pessoal, como bens de consumo, lazer e souvenirs.

A proposta é ser mais que um programa de cashback. É atuar no reinvestimento do negócio do cliente por meio da oferta de soluções que possam gerar crescimento e desenvolvimento organizacional, como serviços personalizados, consultorias e ferramentas exclusivas da Cargill Nutrição Animal. Todo resgate de benefícios é realizado por meio da plataforma OpenFarm de maneira simples e intuitiva.

 

Inúmeras opções de resgate focadas no negócio

Entre os benefícios que podem ser resgatados nos 75% dedicados ao negócio, cada cliente terá a Consultoria em Negócios, por exemplo, Diagnóstico e implantação da Certificação BPF; Consultoria em sanidade, manejo e ambiência; e Cargill Risk Management – treinamento e assessoria na estruturação das operações.

Em Inovação e Tecnologia, algumas opções são Implementação do controle de qualidade em fábrica de rações através da Tecnologia NIR e Programa Aceleradora S4. Já em Desenvolvimento Organizacional, o cliente poderá resgatar treinamentos ministrados pela Cargill ou por parceiros, como Desenvolvimento de liderança e engajamento (Escalar); Cultura de segurança (Cargill); Gestão por diretrizes (Falconi); Governança e sucessão familiar (Dom Cabral); e Inclusão e Diversidade: Caso Cargill + Papo de Homem. Além de viagens para visitas a negócios similares e compartilhamento de conhecimento.

Esses são apenas alguns exemplos da gama de opções que o participante do programa terá à disposição sem nenhum custo adicional, apenas por se manter nosso parceiro. “Queremos reforçar nosso compromisso na construção de um futuro próspero junto aos nossos clientes, dando suporte às suas necessidades de forma estratégica e inovadora. Esse é o propósito do Open Farm”, finaliza João Fausto, líder de negócios de suínos.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suinocultura

O papel das porcas no controle do Mycoplasma nas granjas

Entenda como esses animais agem na disseminação da bactéria no ambiente

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Jovani Finco / Divulgação.

Por: Jovani Finco médico-veterinário e assistente técnico de suínos da Zoetis.

Conhecida já há algumas décadas, a pneumonia enzoótica dos suínos, causada pela infecção da bactéria Mycoplasma hyopneumoniae (MH), está presente em quase 100% das granjas também atingidas pelo circovírus ao redor do mundo, e aqui no Brasil, em 95% do plantel de suínos. É considerada uma doença crônica e endêmica no País. Afeta suínos de todas as idades, principalmente nas fases de crescimento e terminação.

Granjas positivas e sem um trabalho de controle para a bactéria podem perder até 41 gramas de peso diário por animal, uma redução de 16% na taxa de crescimento e 14% a menos de conversão alimentar.
De acordo com estudo de 2017 realizado por Takeuti e Barcellos, as lesões pulmonares provocadas por essa bactéria no abate atingem 55.38% dos animais.

A transmissão do Mycoplasma pode ocorrer via vertical – da porca para os leitões – e horizontal – de leitão para leitão, por meio de secreções nasais e aerossóis.
O papel das porcas na transmissão da doença tem sido cada vez mais estudado e avaliado como importante na contaminação e disseminação da bactéria no plantel. Isso porque, ao chegarem livres do protozoário para um ambiente contaminado, leva-se um tempo até que estes animais se infectem, e depois, deixem de excretar o Mycoplasma.
Por isso, a adaptação dessas matrizes ao novo ambiente é fundamental no controle deste agente. Quanto antes as fêmeas se contaminarem, menor será a probabilidade de elas transmitirem isso aos leitões após o parto e, consequentemente, de animais doentes na fase inicial da vida.

Além da ambientação das matrizes, outras ações são igualmente importantes no controle da bactéria – vacinação, manejo, limpeza e desinfecção do ambiente, vazio sanitário, troca de leitões recém-nascidos desnecessariamente entre leitegadas, vacinações inconsistentes, superlotação, espaço inadequado nas baias, falhas no diagnóstico e no controle de infecções concomitantes, tratamento antimicrobiano no momento errado por períodos e doses menores que o recomendado, escolha da droga incorreta etc. Qualquer falha no processo, não só facilita a infecção dos leitões pelo Mycoplasma, que é um agente primário, como também contribui para ação de outros agentes secundários.
A ação combinada de agentes pode causar grandes prejuízos para a granja – elevação de custo na produção, com o uso de antimicrobianos em tratamento aos animais e/ou até diminuição no desempenho zootécnico e aumento na mortalidade.

Investir em uma vacina que atenda as necessidades e os desafios da granja é importante, mas deve ser associada as várias ações de manejo e biosseguridade.

São muitas as estratégias de controle para o Mycoplasma. As intervenções e ações devem ser pensadas visando à produção de animais sem sinais clínicos de pneumonia e com baixa prevalência da bactéria. Dessa forma, as granjas alcançarão estabilidade em relação à propagação do microrganismo.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Avicultura

Vacina de imunocomplexo natural é eficiente em aves com diferentes níveis de anticorpos maternos contra Doença de Gumboro

Doença de Gumboro é uma das principais causas de problemas imunológicos em aves, sendo responsável por importantes prejuízos para a cadeia da produção de carne de frangos e de ovos

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Foto: O Presente Rural

Por Eva Hunka, médica veterinária pela UFRPE, mestre em medicina veterinária preventiva pela Unesp e gerente de negócios biológicos da Phibro Saúde Animal.

 

As vacinas contra a Doença de Gumboro – uma das principais causas de problemas imunológicos em aves, sendo responsável por importantes prejuízos para a cadeia da produção de carne de frangos e de ovos – estão em constante evolução e novos produtos chegam ao mercado, com tecnologias inovadoras, nos fazendo descobrir novas maneiras de prevenção e controle. Uma dessas tecnologias, que chegou ao Brasil em 2020, é MB-1, vacina de imunocomplexo natural, para uso em dose única ainda em incubatório.

Após a injeção do vírus de MB-1, esse vírus é revestido e temporariamente neutralizado pelos anticorpos maternos (Maternal Derived Antibodies – MDA), formando um imunocomplexo natural. Com a deterioração desses anticorpos, o vírus é liberado e se replica na Bursa de Fabricius (órgão linfoide primário), induzindo resposta imune. Esta característica faz com que a proteção ocorra precocemente – cerca de quatro dias antes quando comparada às vacinas de imunocomplexo convencional. Isso ajuda a diminuir a janela imunológica e melhora a proteção contra os vírus de campo.

O comportamento desta vacina em aves com diferentes níveis de anticorpos foi estudado por Rosenzweig et al. (2018), em ensaio no qual foram correlacionados os níveis de anticorpos maternos, a chegada do vírus vacinal na Bursa e a sorologia destas aves. Como resultado, ficaram demonstradas as diferenças entre os grupos estudados.

Para demonstrar esse modo de ação em frangos de corte comerciais de um dia de vida, foram trabalhados dois grupos, os quais receberam injeções subcutâneas de MB-1 no primeiro dia de vida. Para essa divisão, foi feita a sorologia das aves, que verificou níveis de MDA e, com base nos resultados, os grupos foram montados da seguinte forma: grupo LL (baixo nível de MDA), contendo aves com título médio de ELISA – uma das várias metodologias para análises laboratoriais – de 1.832 (mínimo 605 e máximo 2.996), e grupo HL (alto nível de MDA), contendo aves com título médio de 5.778 (mínimo 3.821 e máximo 9.862). A replicação do vírus MB- na bolsa cloacal foi analisada paralelamente ao monitoramento da soroconversão nas aves.

No grupo LL, o vírus iniciou a replicação na bursa 18 dias após a vacinação (PV) e atingiu seu pico 21 dias após a vacinação, enquanto no grupo HL a replicação do vírus na bolsa atingiu seu pico no 28º dia após a vacinação. A soroconversão nas aves do grupo LL ocorreu 6 dias mais cedo do que nas do grupo HL. Os resultados demonstram que o nível de MDA teve efeito direto sobre o início da replicação viral e a imunização de cada ave dependia do seu próprio título de anticorpos maternos. Também não foram observadas diferenças sorológicas para Doença de Newcastle, demonstrando que não houve dano imunológico decorrente da vacinação com MB-1.

O modo de ação da MB-1 é mediado pelos anticorpos maternos (MDA), que são transmitidos da galinha para o pintinho, e o início da replicação do vírus vacinal na Bursa é dependente desses anticorpos.

Mesmo em aves com baixos títulos de MDA, o vírus vacinal não é detectado antes dos 18 dias de idade. E o início da imunização é individual, ocorrendo de forma precoce em aves com baixos níveis de MDA quando comparado às aves com altos títulos de MDA. Assim, o início da imunidade e soroconversão também ocorrerá antes em aves com baixos títulos de MDA.

Estes dados corroboram com os apresentados por Rafael Martello e seus pesquisadores parceiros (2020), que pesquisou o comportamento da vacina MB-1 no Brasil, em aves comerciais com diferentes níveis de anticorpos maternais, e comprovam que a vacina de imunocomplexo natural tem tecnologia inovadora, segura e eficaz no controle da Doença de Gumboro. Para conhecer os resultados desse importante estudo, te convidamos a assistir à palestra de Rafael Martello, médico veterinário e assistente técnico sênior da Phibro Saúde Animal, durante a Conferência Facta 2021: https://www.youtube.com/watch?v=JScS1JzjH0I.

A íntegra do estudo está disponível em https://conferenciafacta2021.casarn.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Premio-Lamas_2021.pdf.

 

Fonte: Assessoria
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Simp. Brasil Sul de Suínos 2021

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