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Palestras sobre Bem-Estar de poedeiras na 5ª edição da FAVESU

Objetivo da programação é promover uma atualização no tema, discutindo os avanços técnicos e as práticas de bem-estar

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A 5ª edição da Feira de Avicultura e Suinocultura Capixaba, que acontecerá entre os dias 05 e 06 de junho, terá em sua programação palestras com o tema “Bem-Estar Animal na Produção de Aves Poedeiras (BEA – Ovos)”. A iniciativa é uma cooperação técnica entre o MAPA, a Embrapa Suínos e Aves e a Esalq/USP para viabilizar a capacitação de avicultores e profissionais em práticas de manejo que incluam o bem-estar das aves.  O objetivo da programação é promover uma atualização no tema, discutindo os avanços técnicos e as práticas de bem-estar, unindo no discurso a visão do Governo, das empresas e dos avicultores.

É de extrema importância a participação do setor de ovos Capixaba nessa programação, visto que esse tem sido um tema de constantes debates e dúvidas. É o momento de receber informações sobre assunto, das novas tecnologias e perspectivas, além de mostrar o seu posicionamento e até mesmo as dificuldades enfrentadas.

“Há grande carência de informações envolvendo o bem-estar animal na produção de ovos no país. Nesse sentido, o projeto objetiva a divulgação de práticas para minimizar o estresse das aves por meio de treinamentos em seminários e confecção de material técnico, como cartilhas e vídeo-aulas”, informou o coordenador do projeto BEA – Ovos, Paulo Giovanni de Abreu.

Entre os palestrantes, Lizié Pereira Buss irá ministrar a palestra “Visão do MAPA sobre o Bem-Estar Animal”. Ela é formada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2006). Atualmente é auditora fiscal federal agropecuária do MAPA. É chefe de divisão de bem-estar animal da coordenação de Boas Práticas e Bem-estar Animal do MAPA e membro da Comissão Nacional de Bem-estar Animal do Conselho Federal de Medicina Veterinária.

Os palestrantes Helenice e Iran farão uma “Apresentação do Projeto BEA – poedeiras”. Helenice Mazzuco possui graduação em Zootecnia pela Universidade de São Paulo – USP (1988), é Mestre em Ciência Animal pela Escola Superior de Agricultura “Luiz De Queiroz” (Esalq/USP) e Doutora em Nutrição e Fisiologia Avícola pela Universidade de Purdue – EUA, é pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa – Suínos e Aves), em Concórdia – SC, atuando em temas relacionados ao Bem-Estar Animal. Iran José Oliveira da Silva tem formação acadêmica em Engenharia Agrícola, pela Universidade Federal de Lavras, é mestre e doutor em Engenharia Agrícola pela Faculdade de Engenharia Agrícola da Unicamp. É Coordenador do Núcleo de Pesquisa em Ambiência da USP desde 1992. Tem experiência nas áreas de Construções Rurais e Ambiência, atuando principalmente nos temas Bem-estar de Animais de Produção, conforto térmico e ambiência animal, com o uso das ferramentas da zootecnia de precisão.

Sabrina Castilho Duarte vai falar sobre “Sanidade x Bem-estar de poedeiras e qualidade do ovo”. Ela é Médica Veterinária pela Universidade Federal de Goiás. Tem Mestrado e Doutorado em Ciência Animal na área de Medicina Preventiva pela mesma Instituição. Fez pós-doutorado em ecologia química, desenvolvendo estratégias de controle de pragas. É pesquisadora na Embrapa Suínos e Aves e desenvolve pesquisas com foco em Salmonella. Também trabalha com biosseguridade em estabelecimentos avícolas para prevenção de enfermidades.

Outra palestra será a “Experiência da Fazenda da Toca na viabilidade da produção orgânica de ovos em larga escala”, conduzida por Fernando Bicaletto, que é Administrador de empresas com 25 anos de experiência na área Comercial. Na Fazenda da Toca há quatro anos, atualmente ocupa o cargo de diretor-executivo, com o desafio de estruturar as operações de um novo setor em crescimento, tanto no mercado interno como externo.

Cláudio Machado vai falar sobre a “Visão da empresa frente as demandas do bem-estar animal”. Cláudio é graduado em Administração Rural e especialista em marketing e desenvolvimento gerencial, atuou por 19 anos na Sadia hoje BRF. Há 9 anos atua na Vencomatic Group, como Especialista Global em Aves, fornecendo suporte técnico para todo o mercado onde a Vencomatic Group opera no mundo.

A programação de postura comercial da 5ª FAVESU também terá a apresentação do 1º colocado nos trabalhos científicos da área de ovos e uma palestra institucional do Instituto Ovos Brasil (IOB), feita pela Tabatha Lacerda que é zootecnista com MBA em avicultura industrial e gerente executiva do IOB. A palestra objetiva apresentar o trabalho desenvolvido pelo Instituto.

A programação de Postura comercial acontecerá no dia 06 de junho, com início as 8h30 e término previsto para as 12h30.

Fonte: Assessoria
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Notícias Climatempo explica

O que esperar da chuva de abril no Brasil?

De acordo com o Climatempo, deve chover com certa regularidade em todas as regiões do país

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Um quesito importante para a agricultura, o tempo no Brasil no mês de abril ainda deve ficar úmido, segundo boletim do Climatempo. De acordo com a instituição, deve chover com certa regularidade em todas as regiões do país. Porém, dentro de cada região, algumas áreas terão chuvas mais volumosas e frequentes que outras.

“Climatologicamente abril é um mês de chuva na costa norte e na costa leste do Nordeste e no norte da Região Norte. Mas a chuva diminui bastante no Sudeste, no Centro-Oeste e no interior do Nordeste e na porção sul da Região Norte. Em anos normais, o Sul continua tendo eventos de chuva em abril, com a passagem de frentes frias”, diz o boletim.

Quando vai esfriar?

Em relação à temperatura, o boletim informa que não há expectativa da entrada de massas de ar muito frias sobre o país em abril. “Alguns dias podem ser amenos em áreas do Sul e do Sudeste, mas principalmente pelo excesso de nebulosidade e chuva e nem tanto pela presença de ar frio de origem polar. A primeira massa de ar frio de origem polar realmente forte deve ocorrer em maio”, informa o Climatempo.

Região Sul

Segundo o Climatempo, em abril a previsão é de melhora no quadro de chuva da Região, que vem vivenciando uma estiagem desde dezembro de 2019. “A expectativa é de que a chuva retorne principalmente sobre o Rio Grande do Sul. Apesar da melhora, a previsão é de que o Estado ainda termine abril com chuva abaixo da média”, explica.

Já para Santa Catarina e Paraná, a expectativa é de que chova mais do que a média na faixa centro-leste dos Estados, que inclui as capitais.

Região Sudeste

Para a região Sudeste, o Climatempo conta que o corredor de umidade convergente sobre a região enfraquece e a atmosfera vai ficando mais seca em abril. “Mas ainda há previsão de chuva acima da média em toda a Região Sudeste. Logo no início do mês, o avanço de uma frente fria provoca nebulosidade e chuva que persiste por dois dias. Após esse período, a atmosfera fica mais seca, mas ainda não se descartam alguns temporais localizados, gerados por calor e por umidade. A chuva de abril deve se concentrar na primeira quinzena do mês”, informa o Boletim.

Região Centro-Oeste

Em abril a previsão é da diminuição de chuva em toda a Região Centro-Oeste, informa o Climatempo. “O tempo fica mais seco em relação aos meses anteriores, de forma geral. Apesar disso, em comparação à média histórica, ainda se espera chuva acima da média em Brasília e em Goiás”, diz.

Região Nordeste

De acordo com o boletim, a chuva vai diminuindo em grande parte da Região Nordeste durante o mês de abril. Mas a costa norte nordestina ainda recebe muita influência ZCIT – Zona de Convergência Intertropical. “Por isso, a costa norte do Nordeste, entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte, ainda podem ter episódios de chuvas intensas, fazendo com que o acumulado final de abril fique acima da média”, explica o Climatempo.

Região Norte

Em abril, a previsão para a Região Norte ainda é de muita instabilidade, principalmente na faixa norte da Região, explica o boletim. “A ZCIT – Zona de Convergência Intertropical continua ativa na costa norte do Brasil e influencia bastante as condições de tempo, provocando eventos de chuva volumosa. A região de Belém já teve muita chuva em março e continua sujeita a chuva volumosa em abril”, finaliza.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Proteção no campo

Como se proteger do coronavírus dentro da porteira?

Uso de água sanitária, assistência técnica remota e isolamento compõem alguns hábitos benéficos que ajudam a manter a doença longe do campo

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Arquivo/OP Rural

Enquanto o restante do país para diante do risco de uma contaminação em massa, o campo segue trabalhando e produzindo. Junto com profissionais da saúde, segurança e outros serviços essenciais, o meio rural é muito importante em momentos de crise em função de produção de alimentos para população. Dessa maneira, o produtor rural, mais do que ninguém, não pode ficar doente. Por isso, mudar alguns hábitos dentro da porteira pode ser crucial neste momento.

De acordo com a médica veterinária Roberta Züge, diretora administrativa do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), além da função essencial que desempenham, os agropecuaristas são mais frágeis num contexto de pandemia. “De modo geral, os produtores dependem do SUS [Sistema Único de Saúde] e, às vezes, estão em municípios sem estrutura hospitalar para atender casos como esse [do coronavírus]. Outro ponto é a média de idade dos produtores, mais alta na área rural”, afirma ao referir-se à população mais vitimada pela nova doença: os idosos.

Independente da atividade desempenhada, uma regra geral deve ser respeitada: evitar o contato com quem vem de fora. Alguns setores, por natureza, são mais expostos ao contato interpessoal que outras. Um produtor de leite, por exemplo, precisa entregar seu produto cotidianamente, enquanto um avicultor leva, em média, 45 dias para alojar um novo lote. O perigo sempre vem de fora e é aí que o produtor deve se proteger.

“Se tiver alguma coisa que exige a presença do produtor, como durante uma entrega de leite para o caminhão do laticínio, além de manter a distância da pessoa que vem de fora, depois que ela for embora é preciso higienizar tudo que ela trouxe e também o local onde ela esteve”, orienta a médica veterinária. Para isso, uma solução barata, segundo a especialista, seria o hipoclorito, usado para limpar locais e objetos (nunca a pele), feito com uma parte de água sanitária para nove partes de água.

Porém, o ideal é que o trânsito de pessoas de fora seja evitado o máximo. “Já existem alguns processos que não exigem ser presencial. Já tem aplicativos que permitem isso. Aquilo em que é imprescindível a presença física, por exemplo, uma entrega de sêmen bovino, o ideal é tentar concentrar tudo numa compra só. Também pode eleger um local para a entrega, em que não precisa estar presente”, sugere. “Da mesma forma com a assistência técnica, hoje muita coisa pode ser resolvida via aplicativo de celular”, observa a diretora do CCAS.

Dentro da porteira algumas práticas também devem ser incorporadas. “Se existem funcionários que moram na propriedade, orientá-los a não ficar trazendo visitas, que não saiam muito. Também cada um tem que ter seu copo, talheres e outros utensílios pessoais. E a roda de chimarrão tem que acabar de vez”, sentencia Roberta.

Na opinião da médica-veterinária, a bovinocultura de leite seria um dos setores em que os produtores estariam mais expostos ao vírus, por conta do contato mais frequente com pessoas de fora. Por conta disso, seria necessário estabelecer protocolos de higiene pelos laticínios para reforçar a defesa contra o vírus. “Imagine se um motorista está doente? Vai contaminar a rota dele inteira”, adverte.

Em outros setores pecuários como a avicultura e a suinocultura, as próprias exigências de sanidade animal, de restrição de acesso de pessoas aos galpões, e outras práticas, já reforçam a defesa contra o novo coronavírus. Ainda, os mesmos cuidados para com esta nova doença são benéficos para evitar outras enfermidades.

“Estamos acostumados a ter pavor em relação à febre aftosa, peste suína, pois sabemos a facilidade que estas doenças têm de se espalhar e causar prejuízos. Ora, se temos uma preocupação desta com a pecuária, temos que ter com as pessoas também”, arremata a diretora do CCAS.

Fonte: Sistema Faep
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Notícias Estimativa

Brasil produzirá 74,7 mi t de milho na 2ª safra 19/20, diz Agroconsult

Número representa um recuo de 2,6% em relação à segunda safra temporada passada

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Arquivo/OP Rural

A segunda safra de milho do Brasil deverá somar 74,7 milhões de toneladas em 2019/2020, disse na terça-feira (31) a consultoria Agroconsult, revisando estimativa de 74 milhões de toneladas realizada antes do Rally da Safra.

O número representa um recuo de 2,6% em relação à segunda safra temporada passada, acrescentou a empresa.

Além disso, a área plantada com milho “safrinha” no Brasil foi estimada em 13,1 milhões de hectares, ante 13 milhões de hectares previstos em janeiro, pré-Rally da Safra. A cifra atualizada mostra um avanço de quase 4% na comparação anual.

Fonte: Reuters
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