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Pandemia na agricultura: porteira aberta para a digitalização

Mais digitalizada do que a dos Estados Unidos, a agricultura brasileira está preparada para se adaptar ao novo modelo de economia

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Mais digitalizada do que a dos Estados Unidos, a agricultura brasileira está preparada para se adaptar ao novo modelo de economia, chamado por especialistas de baixo contato (low touch economy). Essa é a opinião do diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Guy de Capdeville, e do sócio-sênior da McKinsey Consultoria, Nelson Ferreira.

É claro que adaptações serão necessárias, como disse Capdeville, já que ninguém estava preparado para os efeitos do novo Coronavírus, mas a Embrapa há muito já investe em tecnologias de automação e conexão no campo. A chamada agricultura 4.0 já era uma das prioridades na programação de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da Empresa, mas com a pandemia, com certeza, vai crescer ainda mais para atender às demandas do setor produtivo.

O diretor de P&D destaca como uma das prioridades o desenvolvimento de tecnologias para reduzir o contato físico, especialmente na produção animal, visando diminuir os riscos de transmissão de doenças. Já é comprovado que as gripes suínas e aviárias são capazes de contaminar seres humanos. “Então, um dos nossos focos será investir em tecnologias automatizadas que evitem esse contato”, complementa.

Estudo comprova que agricultura brasileira é mais digitalizada do que a dos EUA

O sócio-sênior da McKinsey Consultoria falou sobre o estudo realizado pela empresa com mais de 750 agricultores de sete culturas diferentes em 11 estados brasileiros antes da pandemia, nos meses de janeiro e fevereiro. A pesquisa mostrou que o nível de digitalização brasileira é maior do que a norte-americana e que os nossos produtores são muito receptivos a novas tecnologias. No Brasil, 36% dos agricultores fazem uso de ferramentas online contra 24%.

Segundo Ferreira, isso se deve em grande parte ao perfil jovem dos agricultores brasileiros. Em algumas culturas, como o algodão e grãos do Cerrado, 80% dos tomadores de decisão nas fazendas têm menos de 45 anos. “Com a pandemia, esse apetite por digitalização se escancarou de vez. Abriu de vez a porteira para a digitalização”, comenta
Ele explica que as transações online se tornaram mais habituais no dia a dia dos produtores. A experiência do Brasil em sites voltados à agricultura ainda não está no patamar de outros setores de e-commerce varejista, como moda, alimentação e eletrônicos, entre outros. Mas, a tendência é que cresçam com a pandemia tanto na compra de insumos, como para obtenção de crédito rural.

Outro setor que deve mudar de patamar é o de eventos, como dias de campo, feiras e visitas técnicas. “É muito provável que os virtuais passem a coexistir com os físicos num cenário futuro”, acredita.

Ferramentas digitais à disposição dos pequenos produtores no Brasil

O estudo realizado pela McKinsey mostrou que 90% dos produtores utilizam ferramentas digitais na gestão de suas propriedades. Mas, segundo o consultor, essa é uma característica mais restrita aos tomadores de decisão e que precisa ser fortalecida no campo. Os avanços nessa área esbarram em problemas de infraestrutura, especialmente de comunicação.

Nesse sentido, o diretor de P&D da Embrapa explicou que a Empresa vem atuando fortemente para reduzir esse gargalo, disponibilizando ao setor produtivo soluções tecnológicas que aumentam a conectividade no campo. Ele citou como exemplo aplicativos capazes de avaliar a maturidade de frutos, sensores com inteligência artificial capazes de diagnosticar e controlar pragas nas lavouras. Essas ferramentas são gratuitas e de fácil aplicação em qualquer dispositivo móvel, logo são acessíveis a pequenos produtores.

Outro exemplo que merece ser ressaltado é o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), desenvolvido pela Embrapa e parceiros. Aplicado no Brasil oficialmente desde 1996, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, proporciona a indicação de datas ou períodos de plantio/semeadura por cultura e por município, considerando as características do clima, o tipo de solo e ciclo de cultivares, de forma a evitar que adversidades climáticas coincidam com as fases mais sensíveis das culturas, minimizando as perdas agrícolas. A tecnologia constitui-se, portanto, em uma ferramenta crucial para o apoio à tomada de decisão para o planejamento e a execução de atividades agrícolas, para políticas públicas e, notadamente, à seguridade agrícola.

Hoje, segundo o diretor da Embrapa, esse método está sendo ampliado para várias culturas de importância socioeconômica, como por exemplo, a mandioca.

Agricultor brasileiro confia na ciência

Capdeville destacou ainda que a Embrapa investe fortemente em programas para atrair startups de forma a colocar rapidamente essas tecnologias à disposição do setor produtivo. Iniciativas como essa já estão acontecendo com as cadeias de leite, suínos e aves e vão se estender para outros segmentos. Segundo ele, o programa Pontes para Inovação, que busca atrair parceiros para levar os resultados das pesquisas da Embrapa ao mercado, deve direcionar o foco para produtos de baixo contato, a partir da pandemia. “Uma das prioridades é a automação na sanidade animal”, pontua. Já existem hoje tecnologias de chips em animais ligados a sensores, que permitem acompanhar a sanidade de rebanhos em relação à nutrição, uso de antibióticos etc.

Essas tecnologias são fundamentais para garantir a rastreabilidade, que certamente será mais cobrada a partir de medidas regulatórias e de higiene pós-pandemia. Segundo Ferreira, toda crise mundial é acompanhada de mudanças regulatórias. Se a de 2008 foi voltada a bancos, a do novo Coronavírus impactará questões sanitárias e de higiene.

Mas, todo o aporte tecnológico proporcionado pela ciência ao longo das últimas quase cinco décadas confere ao Brasil condições competitivas para liderar uma revolução agrícola. Segundo Capdeville, a agricultura será a solução da economia brasileira nos próximos meses. “A inteligência artificial aliada à tecnologia da informação já tem resultado em impactos reais de conectividade no campo. Por se tratar de tecnologias de fácil acesso e baixo custo, chegam facilmente aos pequenos produtores”.

Para o diretor da Embrapa, o grande diferencial do sucesso da agricultura brasileira é o próprio produtor. “O agricultor brasileiro é receptivo a novas tecnologias porque, acima de tudo, confia na ciência e no que ela pode oferecer”, finaliza.

Fonte: Embrapa
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Notícias Imposto Territorial Rural

Prazo para declarar o ITR vai até 30 de setembro

Neste ano, o procedimento obrigatório deve ser feito de forma digital, por meio de um programa específico de computador desenvolvido pela Receita Federal

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Como acontece todos os anos, os produtores rurais precisam realizar a declaração do Imposto Territorial Rural (ITR). Neste ano, o procedimento obrigatório deve ser feito de forma digital, entre 17 de agosto e 30 de setembro, por meio de um programa específico de computador desenvolvido pela Receita Federal. Grande parte dos sindicatos rurais do Paraná está apta a realizar o serviço e disponibiliza funcionários para ajudar o produtor rural a cumprir este trâmite.

Além disso, para auxiliar produtores e sindicatos rurais a tirar dúvidas na hora da declaração de ITR, o Sistema FAEP/SENAR-PR preparou uma cartilha sobre o tema. O material, com 20 tópicos, elenca os principais pontos relacionados à declaração de ITR. Para ver o material, basta acessar a seção Serviços, no site www.sistemafaep.org.br.

Na cartilha, o produtor rural encontra informações sobre como é o cálculo do valor do imposto, o que significam alguns conceitos importantes relacionados ao tema e quais documentos necessários para fazer o ITR. Nesse caso, por exemplo, o material orienta que é preciso ter em mãos a última declaração do referido imposto, documentação pessoal e da propriedade e o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

O guia também trata sobre outras dicas importantes, como o fato de proprietários de imóveis rurais que já tiverem o CAR poderem incluir o número do recibo no formulário da declaração do ITR. Ou ainda que os documentos que comprovem as informações prestadas na declaração de ITR devem ser guardados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários relativos às situações e aos fatos a que se refiram.

Quem deve declarar ITR?

O procedimento é obrigatório para pessoas físicas e/ou jurídicas. No caso das físicas, estão incluídas na obrigatoriedade proprietários, condôminos e copossuidores. Já as jurídicas são aquelas que detém a posse ou a propriedade do imóvel rural. Há uma série de especificações dentro dessa obrigatoriedade para cada categoria. Inclusive existem casos de isenção dessa declaração. Tudo está explicado e detalhado na cartilha preparada pelo Sistema FAEP/SENAR-PR.

Condições de pagamento e multas

Vale lembrar que o proprietário rural que declarar o ITR fora do prazo pagará multa de 1% ao mês, calculada sobre o imposto devido e considerando uma parcela mínima de R$ 50. O pagamento será feito em até quatro parcelas, mas, se o valor devido for menor que R$ 100, a quitação é por cota única.

Fonte: Sistema FAEP
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Notícias Economia

VBP do Paraná em 2019 bate recorde e soma R$ 97,7 bilhões

Na comparação com o VBP de 2018, que foi de R$ 89,78 bilhões, o resultado representa um ganho real de 3%, e um crescimento nominal – sem os descontos da inflação -, de 9%

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O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná em 2019 atingiu R$ 97,7 bilhões, maior valor nominal já registrado na série. Na comparação com o VBP de 2018, que foi de R$ 89,78 bilhões, o resultado representa um ganho real de 3%, e um crescimento nominal – sem os descontos da inflação -, de 9%. As informações são do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Os números preliminares, correspondentes aos valores reais, representam o faturamento bruto dos produtores com a comercialização da safra 2018/19, incluindo cerca de 350 produtos da agropecuária e o desempenho das regiões e municípios paranaenses.

As regiões com maior participação no VBP em 2019 foram, respectivamente, Oeste (23%), Norte Central (14%), Sudoeste (12%) e Noroeste (9%).

Na avaliação do chefe do Deral, Salatiel Turra, o resultado recorde se deve principalmente aos preços, já que a produção de algumas culturas, como a soja, não correspondeu às estimativas iniciais. Outro fator que contribuiu positivamente foi a diversificação característica da agropecuária paranaense. “O Paraná tem pequenos e médios produtores cada vez mais capacitados para produzir melhor e em maior quantidade. Isso também é reflexo da assistência técnica, ações da Secretaria e do empenho dos trabalhadores do campo”, diz.

O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, lembra que o valor vai ajudar a compor o Fundo de Participação dos Municípios. “São números relevantes que expressam a grandeza do agro paranaense”, afirma. Segundo Ortigara, em 2020 os números devem ser ainda mais expressivos, porque o agronegócio, na contramão de outros setores da economia brasileira, está em crescimento. “Nossa expectativa é de que, com a grandeza da safra de grãos e o crescimento consistente no setor da pecuária, os números do VBP poderão superar R$ 110 bilhões”.

Agilidade

Segundo a técnica do Deral responsável pela compilação dos dados, Larissa Nahirny, a divulgação do relatório final está prevista para o mês de setembro. “Até a primeira semana de setembro os municípios podem entrar com recursos para revisão dos números”, diz. Ela destaca que este é o primeiro ano em que os ofícios serão enviados às prefeituras via protocolo digital, o que ajuda a agilizar a troca de informações entre Estado e municípios e conferir mais transparência ao processo.

Panorama

De maneira geral, os produtos da pecuária paranaense lideram a participação no VBP. De acordo com Larissa, eles foram beneficiados pelos preços registrados no período impulsionados tanto pela demanda interna como externa.

Metade do faturamento do Estado em 2019 veio desses itens, enquanto que no ano anterior a participação era de 47%. Somados, os produtos do grupo renderam R$ 48,46 bilhões em 2019, um crescimento real de 9%. As exportações de carnes contribuíram para o resultado, já que tiveram um aumento de 9% no faturamento e 5% no volume em 2019 na comparação com 2018. “Cerca de 21% das proteínas animais que o Paraná exportou tiveram a China como destino”, diz a técnica do Deral.

Os grãos e outras grandes culturas representam 39% do valor total, com faturamento de R$ 38,39 bilhões. Os produtos florestais (R$ 4,4 bilhões) e o grupo das hortaliças (R$ 4,6 bilhões) participam com 5% do VBP estadual, enquanto as frutas (R$ 1,6 bilhão) correspondem a 2%.

Soja

A cultura da soja rendeu R$ 19,9 bilhões ao VBP do Paraná em 2019 e, com isso, perdeu cinco pontos percentuais na composição do total, chegando a 20%. Ainda assim, o grão lidera a participação. Esse índice se explica pela redução de 14% no volume produzido na safra 2018/2019 com relação à anterior em virtude de condições climáticas adversas durante o período de desenvolvimento do grão. A produção inicial esperada no início da safra era de 19,6 milhões de toneladas, mas ficou 16% menor, somando 16,4 milhões de toneladas, segundo o Deral.

Frango

Entre os produtos da pecuária, o frango é o mais representativo no VBP. O rendimento do frango em 2019 foi beneficiado pelo aumento nos preços de comercialização, e atingiu o valor de R$ 17,2 bilhões, um crescimento de 12% em valores reais. Com isso, aumentou a participação no VBP de 16% em 2018 para 18% em 2019. Foram abatidas 1,9 bilhão de cabeças de frango em 2019, crescimento de 2% em comparação com 2018.

As exportações de frango pelo Paraná contribuíram para esse índice: tendo seu rebanho suíno prejudicado pela peste suína africana, a China aumentou substancialmente suas importações de carne de frango paranaense: superando US$ 630 milhões, um aumento de 93% no valor e 75% no peso exportado, na comparação com 2018.

Milho

Terceiro principal produto na composição do VBP, o milho representa 9% do total. O grão aumentou em 2% a participação com relação a 2018 e registrou crescimento de 37% no VBP em valores reais, totalizando R$ 8,7 bilhões em 2019. “A safrinha de milho contribuiu para expandir a produção de grãos, o que ajudou a compensar as perdas da cultura da soja”, explica Larissa. O Paraná colheu 16,8 milhões de toneladas de milho na safra 2019/2019.

Leite

Com 4,6 bilhões de litros produzidos em 2019, 1% a mais do que no ano anterior, o leite rendeu R$ 6,2 bilhões ao Estado e representou 6% do VBP. O valor é 5% maior que o de 2018 em valores nominais mas indica uma queda de 1% em valores reais tendo em vista que o aumento de 4% no preço médio de comercialização, passando de R$ 1,29 para R$ 1,34 o litro, não foi suficiente para garantir ganho real no faturamento do produto.

SUÍNOS – A produção de suínos ficou estável, somando 9,8 milhões de cabeças abatidas, com um rendimento de R$ 4,5 bilhões, 16% a mais do que em 2018, em valores reais. Com isso, os suínos são responsáveis por 5% do Valor Bruto da Produção.

Esses resultados positivos foram impulsionados pela comercialização mais favorável. “No ano passado, principalmente a partir do segundo semestre, a alta cotação do boi acabou pressionando a demanda pelos outros produtos da pecuária que são substitutos dessa proteína”, explica a técnica do Deral.

Florestais

O faturamento dos produtos florestais teve uma redução de 6% em valores reais e, em 2019, chegou a R$ 4,4 bilhões. A participação no VBP manteve-se em 5%, assim como em 2018.

Os itens mais representativos são destinados a serraria e laminação (2%), que somaram R$ 2,3 bilhões, e papel e celulose (1%), com R$ 820,6 milhões – 16% a menos do que em 2018, em valores reais. Mesmo com a expansão no volume produzido de papel e celulose, 6% maior do que em 2018, a maior oferta global do produto pressionou as cotações e foi responsável pelo decréscimo no faturamento.

A erva-mate, terceiro principal produto desse grupo (1%), teve índices positivos. A produção, de 584,8 mil toneladas, foi 10% maior do que em 2018, e o VBP de R$ 701 milhões representa um crescimento de 12% em valores reais.

Hortaliças

A participação dos itens desse grupo no resultado total do VBP subiu de 4% em 2018 para 5% em 2019. A ampla valorização de preços resultou num ganho real representativo de 30% no VBP, totalizando R$ 4,6 bilhões.

O rendimento da batata-inglesa, por exemplo, cresceu 72%, somando R$1,2 bilhão, mesmo com redução de 8% na produção. Em 2019, foram produzidas aproximadamente 774 mil toneladas. O tomate teve crescimento real de 41% e rendeu R$ 761,7 milhões, com aumento de 4% na produção. Em 2019, o Estado colheu 242,3 mil toneladas.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Defesa agropecuária

Certificados de estabelecimentos e produtos para alimentação animal passam a ser eletrônicos

Certificados tratam do registro de estabelecimentos e produtos e cadastro desses produtos; emissão eletrônica reduz o trâmite processual e traz mais segurança

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Divulgação/MAPA

Os certificados de registro de estabelecimentos e de produtos e de cadastro de produtos destinados à alimentação animal passaram a ser eletrônicos, reduzindo significativamente o trâmite processual e trazendo mais segurança e facilidade para os usuários.

O procedimento é realizado no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro), que permite ao servidor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) assinar eletronicamente o documento. A empresa pode imprimir ou gerar o documento em PDF diretamente da plataforma online, tendo ainda o código para verificação da autenticidade do certificado via web.

Desde o mês de maio, o registro, cadastro, a renovação, alteração, suspensão temporária e o cancelamento de registro e cadastro dos estabelecimentos e produtos para alimentação animal estão sendo feitos via Sipeagro. Além disso, o Mapa vem fazendo o recadastramento nacional de empresas e produtos na nova plataforma.

Atualmente, estão registrados 2.999 estabelecimentos de produtos destinados à alimentação animal. Esses estabelecimentos são fabricantes, fracionadores ou importadores de nove categorias de produtos: alimentos, aditivos, coprodutos, concentrados, ingredientes, núcleos, premixes, rações e suplementos. A frequência de fiscalização dos estabelecimentos é realizada conforme sua classificação de risco.

Fonte: MAPA
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Biochem site – lateral

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