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Ovo transforma café da manhã do Dia das Mães em refeição prática e nutritiva em casa

Com alto teor de proteína e preparo simples, alimento sustenta cardápios equilibrados e reforça a substituição de restaurantes por refeições caseiras na data comemorativa.

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Foto: Divulgação/Freepik

Em meio a restaurantes cheios e agendas disputadas, o café da manhã preparado em casa tem ganhado espaço como uma alternativa mais íntima e significativa para celebrar o Dia das Mães. A proposta, além de prática, também pode ser nutricionalmente equilibrada quando bem planejada.

Nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil: “O ovo é um alimento completo, fonte de proteínas de alta qualidade e nutrientes importantes como colina, ferro e vitaminas do complexo B, que contribuem para o funcionamento do organismo, proporcionam energia e equilíbrio ao longo do dia”

Presente na rotina dos brasileiros, o ovo se destaca pela versatilidade e pelo papel cada vez mais relevante nas diferentes refeições do dia. Nesse contexto, o café da manhã surge como uma oportunidade simples de unir afeto e cuidado com a alimentação.

Para a nutricionista Lúcia Endriukaite, do Instituto Ovos Brasil (IOB), incluir alimentos nutritivos logo no início do dia pode fazer diferença na disposição e no bem-estar, especialmente para as mulheres. “O ovo é um alimento completo, fonte de proteínas de alta qualidade e nutrientes importantes como colina, ferro e vitaminas do complexo B, que contribuem para o funcionamento do organismo, proporcionam energia e equilíbrio ao longo do dia”, explica.

Além disso, nutrientes presentes no ovo, como triptofano, vitamina B6 e ácido fólico, participam de processos ligados à produção de serotonina, o que também pode influenciar positivamente o humor e o bem-estar.

Do gesto simbólico ao cuidado com a rotina

Apesar de tradicionalmente associado a datas comemorativas, o preparo do café da manhã pode refletir uma mudança de comportamento: a valorização de momentos mais simples, feitos em casa, com atenção à qualidade da alimentação.

Na prática, pequenas escolhas já ajudam a tornar a refeição mais equilibrada, como incluir proteínas, fibras e vegetais, evitando combinações excessivamente açucaradas ou ultraprocessadas.

Ideias práticas para um café da manhã especial

Sem exigir habilidades avançadas na cozinha, é possível montar uma refeição completa com poucos ingredientes:

Ovos mexidos com vegetais

Opção simples e nutritiva, que combina proteínas com fibras e micronutrientes.

Dica da especialista: ajuda na saciedade e na manutenção de energia ao longo da manhã.

Omelete de forno

Versátil e prática para servir mais pessoas, pode levar legumes, ervas e queijo.

Dica: combinar diferentes grupos alimentares torna a refeição mais equilibrada.

Sanduíche integral com ovo

Rápido de preparar, é uma alternativa eficiente para quem busca praticidade.

Dica: a presença de fibras contribui para uma digestão mais estável.

Crepioca

Leve e adaptável para versões doces ou salgadas, atende diferentes preferências.

Dica: o ovo permite variar preparações sem perder valor nutricional.

Quindim caseiro (para a ocasião)

Clássico que adiciona um toque afetivo à data.

Dica: o equilíbrio é essencial, doces podem fazer parte da refeição, com moderação.

Mais do que comida, um momento de conexão

Foto: Shutterstock

Para além do cardápio, o preparo do café da manhã também reforça vínculos familiares e cria experiências compartilhadas, especialmente quando envolve diferentes gerações na cozinha.

“Cozinhar para alguém é uma forma de demonstrar cuidado. Em datas como o Dia das Mães, esse gesto ganha ainda mais significado, pois transforma a refeição em um momento de conexão”, afirma Lúcia.

Segundo Tabatha Lacerda, diretora administrativa do Instituto Ovos Brasil, o alimento tem um papel importante nesse contexto. “O ovo faz parte do dia a dia dos brasileiros e reúne praticidade e valor nutricional. Ele se adapta a diferentes ocasiões e perfis de consumo, inclusive em momentos especiais como o Dia das Mães”, destaca.

Receita bônus da nutricionista

Sugestão da especialista para deixar o café da manhã ainda mais especial:

Ovos pochê

Ingredientes

Ovos

3 colheres de sopa de vinagre

Sal

Panela grande com cerca de 10 cm de profundidade e água suficiente para cobrir metade da panela

Escumadeira

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a água e o vinagre e leve ao fogo até ferver, sem adicionar o sal.

Quebre o ovo em uma xícara e, com cuidado, transfira para a panela assim que a água estiver fervendo. Com a escumadeira, envolva delicadamente o ovo, pressionando levemente a clara para ajudar a manter o formato e garantir o cozimento adequado.

Se necessário, apare as bordas da clara com uma faca pequena para deixá-lo mais uniforme. Prepare no máximo quatro ovos por vez.

Sirva com torradas ou pão integral.

O ovo pochê é uma forma diferente de servir o ovo no café da manhã e também é base para preparações como ovos benedict.

Fonte: Assessoria Instituto Ovos Brasil

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Cotações dos ovos têm variação de até 1,73% nas principais praças

Ovos brancos registraram baixas em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, enquanto vermelhos alternaram altas e quedas.

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

Os preços médios dos ovos registraram variações discretas nas principais praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) na segunda-feira (6).

No mercado de ovos brancos, as cotações recuaram em todas as regiões pesquisadas. A maior queda foi registrada em Recife (PE), de 0,89%, com o produto cotado a R$ 144,38. Em seguida aparecem Santa Maria de Jetibá (ES), com recuo de 0,60% e preço médio de R$ 140,56, Grande São Paulo, com queda de 0,29% e cotação de R$ 141,82, Bastos (SP), com baixa de 0,03% e preço de R$ 133,21, e Grande Belo Horizonte (MG), onde o valor ficou em R$ 146,17, após leve recuo de 0,02%.

Para os ovos vermelhos, o comportamento foi misto. A maior alta ocorreu na Grande São Paulo, onde a cotação avançou 1,73%, para R$ 155,27. Também houve valorização em Grande Belo Horizonte (0,40%), com preço médio de R$ 157,88, e em Recife (0,25%), onde o produto foi negociado a R$ 163,14. Já em Santa Maria de Jetibá (ES), a cotação apresentou leve recuo de 0,02%, para R$ 160,46, enquanto em Bastos (SP) a queda foi de 0,40%, com preço médio de R$ 149,29.

Fonte: Assessoria Cepea
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Simpósio da Facta debate tecnologia e dados na produção de matrizes avícolas

Evento programado para os dias 16 e 17 de setembro reúne especialistas para discutir manejo, incubação, automação e uso de indicadores na avicultura.

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Foto: Divulgação/Arquivo OP Rural

A integração entre tecnologia, análise de dados e práticas de manejo tem redefinido a produção de matrizes avícolas no Brasil. O tema estará no centro das discussões do Simpósio de Incubação e Matrizes, marcado para os dias 16 e 17 de setembro, em Chapecó (SC), promovido pela Fundação de Apoio à Ciência e Tecnologia Animal (Facta).

O encontro reunirá técnicos, pesquisadores, especialistas e profissionais da cadeia avícola para atualização sobre fatores que influenciam o desempenho de matrizes pesadas e incubatórios, com foco em eficiência produtiva e qualidade da progênie.

A programação inclui debates sobre manejo de recria, fertilidade, nutrição, programas de iluminação, controle ambiental, sanidade, vacinação e automação. Também entram na pauta o uso de indicadores de desempenho e ferramentas de análise de dados para apoiar a tomada de decisão e aprimorar resultados.

No segmento de incubatórios, os debates vão abordar manejo de ovos, ventilação, embriodiagnóstico, monitoramento de incubação e controle de qualidade, além de estratégias de gestão operacional.

Questões como gestão de pessoas, retorno sobre investimento em tecnologias e uso de dados na rotina produtiva também fazem parte da programação.

Para o presidente da Facta, Ariel Mendes, o simpósio busca aproximar conhecimento técnico e aplicação prática no campo. “A produção de matrizes e a incubação são etapas fundamentais para a eficiência de toda a cadeia avícola. O simpósio reúne especialistas e profissionais do setor para discutir tecnologias, práticas de manejo e ferramentas de gestão capazes de contribuir para ganhos consistentes de produtividade, qualidade e sustentabilidade na produção”, afirmou.

A programação completa está disponível aqui.

Fonte: Assessoria Facta
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Exportações de carne de frango crescem 40,6% em junho

Brasil embarcou 482,8 mil toneladas no mês e registrou alta também na receita, que chegou a US$ 985,5 milhões.

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Fotos: Shutterstock

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 482,8 mil toneladas em junho, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume supera em 40,6% o registrado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 343,4 mil toneladas.

A receita obtida com as exportações alcançou US$ 985,5 milhões, resultado 54,7% superior ao registrado em junho do ano passado, quando foram contabilizados US$ 637 milhões.

Impulsionados pelo desempenho de junho, os embarques brasileiros encerraram o primeiro semestre de 2026 com o melhor resultado da história das exportações brasileiras de carne de frango, tanto em volume quanto em receita. Entre janeiro e junho, os embarques alcançaram 2,936 milhões de toneladas, número 12,9% superior ao registrado no mesmo período de 2025, quando foram exportadas 2,600 milhões de toneladas.

Em receita, o crescimento acumulado alcança 17%, com US$ 5,700 bilhões entre janeiro e junho deste ano, frente aos US$ 4,871 bilhões registrados no mesmo período de 2025.

Entre os principais destinos das exportações brasileiras em junho, a China manteve a liderança, com 50,1 mil toneladas embarcadas (+12.248,8% em relação ao mesmo período do ano anterior). Na sequência aparecem Japão, com 46,6 mil toneladas (-0,9%), Emirados Árabes Unidos, com 46,2 mil toneladas (-5,1%), Arábia Saudita, com 33,1 mil toneladas (-1,0%), União Europeia, com 28 mil toneladas (+250,7%), África do Sul, com 26,3 mil toneladas (+946,3%), México, com 25,4 mil toneladas (+728,8%), Coreia do Sul, com 18,5 mil toneladas (+7.819,7%), Filipinas, com 12,5 mil toneladas (+330,2%) e Singapura, com 12 mil toneladas (-19,4%). Vale lembrar que parte das elevadas variações percentuais registradas em alguns mercados decorre da baixa base de comparação de junho de 2025, período impactado pelas restrições temporárias decorrentes do único caso, já superado, de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em uma granja comercial no Brasil.

Foto: Jonathan Campos

No desempenho por estados exportadores, o Paraná manteve a liderança nacional, com 199,3 mil toneladas embarcadas em junho (+48,2%), seguido por Santa Catarina, com 103,3 mil toneladas (+35,2%), Rio Grande do Sul, com 56,7 mil toneladas (+40,1%), São Paulo, com 29,9 mil toneladas (+40,0%) e Goiás, com 29,4 mil toneladas (+55,4%).

“Os resultados do primeiro semestre foram conquistados em um ambiente marcado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelos desafios logísticos decorrentes desse contexto, especialmente nas rotas marítimas associadas ao Estreito de Ormuz. Mesmo diante desse cenário, o Brasil ampliou significativamente sua presença em mercados estratégicos e de valor agregado, como Japão, União Europeia, Coreia do Sul e China, ao mesmo tempo em que manteve forte presença no Oriente Médio e expandiu oportunidades em mercados emergentes. O desempenho de junho, embora influenciado por uma base comparativa menor frente à ocorrência já superada de IAAP no Brasil, reforça a diversificação da pauta exportadora brasileira, a competitividade da nossa cadeia produtiva e consolida bases sólidas para mais um ano de resultados históricos nas exportações de carne de frango”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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