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Painel reúne 10 vozes femininas da aquicultura na Aquishow Brasil

Lideranças participam nesta quinta-feira (25), a partir das 10h40, do painel “Papel e Contribuições de Mulheres para a Aquicultura Brasileira”.

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Foto: Divulgação/Aquishow

Atividade contará com a presença de representantes de Goiás, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Tocantins e Pará
Dez mulheres que se destacam no desenvolvimento da aquicultura no Brasil participam nesta quinta-feira (25), a partir das 10h40, do painel “Papel e Contribuições de Mulheres para a Aquicultura Brasileira”.

A atividade faz parte da programação da 12ª Aquishow Brasil, que começou na terça (23) e encerra nesta quinta-feira, no Centro Avançado de Pesquisa e Desenvolvimento do Pescado Continental, do Instituto de Pesca, em São José do Rio Preto (SP).

A mediação será da coordenadora do Agronegócio do Sebrae Nacional, Newman Costa. Entre as convidadas estão representantes de Goiás, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Bahia, Tocantins e Pará. A maioria delas está ligada diretamente à cadeia produtiva, não só de peixes, mas também de outros organismos aquáticos, como os moluscos (ostras, mexilhões, vieiras etc.).

“Elas se destacam nas regiões em que atuam, seja pelo olhar sistêmico que a atividade exige, seja pelos bons resultados apresentados. O painel foi um enorme sucesso em 2022 e já faz parte da nossa grade efetiva daqui para frente”, explica Marilsa Fernandes, presidente executiva da Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (PeixeSP) e uma das organizadoras do evento.

O conceito de painel feminino conquistou o público da Aquishow pela primeira vez no ano passado, por fortalecer a equidade de gênero no setor aquícola. Enquanto o agronegócio como um todo é dominado majoritariamente por homens, o número de mulheres trabalhando na aquicultura é cada vez maior e mais relevante.

Marilsa reforça que a participação das mulheres é fundamental na nova economia. “Reconhecemos e valorizamos a importância da contribuição das mulheres no setor, pois, via de regra, são elas que veem a engrenagem completa e ampliam o olhar dos negócios para questões sociais e ambientais, por exemplo. Isso faz toda a diferença. Elas são inspiração e modelo para as novas gerações.”

Realização

A 12ª Aquishow Brasil é realizada de 23 a 26 de maio, pela Associação de Piscicultores em Águas Paulistas e da União (PeixeSP), em parceria com a Prefeitura de São José do Rio Preto, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento; e o Governo do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Pesca, vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Neste ano, o evento conta com o patrocínio do Sebrae e o apoio da Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto (Acirp); do Sindicato Rural de São José do Rio Preto; da Mar & Rio Pescados; da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Faesp – Senar/SP); do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo (CRMV/SP); do Instituto de Inovação Israelense (INNA); e do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA).

Lista de convidadas para o painel:

·       Ahnizeret Carlos da Silva Guimarães, de Goiás;

·       Aline Gonçalves, de São Paulo;

·       Fernanda Queiróz e Silva, de Santa Catarina;

·       Gabriela Claudia Arato Bergamo, de São Paulo;

·       Gabriela Mattei, do Rio Grande do Sul;

·       Jaqueline Chaves da Silva, da Bahia;

·       Marise Suzuki, do Tocantins;

·       Talita Tameirão Silva, de São Paulo;

·       Tatiana da Gama Cunha, de Santa Catarina; e

·       Vilma Cléa Oliveira da Silva, do Pará.

Programação do auditório principal

Quinta-feira (25)

·       09h – AgriFutura Pescado: Startup Play & Investments

·       09h – 2ª fase do Workshop: “Direcionamentos de como lidar com os riscos do negócio”. Com André Litmanowicz, administrador de empresas e consultor, e João Manoel Cordeiro Alves, zootecnista e consultor

·       09h50 – Palestra: “Melhoramento genético da tilápia com ênfase na resistência a doenças”. Com Marcela Salazar, diretora científica da Benchmark Genetics (Colômbia)

·       10h40 – Painel: “Papel e contribuições de mulheres para a aquicultura brasileira”. Com mediação de Newman Costa, coordenadora do Agronegócio do Sebrae Nacional

·       15h30 – AquaQuiz

·       16h30 – Premiação dos vencedores do AgriFutura Pescado

·       17h15 – Entrega do Prêmio Inovação Aquícola

·       20h30 – Confraternização (Recinto de Exposições)

Fonte: Assessoria Aquishow

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Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo

Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

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Foto: Divulgação/IDR-Paraná

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.

A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.

De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.

O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná

história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.

A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.

O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.

A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.

Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.

Fonte: Assessoria IDR-Paraná
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Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais

Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

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Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.

A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.

O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.

A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.

O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.

Fonte: Assessoria Mapa
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Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos

Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços do milho se mantiveram próximos de R$ 69,00 por saca de 60 kg ao longo deste mês, apesar de recuos pontuais recentes no mercado interno. Levantamento do Cepea indica que o movimento de baixa está associado, principalmente, à postura cautelosa dos compradores.

Foto: Shutterstock

Do lado da demanda, parte dos agentes relata estoques confortáveis e adota estratégia de espera, apostando em desvalorizações mais acentuadas no curto prazo. Esse comportamento tem reduzido a liquidez e limitado a sustentação das cotações.

Na ponta vendedora, há maior disposição para negociar. Diante do enfraquecimento da demanda, produtores e detentores de milho chegaram, em alguns momentos, a flexibilizar os preços pedidos para viabilizar negócios.

Ainda conforme o Cepea, o ambiente de pressão sobre os preços também reflete a valorização do real frente ao dólar, que diminui a paridade de exportação, o avanço da colheita da safra de verão e a melhora das condições climáticas em regiões produtoras da segunda safra, com o retorno das chuvas favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: O Presente Rural
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