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Avicultura

Ovo ganha protagonismo e consumo no Brasil deve superar 300 unidades/per capita em 2026

Avanço é impulsionado por preço acessível, valor nutricional e aumento da produção nacional.

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Fotos: Shutterstock

O ovo deixou de ocupar um papel secundário na mesa do brasileiro para assumir protagonismo. Impulsionado pela combinação entre preço acessível, praticidade e reconhecimento crescente do valor nutricional, o consumo avança em ritmo contínuo e reposiciona o Brasil no cenário global da avicultura de postura. Em 2025, o consumo per capita atingiu 287 ovos por habitante, marca que colocou o País, pela primeira vez, entre os 10 maiores consumidores per capita de ovos do mundo.

Em menos de uma década, o brasileiro aumentou em 61% a ingestão per capita de ovos, saindo de cerca de 190 unidades em 2017 para patamares que devem atingir em torno de 307 unidades ao longo de 2026, conforme projeções da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o que deve ampliar ainda mais a presença do Brasil no ranking mundial de consumidores.

Esse desempenho reflete a capacidade do setor produtivo de responder ao aumento da demanda. A produção nacional alcançou cerca de 62,250 bilhões de ovos no último ano, com perspectiva de crescimento para 66,5 bilhões neste ano, sustentada por investimentos em modernização de aviários, mecanização e automação, que vêm elevando a eficiência e a produtividade em diversas regiões do Brasil.

Mais do que um efeito de substituição de outras proteínas, o crescimento do consumo indica uma combinação entre preço competitivo, conveniência e maior confiança do público no valor nutricional do ovo. “O consumidor busca alimentos nutritivos, com boa relação custo-benefício e que se adaptem ao dia a dia. O ovo entrega exatamente esses três pilares, por isso que deixou de ser apenas um substituto de outras proteínas e consolidou espaço definitivo no cotidiano das famílias. Hoje, participa muito mais do café da manhã dos brasileiros. É uma mudança cultural motivada pela acessibilidade do produto e por seu preço extremamente competitivo frente a outras proteínas, como a bovina”, avalia o diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert.

Segundo ele, a maior presença do alimento nas refeições também está relacionada à evolução do conhecimento científico e ao esforço de comunicação do setor. “Há quase duas décadas, o Instituto Ovos Brasil atua na promoção do consumo e na educação nutricional, período em que registrou avanço significativo na percepção pública sobre os ovos. Contudo, as dúvidas relacionadas ao colesterol ainda existem”, pontua, ressaltando: “A ciência evoluiu e já demonstrou que o impacto do colesterol alimentar é diferente do que se acreditava no passado. Essa informação vem ganhando espaço de maneira consistente”,

Preço competitivo sustenta consumo

O preço segue como um dos principais vetores da expansão do consumo. Para Herbert, a combinação entre custo acessível, praticidade de preparo e alto valor nutricional reforça a competitividade do produto. “É um alimento versátil, de preparo rápido e com uma lista extensa de aminoácidos. Essa soma faz com que o ovo esteja cada vez mais presente nas mesas dos brasileiros”, avalia.

Exportações sobem mais de 100% em 2025

Diretor comercial do Instituto Ovos Brasil (IOB), Anderson Herbert: “Mesmo exportando cerca de 1% da produção, o volume é significativo porque o Brasil figura entre o quarto e o quinto maior produtor do mundo” – Foto: Arquivo O Presente  Rural

Embora ainda representem uma parcela pequena da produção nacional, as exportações de ovos já sinalizam um novo vetor de crescimento para a avicultura de postura brasileira. Em 2025, os embarques somaram 40.894 toneladas, considerando ovos in natura e produtos processados. O volume estabelece um recorde histórico e representa um salto de 121,4% em relação ao ano anterior, quando foram exportadas 18.469 toneladas.

O desempenho também se reflete na receita. O faturamento alcançou US$ 97,240 milhões, resultado 147,5% maior em relação ao obtido em 2024, quando somou US$ 39,282 milhões. Para 2026, a expectativa é de novo avanço, com o volume exportado podendo alcançar 45 mil toneladas, o que representaria um crescimento de 12,5% em relação à projeção para este ano.

Entre os principais destinos de 2025, os Estados Unidos encerraram o ano com maior volume acumulado, totalizando 19.597 toneladas, alta de 826,7% em relação ao total de 2024, seguido pelo Japão, com 5.375 toneladas, aumento de 229,1%; Chile, com 4.124 toneladas, crescimento de 40%; México, com 3.195 toneladas, aumento de 495,6%; e Emirados Árabes Unidos, com 3.097 toneladas, alta de 31,5%. “Mesmo exportando cerca de 1% da produção, o volume é significativo porque o Brasil figura entre o quarto e o quinto maior produtor do mundo. Estamos preparados para ocupar um espaço maior no mercado global”, enaltece Herbert, destacando que a reputação do País em biosseguridade fortalece essa competitividade.

Custos seguem incertos

O cenário para ração, energia, embalagens e logística segue desafiador. Herbert aponta que prever alívio em 2026 é praticamente impossível, dada a forte dependência de insumos dolarizados como milho e farelo de soja. “O câmbio é um dos fatores que mais influenciam o custo dos grãos, tornando qualquer projeção extremamente difícil”, diz.

A estratégia do setor permanece focada em eficiência interna e gestão de custos, enquanto aguarda maior clareza do mercado internacional.

Avanço em programas sociais e políticas públicas

O IOB também fortaleceu ações voltadas ao acesso ao ovo em 2025. A entidade participou de eventos educacionais e doou materiais informativos, reforçando o papel da proteína na segurança alimentar. “A campanha anual do Mês do Ovo ampliou visibilidade e estimulou inserção do produto em programas de alimentação pública, como merenda escolar”, ressalta Herbert, enfatizando que ampliar o consumo em iniciativas sociais é prioridade. “Seguimos trabalhando para facilitar o acesso da população a um alimento completo, versátil e nutritivo”.

Combate à desinformação

A comunicação permanece entre os maiores desafios. Em um ambiente de excesso de informações, o IOB aposta em estratégias digitais e parcerias com nutricionistas, educadores e influenciadores de saúde para alcançar públicos emergentes, como pais de crianças, praticantes de atividade física e pessoas em transição para dietas mais equilibradas. “Nosso foco é estar onde o consumidor está, com informação clara, acessível e confiável”, afirma o diretor.

Um setor mais organizado e unido

Herbert destaca que o IOB vive um momento de fortalecimento institucional, com crescimento no número de associados e maior representatividade dos principais estados produtores. “Estamos no caminho certo. Trabalhamos para estimular a produção legalizada, reforçar cuidados sanitários e aproximar o produtor, além de orientar consumidores e profissionais de saúde”, salienta.

versão digital está disponível gratuitamente no site de O Presente Rural. A edição impressa já circula com distribuição dirigida a leitores e parceiros em 13 estados brasileiros.

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

Agrodefesa amplia estrutura de biossegurança para prevenir influenza aviária em Goiás

Reforço operacional fortalece ações de vigilância, diagnóstico e contenção de emergências zoossanitárias no Estado.

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Parte dos produtos adquiridos pela Agrodefesa para emergência sanitária - Fotos: Agrodefesa

O Governo de Goiás, por meio da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), adquiriu equipamentos de proteção individual (EPIs) e insumos operacionais com o objetivo de fortalecer as ações de vigilância, diagnóstico e controle da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) no estado. O investimento, superior a R$ 160 mil, visa assegurar a proteção da avicultura goiana, a segurança dos servidores envolvidos nas ações de campo e a preservação da saúde pública.

Para o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, a iniciativa reforça o compromisso da Agência com a prevenção e a prontidão diante de emergências sanitárias. “A Agrodefesa mantém um preparo contínuo para enfrentar desafios zoossanitários em Goiás. A aquisição destes materiais fortalece nossa capacidade de atuação, permitindo uma resposta rápida, técnica e segura em qualquer cenário de risco para a avicultura goiana”, destaca.

Segundo o diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa, Rafael Vieira, o enfrentamento à Influenza Aviária envolve equipes que atuam diretamente no campo, realizando fiscalizações, coletas de amostras e monitoramento de granjas; e adotando, se necessário, ações de contenção e desinfecção. “Nessas atividades, a exposição ao vírus da influenza representa um risco real à saúde dos servidores e um potencial vetor de disseminação da doença. A aquisição de EPIs é fundamental para garantir a biossegurança dos profissionais envolvidos, evitando a contaminação e a subsequente propagação do vírus”, explica.

O diretor de Gestão Integrada da Agrodefesa, Renan Willian Martins, enfatiza que a eficiência no campo depende de um suporte administrativo planejado e robusto. “A gestão administrativa e financeira deve estar alinhada à necessidade técnica e à missão da Agência. Neste sentido, a aquisição desses materiais é um investimento na infraestrutura de defesa agropecuária do Estado, assegurando que nossas equipes tenham os melhores recursos para proteger a economia e a saúde da população goiana”, pontua.

Materiais adquiridos

Entre os EPIs e insumos adquiridos estão máscaras de proteção facial, macacões, luvas, chapéus, aventais e botas plásticas; testes para o processo de esterilização a vapor saturado; baldes, escovas, caixas multiuso, caixas frigoríficas, bandejas, lavadoras de alta pressão, mangueiras, pulverizadores, reservatórios, bombonas, mesas, cadeiras, luminárias de emergência, garrafas térmicas e tendas.

Conforme a gerente de Compras e apoio Administrativo da Agência, Ivone Pereira Miranda, a agilidade no processo de aquisição foi prioridade para garantir que as equipes não ficassem desassistidas. “Trabalhamos para viabilizar esses insumos com celeridade, garantindo que o fluxo logístico atenda às demandas emergenciais. A entrega desses materiais é o resultado de um planejamento rigoroso para assegurar que a defesa sanitária tenha os recursos necessários no momento exato da ação”, afirma.

Contenção de foco

Em junho de 2025, a Agrodefesa confirmou e erradicou um foco de influenza aviária de alta patogenicidade em aves de subsistência no município de Santo Antônio da Barra, no Sudoeste Goiano. A Agência atuou na contenção do foco, em trabalho coordenado pelo Centro de Operações de Emergência Zoossanitária (Coezoo) e com o apoio da Defesa Civil, da Segurança Pública, da Secretaria da Saúde, da Secretaria da Educação e das prefeituras de Rio Verde e Santo Antonio da Barra.

Para a gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Denise Toledo, o sucesso da operação foi fruto do trabalho integrado. “Atuamos com precisão estratégica desde a notificação. O cumprimento do Plano de Contingência garantiu segurança às criações da região. A disponibilidade de equipamentos adequados é o que sustenta essa eficácia, permitindo que nossos servidores executem suas funções com a máxima proteção e qualidade técnica”, ressalta.

A influenza aviária é uma enfermidade de notificação obrigatória à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) devido ao seu alto poder de contágio. A ocorrência da doença pode levar à necessidade de eliminação de plantéis inteiros e à imposição de severas barreiras sanitárias, prejudicando a comercialização de produtos avícolas tanto no mercado interno quanto nas exportações e acarretando impactos sociais e econômicos.

Fonte: Assessoria Governo de Goiás
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Avicultura

Embrapa avança em estudo sobre carne cultivada de frango

Do ovo ao laboratório, pesquisa detalha como a ciência trabalha com células de frango para formar carne.

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IMAGEM MERAMENTE ILUSTRATIVA, criada com apoio de inteligência artificial (ChatGPT), para fins editoriais - Produção: Giuliano De Luca/O Presente Rural

Quando se fala em carne, o produtor rural pensa em genética, manejo, ração, sanidade e mercado. É assim há décadas. Mas, enquanto a rotina segue firme no campo, uma outra frente de pesquisa avança longe das granjas, dentro de laboratórios, com tubos de ensaio, microscópios e incubadoras. Não para substituir o produtor, mas para entender até onde a ciência pode ir na produção de proteína animal.

É nesse contexto que pesquisadoras da Embrapa Suínos e Aves conduziram um estudo que chama atenção até de quem nunca ouviu falar em “carne cultivada”. A pesquisa conseguiu estabelecer, em laboratório, células musculares e células de gordura de frango com potencial para formar biomassa semelhante à carne. Tudo isso sem criar um animal inteiro, sem abate e sem sair do ambiente controlado da pesquisa científica.

O trabalho foi apresentado durante a 19ª Jornada de Iniciação Científica (JINC), em Concórdia (SC), e faz parte da formação acadêmica de uma estudante de Medicina Veterinária, orientada por pesquisadoras da Embrapa. Segundo o estudo, a proposta foi clara: entender se é possível isolar, cultivar e diferenciar células de frango de forma organizada, estável e funcional, criando uma base científica sólida para pesquisas futuras.

Do ovo ao microscópio: de onde vêm essas células

De acordo com a pesquisa, o primeiro passo foi identificar quais tipos de células seriam necessários para formar algo parecido com carne. As autoras trabalharam com três tipos celulares: células-tronco embrionárias, células-tronco mesenquimais e células satélites musculares.

As células-tronco embrionárias foram obtidas a partir de ovos férteis livres de patógenos, ainda em estágio muito inicial de desenvolvimento. Já as outras células vieram de embriões de frango com 15 dias de incubação. Segundo as autoras, todo o processo seguiu protocolos rigorosos de biossegurança, controle de temperatura, tempo e composição dos meios de cultivo.

Na prática, essas células foram isoladas, cultivadas e multiplicadas em laboratório, sempre sob condições controladas. O objetivo não era apenas mantê-las vivas, mas verificar se elas conseguiriam crescer, se diferenciar e cumprir funções específicas, como formar músculo ou armazenar gordura.

Quando a célula “decide” virar músculo ou gordura

Um ponto central do estudo foi a diferenciação celular. Segundo as autoras, células indiferenciadas podem ser estimuladas a assumir funções específicas, desde que recebam os sinais corretos no ambiente de cultivo.

No caso da pesquisa da Embrapa, as células foram induzidas a dois caminhos principais: formar tecido muscular ou formar células de gordura. A diferenciação muscular levou à formação de mioblastos, que depois se fundiram, dando origem a estruturas maiores chamadas miotubos e miofibras – base do músculo.

Já na diferenciação adipogênica, as células passaram a acumular gordura no interior, formando adipócitos. Segundo o estudo, esse processo foi confirmado por análises visuais e genéticas, garantindo que não se tratava apenas de uma aparência semelhante, mas de células com comportamento funcional compatível.

Como a ciência confirma que está tudo certo

Para o produtor rural, confiar em resultado exige prova. E o estudo não ficou apenas na observação visual. De acordo com a pesquisa, as células passaram por análises fenotípicas e genotípicas, usando marcadores específicos que indicam se uma célula é realmente muscular ou adipogênica.

As autoras utilizaram anticorpos e técnicas de fluorescência para identificar proteínas típicas do músculo, além de testes genéticos que confirmaram a ativação de genes ligados à formação de músculo e gordura. Segundo o estudo da Embrapa, esses resultados demonstraram que as células não apenas cresceram, mas se comportaram exatamente como esperado para cada tipo celular.

Quando a pesquisa sai do microscópio e vira biomassa

Um dos momentos mais interessantes do estudo foi quando as pesquisadoras avançaram para a produção de biomassa celular. Em termos simples, isso significa sair da escala microscópica e juntar as células de forma que elas passem a ter volume, estrutura e consistência.

Segundo o estudo, foi possível produzir biomassa muscular e adipogênica e moldá-la em um protótipo simples, semelhante a uma almôndega de carne cultivada. As células musculares e de gordura foram processadas e unidas com o auxílio de uma enzima chamada transglutaminase, que ajuda a dar coesão ao material.

As autoras relatam que as estruturas formadas apresentaram integridade suficiente para manipulação, um passo importante para qualquer pesquisa que pense, no futuro, em aplicação alimentar.

Proteína medida com método oficial

Outro dado relevante para quem vive da produção animal é a composição nutricional. Segundo o estudo da Embrapa, a biomassa de células musculares passou por análise de proteína total utilizando o método de Dumas, reconhecido internacionalmente.

O resultado mostrou que os mioblastos apresentaram 10,63% de proteína total em peso seco. De acordo com as autoras, esse dado ajuda a caracterizar o potencial nutricional do material obtido, ainda que o estudo não tenha como objetivo comparar diretamente com a carne produzida no sistema tradicional.

Produzir mais células: o desafio da escala

Produzir células em pequena quantidade é uma coisa. Pensar em volume é outra. Por isso, as pesquisadoras também testaram o cultivo das células musculares em microcarreadores – pequenas estruturas que aumentam a superfície disponível para as células crescerem.

Segundo o estudo da Embrapa, os mioblastos aderiram rapidamente aos microcarreadores e se multiplicaram de forma eficiente. Para as autoras, esse resultado indica que a tecnologia pode ser adaptada, no futuro, para bioprocessos de maior escala, sempre dentro de ambientes controlados.

O que esse estudo realmente diz e o que ele não diz

É importante ser claro. O estudo da Embrapa não afirma que a carne cultivada está pronta para chegar ao mercado. Também não propõe substituir a produção convencional nem faz previsões comerciais.

O que as autoras sustentam é que foi possível estabelecer, com sucesso, protocolos confiáveis para isolamento, cultivo e diferenciação de células de frango, criando uma base científica consistente para pesquisas futuras. Trata-se de ciência básica aplicada, construída com método, cautela e validação técnica.

Por que isso importa para quem está no campo

Para o produtor rural, esse tipo de pesquisa ajuda a entender o cenário mais amplo da produção de alimentos. A ciência que acontece no laboratório não concorre com o campo, ela amplia o conhecimento sobre proteína animal, seus limites, possibilidades e desafios.

A carne cultivada ainda é um tema distante da rotina da maioria das propriedades rurais. Mas entender como ela é estudada, com quais limites e com qual rigor, é uma forma de o produtor se manter informado, sem medo, sem fantasia e sem promessas fáceis.

Ciência, formação e agro no mesmo caminho

O estudo da Embrapa mostra que a inovação no agro não nasce apenas de grandes plantas industriais ou de decisões de mercado, mas também de bancadas de laboratório, projetos de iniciação científica e formação técnica sólida. Ao estabelecer, caracterizar e validar células de frango com potencial para carne cultivada, a pesquisa amplia o conhecimento científico nacional e coloca o Brasil em sintonia com discussões técnicas que já fazem parte da agenda de longo prazo da produção de alimentos.

versão digital está disponível gratuitamente no site de O Presente Rural. A edição impressa já circula com distribuição dirigida a leitores e parceiros em 13 estados brasileiros.

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Rio Grande do Sul

2ª Conbrasfran será realizada de 23 a 25 de novembro em Gramado

Evento vai reunir especialistas, agroindústria e representantes de todos os elos da cadeia avícola no Wish Serrano Resort & Convention.

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Foto: Divulgação/Asgav

A 2ª Conbrasfran, a Conferência Brasil Sul da Indústria e Produção de Carne de Frango, vai reunir os principais especialistas da cadeia produtiva em Gramado, entre os dias 23 e 25 de novembro, durante o Natal Luz de Gramado. Em sua segunda edição, o evento se consolida como um dos encontros estratégicos do setor avícola por reunir programações magnas, programações técnicas sobre sanidade avícola, qualidade industrial, assuntos jurídicos e tributários, mercados, logísticas, suprimentos e atividades sociais com as principais lideranças, especialistas, empresas, entidades representativas e órgãos governamentais em um mesmo espaço.

Para este ano, uma das novidades é que a conferência terá novo local: o Wish Serrano Resort & Convention, em Gramado (RS), anunciou o presidente executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e organizador do evento, José Eduardo dos Santos. “Estamos de casa nova e teremos ainda mais novidades. Para esta edição, vamos manter o elevado nível dos debates e debatedores, a união de todos os elos da cadeia produtiva e uma área ainda maior para a central de negócios”, afirmou Santos. “Por ser realizada durante o período do Natal Luz de Gramado, os participantes que desejaram podem, de forma opcional, aproveitar as atrações e o ambiente de Gramado durante sua estadia”, enfatizou.

Entre as empresas já confirmadas como expositoras desta edição, ele destaca a Avioeste, Bambozzi, Cumberland Agromarau, Dimel, Mebrafe, Plena Segurança em Alimentos, Silveira Industrial, Solufrigo, Vaccinar e Avimig. “A central de negócios foi ampliada. Será um espaço estratégico para apresentar soluções, tecnologias, produtos e serviços voltados à indústria avícola. As empresas interessadas em fortalecer sua marca e ampliar sua presença no setor já podem adquirir cotas de patrocínio ou estandes”, afirma.

As inscrições para o evento serão abertas em abril. Outras informações sobre a 2ª Conbrasfran podem ser encontradas no site oficial, acesse clicando aqui, ou através do Instagram @conbrasfran, WhatsApp (51) 9 8600.9684 e do e-mail conbrasfran@asgav.com.br.

Fonte: Assessoria Asgav
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