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Padaria Pet abre unidade em Rio Verde, Goiás

Loja será a 19ª franquia no país e traz cerveja artesanal, “cãofé”, biscoitos funcionais e bolo de “AUniversário” em lata para animais; unidade será inaugurada no Buriti Shopping

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Quiosque em São Luís (MA) - Unidade de Rio Verde segue a mesma estrutura / Divulgação

Os amantes de pets da cidade de Rio Verde, em Goiás, receberão no sábado, 29 de maio, a inauguração da Padaria Pet, rede de franquias especializada em produtos gourmet para cães e gatos. A franquia será a primeira do estado e está localizada no Buriti Shopping, KM 15,1 da BR-060, Jardim Campestre, e funcionará de segunda a sábado, das 10h às 22h e aos domingos e feriados das 14h às 20h.

A nova unidade terá 8m² e decoração em formato de casinha pet, sendo um espaço diferenciado para pets e tutores, que contarão com local especial para fotografar seus animais. Entre os destaques da unidade estão ainda o Cãofé e a cerveja Cãolorado, produzida em parceria com a marca Colorado, além de bolos de “AUniversários” em lata, pipoca, molhos e outros mimos, como brinquedos, roupas entre outros artigos e acessórios de marcas renomadas no mercado pet.

“Estamos animados pela inauguração da nova franquia e pelo conceito que vamos apresentar para a região. As expectativas em prosperar o empreendimento são grandes, pois a proposta da Padaria Pet é diferenciada”, explica a zootecnista e franqueada, Janayna de Cassia Navroski.

Com a inauguração, a rede chega a 19 unidades de franquias no país. Para Arquelau So, diretor de expansão da Padaria Pet, Rio Verde possui atrativos comerciais e demografia local como fator fundamental. “A cidade é um grande polo industrial no agronegócio, também atrai muitos estudantes e trabalhadores devido às universidades e ofertas de emprego. Além disso, está entre as 15 melhores cidades para se morar de Goiás e possui mais de 200 mil habitantes, algo que consideramos positivo para nossa expansão”, explica.

Atualmente, a Padaria Pet oferece três modelos de franquia: padrão, express e no formato de quiosques. O investimento médio inicial pode variar entre R$85 mil e R$300 mil.

Fonte: Assessoria
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Pet PET

Tá frio? Dicas para aquecer seu cãozinho no inverno

Com a queda nas temperaturas devemos adotar alguns cuidados especiais com os animais.

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O Brasil é o segundo país com maior número de PETs no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A paixão que temos com os animaizinhos nos lembra que com a chegada do inverno e a queda nas temperaturas devemos adotar alguns cuidados especiais com cães e gatos.

MANTENHA O PET AGASALHADO

As roupinhas são recomendadas para deixar seu cão ou gato mais quentinho nos dias frios. De acordo com Maurício Penteado, coordenador do curso Mercado PET do Centro Europeu, são necessários alguns cuidados na hora de escolher a roupinha. “Aquelas que possuem muitos enfeites podem causar acidentes. O Pet pode arrancar, ingerir e ter até uma obstrução intestinal. Tenha atenção ao tamanho, pois a roupa não pode limitar os movimentos do PET e deve ter o espaço de 1 dedo entre a pele do animal e o tecido”, orienta.

Lembre-se também de lavar as peças com frequência para evitar o desenvolvimento de micro-organismos.

SEU PET MERECE UMA CAMA QUENTINHA

Aposte nos cobertores mais grossos durante o inverno. “Fique atento também a forma como ele dorme, se tiver encolhido, enrolado no próprio corpo, é sinal que está tentando se aquecer”, afirma Maurício.

ESTIMULE BRINCADEIRAS EM CASA

Os dias mais frios podem deixar o cãozinho mais preguiçoso e se estiver muito gelado o ideal é substituir o passeio por brincadeiras dentro de casa, no ambiente mais quentinho.

AUMENTE O INTERVALO ENTRE AS TOSAS

Os pelos servem para proteger e aquecer o seu PET. “No frio é interessante esperar um pouco a mais para tosar e garantir que seu cão esteja quentinho. Além disso, a secagem após o banho deve ser completa, evitando o frio e o desenvolvimento de micro organismos prejudiciais para a pelagem”, alerta o coordenador do curso.

CONSIDERE A VACINA PARA GRIPE

Assim como em nós, humanos, a gripe é mais frequente no inverno. Se seu amigo costuma frequentar hotéis, creches ou outros locais com mais cães, converse com o seu veterinário sobre a vacina para gripe.

Fonte: Assessoria
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Pet Pet

Crianças autistas e a interação com os pets: conheça os benefícios

De acordo com estudo da Mars Petcare, crianças com autismo desenvolvem habilidades emocionais, sociais, fisiológicas e cognitivas em convivência com animais, especialmente com os gatos

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Reprodução/Internet

O Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal WALTHAM™, parte da Mars Petcare, tem dedicado grande parte de suas pesquisas às temáticas relacionadas à interação humano-animal para comprovar o quanto essa relação é benéfica. Também nesta busca por informação estão os resultados de um estudo financiado pelo HABRI (Human Animal Bond Research Institute) – da Universidade do Missouri, que identificou que crianças com autismo e pais que adotaram um felino sentiram de imediato uma forte conexão com o pet.

Os estudos mostram que a presença dos gatos na vida de crianças autistas causam efeitos positivos no desenvolvimento cognitivo e de aprendizado do vocabulário, isso porque os felinos interagem com os pequenos sem transmitirem a sensação de “pressão”. Os gatos recebem carinho sem demonstrar e podem passar horas olhando para uma imagem em absoluto silêncio. Dessa maneira, ambos podem curtir seus silêncios naturalmente e juntos.

Desenvolvimento fisiológico

Os resultados de pesquisas mostram que a convivência com cães e gatos beneficia crianças e adultos de forma geral: reduzindo estresse, medo, fadiga e tristeza. Mas há uma diferença com base no animal: as crianças autistas tendem a se relacionar melhor com animais mais calmos, por exemplo. Além disso, a pesquisa WALTHAM™ mostra que o contato com pets pode diminuir o risco de as crianças desenvolverem alergias futuras.

Desenvolvimento cognitivo

O estudo evidenciou que a interação dos gatos com as crianças que possuem Transtorno do Espectro do Autismo e crianças com Déficit de Atenção promove uma melhoria no desempenho e desenvolvimento na comunicação, raciocínio, percepção e memória.

Desenvolvimento Social e Emocional

Os pesquisadores de WALTHAM™ apontam que ter um pet no ambiente familiar pode impactar positivamente a saúde emocional e as habilidades sociais das crianças com autismo. Por exemplo, ter contato com os animais em casa ajuda a criança a criar vínculos e se sentir bem na presença de outro ser. Eles também auxiliam muito o emocional dos pais ao verem o filho interagir com um pet, quando a criança tem dificuldade de interação com a família.

Para promover mais benefícios na relação de laços entre crianças e pets, a interação entre eles deve ser sempre monitorada por adultos para evitar imprevistos em que a criança pode se machucar ou exceder o limite imposto pelo animal e sempre procurar um especialista para qualquer eventualidade.

Fonte: Assessoria
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Abinpet tem material inédito com orientações sobre armazenamento correto de pet food

O foco principal é auxiliar distribuidores e lojistas em relação às melhores práticas

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Divulgação.

A Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação formulou um material para orientar as melhores práticas em relação ao armazenamento de pet food e snacks para os animais.

“O foco principal é auxiliar distribuidores e lojistas em relação às melhores práticas, mas a linguagem é simples e de fácil compreensão. Dessa forma, é um material interessante, inclusive, para as famílias e suas casas”, comenta José Edson Galvão de França, presidente-executivo da Abinpet. A entidade tem 40 anos de história, e agrega toda a experiência dos associados, muitos deles fabricantes de alimento completo para pets.

Para acessar o material, acesse este link hospedado no Portal Melhores Amigos, mantido pela Abinpet.

Uma das principais tônicas do material é que podem ocorrer falhas nos processos de manuseio e armazenagem dos alimentos. Para evitar momentos como esses, é necessário realizar adaptações específicas nos locais de processamento, distribuição e venda.

Os riscos de contaminação são diferentes em cada etapa da cadeia. “Nos processos industriais, há programas de limpeza, controle de pragas e, principalmente, manejo dos resíduos. Por isso, é um ambiente com baixíssimo risco de contaminação. Na distribuição, o risco ainda é considerado baixo, pois, geralmente, os produtos estão embalados e o controle de pragas é exigido pela fabricante. No entanto, é fundamental adotar práticas de limpeza industrial. É necessário, agora, que tanto os pontos de venda, quanto as famílias adotem medidas adequadas.

Veja algumas dicas simples, presentes no material editado pela Abinpet

  • O local de armazenamento do pet food deve ser protegido da chuva e sol
  • É importante cuidar de condições básicas de higiene e limpeza; afastado de umidade, ventilado e em bom estado de conservação.
  • Em áreas de muita circulação de insetos, telas melhoram a proteção contra pragas
  • Mantenha ralos sem utilização tampados
  • Nunca armazenar os produtos diretamente no chão.
  • Eliminar do local todo e qualquer material que não apresente utilidade funcional, como materiais plásticos, caixas de papelão antigas, pedaços de madeira e metais.

Dados de mercado

A pandemia do coronavírus influenciou negativamente a indústria de produtos para animais de estimação. Um dos principais motivos é a alta do preço de matérias-primas. Para as companhias que produzem pet food, por exemplo, a alta foi de mais de 100% em ingredientes básicos como farinhas de carne e de vísceras, soja, trigo e óleo de frango. Já itens como arroz e milho tiveram aumento de 91% e 65%.

Dessa forma, apesar do faturamento de R﹩ 27 bilhões, crescimento de 21,2% em relação a 2019, o balanço geral é de que o segmento industrial tem sofrido prejuízos, mesmo levando em conta a produção de outros itens como medicamentos e acessórios para animais de estimação.

Isoladamente, o faturamento de pet food cresceu 24% entre as indústrias do setor. Mas a defasagem é de cerca de 29% em relação aos gastos da indústria, de acordo com a Abinpet. Ou seja, o saldo para os fabricantes de alimento é negativo, mesmo com o aumento de 11% na produção. Foram 3,15 milhões de toneladas de alimento para animais de estimação produzidas em 2020. Em 2019, o número foi de 2,85 milhões de toneladas, crescimento de 3,8% em relação ao ano anterior. Pet vet cresceu 18% em faturamento e pet care, 9,5%.

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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