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Empresas Avicultura

Painel CEVA durante a ACAV apresentou uma visão prática sobre gestão da sanidade na avicultura

Uma manhã com informações de alto nível e profissionais a altura dos temas propostos cadenciaram o evento virtual promovido pela Unidade de Negócios Aves da CEVA visando estratégias sanitárias capazes de contribuir para lucratividade das empresas, desde as granjas de reprodutoras até o abatedouro

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Fotos: Divulgação

A Unidade de Negócios Aves da CEVA reservou no dia 23 de setembro espaço para seu encontro paralelo ao Simpósio de Qualificação Técnica da Associação Catarinense de Avicultura (AVAC, Florianópolis/SC), realizado de 20 a 22 do mesmo mês, apresentando para os profissionais da avicultura abordagens técnicas, práticas e experiências do seleto time de palestrantes em torno da “Gestão da sanidade na granja de reprodutoras, favorecendo a lucratividade até o abatedouro”.

A condução dos trabalhos ficou à cargo do Gerente de Marketing Aves Ciclo Longo da CEVA, Felipe Pelicioni, na companhia da Gerente Regional Sul, Bibiana Bampi. “Foi uma honra realizar o painel dentro deste relevante evento organizado pela ACAV”, salienta Felipe e Bibiana completa: “foi um painel de alto nível com a presença de profissionais com enorme envolvimento na gestão da sanidade e, em conjunto, construímos um debate com discussões impactantes para a avicultura”.

E tratar sobre sanidade avícola, na visão da multinacional francesa, empresa genuinamente e dedicada exclusivamente para a saúde animal, é um dever, conforme destaca Felipe: “acreditamos que compartilhar informações de alto nível é uma forma crível para contribuir para o status sanitários da avicultura nacional, o nosso maior patrimônio”.

Além do rico conteúdo a respeito da sanidade avícola, o painel foi além e trouxe para os participantes sua marca social. “Este foi mais um evento que levantamos a nossa bandeira da solidariedade”, recorda Felipe.

Gerente Regional Sul, Bibiana Bampi

De forma simples, a missão dada aos participantes foi registrar em foto a aparição do personagem IBrasinho, neste encontro acompanhado da sua mãe, a nova personagem CEVA, a Dona Protegilda Maximune, durante o painel, marcar a ACAV nas redes sociais e incluir a hashtag Solidariedade Ibras (#SolidariedadeIBras). “Fizemos o convite para os presentes no painel e duas pessoas sorteadas apontarão duas entidades assistenciais que receberão os donativos, 500 toneladas de carne de frango para cada uma das entidades indicadas”, detalha Bibiana.

Um painel técnico consistente, relevante e direcionado a todos os profissionais técnicos da avicultura que reuniu nomes de peso.

Um exemplo da qualidade técnica do painel foi a participação do Dr. Mattia Cechinato (Universidade de Pádua), uma das referências mundiais sobre Bronquite Infecciosa das galinhas, enfermidade de alto impacto no setor de forma geral e com efeitos claros em granjas de matrizes.

“A CEVA, em linha aos desafios atuais, conta com tecnologias vacinais, a exemplo das vacinas Cevac IBras e Maximune, ferramentas que elevaram para outro patamar a proteção sanitária nas granjas”, destaca Felipe.

Além do Dr. Mattia Cechinato, os participantes conferiram as experiências do Dr. Jorge Chácon, além de mesa redonda com o tema “Pontos críticos na gestão da sanidade das reprodutoras e seus impactos diretos na produção da carne” com a presença de líderes da indústria avícola. Nomes como a Dra. Isabel Minoli (Ceva), Dr. Hector Miotto (BRF), Dra. Danielle Santana (Zancheta Alimentos) e Dr. Sonner Moreira (Granja Alvorada) compartilharam suas experiências durante o painel CEVA.

“Encerramos apresentando para todos o nosso conceito e que representa de forma clara a nossa visão sobre a avicultura. Para nós da CEVA ‘Menos é Mais’, ou seja, mostramos aos participantes que mudamos a forma de controlar a Bronquite Infecciosa, doença de Gumboro e Newcastle. Agora, através de toda nossa linha inovadora, queremos mudar a forma de desenhar os programas vacinais. ‘Menos é Mais’ vai além do nosso portfólio tecnológico, representa o compromisso CEVA com a inovação e a nossa paixão pelos clientes, uma base sólida constituída por vacinas, inovação, programas e serviços visando o tripé sustentável na avicultura. Esta é nossa proposta de valor para o mercado”, encerra Felipe.

Fonte: Assessoria
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Empresas Desempenho

Rogerio Iuspa se destaca nos primeiros 100 dias à frente da direção Comercial e Marketing da Polinutri

O profissional faz um resumo das ações desempenhadas ao longo deste período

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O profissional chegou para apoiar os novos rumos da companhia, projeto iniciado em 2019. Na qualidade de líder Comercial e Marketing, Rogerio Luiz Iuspa faz uma retrospectiva dos seus primeiros 100 dias nas operações.

“No primeiro momento realizamos um levantamento das áreas com real potencial de crescimento comercial para assim direcionar nossas ações de vendas e em seguida aumentamos nossas equipes das Unidades de Negócios Bovinos e Aves com objetivo de ampliar o atendimento, acesso aos nossos produtos e serviços”, alinha.

De acordo com Rogerio, toda a estratégia durante os 100 dias foi dirigida visando ainda mais proximidade e participação com o mercado junto à área comercial bem como os demais departamentos Polinutri. “Todos esses movimentos objetivam o crescimento da equipe em busca do faturamento e atendimento em áreas até então pouco manejadas, em especial os segmentos de aves de postura e bovinos de corte. Ações que permitirão o crescimento comercial sustentável em curto prazo”, destaca o executivo.

Ele ressalta que as ações por vir serão facilmente notadas pelos clientes e por todo o mercado de produção de proteína animal. “Estamos muito próximos dos nossos clientes, mas queremos mais, uma Polinutri ainda mais próxima, entendendo as diferentes realidades e o resultado disso se traduz na qualidade do nosso portfólio de serviços ainda mais alinhados às necessidades de cada cliente”, salienta.

Para ele, a vasta experiência de mercado Polinutri, uma empresa com 33 anos de experiência no setor, traz consigo pessoas capacitadas, fábricas bem equipadas, laboratório de alta tecnologia e uma empresa altamente informatizada pronta para o futuro e suas demandas. “Para os próximos 100 dias minha motivação estará centrada no nosso slogan, porque somente ‘Juntos vamos mais longe'”, afirma Rogerio Iuspa.

Fonte: Assessoria
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Empresas

A força das mulheres no agronegócio brasileiro

As mulheres conduzem cerca de 20% das propriedades rurais no Brasil, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social no campo

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O cenário no campo está mudando e se tornando gradativamente mais feminino. A pesquisa do MAPA e IBGE identificou 947 mil mulheres à frente dos negócios no campo. A maioria está no Nordeste (57%), seguida pelo Sudeste (14%), Norte (12%), Sul (11%) e Centro-Oeste, que concentra (6%) do universo de mulheres dirigentes. Do total geral de propriedades identificadas pela pesquisa (5,07 milhões), as mulheres são proprietárias de 19% e administram cerca de 30 milhões de hectares no Brasil, o que corresponde a 8,5% da área total ocupada.

Para reforçar e reconhecer a importância feminina no agronegócio, o Dia Internacional das Mulheres Rurais é celebrado em 15 de outubro. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), como reconhecimento pelo importante papel da mulher no meio rural.

Carla Rossato, produtora paranaense, responsável por duas propriedades no Paraná, sendo uma no município de Sertaneja e outra em Santa Mariana, avalia que grande parte dos avanços nas áreas de gestão e manejo ocorreram devido à participação de mais mulheres no agronegócio. “Nas últimas décadas, a mulher conquistou um grande espaço em todos os setores da economia, e isso não foi diferente no agronegócio. As mulheres do campo já há alguns anos deixaram de ser as filhas e esposas dos proprietários de terra para se tornarem produtoras, engenheiras, agrônomas e técnicas. Ainda há muito espaço para melhorarmos, mas demos um passo muito importante”, afirma.

Rossato atua há 15 anos na administração das fazendas e ressalta que, para o bom andamento dos negócios, homens e mulheres devem estar alinhados.

Já para a produtora rural Anna Paula Nunes que administra uma fazenda em Boa Esperança do Sul, interior de São Paulo, “a tendência é o crescimento do agronegócio e ainda que seja um setor usualmente ocupado pela figura masculina, a mulher tem se especializado, implementando estratégias para uma gestão focada em relacionamento e em resultados”.

Sônia Bonato, proprietária de uma fazenda em Ipameri, interior de Goiás, exalta a resiliência feminina. “Enxergamos o agronegócio de uma maneira diferente e por sermos mais resilientes, nos destacamos em uma visão empreendedora, voltada para as negociações junto a fornecedores. A presença feminina pode somar na gestão do campo”.

A BRANDT, empresa norte-americana, especialista em fisiologia, nutrição vegetal e tecnologia da aplicação, presente em mais de 65 países e com forte atuação no Brasil, tem participado do crescimento feminino no campo e trabalha para que produtores e produtoras tenham em mãos tecnologias que respeitem os investimentos para garantir a nutrição vegetal eficaz e entregar resultados mais produtivos.

Mais representatividade

Desde 2015, o Ministério da Agricultura e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), são parceiros na Campanha Mulheres Rurais, Mulheres com Direitos, focada em dar visibilidade às mulheres que vivem e trabalham em um contexto de desigualdades estruturais e desafios sociais, econômicos e ambientais. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) sob a ótica da Agenda 2030, traz no documento a importância de se investir mais no acesso da mulher rural à propriedade da terra e os efeitos negativos ao não cumprimento desses direitos, considerando o importante papel da mulher na agricultura familiar no Brasil.

Para que isso de fato aconteça é necessário que haja uma maior participação feminina à frente das instituições que regulam o setor. “É preciso ter mais mulheres em postos de comando, tomando decisões em sindicatos e órgãos do governo. Precisamos de mais mulheres que nos representem, por exemplo, para igualdade de crédito e ampliação do acesso à assistência técnica. Temos muitos desafios, mas já conseguimos demonstrar quanto a presença feminina agrega à agricultura brasileira”, diz Sônia Bonato.

Para Carla Rossato, é necessário formar uma rede de apoio às mulheres que querem ingressar no agronegócio. “Hoje em dia o caminho é mais fácil, a mulher tem mais suporte, e precisamos nos unir ainda mais para eliminar resistências à presença feminina. À medida em que mais mulheres ingressem no agronegócio, mais intensificado será esse movimento e melhores as chances de quebra de barreiras”, finaliza.

Fonte: Ass. de Imprensa Brandt
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Empresas Reflexão

O dia em que o agro parou

Experimento social simula como seria se o agronegócio parasse suas atividades por um dia, o cenário inesperado visa estimular a reflexão sobre a importância do setor

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Foto: Divulgação

O agronegócio é um organismo vivo que movimenta a economia nacional. Com a força que vem dos profissionais do campo, o setor alimenta 800 milhões de pessoas no mundo. Mas, e se essa engrenagem tão preciosa parasse por um dia?

Em um experimento social, os clientes de um supermercado no interior de São Paulo foram surpreendidos por uma cena improvável: prateleiras e gôndolas vazias, sem carnes, ovos, leite, frutas e legumes. O cenário inesperado que estimula a reflexão sobre a importância do setor no dia a dia da população é uma ação idealizada pelo movimento #OAgroNãoPara.

Mesmo com todos os obstáculos inerentes a esse cenário inesperado e sem precedentes na história mundial, o agronegócio não parou! Para fomentar e apoiar a indústria que move o Brasil, a Ceva, uma das maiores empresas de saúde animal do mundo, criou a iniciativa #OAgroNãoPara, um movimento vivo de valorização e apoio aos profissionais do campo.

“ Ao criar o movimento #OAgroNãoPara, colocamos em prática nossa visão de ‘ Ir além da saúde animal ’, ajudando a alimentar a população, mantendo a sanidade dos animais, assegurando o bem-estar animal e estando ao lado dos produtores em todos os momentos. É por isso, que a iniciativa extrapola as fronteiras da Ceva e gera identificação com todos os profissionais do setor”, detalha o diretor da Unidade de Pecuária da Ceva, Marcelo Ferreira.

No vídeo “Supermercado Sem Agro”, a empresa simula o impacto que a paralisação do setor poderia causar na rotina da população. O objetivo da campanha, assim como do movimento, é reconhecer e valorizar todos os trabalhadores do agronegócio, uma legião incansável, que não se intimida com nada e movimenta uma nação.

“A Ceva sempre foi uma grande parceira do agronegócio, promovendo a saúde e bem-estar animal em diversas atividades produtivas, mas, neste cenário tão desafiador, nossa conexão se tornou ainda mais intensa com a força do movimento #AgroNãoPara. O nosso comprometimento com o setor nos permitiu ir além e seguimos apoiando e fomentando os produtores para que o agro não parasse em nenhum momento”, conta a gerente de Marketing da Unidade de Pecuária da Ceva, Fernanda Viscione.

Apoiando o setor em todos os momentos,  a Ceva segue em sua missão de se manter sempre conectada com o campo e fomentando o setor que nunca para.

 O dia em que o agro parou.mp4 

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ABPA – PSA

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