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Palestrante chama atenção sobre a influência das emoções nas tomadas de decisões

Profissional refletiu sobre a importância de que as pessoas não sejam analfabetos emocionais, mas que tenham consciência das suas emoções, sentimentos e que desta forma, tomem decisões conscientes.

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Palestrante Monica Riffel - Foto: Divulgaçãõ/Agriness Next

Entender a importância que as lideranças responsáveis pela produção de suínos devem ter na tomada de decisão, desde a contratação de profissionais, bem como da superação dos desafios que são impostos no dia-a-dia, foi tema central durante a programação do Agriness Next, realizado entre os dias 30 de maio e 1º de junho, em Florianópolis, SC. Durante palestra com a coach e mentora de carreira Monica Riffel, lideranças da suinocultura participaram de uma apresentação com a temática “analfabetos emocionais”, em que ela propoz uma reflexão sobre a importância de compreender e gerenciar as emoções também no contexto do agronegócio.

Monica enalteceu a necessidade de os líderes do setor reconhecerem que os negócios estão em constante evolução e que a compreensão dos impactos emocionais por trás das ações e decisões torna-se essencial. “Nossos cérebro límbico é o responsável pelos processos emocionais, e isso impacta muito nas nossas tomadas de decisões. É preciso conhecer e buscar reconhecer a complexidade do que se passa no nosso cérebro, e então compreender que as outras pessoas também passam pelos mesmos processos”, pontua.

Ela explicou que o papel do cérebro límbico é ser responsável pelos processos emocionais, o que acaba desempenhando um papel fundamental na vida de cada um. “As emoções estão presentes em todas as esferas, impactando nosso comportamento e nossa capacidade de tomar decisões. Embora algumas emoções possam ter maior intensidade do que outras, é crucial reconhecer que elas desempenham um papel significativo em todas as esferas da nossa vida”, observa.

A palestrante também evidenciou que é preciso reconhecer as diferenças entre os sentimentos e as emoções. Enquanto as emoções podem ser observadas pelos outros, os sentimentos são subjetivos e não podem ser percebidos diretamente. “Desta forma, é essencial compreender como expressamos nossas emoções no mercado, para nossos colaboradores, comunidade e sociedade em geral, a fim de agir de forma mais consciente”, recomenda.

Assertividade na tomada de decisão

Para que as decisões tomadas pelos gestores e colaboradores sejam as mais assertivas possíveis, a palestrante enfatizou que as emoções desempenham um papel importante, contudo, é imprescindível saber identificá-las, para que as decisões não sejam realizadas puramente com base nas emoções. “Isso pode trazer muitos arrependimentos, pois as emoções são passageiras e impulsivas. Para tomar decisões mais assertivas, é essencial compreender as influências que elas afetam nosso comportamento e reconhecer que as emoções são parte integrante desse processo”, afirma.

Crenças e vieses Inconscientes

Durante a palestra, também foram abordadas as crenças e os vieses inconscientes que podem afetar as tomadas de decisões. De acordo com ela, existem três tipos principais de crenças: hereditárias, sociais e pessoais. “Essas crenças, muitas vezes, se tornam verdades arraigadas em nossa mente, afetando nossa visão de mundo. Além disso, os vieses inconscientes, como o viés de confirmação e o viés de afinidade, podem nos impedir de considerar diferentes perspectivas e nos levar a tomar decisões baseadas em preconceitos”, declara.

Superação

Para evitar o analfabetismo emocional e a consequente falta de consciência na tomada de decisões, Mônica sugeriu algumas estratégias. “Primeiramente, devemos parar de nos comparar com os outros, pois cada negócio tem suas particularidades e oportunidades únicas. Além disso, é fundamental criar uma mentalidade de abundância, cultivando atitudes e pensamentos positivos e compartilhando experiências com outras pessoas. Inspirar-se em empresas e líderes de sucesso também pode nos ajudar a expandir nossas capacidades e alcançar resultados inovadores”, sugere.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor suinícola acesse gratuitamente a edição digital de Suínos. Boa leitura!

 

Fonte: O Presente Rural

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Capal abre 300 vagas de trabalho temporário no Paraná e em Santa Catarina

As oportunidades são para atuar em sete unidades de negócios da cooperativa nos meses de janeiro e fevereiro de 2026.

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Unidade de Beneficiamento de Sementes da Capal, em Wenceslau Braz (PR), está contratando safristas temporários com início do trabalho em janeiro - Foto: Eduardo de Castro

A Capal Cooperativa Agroindustrial anuncia a abertura de aproximadamente 300 vagas de emprego temporário para serviços gerais referentes à safra de verão. As oportunidades são para atuar em sete unidades de negócios da cooperativa nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, em seis municípios do Paraná (Arapoti, Wenceslau Braz e Curiúva) e do estado de São Paulo (Itararé, Taquarituba e Taquarivaí).

As vagas disponíveis são para as seguintes funções: Auxiliar de Produção, Classificadores de Cereais e Balanceiros. Não é necessária experiência prévia. Todos os profissionais contratados passam por treinamentos de integração, trabalho em altura e operação de máquinas e equipamentos, entre outros temas.

Os candidatos com interesse na vaga podem entregar os currículos na Agência de Trabalho da cidade correspondente, na unidade da Capal ou enviar pelo e-mail recrutamento@capal.coop.br.

Fonte: Assessoria Capal Cooperativa Agroindustrial
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Agroshow Copagril 2026 é lançado internamente com foco em tradição e inovação

Com o tema “Raízes do Progresso”, o evento reunirá produtores, especialistas e mais de 200 expositores, destacando tecnologia, negócios e soluções para o agronegócio regional.

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Fotos: Divulgação/Copagril

A Copagril realizou, na tarde de terça-feira (09), na Associação Atlética Cultural Copagril (AACC), o lançamento interno do Agroshow Copagril 2026, encontro que reuniu diretoria, CEO, gerentes e colaboradores para apresentar oficialmente o tema, o conceito e as principais novidades da próxima edição do evento, que tradicionalmente marca o início do calendário de feiras agrícolas no Paraná.

Com o tema “Raízes do Progresso”, a edição de 2026 reforça a importância dos fundamentos que sustentam a agricultura regional ao mesmo tempo em que incorpora inovação, tecnologia e práticas que impulsionam o futuro do agronegócio. O objetivo do lançamento interno foi alinhar as equipes, fortalecer o engajamento institucional e preparar as equipes para atuarem como multiplicadores das informações que serão apresentadas ao público em janeiro.

Durante o encontro, o CEO da Copagril, Daniel Engels Rodrigues, destacou a relevância estratégica do Agroshow para a cooperativa e para os produtores rurais da região. “Estamos em um momento especial da nossa trajetória, em que unir tradição e inovação se torna essencial para gerar ainda mais valor aos nossos cooperados. O Agroshow Copagril 2026 traz um conceito forte e uma programação robusta, que reafirmam nosso compromisso com o desenvolvimento sustentável e com a evolução contínua do agronegócio”, pontuou Engels.

O Agroshow Copagril reúne anualmente produtores, especialistas, empresas parceiras e lideranças para troca de conhecimento e apresentação das mais recentes soluções voltadas à produtividade, manejo e tecnologia. A edição de 2026 trará mais de 200 expositores, além de experiências aprimoradas, tecnologia, negócios e inovação.

Com o lançamento interno, a Copagril inicia oficialmente a contagem regressiva para o Agroshow 2026.

Fonte: Assessoria Copagril
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Colunistas

Por que cuidar dos animais significa cuidar das pessoas e garantir a sustentabilidade do agronegócio?

Além dos ganhos para os animais, o bem-estar impacta diretamente a qualidade do produto final. Animais menos estressados têm melhor imunidade e menos lesões, o que aumenta o aproveitamento das carcaças.

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Foto: Shutterstock

O conceito de bem-estar na produção animal evoluiu. Não se trata apenas de garantir a qualidade de vida dos animais, mas de entender que o ambiente de trabalho é um fator determinante para que essas práticas aconteçam de forma consistente. Cuidar dos animais é, inevitavelmente, cuidar das pessoas que trabalham com eles.

Para que o manejo seja executado com precisão, calma e eficiência, é necessário proporcionar infraestrutura adequada e fluxos operacionais claros. Isso envolve melhorias estruturais, como pisos antiderrapantes, corredores bem dimensionados e sistemas de iluminação e ventilação pensados para reduzir o estresse.

Quando o ambiente é organizado e planejado, diminuem-se os riscos e evita-se o retrabalho, permitindo que o colaborador concentre sua energia nas manobras técnicas corretas, sem improvisações ou esforço físico excessivo. O resultado é um ciclo virtuoso: investir no bem-estar do colaborador cria as condições para que o bem-estar animal ocorra de forma natural.

Assim, a qualidade do manejo é reflexo direto de um ambiente mais seguro. Enquanto o manejo inadequado, caracterizado por uso excessivo de força, ruídos e agitação, aumenta as chances de acidentes, quedas e lesões, os protocolos bem estabelecidos tornam o trabalho previsível e fluído. Ou seja, o bem-estar animal só se consolida com colaboradores seguros e capacitados.

Os benefícios observados na prática incluem:

  • Redução de acidentes e afastamentos: decorrente do manejo calmo e sem força excessiva.
  • Diminuição do estresse ocupacional: rotinas bem definidas e animais com melhor comportamento reduzem a carga mental da equipe.
  • Melhor clima e retenção de talentos: equipes treinadas em empatia colaboram mais e sentem maior satisfação e propósito, o que fortalece o vínculo com a empresa.

Para validar essa integração positiva entre animais, seres humanos e o meio ambiente, o mercado tem ao seu dispor as certificações. Um exemplo é a Certificação em Bem-Estar Único – Missão de Cuidar, que adota uma visão baseada nos princípios de One Welfare (Bem-estar Único), avaliando simultaneamente o ambiente, o manejo e os impactos sobre pessoas, animais e a sustentabilidade.

Monitorando indicadores integrados, como níveis de vocalização, acidentes ocupacionais, desempenho produtivo, uso adequado de equipamentos e tecnologias sustentáveis, capacitação e cultura de manejo ético e conformidade socioambiental, a certificação assegura que o bem-estar animal e humano caminhem juntos, fortalecendo a resiliência do negócio e gerando valor para a sociedade.

Reflexos na qualidade do alimento

Além dos benefícios humanos, o bem-estar animal possui relação direta e comprovada com a qualidade do produto final. Animais sob menor estresse apresentam melhor resposta imunológica e redução de lesões e hematomas, o que garante maior aproveitamento de carcaças.

Há também ganhos produtivos tangíveis, como a melhoria na aparência e uniformidade da casca de ovos, leite de maior qualidade e carne com parâmetros físico-químicos mais estáveis, o que significa um produto que mantém suas características de qualidade, segurança e frescor por um período de tempo mais longo, sofrendo alterações mínimas durante o armazenamento, transporte e processamento.

Com todas essas avaliações, é certo que as empresas que integram bem-estar único ao sistema de produção fortalecem seu compromisso com alimentos mais seguros, éticos e sustentáveis, bem como permitem um clima organizacional melhor e mais saudável.

Fonte: Artigo escrito por Filipe Dalla Costa, médico-veterinário, mestre e doutor na área de bem-estar animal e coordenador técnico de Bem-Estar Animal para monogástricos na MSD Saúde Animal.
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