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Palestra inaugural do IPVS2022 destaca a importância da avaliação de desempenho e evolução produtiva

Edição brasileira do evento é marcada por inovações no formato e temas abordados

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"A produção de suínos numa perspectiva da Agroindústria" foi o tema da Sessão Agronegócio - Fotos: Gabriel Andrade/IPVS 2022

Com seis sessões no Pré-Congresso, 20 sessões no Congresso, 40 expositores na feira de negócios e mais de dois mil profissionais da área de suinocultura inscritos, foi aberto oficialmente na noite desta terça (21), o IPVS2022, que vai até sexta-feira (24), no RioCentro, na cidade do Rio de Janeiro. O evento, que volta ao Brasil após 34 anos, vai ficar marcado pela variedade de temas apresentados e pelo seu formato vanguardista.

A abertura oficial foi feita pela presidente do IPVS2022 Fernanda Almeida, que agradeceu união do setor para a concretização do evento. “Foram 12 longos anos de trabalho para convencer a IPVS de que o Brasil teria condições de fazer um congresso de peso. Depois de tanta batalha, estamos aqui reunidos nesse espaço que surpreendeu a todos pela estrutura e pela beleza da cidade maravilhosa. Tudo isso é resultado da união da nossa classe em busca desse locomotiva chamada suinocultura”, declarou.

Como parte da cerimônia de abertura houve a apresentação da Orquestra e Coro Nova Sinfonia, do Projeto Agência do Bem, reafirmando o compromisso da categoria com a sustentabilidade social. “Escolhemos este projeto que dá oportunidade para crianças de baixa renda e está presente em cinco estados brasileiros, promovendo cultura e alternativas saudáveis para essa população. O resultado foi incrível, pois a apresentação emocionou a todos”, comentou a presidente.

Após a abertura ocorreu a palestra inaugural “Os princípios básicos do manejo sanitário de suínos: coisas simples” foi ministrada pelo professor da University of Guelph, de Ontário, no Canadá, Robert Friendship, que relembrou a evolução da coleta de dados na suinocultura, bem como os avanços na produção.

Em sua apresentação, Friendship destacou a importância e as dificuldades em encontrar soluções simples, mas que mudam o futuro da humanidade. “Nós costumamos olhar as mudanças de maneira macro, porém é importante voltar os olhos para as soluções básicas. Na área de suinocultura, por exemplo, nosso grande coringa é a avaliação dos dados compilados ao longo do tempo para que possamos traçar novas metas e assim alcançar a excelência da produtiva”, explanou.

Sessão Agronegócio no Pré-Congresso

Com o tema “A produção de suínos numa perspectiva da Agroindústria”, a palestra mais esperada do Pré-Congresso do IPVS2022 reuniu mais de 300 pessoas e abordou uma série de pautas fundamentais para o sucesso da produção de suínos.

Questões envolvendo meio ambiente, o aspecto social e a governança corporativa (em inglês environmental, social and corporate governance – ESG) como um elo entre a ciência e as exigências do mercado suinícola mundial foram o centro dos debates, que contaram com a presença do Diretor de Relações Institucionais do IPVS2022, Diretor Executivo de Agropecuária e Sustentabilidade da JBS/Seara e Presidente do Sindicarne, José Antônio Ribas; o diretor comercial de mercado interno da Pamplona Alimentos Cleiton Pamplona Peters, que tratou da gestão de negócios suinícolas; a Diretora do Fundo JBS pela Amazônia Joanita Karoleski discorreu sobre a sucessão familiar, a liderança e o protagonismo das mulheres. Participaram ainda das discussões o Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) Ricardo Santin, o Presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos, Neivor Canton e o CEO Global da JBS Gilberto Tomazoni.

Joanita Karoleski destacou em sua participação a importância do crescimento das mulheres no agronegócio e da permanência dos jovens no campo. “O crescimento da conectividade é um dos fatores que tem promovido a permanência do jovem no campo. Jovens e mulheres têm ganhado cada vez mais representatividade e importância. O que precisa ser desenvolvido é um melhor suporte e acesso às informações”, frisou.

Gilberto Tomazoni e Ricardo Santin apontaram as oportunidades do mercado internacional para a carne suína brasileira. “O mercado está em franca abertura. Todos em busca de qualidade, segurança e rastreabilidade. Porém, estes são critérios somente para ‘entrar no jogo comercial’. A partir daí, cada país tem que avançar em aspectos sanitários e sustentáveis para garantir acesso internacional e o mercado brasileiro está preparado”, afirmou Tomazoni. “Nosso grande desafio para o futuro é aumentar a produção de proteína para garantir o alimento de bilhões de pessoas no mundo”, disse.

Santin destacou que há aspectos especiais da globalização que precisam ser analisados. “Há uma disputa muito grande para proteger os mercados internos, como, por exemplo no México. Temos totais condições de aumentar as vendas para aquele país e as associações de suinocultores locais estão preocupadas. Mas é um jogo e a suinocultura brasileira pode disponibilizar carne de melhor qualidade e mais barata para o México, somente como exemplo dessa complexidade”, comentou.

Outro ponto ressaltado por Santin foi o crescimento populacional em países ladeados por China, Tailândia, Filipinas, Índia e Malásia. “Nesta região há mais pessoas do que no resto do mundo e alguém terá que fornecer alimentos para esta população. O Brasil tem totais condições de fazê-lo”, garantiu.

José Antônio Ribas destacou a importância do painel Agronegócios para a IPVS. “Pela primeira vez o evento abriu espaço para discussões relativas ao mercado e produção. Acredito que seja um avanço visando a estruturação do mercado”, destacou.

Sanidade do rebanho em foco no Congresso

A programação do Congresso teve início nesta quarta, 22/6, com a realização de oito sessões, que têm a sanidade do rebanho suinícola como um dos principais focos.

O tema Doenças Virais foi explorado com apresentações sobre vacinas e a vacinação contra o Síndrome Reprodutiva e Respiratória dos Suínos (PRRS), além de interface global entre humanos e suínos, com o vírus da Influenza A. Os antimicrobianos também voltaram ao centro das discussões, que trataram ainda de produção e inovação, imunologia e vacinologia, além da dificuldade no controle e características de doenças bacterianas.

Feira de Negócios

O espaço de exposição do IPVS2022 foi aberto ao público para que os congressistas possam conhecer as novidades e soluções das 40 empresas que apoiaram o evento. A Feira segue aberta até sexta-feira (24/6).

Entre as empresas que presentes estão a Boehringer-Ingelheim, Farmabase, Hipra, MSD e Zoetis, como Partners, Ceva e Elanco na categoria Supporter. As empresas Agroceres PIC, Biofarma, DB-Dan Bred, Idexx, Ourofino, Pharmacosmos, Sanphar, Trouw Nutrition, Vetanco e Virbac formam o grupo dos patrocinadores Platinum e no grupo Gold temos Crystal Spring, Magapor, Microvet, Phytobiotics, Thermo Fisher, Tonisity, VetScience, Vetoquinol, Lanxess, BioChek e Apha Scientific. Além destas, as empresas Adisseo, Boehringer-Ingelheim e ICC patrocinaram o Pré-Congresso, que ocorreu no primeiro dia do evento.

Dentro da área de expositores, os congressistas também podem conhecer o trabalho das principais entidades da suinocultura brasileira ao visitar os estandes da Associação Brasileira de Veterinários Especialistas em Suínos (Abraves), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa Suínos e Aves, da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), da Associação Brasileira das Empresas de Genética de Suínos (ABEGS), do Sindicarne-SC e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Na área de mídias, os veículos 333 Brasil, 333 Internacional, Academia Suína, Engormix, Feed & Food, O Presente Rural, Pig Progress, Suíno Brasil, Suinocultura Industrial e Globo Rural completam a exposição.

Lançamento de livro da ABCS

Durante o IPVS2022 foi feito o lançamento do livro “O uso prudente e eficaz de antibióticos na suinocultura”, no estande da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS). A publicação foi elaborada para contribuir com o debate e com a construção de conhecimentos referentes à resistência aos antimicrobianos nas cadeias produtivas, já que o uso excessivo e inadequado de antimicrobianos pode levar ao aparecimento de bactérias resistentes à ação de medicamentos, colocando em risco o controle de doenças e sendo uma ameaça crescente à saúde humana, animal, e ao meio ambiente.

Com uma  abordagem integrada com aplicações práticas, que são fundamentais para a redução do uso dos antimicrobianos, a publicação possui 10 capítulos escritos por 34 profissionais renomados, que abordam temas desenvolvidos e estruturados adotando uma visão integrada na suinocultura, envolvendo bem-estar animal, biossegurança, programas de vacinação, diagnóstico  e monitoramento de doenças e implementação de substitutivos a antibióticos para o fortalecimento da resposta imunológica e equilíbrio da microbiota dos animais.

Fonte: Assessoria
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Notícias

Faesc avalia de forma positiva o Plano Safra 2022/2023

Com um volume recorde de R$ 340,8 bilhões para financiar o setor, os recursos serão fundamentais para o público do campo investir e custear sua produção.

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Plano Safra representa uma das principais soluções para contribuir com a segurança financeira do agronegócio - Fotos: Wenderson Araujo

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) avaliou de forma positiva o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2022/2023. Com um volume recorde de R$ 340,8 bilhões para financiar o setor, os recursos serão fundamentais para o público do campo investir e custear sua produção. O valor, segundo o Ministério da Agricultura, representa aumento de 36% em relação ao Plano Safra anterior, que disponibilizou R$ 251 bilhões.

Presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, avalia de forma positiva o Plano Safra 2022/2023

Na visão do presidente do Sistema Faesc/Senar-SC e vice-presidente de finanças da CNA, José Zeferino Pedrozo, o valor é expressivo e o mais importante neste momento é que os produtores tenham acesso aos recursos o mais rápido possível para que possam garantir uma safra extraordinária. “Com o financiamento os produtores têm condições de investir em sua produção de forma adequada e, com isso, gerar emprego e renda, fortalecendo o desenvolvimento econômico”.

Para Pedrozo, o Plano Safra representa uma das principais soluções para contribuir com a segurança financeira de um setor que é pujante, mas que é uma das atividades econômicas mais sujeitas a riscos em função de fatores como o clima, as variações de preços, sanções internacionais, entre outros. “Entre os pontos positivos deste ciclo produtivo estão as taxas de juros abaixo de dois dígitos para os pequenos e médios produtores – uma das propostas prioritárias apresentadas pela CNA”.

Os juros serão de 5% e 6% ao ano para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de 8% para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

O vice-presidente da CNA e presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da entidade, José Mário Schreiner, realça que outro aspecto prioritário, é trabalhar para garantir, no orçamento de 2023, R$ 2 bilhões para o programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR). “Temos visto cada vez mais problemas climáticos, com secas e chuvas, e precisaremos assegurar pelo menos que conseguimos no ano passado, em torno de 14 milhões de hectares. E também precisaremos trabalhar no Congresso recursos suficientes para outras subvenções”.

Em maio, a CNA entregou ao governo e aos parlamentares as propostas do setor para contribuir com o governo na construção do Plano Agrícola e Pecuário. Na avaliação da entidade, um Plano Safra robusto traz benefícios não apenas para o setor agropecuário, mas para toda a sociedade, como a segurança alimentar, a geração de mais empregos, a redução da inflação sobre os alimentos, o crescimento das exportações e do Produto Interno Bruto (PIB), entre outros.

Recursos

O volume de recursos de R$ 340,8 bilhões do PAP 2022/2023 cresceu 36% em relação à safra passada (2021/2022). Deste total, R$ 246,28 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, uma alta de 39% em relação ao ano anterior, enquanto R$ 94,6 bilhões serão para investimentos (+29%).

Os recursos com juros controlados tiveram expansão de 18%, com montante de R$ 195,7 bilhões, e o volume com juros livres cresceu 69%, chegando a R$ 145,1 bilhões. O total de recursos equalizados cresceu 31%, totalizando R$ 115,8 bilhões.

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terá um montante de 36% a mais do que em relação ao PAP passado, com R$ 53,6 bilhões, e taxas de juros de 5% (produção de alimentos e socio biodiversidade) e 6% (demais produtos).

Já o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terá volume de recursos de R$ 43,75 bilhões, um aumento de 28% em relação à safra passada, com juros de 8% ao ano.

Para o Programa de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), que financia tecnologias sustentáveis na propriedade, serão liberados R$ 6,19 bilhões, com taxas de juros de 7% ao ano para recomposição de reserva legal e Áreas de Preservação Permanente (APP) e 8,5% para as demais atividades.

O Inovagro terá R$ 3,51 bilhões com juros de 10,5% ao ano. Para o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), que financia investimentos necessários à ampliação e à construção de novos armazéns, serão disponibilizados R$ 5,13 bilhões, com taxas de juros de 7% ao ano para investimentos em armazenagem com capacidade de até 6 mil toneladas, e de 8,5 % ao ano para as demais finalidades.

Fonte: Assessoria com informações da CNA
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Notícias Safra e safrinha 2022/2023

Programa Troca-Troca de Sementes irá atender 81% dos municípios gaúchos

Seapdr irá atender 40,8 mil agricultores por meio de 498 entidades em 402 municípios gaúchos. Serão entregues 135 mil sacas de sementes de milho e sorgo nas etapas de cultivo de safra e safrinha 2022/2023. 

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Foto: Fernando Dias/Divulgação Seapdr

O Programa Troca-Troca de Sementes, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), irá atender 40,8 mil agricultores por meio de 498 entidades em 402 municípios gaúchos. Serão entregues 135 mil sacas de sementes de milho e sorgo nas etapas de cultivo de safra e safrinha 2022/2023.

Na safra, os pedidos foram de 53.863 sacas de milho híbrido convencional, 60.855 sacas de milho híbrido transgênico e 6.195 sacas de sorgo. O total de sementes foi de 120.913 sacas. Já os pedidos para a safrinha totalizaram 14.143 sacas de sementes, sendo 4.010 de milho híbrido convencional, 9.854 de milho híbrido transgênico e 279 sacas de sorgo.

Os pedidos para a safra foram feitos entre os dias 30 de maio e 17 de junho e para a safrinha entre 20 e 24 de junho. A entrega das sementes da etapa safra está prevista para iniciar a partir de 20 de julho e da etapa safrinha a partir de 20 de novembro.

O programa registrou, neste ano, uma ampliação na sua área de abrangência. Serão atendidos 402 municípios, sendo 11 municípios a mais do que na safra passada. Com isso, o programa chega a 81% dos municípios gaúchos. Mas mesmo atingindo mais municípios em 2022, o número de sacas totais solicitadas sofreu uma redução de 1% em relação ao último ano. “Embora o cenário seja favorável, com bons preços para a produção de grãos, é necessário considerar, por outro lado, os altos custos para a formação da lavoura, que equilibram essa balança”, afirma Jonas Wesz, coordenador do programa. A sequência de frustações de safra em função das fortes estiagens que assolaram o Estado e o aumento da área cultivada com trigo, também são fatores que podem ter contribuído para a estabilidade na demanda pelo programa, ressalta Wesz.

Entre os destaques desta safra, está a ampliação em 50% no limite da quantidade de sementes por agricultor, que passou de quatro para seis sacas em cada uma das etapas. Dentre o público beneficiário de 40,8 mil produtores, 25% destes aproveitaram a novidade lançada neste ano e reservaram mais de quatro sacas de sementes para seus cultivos, sendo que 20,6% solicitaram o novo teto de seis sacas por etapa.

O programa também registrou uma evolução no perfil das cultivares demandadas pelos agricultores, havendo um aumento de pedidos de sementes de alto potencial produtivo e com maior tecnologia agregada, dentre as 38 cultivares disponíveis. “Esse comportamento é reflexo do avanço de tecnologias na agricultura familiar gaúcha, da atuação na área da assistência técnica da Emater-RS/Ascar e da ação focada na qualificação do Programa Troca-Troca de Sementes, buscando a melhoria dos materiais técnicos, fornecimento de cultivares mais produtivas e a garantia de sementes certificadas com elevados padrões de germinação e pureza”, avalia o coordenador do Programa, Jonas Wesz.

Fonte: Ascom Seapdr
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Notícias

Setor de bubalinos confirma presença no SIAVS Multiproteínas

Participação amplia oportunidades para o setor da cadeia produtiva de proteína animal.

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Foto: Divulgação/Embrapa

Após a adesão dos setores de peixes de cultivo e de bovinos de corte e de leite, o SIAVS Multiproteínas, que acontece de 09 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP), passou a contar, também, com a cadeia produtiva de búfalos do Brasil. Representação nacional dos produtores de bubalinos, a  Associação Brasileira de Criadores de Búfalo (ABCB) confirmou participação na exposição comercial do SIAVS.

Com um espaço exclusivo no evento, a ABCB apresentará os atributos do búfalo, que é um animal de tripla aptidão (carne, leite e tração). Neste sentido, a associação realizará uma mostra e degustação com diversos produtos derivados de leite, como queijos de búfala.

A ação também focará na divulgação do programa do Selo de Pureza da ABCB, que atesta que o produto lácteo é composto em 100% por leite de búfalas, sem adição de leite de outros animais. O selo foi criado nos anos 2000 e, desde lá, houve um aumento de 549% no volume de leite captado pelos participantes do programa, conforme estimativas da associação.

A amostra também contará com o leite com a betacaseína A2A2 que não causa reações inflamatórias no organismo que provocam a má digestão e fermentação. Uma das vantagens do leite da búfala é a presença de vitamina A *prontamente disponível*, além de ofertar o dobro da partícula CLA (ácido linoleico), que é uma substância anticancerígena.   Outra vantagem dos bubalinos está na carne, com bons atributos para a saúde, já que possui 40% menos colesterol, 55% menos calorias e 12 vezes menos gorduras.

“Estamos realizando uma forte divulgação dos produtos bubalinos em todo o Brasil. Queremos mostrar a importância do Selo de Pureza que é uma certificação da ABCB, que garante ao varejo e ao consumidor final a qualidade e origem 100% do leite de búfala e como compromisso da ABCB e selo de pureza de Divulgar a Carne de búfalo”, ressalta Desireé Hastenpflug Möller, presidente da Ascribu (Associação Sulina de Criadores de Búfalos) e conselheira fiscal da ABCB, além de médica veterinária e criadora de búfalos.

SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS 2022) será ainda maior que sua edição anterior, realizada em 2019. Sua área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

O credenciamento de imprensa para o SIAVS 2022 poderá ser feito antecipadamente pelo link: https://bit.ly/3OB3l58. Veja mais detalhes sobre a programação no site www.siavs.com.br.

Fonte: Assessoria
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