Conectado com

Pet

Ourofino Saúde Animal traz embalagens recicláveis em seu portfólio

Ação inovadora no segmento engloba as práticas de ESG da companhia

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Em comemoração aos 35 anos de atuação no mercado veterinário, a Ourofino Saúde Animal passa a adotar embalagens recicláveis em seu portfólio, começando pelas soluções para animais de companhia, os pets. “Nossa preocupação vai além de reimaginar a saúde animal, mas o planeta, de forma sustentável. A nossa linha de dermocosméticos para peles secas, a Bris, será a primeira a passar por essa migração com materiais 100% recicláveis, causando menos impacto ambiental. A mudança será gradativa para toda as soluções”, explica Juliana Aguiar, gerente de Marketing de Animais de Companhia.

A iniciativa está diretamente ligada às práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) da Ourofino Saúde Animal que visa a sustentabilidade para conduzir o negócio com responsabilidade, ética e transparência para geração de valor em prol de um mundo melhor para todos. “Nossa política de ESG segue os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, a Organização das Nações Unidas. O uso de embalagens recicláveis em nosso portfólio contribui com o ODS 12 que aborda o consumo e produções sustentáveis. Estamos muito felizes em compartilhar essa novidade num momento onde comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, no último 5 de junho”, explica Daniela Achite, gerente de Sustentabilidade da companhia.

 

A linha Bris para peles secas com embalagens recicláveis já estão disponíveis no mercado.

Para conhecer nossas práticas de sustentabilidade, acesse https://www.ourofinosaudeanimal.com/sustentabilidade/

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

quatro × dois =

Pet Saúde Animal

Mapa lança guia de uso racional de antimicrobianos para cães e gatos 

Este é o primeiro documento que aborda o uso responsável e prudente dos antimicrobianos em animais, com objetivo de orientar e harmonizar os procedimentos adotados pelos médicos-veterinários no país.

Publicado em

em

Divulgação/Mapa

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou na quinta-feira (23) o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para Cães e Gatos. Este é o primeiro documento que aborda o uso responsável e prudente dos antimicrobianos em animais, com objetivo de orientar e harmonizar os procedimentos adotados pelos médicos-veterinários no país.

O Guia faz parte das ações do Mapa no âmbito do Projeto Trabalhando Juntos para Combater a Resistência aos Antimicrobianos (EU-OPAS/OMS/OIE/FAO) e do Plano de Ação Nacional de Prevenção e Controle da Resistência aos Antimicrobianos no âmbito da Agropecuária (PAN-BR AGRO).

Este primeiro documento, elaborado pelo médico veterinário Rodrigo Rabelo, sob coordenação do Mapa e em parceria com o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), aborda temas como o perfil de resistência antimicrobiana no ambiente hospitalar de cães e gatos; principais classes de antimicrobianos na clínica de pequenos animais; medidas preventivas; cães e gatos como hospedeiros de bactérias resistentes; diretrizes quanto ao diagnóstico das infecções e quanto a prescrição veterinária; entre outros.

“Para nós, foi uma honra colaborar com este projeto junto ao Mapa e a OPAS. A resistência aos antibióticos atingiu seu alerta máximo no mundo e o médico veterinário precisa assumir sua responsabilidade dentro da saúde única de maneira definitiva”, disse Rabelo.

A resistência bacteriana é um evento natural, porém o uso indevido e excessivo de antimicrobianos representa uma ameaça iminente para a saúde pública mundial.

“O uso incorreto de antimicrobianos representa um grande risco para a saúde pública e animal, e os médicos veterinários desempenham um papel fundamental para assegurar a utilização prudente dos antimicrobianos visando à preservação desses medicamentos essenciais para a humanidade”, esclarece o diretor do Departamento de Saúde Animal, Geraldo Moraes.

Outros guias a serem divulgados pelo Mapa em breve serão: o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para a Pecuária Leiteira (bovinos, ovinos e caprinos) e o Guia de Uso Racional de Antimicrobianos para a Avicultura de Postura.

Boas Práticas de Produção e Uso Racional de Antimicrobianos

Outra iniciativa do Mapa com relação ao tema é a realização do curso gratuito “Atualização em Boas Práticas de Produção e Uso Racional de Antimicrobianos”. Ministrado pela médica veterinária, Silvia Adriana Lentz, o curso busca promover atualização sobre boas práticas e resistência aos antimicrobianos às instituições públicas e privadas brasileiras, envolvidas, principalmente, no ensino, fomento e na fiscalização das atividades agropecuárias, tendo como foco principal a avicultura, suinocultura, bovinocultura leiteira e aquicultura.

Os encontros serão realizados de forma virtual e as vagas são limitadas. Os interessados poderão optar por uma data, dentre as cinco opções oferecidas nos meses de junho (30) e julho (07, 14, 21 e 28). O horário é de 14 às 16 horas e a inscrição pode ser feita pelo link  https://forms.gle/cwdPoZ8dYKe8kbdf8.

Fonte: Mapa
Continue Lendo

Pet

Pets no ambiente de trabalho: especialista comenta prós e contras

Professor da FECAP, Marcelo Treff diz que a presença de animais de estimação pode contribuir com aumento da produtividade

Publicado em

em

Arquivo / OP Rural

Com a volta do trabalho presencial, algumas empresas estão permitindo que seus colaboradores levem os animais de estimação para o escritório. Na opinião do especialista em Gestão de Carreira e professor de Gestão de Pessoas da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP), Marcelo Treff, o principal desafio é manter o respeito mútuo entre os que gostam e os que não gostam da prática

“Ninguém deve ser obrigado a gostar de pets e, muito menos, ser taxado de insensível ou egoísta por ser contra a iniciativa. Outro grande desafio é evitar que o pet friendly influencie negativamente o ambiente e, consequentemente, os resultados corporativos. Essa mudança pode modificar as rotinas (layout, segurança, limpeza, horários) e os relacionamentos, podendo até criar subculturas (os que gostam, os que não gostam, mas respeitam e os que não gostam e não aceitam)”.

Contudo, segundo o especialista, pesquisas recentes revelaram que pets no trabalho contribuem para a redução do estresse dos colaboradores, melhoria no ambiente psicológico e fortalecimento da marca empregadora (employer branding). “Ademais, a iniciativa pet friendly tende a contribuir para a introdução de rituais de intervalos para relax mental, o que, comprovadamente, influencia positivamente a produtividade”, acrescenta Treff.

Durante a pandemia, com a intensificação da prática do home office e, com o consequente aumento do convívio com os animais, startups e grandes empresas como Google, Mars, Amazon passaram a introduzir a prática.

Segundo o professor, como ainda são poucas as pesquisas sobre o tema e o número de empresas que implementaram a prática no Brasil (as primeiras foram as startups, engajadas na tendência pet friendly para atrair e reter jovens talentos) ainda é baixo, é importante que as corporações criem políticas ou regulamentos internos com intenso e contínuo trabalho de conscientização.

“Ademais, a empresa precisa dispor de um mapeamento por equipes, ou times, dos que gostam, dos que não gostam, dos que aceitam e dos que não aceitam. A cultura de uma organização reflete o compartilhamento de valores (pressuposições básicas de um grupo) que influencia a forma de lidar com determinadas situações internas ou externas, a partir da criação de rituais, normas e comportamentos. No caso da iniciativa pet friendly, trata-se de uma mudança nas relações sociais que, consequentemente, impacta nas relações de trabalho que, por sua vez, impacta na cultura organizacional e tende a exigir das pessoas o desenvolvimento da chamada inteligência cultural, ou seja, a capacidade de interagir com pessoas que possuem valores (ou backgrounds culturais) distintos”, finaliza.

O especialista
Marcelo Treff é professor de Gestão de Pessoas da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP e Mestre em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua com os seguintes temas: Gestão da Carreira, Gestão de Competências, Gestão de Pessoas e Comportamento Organizacional.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Pet Controle genético dos animais

Primeiros NFTs portadores de dados genéticos são criados para o mercado agropecuário e PET

Essa é a primeira aplicação de NFTs portadores de dados genéticos e de relação hereditária, permitindo com isso diferentes tipos de arranjos e transações em indústrias fundamentais como a pecuária e de pets. 

Publicado em

em

Divulgação

Já pensou em ter controle de propriedade rural, controle de registro e até mesmo controle para gerenciar a cadeia de produção pecuária com blindagem e garantia? Agora, isso é possível através da primeira tecnologia com aplicação de NFTs portadores de dados genéticos do mundo. Com ela, os  empresários brasileiros e uruguaios Mateus Belo (CEO), Sandro Wainstein (CLO), Roger Ilha Moreira e Lucas Henriques criaram o dNFT, primeiros NFTs com lastro genético. A empresa Soxi tem como objetivo dois principais mercados de atuação, a partir da Soxi Pet e da Soxi Agro, e começa sua atuação no Brasil neste mês, trazendo o conceito da Web 3.0.

Com as dNFTs é possível armazenar uma arquitetura de dados genéticos registrados em blockchain. Donos de pets podem, por exemplo, inserir dados genéticos do animal em blockchain. Nesse caso os proprietários coletam o material genético do pet, que é enviado para um laboratório parceiro, e após alguns dias recebem o token com o código genético em sua carteira digital e uma ilustração única com a imagem do seu pet, que não pode ser copiada e nem violada graças à tecnologia.

Sandro Wainstein destaca que essa tecnologia representa um incremento do real e um passo em direção ao lúdico. “Além da segurança oferecida pelos dNFT, como a tutoria indiscutível de um animal, as transações também podem servir uma lembrança exclusiva para apoiadores, fãs e tutores de um pet. Isso, a partir da criação de avatares eletrônicos do pet contendo informações genéticas dele”, reforça Wainstein.

Na criação de dNFTs para a indústria pecuária, os fornecedores intermediários do ramo são os principais interessados e também os beneficiados no produto. No Brasil, a pecuária movimenta R$200 bilhões e 220 milhões de cabeças de gado, superando a própria população nacional.

CEO da Soxi, Mateus Belo: “Essa armazenagem (de dados genéticos) é ideal para quem trabalha com compra e venda de animais, ainda mais por gerar maior valor de mercado” – Foto:

Segundo Mateus Belo, a tecnologia de dNFTs é muito útil para donos de animais e fazendas, pois acaba tornando o animal único na hora da venda. “Essa armazenagem é ideal para quem trabalha com compra e venda de animais, ainda mais por gerar maior valor de mercado. Outro diferencial é a segurança dessas transações. Como eles são armazenados em blockchain, são criados dados únicos, tornando impossível o roubo ou a cópia de dados”, garante o CEO.

O que são NFTs?

NFT é a sigla para not “fungible token”, em português, “token não fungível”, que não pode ser copiado ou replicado. De maneira geral, os NFTs são objetos eletrônicos não fungíveis registrados em blockchain, por isso imunes a fraudes e falsificações. O assunto é complexo, mas a aplicação dos dNFTs vai permitir algo nunca visto até agora.

Os NFTs já movimentaram US$ 25 bilhões nos últimos quatro anos e atuam com três milhões de carteiras ativas no mundo, estando o Brasil em 6º lugar. A Soxi cria e habilita o acesso a uma arquitetura em blockchain que permite nela registrar dados genéticos em formato de NFT, com isso gerando segurança em diferentes tipos de transações e relações.

Soxi Pets para ONGs

Pensando na causa animal, a Soxi lança junto junto do projeto a “Soxi Pets para ONGs”, uma ação paralela que visa criar uma plataforma de exposição para apoio à causa e incentivar adoções e auxílio aos pets. A iniciativa vai funcionar da seguinte forma: alguns pets selecionados pelas próprias ONGs terão os seus dNFTs criados a partir de cada DNA, sendo apresentados como embaixadores do propósito de cada organização e gerando uma fonte de engajamento e meio de exposição para incentivar adoções e cuidados aos necessitados.

Para oficializar o lançamento dos primeiros dNFTs no mundo, a empresa fará um leilão dos dNFTs de dois pets da ONG 101 Animais onde o montante da venda será inteiramente destinado ao apoio da causa, e os vencedores receberão os tokens exclusivos dos bichinhos. A ideia é não apenas ajudar financeiramente a instituição, mas também incentivar a adoção dos pets, em especial dos dois mascotes que serão os primeiros dNFTs públicos do mundo.

 

Essa é a primeira aplicação de NFTs portadores de dados genéticos e de relação hereditária, permitindo com isso diferentes tipos de arranjos e transações em indústrias fundamentais como a pecuária e de pets.

Fonte: Assessoria
Continue Lendo
ADISSEO 2022

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.