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Pacote de tratamento garante mais proteção da semente no solo e vigor na germinação

Multinacional disponibiliza ao mercado TS Rotam, combinação para tratamento de sementes com lançamento do inseticida Cinelli

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Assim que as máquinas saem do campo, o produtor já está preparado para o próximo plantio, seja ele na “safrinha” ou verão. E planejar tudo isso vai muito além de números, dedicação, conhecimento técnico e mercado. Já começa lá pela escolha das sementes, pois sua boa qualidade e sanidade são tão fundamentais quanto seu potencial genético. Pragas, por exemplo, podem danificar os grãos, causando sérios prejuízos ou até a morte da semente, segundo pesquisas, as perdas com o não tratamento podem variar de 15% a 30%. Por isso, cada vez mais é preciso investir em tecnologias e novas ferramentas para garantir a maior sanidade na hora do plantio. É o que o programa de tratamento de sementes da Rotam do Brasil (TS Rotam) proporciona.

Segundo Lucas Ferreira, coordenador de marketing Brasil da Rotam, o tratamento das sementes é uma técnica que as protege no solo caso a semeadura ocorra com períodos de instabilidade climática ou ataque de pragas e doenças. “Dentro desse programa, o agricultor tem maior garantia de germinação, vigor e sanidade das plantas”, destaca o profissional.

O Saluzi 600 FS é um inseticida sistêmico do grupo dos neonicotinóides, com formulação específica que protege as plantas das pragas iniciais de solo e parte aérea como mosca-branca, pulgão do algodoeiro e percevejo barriga verde. O Saddler 350 SC combate, por exemplo, os temidos nematoides-de-galha e nematoides-das-lesões, lagartas elasmo e cigarrinha das pastagens.

Já o lançamento do programa TS Rotam, Cinelli 600 FS, é um inseticida a base do princípio ativo Fipronil e se destaca no controle de insetos mastigadores, auxilia fortemente na manutenção de germinação e vigor e ainda contribui para a estabilidade de eficiência em adversidades climáticas. “Este novo produto completa o quadro de proteção do nosso programa e com certeza dá mais segurança ao produtor que optar pelo tratamento das sementes, “tornando a Rotam uma das empresas com portfólio mais completo quando se pensa em inseticidas”, destaca Lucas.

O programa da Rotam do Brasil é indicado para as culturas do arroz, algodão, cana de açúcar, trigo, feijão, soja e milho.

 

Pesquisa comprova eficácia

Para demonstrar a eficácia do Programa de TS Rotam, uma pesquisa foi conduzida pelos pesquisadores da empresa na área experimental em Arthur Nogueira-SP. “No ensaio de Saluzi 600 FS, Cinelli 250 FS e Saddler 350 SC para controle de Percevejo-barriga-verde em milho”, avaliou-se o efeito de doses de Saluzi 600 FS no controle de percevejo barriga verde (Dichelops sp.) no tratamento de sementes de milho. Para o experimento foram plantadas 10 sementes por vaso e cinco dias após o plantio (1 dia após o início da emergência) foram liberados 10 adultos de Percevejo Barriga-Verde (Dichelops sp.) por vaso, os quais foram envolvidos por redes para evitar a fuga dos insetos (uma condição de altíssima pressão). “Nosso resultado foi de apenas 20% das plantas atacadas pelo percevejo. O menor índice dentre os produtos avaliados e a testemunha. Já na testemunha o ataque chegou há 75%, aos três dias após a emergência. O maior índice entre os tratamentos”, completa Carlos Guarnieri, Técnico Sênior da Estação Experimental e também um dos autores do estudo.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Marfrig lança ferramenta de monitoramento de produtores indiretos

Sobreposição de diversos mapas identificará áreas críticas de cria e recria de gado na Amazônia

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Divulgação/MAPA

A Marfrig, maior produtora global de hambúrgueres e uma das maiores companhias de carne bovina do mundo, acaba de lançar o Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos, uma iniciativa inédita que permitirá localizar onde estão concentradas as áreas de cria e recria de gado no Brasil (fornecedores indiretos da companhia), sob a perspectiva de risco socioambiental. “Para produzir e preservar o meio ambiente, precisamos saber a localização e o contexto social dos produtores de bezerros”, afirma Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade e comunicação da Marfrig. “A ferramenta vai nos servir como uma espécie de radar para isso.”

Baseada na utilização da inteligência territorial com foco em áreas de desmatamento e áreas de produção de bezerros, a plataforma é resultado de uma parceria da Marfrig com a Agroícone, consultoria que desenvolve soluções e tecnologias em cadeias do agronegócio. Por meio da sobreposição de um conjunto de mapas, como os mapas de pastagens e de presença de floresta nativa, serão identificadas áreas críticas e prioritárias para a aplicação de ações que possibilitem mais visibilidade às etapas iniciais da produção.

A expectativa é que o uso do Mapa de Mitigação de Risco de Fornecedores Indiretos possa ser aplicado também a outros biomas, dando escala a programas complementares previstos no Plano Marfrig Verde+, lançado em julho. Um dos exemplos é o Programa de Reinclusão de Produtores Bloqueados que, em parceria com os produtores e o setor público, atua identificando ações que possibilitem a regularização de áreas dos fornecedores bloqueados, permitindo reinseri-los na cadeia formal de suprimentos.

O monitoramento de toda a cadeia de produtores na Amazônia é um trabalho extremamente complexo. Estima-se que para cada um dos mais de 16.000 de fornecedores diretos localizados na região existam outros dez indiretos. Para melhorar a visibilidade dessa cadeia, a Marfrig firmou, em 2020, uma parceria com a ONG Amigos da Terra – que lidera o Grupo de Trabalho de Fornecedores Indiretos (GTFI) no Brasil. A empresa também deu início a um projeto piloto para adotar a ferramenta Visipec, ampliando ainda mais o monitoramento com o cruzamento de dados disponíveis.

“O desenvolvimento de diversas ações simultâneas e interconectadas em rede contribuirá para que os fornecedores indiretos participem da cadeia da formalidade, regularizem suas propriedades, tenham acesso a crédito para se tecnificar e cumpram os critérios de sustentabilidade preconizados pela empresa”, diz Pianez.

Fonte: Assessoria
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JBS anuncia o programa “Juntos pela Amazônia”

Programa prevê plataforma blockchain para estender monitoramento aos demais elos da cadeia de fornecimento

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A JBS, segunda maior indústria de alimentos do mundo, tem como propósito produzir de forma cada dia mais sustentável. Há uma década, a Companhia monitora por imagens de satélites uma área superior ao território da Alemanha, garantindo que hoje 100% de seus fornecedores diretos de bovinos estejam em conformidade com suas políticas de compra responsável. Ou seja: desmatamento zero. Mas entende que pode ir além. E é por este motivo que nesta data a JBS apresenta o programa Juntos Pela Amazônia.

O Juntos Pela Amazônia é um conjunto de iniciativas com visão de longo prazo que visam aumentar a conservação e o desenvolvimento do bioma, engajando o setor e propondo ações para além da cadeia de valor da Companhia.

O programa integra a prioridade Mudanças Climáticas, do plano de metas globais de sustentabilidade da Companhia, apresentado em 2019. Os pilares fundamentais do Juntos Pela Amazônia são: (i) desenvolvimento da cadeia de valor; (ii) conservação e recuperação de florestas; (iii) apoio às comunidades; e (iv) desenvolvimento científico e tecnológico.

O primeiro pilar é composto por três principais iniciativas. A primeira delas é a Plataforma Verde JBS, uma plataforma blockchain que vai permitir que a Companhia inclua em sua base de monitoramento os fornecedores de seus fornecedores de bovinos até 2025.

A segunda iniciativa é o compartilhamento da tecnologia de monitoramento de fornecedores da empresa e da política de compra responsável com sua cadeia de valor, o que inclui toda a indústria de alimentos, desde pecuaristas, agricultores a instituições financeiras e do agronegócio. A terceira iniciativa será o apoio ambiental, agropecuário e jurídico aos fornecedores.

Os outros três pilares serão alcançados por meio da atuação do Fundo JBS Pela Amazônia para financiar ações e projetos para o desenvolvimento sustentável no bioma. A Companhia vai aportar R$ 250 milhões, nos primeiros cinco anos, podendo chegar a R$ 500 milhões até 2030.

“Estamos reafirmando publicamente o nosso compromisso com a sustentabilidade da Amazônia. Esperamos promover um avanço em escala não apenas em direção ao combate ao desmatamento, mas também à promoção da bioeconomia, agricultura sustentável e desenvolvimento social”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Desenvolvimento da cadeia de valor

Atualmente, a Política de Compra Responsável de Matéria-Prima da JBS já monitora diariamente 100% dos fornecedores de bovinos da Companhia segundo critérios rígidos de sustentabilidade, com tolerância zero para o desmatamento, invasão de áreas protegidas como terras indígenas ou unidades de conservação ambiental, trabalho análogo à escravidão, ou uso de áreas embargadas pelo Ibama. Essa análise é feita online e diariamente, e abrange mais de 50 mil fazendas fornecedoras.

“Ao longo da última década fizemos investimentos significativos para viabilizar o que hoje é um dos maiores sistemas privados de monitoramento de fornecedores do mundo. Também nos engajamos em iniciativas setoriais – junto a organizações não governamentais e Ministério Público Federal – em estados da Amazônia Legal e programas educativos de melhoramento de manejo da terra junto aos nossos fornecedores”, afirma Wesley Batista Filho, presidente da JBS América do Sul e da Seara.

A Plataforma Verde JBS é uma iniciativa inédita que vai cruzar informações dos fornecedores da Companhia com dados de trânsito de animais. A nova tecnologia permitirá estender aos demais elos da cadeia produtiva o monitoramento socioambiental que já é feito nos fornecedores da empresa na Amazônia. A iniciativa usará tecnologia blockchain justamente para dar confidencialidade e segurança no acesso às informações e transparência nas análises dos fornecedores. O trabalho será auditado e seus resultados reportados no relatório anual e de sustentabilidade.

A Companhia fará campanhas de engajamento com fornecedores e entidades para que até o final de 2025, os fornecedores de seus fornecedores estejam na Plataforma Verde JBS. “Estamos muito confiantes na participação de todo o setor. Acreditamos que com o engajamento de todos conseguiremos provocar mudanças significativas em busca de uma produção cada vez mais sustentável”, afirma Renato Costa, presidente da Friboi.

Adicionalmente a Companhia também vai disponibilizar assessoramento jurídico, ambiental e agropecuário para auxiliar produtores na melhoria do manejo de suas propriedades. A JBS vai ampliar suas ações educativas em sustentabilidade para sua cadeia de fornecimento agropecuário e aumentar os investimentos no desenvolvimento de plataformas digitais para regularização ambiental, como já faz nos estados de Mato Grosso e Pará.

Como parte do Programa Juntos Pela Amazônia, a Companhia também anuncia hoje o compartilhamento de sua tecnologia de monitoramento de fornecedores com pecuaristas, instituições financeiras e outras empresas que desejarem adotar critérios socioambientais na relação com suas cadeias de valor.

O monitoramento feito pela JBS na Amazônia já permitiu o bloqueio comercial de fornecedores em situação de não conformidade com as políticas de compra da empresa. Agora, a Companhia anuncia sua disposição de compartilhar essa tecnologia de monitoramento com instituições financeiras e outras empresas que quiserem aplicá-lo.

Fundo JBS pela Amazônia

A empresa anuncia também a constituição do Fundo JBS pela Amazônia, dedicado a financiar iniciativas e projetos para ampliar a conservação da floresta e o desenvolvimento sustentável das comunidades que nela vivem, com aporte de R$ 250 milhões nos primeiros cinco anos.

A JBS convidará seus stakeholders a contribuírem para o Fundo, e se compromete a igualar sua contribuição às doações de terceiros na mesma proporção. A meta é levar os recursos do fundo a um total de R$ 1 bilhão até 2030.

Serão apoiados projetos em três frentes: conservação e restauração da floresta; desenvolvimento socioeconômico das comunidades e desenvolvimento científico e tecnológico.

O Fundo será presidido por Joanita Maestri Karoleski, ex-CEO da Seara, com o apoio de um Conselho de Administração, um Conselho Fiscal, um Conselho Consultivo e um Comitê Técnico (veja nomes abaixo). O Comitê Técnico e o Conselho Consultivo auxiliarão na escolha de projetos que receberão aportes do Fundo, que será auditado pela KPMG. Todo o processo será reportado e os resultados publicados no site.

“Conter o desmatamento ilegal é um desafio central para a defesa da Amazônia. Esse problema só será combatido efetivamente por um olhar voltado à qualidade de vida e à geração de renda para a população da região, indígenas, ribeirinhos e quilombolas, por exemplo”, afirma Joanita Maestri Karoleski, presidente do Fundo. “Acreditamos em uma Amazônia sustentável, pois sabemos que preservação ambiental e desenvolvimento socioeconômico são indissociáveis”, ressalta a executiva.

Fonte: Assessoria
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Pif Paf conquista certificação ambiental inédita

Empresa comemora certificação inédita, que atesta a qualidade de seu inventário de gases de efeito estufa e reforça o compromisso com o meio ambiente

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O compromisso com a sustentabilidade garantiu à Pif Paf Alimentos mais uma conquista inédita. A empresa recebeu o Selo Ouro no Programa Brasileiro GHG Protocol, importante ferramenta usada para entender, quantificar e gerenciar as emissões de gases de efeito estufa de uma organização. Resultado ainda melhor do que o alcançado em 2019, quando a companhia foi a primeira no setor de alimentos congelados em Minas Gerais a participar da iniciativa e realizar esse mapeamento, o que lhe rendeu o Selo Prata. Neste ano, com o Selo Ouro, a companhia se junta a outras duas do setor como as únicas que possuem essa certificação.

A nova classificação Ouro atesta que, além de seguir todas as diretrizes do programa, a Pif Paf teve o inventário corporativo auditado por uma instituição verificadora independente, o que assegura credibilidade, exatidão e qualidade ao processo de mensuração. “É muito gratificante recebermos mais um reconhecimento dos nossos esforços diários para garantir uma atuação responsável e sustentável aos processos produtivos. Valoriza ainda mais nosso compromisso com o meio ambiente, com a integração das mudanças climáticas ao nosso negócio e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU”, destaca a vice-presidente de Gente, Gestão e Sustentabilidade, Maria Paula Brancatelli.

O inventário desenvolvido pela empresa – uma espécie de raio X das principais fontes de emissão de gases de efeito estufa em cada processo – reúne dados que permitem definir novas metas e estratégias responsáveis, bem como adotar tecnologias e procedimentos que reduzam os impactos ambientais das atividades. O Protocolo de Gases de Efeito Estufa (GHG Protocol) é um método utilizado por diversos países. No Brasil, é aplicado por meio do Programa Brasileiro GHG Protocol, coordenado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fonte: Assessoria
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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