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Pará lança Cheque Pecuária para integrar pequenos produtores à agenda ambiental
Programa prevê apoio financeiro para regularização ambiental e boas práticas para reduzir emissões e ampliar a eficiência da pecuária.

A tentativa de conciliar produção pecuária, inclusão produtiva e redução do desmatamento levou o governo do Pará a lançar, na quarta-feira (17), em Xinguara, no sudeste do Estado, o programa Cheque Pecuária. A iniciativa prevê a liberação de recursos financeiros para que pequenos produtores rurais e agricultores familiares avancem na regularização ambiental ou adotem práticas capazes de elevar a produtividade sem abertura de novas áreas.
Voltado ao segmento mais vulnerável da cadeia da carne, o programa busca atacar um dos principais gargalos socioambientais da pecuária paraense. Para o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), o incentivo tem potencial para engajar um público historicamente mais distante das políticas de adequação ambiental e, ao mesmo tempo, gerar ganhos climáticos relevantes. “Fizemos um cálculo do potencial de contribuição climática resultante da adesão desse universo de produtores às medidas que são alvo do incentivo e os resultados são muito positivos”, afirma Bruno Vello, coordenador de Políticas Públicas do Imaflora.
Foco no elo mais frágil da cadeia

Foto: Freepik
O Cheque Pecuária pode alcançar mais de 70 mil pequenos produtores, responsáveis por cerca de 3,1 milhões de cabeças de gado, o equivalente a 13,7% do rebanho do Pará. O público inclui agricultores familiares e pecuaristas com até 100 cabeças, concentrados majoritariamente nas fases iniciais da cadeia produtiva, como cria e recria.
Na estrutura da pecuária, esses produtores ocupam a base da pirâmide. Enquanto fazendas maiores e integradas realizam todas as etapas, da cria à engorda, os pequenos são responsáveis pela produção de bezerros e animais jovens, que depois seguem para propriedades maiores. Quando há irregularidades socioambientais nesse elo inicial, o problema tende a se espalhar ao longo da cadeia, inclusive para frigoríficos e mercados compradores. “Uma vez que possui menos tecnificação, o pequeno produtor costuma soltar o boi no pasto até o momento de vender a um intermediário, que irá redirecionar o gado a uma fazenda maior”, explica Vello.
Segundo ele, são as propriedades médias e grandes que mantêm relação direta com os frigoríficos e precisam comprovar conformidade ambiental. “Por isso, é positivo que o Cheque Pecuária focalize nas pequenas propriedades disseminadas pelo estado. É uma forma de direcionar o dinheiro público para orientar as economias locais no sentido da maior sustentabilidade”, pontua.
Recurso com destino definido
O desenho do programa prevê a destinação dos recursos exclusivamente para duas frentes consideradas estratégicas para a redução do desmatamento. Cada produtor poderá acessar até R$ 20 mil para investir na chamada requalificação comercial, que envolve a recuperação de áreas desmatadas ilegalmente após 2008, ou na adoção de boas práticas produtivas.
Ficam excluídas do programa propriedades com sobreposição a áreas protegidas ou com registros de trabalho análogo à escravidão. A lógica, segundo especialistas, é diferenciar produtores passíveis de incentivo à regularização daqueles que devem ser alvo prioritário de políticas de comando e controle.
Produtores já regularizados poderão aplicar os recursos em práticas que aumentem a competitividade e tragam ganhos ambientais. Um dos exemplos citados é o manejo rotacionado de pastagens, sistema em que o pasto é dividido em piquetes e ocupado de forma alternada pelo gado. O método permite a recuperação da vegetação, melhora a qualidade do capim e acelera o ganho de peso dos animais.
Além do impacto produtivo, o manejo adequado favorece a formação de raízes no solo, ampliando a fixação de carbono. Com animais abatidos mais cedo, há redução da emissão entérica de metano, principal gás de efeito estufa associado à pecuária no Brasil. “A concentração de cabeças em uma área bem manejada diminui a pressão por novas conversões de vegetação nativa em pastagem”, observa Vello.
Potencial climático e produtivo

Foto: Arnaldo Alves
Estimativas do Imaflora, considerando a adesão de 100% do público elegível ao Cheque Pecuária, apontam que o programa poderia viabilizar o manejo sustentável de cerca de 360 mil hectares, o equivalente a 14% da meta prevista no Plano ABC+ Pará. Além disso, ao menos 432 mil hectares poderiam ser isolados para recuperação ambiental, o que corresponde a 7,7% da meta do Plano de Recuperação da Vegetação Nativa do Estado.
Na prática, a mudança de manejo permitiria que pequenos produtores duplicassem a produção sem expandir a área utilizada. Isso significaria manter no solo um estoque estimado de 500 milhões de toneladas de carbono. O cenário também indica potencial de remoção anual de 806,4 mil toneladas de dióxido de carbono e redução de 48,4 mil toneladas de metano, com a possibilidade de abate precoce de até 3 milhões de cabeças.
As ações de requalificação comercial também trazem impactos relevantes. Segundo os cálculos do instituto, a restauração florestal poderia resultar na captura de 4,8 milhões de toneladas de dióxido de carbono, além da absorção contínua de 11,11 toneladas por hectare ao ano em áreas de florestas secundárias estabelecidas sobre pastagens degradadas.
Incentivo para romper resistências
Para Vello, o programa pode ajudar a superar a resistência de parte dos pequenos produtores à regularização ambiental. “Esse incentivo pode vencer as resistências à readequação ambiental pela parcela de público que tende a ser mais resistente à ideia e a quem os custos são mais impeditivos”, afirma.
Segundo ele, muitos produtores associam a regularização a gastos elevados com recuperação florestal, risco de exclusão de mercados e perda de área produtiva. “Dispor de um recurso que permite se regularizar e obter ganhos de produção com isso pode ser um incentivo para a mudança”, diz.
O coordenador do Imaflora pondera, no entanto, que o Cheque Pecuária ainda pode ser aprimorado, como com a inclusão de estímulos à rastreabilidade individual do rebanho. “Será preciso um monitoramento fino nos próximos anos, para identificar eventuais gargalos, distorções e oportunidades de melhorar o programa”, ressalta.

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Assembleia Geral do Sistema Faep destaca conquistas e prega união para 2026
Com participação de deputados ligados ao agro, reunião contou com mais de 110 participantes de dezenas de sindicatos rurais.

A Assembleia Geral do Sistema Faep, realizada nesta segunda-feira (02), em Curitiba, reuniu lideranças rurais de todas as regiões do Paraná e parlamentares ligados ao setor para fazer um balanço das ações realizadas em 2025 e alinhar estratégias para 2026. Os deputados federais Pedro Lupion, Ricardo Barros, Tião Medeiros e Sérgio Souza e a deputada estadual Maria Victoria estiveram no evento para compartilhar as ações realizadas em prol do setor rural em âmbitos estadual e nacional. No total, mais de 110 participantes de dezenas de sindicatos rurais participaram das discussões.
Na abertura do encontro, o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, destacou a importância da articulação permanente com o Legislativo. “Esses deputados estão juntos do Sistema Faep e dos nossos sindicatos, ouvindo as demandas na ponta e nos ajudando em um momento de dificuldades para o agro”, afirmou.
Meneguette ressaltou que 2025 foi um ano marcado por desafios, mas também por conquistas relevantes, reunidas no relatório anual entregue às lideranças. Entre os principais avanços, destacou a derrubada do projeto que aumentaria de forma expressiva as custas cartoriais no Paraná. “Conseguimos travar e arquivar um projeto que previa aumento de até 532% para averbação sem valor econômico e subindo mais de 351% a emissão de certidões. Um impacto enorme para os produtores, especialmente em um período de dificuldades climáticas e renegociação de dívidas”, disse.
Outro ponto envolve a taxação da importação de tilápia e a retirada da proposta que classificava o peixe como espécie invasora. “Essa medida prejudicaria diretamente o Paraná, maior exportador de tilápia do Brasil, e responsável por mais de 70% das exportações nacionais”, reforçou o presidente.
Entre as preocupações, o presidente do Sistema Faep destacou o veto presidencial ao dispositivo que impedia o contingenciamento de recursos para o seguro rural. “Esse veto tem impacto direto na produção do Paraná. Em 2025, contratamos 19,5 mil apólices do total de 46,9 mil. Isso representa, em números macro, 944 mil hectares, no valor de R$ 4 bilhões”, pontuou.
A crise no setor leiteiro também esteve no centro do debate como um fator de preocupação. “Temos uma grande preocupação, principalmente porque a produção leiteira está presente nos 399 municípios do Paraná. Estamos trabalhando para buscar mecanismos de controle, mesmo sabendo que não é fácil. No Paraná, conseguimos implementar uma lei que proibiu a reconstituição de leite em pó e seus derivados importados no Estado”, afirmou.
Atuação parlamentar

Deputada estadual Maria Victória: “É um orgulho ver essa atuação firme em defesa do agro”
Durante o encontro, parlamentares federais e estaduais destacaram a importância da união do setor e da atuação coordenada no Congresso Nacional.
A deputada estadual Maria Victoria elogiou a gestão de Meneguette à frente da entidade. “O Ágide Eduardo está fazendo um trabalho maravilhoso, com sabedoria e discernimento. É um orgulho ver essa atuação firme em defesa do agro”, afirmou. A parlamentar também ressaltou a mobilização da Faep contra o aumento das custas cartoriais e o apoio a pautas sociais, como portadores de doenças raras e projetos educacionais.

Deputado federal Tião Medeiros: “É um ano de escolhas, em que vamos definir os rumos do país”
Em sua fala, o deputado federal Tião Medeiros parabenizou Meneguette por ter assumido a liderança do G7, que reúne as sete principais entidades representativas dos setores produtivos do Paraná. “Isso só aumenta o desafio de fazer com que as entidades do Paraná sejam ouvidas”. Na sequência, o parlamentar destacou que 2026 será um ano decisivo. “É um ano de escolhas, em que vamos definir os rumos do país. Temos inúmeros desafios, como os vetos ao seguro rural, a questão da faixa de fronteira, o marco temporal e a escassez de mão de obra no campo”, afirmou.
Na mesma linha, o deputado federal Sérgio Souza reforçou que os principais entraves ao agro estão “da porteira para fora”. “O produtor sabe produzir, sabe plantar e colher. O problema está nos custos, nos entraves regulatórios e nos vetos a conquistas aprovadas no Congresso. Por isso, precisamos continuar unidos”, afirmou.

Deputado federal Sérgio Souza: “O produtor sabe produzir, sabe plantar e colher”
O deputado federal Ricardo Barros, presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados, destacou o papel estratégico do Brasil na produção de alimentos e alertou para os impactos das mudanças climáticas sobre o setor. “O debate é como o mundo vai se alimentar. Água e comida são os grandes valores do futuro, e o Brasil tem território, clima e tecnologia para cumprir esse papel”, afirmou. Barros também ressaltou a importância da ciência para o avanço do agro brasileiro. “A Embrapa viabilizou o cultivo em áreas antes consideradas improdutivas. Investir em tecnologia é garantir competitividade e segurança alimentar”, completou.
O deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), apresentou um panorama das principais pautas em debate no Congresso Nacional que impactam diretamente o setor produtivo. Entre os temas destacados estiveram o acordo Mercosul–União Europeia, a derrubada de vetos ao seguro rural, a defesa agropecuária, a modernização da legislação de cultivares, a tabela de frete, a escassez de mão de obra e a proposta de alteração da jornada de trabalho 6×1. “Precisamos garantir segurança jurídica, acesso à tecnologia e condições reais de produção. Sem isso, o produtor perde competitividade e o país compromete sua capacidade de produzir alimentos”, afirmou, reforçando a importância de representação técnica e diálogo permanente em defesa do setor.
Kit digital
Na sequência, o presidente do Sistema Faep apresentou as propostas para 2026, reforçando o planejamento e a transparência na gestão. Como parte dos investimentos anunciados nos últimos anos, Meneguette realizou a entrega de um kit digital a cada sindicato rural, composto por um notebook e um telefone celular. Essa ação busca fortalecer a estrutura, a comunicação e a atuação das entidades sindicais em todo o Paraná.
Reforma Tributária

Deputado Federal Ricardo Barros: “O debate é como o mundo vai se alimentar”
A Reforma Tributária, em vigor desde 2 de janeiro, foi o tema de palestra para orientar os produtores rurais sobre o cenário e o cronograma de implementação das mudanças, que afetam o setor de forma progressiva, reforçando a importância da preparação imediata. Para apoiar os agricultores e pecuaristas, a palestra destrinchou a cartilha sobre o tema produzida pelo Sistema Faep justamente para traduzir a complexidade da nova legislação, com orientações claras e práticas para o dia a dia da propriedade rural, auxiliando no planejamento e no cumprimento das novas obrigações. O guia completo já disponível gratuitamente. Ao final da apresentação, produtores rurais puderam sanar dúvidas específicas sobre suas realidades.
SENAR em números

Deputado Federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion (à direita)
O presidente do Sistema Faep destacou os resultados operacionais alcançados em 2025, reforçando o compromisso com a base sindical e a capacitação técnica. A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) registrou 14.713 visitas, atingindo 6.397 propriedades rurais em 253 municípios paranaenses, crescimento que reflete a prioridade no fortalecimento direto das unidades produtivas.
Paralelamente, a Formação Profissional Rural (FPR) teve crescimento de 7% em relação ao ano anterior, com 11.273 cursos realizados que capacitaram 237 mil pessoas. Esses números, somados aos 2.483 cursos de Promoção Social (os), beneficiaram 34.298 participantes, demonstram a atuação do sistema sindical no Paraná.
Avanços institucionais complementam esse cenário, com a implementação inédita de Agentes de Desenvolvimento Rural (ADRs) em todas as regionais do Sistema Faep, reforço para ampliar a mobilização sindical local. Em infraestrutura, Meneguette destacou a construção do Centro de Excelência do Leite, projeto pioneiro no país, que já teve o terreno adquirido e está em fase de homologação para ofertar cursos especializados reconhecidos pelo MEC, com previsão de entrega para o início de 2027.
“Esses resultados mostram o fortalecimento do Sistema Faep junto aos produtores rurais por meio dos cursos e da ATeG. Sempre trazendo melhoria contínua, de qualidade, aperfeiçoamento e gestão aos nossos agricultores e pecuaristas”, afirmou Meneguette.
Atuação em prol da agropecuária
A assembleia ainda contou com a apresentação do gerente do Departamento Técnico e Econômico (DTE), Jeffrey Albers, que detalhou as principais ações, conquistas e desafios monitorados pelo Sistema Faep. Entre os temas de atuação contínua destacam-se a defesa da classificação do tabaco na propriedade rural, a vigilância sanitária para manter o status de área livre de febre aftosa sem vacinação e as tratativas sobre as salvaguardas do acordo do Mercosul-União Europeia.
Outro ponto de relevância envolve o planejamento da viagem técnica internacional para os Estados Unidos, focada em inovação e inteligência artificial aplicada ao agronegócio. O roteiro, ainda em definição, deverá ocorrer ao longo de 12 dias, com o objetivo de visitar centros de pesquisa e propriedades que utilizem tecnologias de ponta, como equipamentos autônomos, sensores para bem-estar animal e sistemas avançados de classificação e armazenagem de grãos.
Albers também fez um balanço dos eventos técnicos realizados em 2025, que fortaleceram a cadeia produtiva e abriram mercados, como a segunda edição do Prêmio Queijo do Paraná, o Prêmio Qualidade Café do Paraná, o Ideathon nos colégios agrícolas e a participação em eventos nacionais como o Canacarne, em Minas Gerais.
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Soja encerra janeiro com preços mais fracos no mercado brasileiro
Expectativa de safra recorde, demanda interna limitada e valorização do real influenciam as cotações, segundo o Cepea.

Os preços da soja em grão seguiram enfraquecidos no mercado brasileiro no encerramento de janeiro. De acordo com pesquisadores do Cepea, a desvalorização do grão esteve associada às expectativas de oferta recorde no Brasil, à fraca demanda doméstica e à valorização do Real frente ao dólar.
Esse movimento cambial reduziu a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo, afastando parte dos demandantes internacionais em favor da soja norte-americana. No campo, as atividades de colheita avançam gradualmente no Brasil.
No entanto, colaboradores consultados pelo Cepea apontam que os níveis de umidade do solo permanecem abaixo do ideal em áreas do Sul, especialmente em lavouras semeadas mais tardiamente, mantendo os produtores em estado de alerta. As previsões indicam chuvas mais abrangentes nos próximos dias, que, se confirmadas, tendem a melhorar o balanço hídrico e trazer alívio às lavouras.
Segundo a Conab, a colheita da soja atingiu 6,6% da área nacional até 24 de janeiro, acima dos 3,2% observados no mesmo período da safra passada. Mato Grosso segue liderando os trabalhos, com 19,7% da área colhida, contra 3,6% há um ano.
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Show Rural Coopavel deve receber delegações de todos os continentes
Produtores, técnicos e executivos de multinacionais do agronegócio estarão em Cascavel entre 09 e 13 de fevereiro para conhecer tecnologias e inovações do setor.

Produtores rurais, técnicos e diretores de empresas multinacionais do agronegócio estarão em Cascavel, de 09 a 13 de fevereiro, para prestigiar o 38º Show Rural Coopavel. “Temos a confirmação de várias delegações que se deslocarão até aqui para conhecer e ter contato com as tecnologias e inovações que os 600 expositores, nacionais e estrangeiros, apresentarão nesta edição”, comenta o presidente Dilvo Grolli.
O coordenador geral do Show Rural, Rogério Rizzardi, diz que, pelo número de confirmações, esse poderá ser o ano com recorde no número de recepções a caravanas, tanto nacionais quanto de países de todos os continentes. “O Show Rural é uma referência no mundo e essas visitas comprovam isso”, afirma ele.
Países
Entre os países com delegações já confirmadas, estão: Alemanha, França, Itália, Espanha, Moçambique, Estados Unidos, Paraguai, Argentina, China, México, Japão e Austrália. “E também receberemos delegações de praticamente todo o Brasil. Exemplo disso é uma comitiva formada por produtores e líderes do setor agropecuário de estados do Nordeste, que todos os anos há mais de duas décadas se deslocam a Cascavel para aprofundar conhecimentos sobre o agronegócio”, comenta o presidente Dilvo.
Com o tema A força que vem de dentro, o Show Rural Coopavel espera receber, em cinco dias, entre 360 mil e 400 mil visitantes. Entre os diferenciais do evento estão a não cobrança de ingresso para acessar o parque e gratuidade pelo uso de vagas do estacionamento.



