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Ourofino Saúde Animal é eleita a melhor empresa das Américas Latina e do Sul pela Animal Pharm

Premiação mundial considerou inovação, desenvolvimento e estratégias internacionais em negócios para sanidade animal

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A Animal Pharm apresentou no último dia 14 de janeiro os ganhadores do Animal Pharm Awards 2015, que elege a Ourofino Saúde Animal a melhor empresa das Américas Latina e do Sul, na categoria Best Company – Latin & South America, entre as indústrias do setor veterinário. O resultado por votação considerou aspectos como inovação, desenvolvimento e estratégias internacionais em negócios para sanidade animal.

"O ano de 2015 foi bastante desafiador para a Ourofino Saúde Animal como o primeiro desde a abertura de capital de nossa companhia e devido ao cenário político-econômico instável do Brasil. Nós vencemos os obstáculos e cumprimos nosso planejamento de pesquisas, lançamentos de produtos e internacionalização da empresa com intensificação da participação no México e equipe própria na Colômbia. A certificação da Animal Pharm confirma o resultado do nosso compromisso. As mais de 1.200 pessoas que trabalham conosco estão muito orgulhosas neste momento", comemora o CEO da Ourofino Saúde Animal, Dolivar Coraucci.

Em 2015, a empresa aumentou sua presença no México com investimentos em estrutura própria no país, segundo maior mercado de saúde animal da América Latina, e encerrou o ano com 15 profissionais na área comercial – frente a quatro pessoas na equipe em 2014 – além de 30 distribuidores posicionados estrategicamente pelo país.

A estratégia da empresa para a América Latina no ano passado incluiu, ainda, a criação de uma estrutura própria na Colômbia por meio da aquisição de um distribuidor, feita em setembro, e contratação de profissionais locais qualificados para atuar com o perfil de negócio da empresa. São 14 pessoas dedicadas à venda de soluções e prestação de serviços técnicos que contribuem com o desenvolvimento do agronegócio colombiano.

No Brasil, apesar dos cenários político e econômico instáveis, com taxa de inflação crescente e moeda local desvalorizada, a Ourofino Saúde Animal se mantém em crescimento. No fechamento do terceiro trimestre de 2015, encerrado em 30 de setembro, a companhia cresceu 58,3% em lucro líquido, o que representa 19 milhões de Reais em comparação ao mesmo período do ano anterior. No consolidado (nove meses do exercício), a empresa registrou um resultado líquido positivo de 45,4 milhões de Reais, 33,9% de aumento frente a igual período de 2014. O resultado do último trimestre de 2015 ainda não foi publicado.

A empresa encerrou 2015 com o aumento de seu portfólio em nove lançamentos distribuídos entre as linhas para bovinos, aves, suínos e animais de companhia.

Sobre a Animal Pharm

Animal Pharm é o serviço líder de inteligência de negócios on-line para os segmentos de saúde animal, animais de companhia e produção de alimentos. Há mais de 30 anos oferece análises sobre os principais players do mercado e informações para os profissionais do setor em todo o mundo.

Sobre a Ourofino Saúde Animal

Localizada em Cravinhos, na região de Ribeirão Preto (SP), a Ourofino Saúde Animal nasceu em 1987 com o objetivo de distribuir insumos veterinários de qualidade e se tornou a maior indústria veterinária de origem brasileira. Seu complexo industrial com mais de 200 mil metros quadrados está entre os mais modernos do segmento, atendendo a rigorosas normas locais e internacionais para fabricação de produtos para veterinários. O portfólio da Ourofino inclui produtos para bovinos, equinos, aves, suínos e animais de companhia. Além de referência no setor, a Ourofino se destaca por seu relacionamento com as pessoas. São mais de 1200 colaboradores e a maior equipe comercial do segmento no Brasil para atender a revendas, cooperativas, agroindústrias e produtores rurais.

 

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Agroceres Multimix reforça parceria com Copagril durante Agroshow 2026

Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.

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Foto: Agroceres Multimix

Fortalecendo uma relação construída ao longo de mais de duas décadas com a Copagril e seus associados, a Agroceres Multimix esteve presente no Agroshow 2026, nos dias 14, 15 e 16 de janeiro de 2026, na Estação Experimental Copagril em Marechal Cândido Rondon (PR).

O evento, já consolidado como um dos mais importantes do agronegócio no Oeste do Paraná, reuniu produtores, parceiros e especialistas em torno de inovação, tecnologia e conhecimento técnico.

“A Agroceres Multimix participa do Agroshow há muitos anos, e o principal objetivo sempre foi fortalecer o relacionamento com a Copagril, com sua equipe técnica e com os produtores associados, que já são nossos parceiros. É um momento de proximidade, troca e construção conjunta”, destaca Fausto Maluf, consultor técnico comercial da empresa na região Oeste do Paraná.

Atualmente, a Agroceres Multimix fornece à Copagril a linha de premixes vitamínico-minerais utilizados nas fases de lactação, crescimento e terminação na suinocultura, com produtos disponíveis tanto nas lojas agropecuárias quanto na fábrica de ração e fomento da cooperativa.

Mais do que uma relação comercial, a parceria se estende à consultoria técnica, com atuação em fábrica, a campo e em áreas como sanidade e manejo.

O Oeste do Paraná é reconhecido como um dos principais polos de produção e exportação de proteína animal do país, resultado de um histórico ligado à colonização e ao forte papel das cooperativas no fomento da atividade. Nesse contexto, o Agroshow cumpre papel estratégico ao promover encontros técnicos, atualização de temas relevantes e integração entre os elos da cadeia produtiva.

Durante os três dias de evento, a Agroceres Multimix recebeu produtores, técnicos e parceiros em seu estande, reforçando seu compromisso com a nutrição animal aliada à assistência técnica e à construção de resultados consistentes no campo.

“Parabenizamos a Copagril pela organização e pela condução de um evento que vai além da exposição de soluções, consolidando-se como um espaço de diálogo, cooperação e evolução contínua do agro regional”, conclui Fausto.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Somave Alimentos Amplia Capacidade Produtiva com Aquisição da Sanimax Brasil

A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor

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Foto : Assessoria

A Somave Alimentos concluiu a aquisição das plantas da Sanimax Brasil, após aprovação dos órgãos reguladores e cumprimento das condições precedentes. A operação eleva a capacidade produtiva do grupo, triplicando o volume de transformação de subprodutos provenientes do abate e fortalecendo a atuação no segmento de rendering.

A Somave, que já atua no abate e processamento de aves, amplia sua estratégia de transformação de subprodutos, tanto de origem própria quanto provenientes das principais indústrias do setor. A operação passa a integrar a divisão Somave Feed Ingredients, responsável pela produção de farinhas e óleo dentro de padrões técnicos, operacionais e ambientais.

A iniciativa está alinhada aos objetivos estratégicos e sustentáveis da empresa, que incluem a atuação integrada em toda a cadeia de abate de aves. Os subprodutos da indústria passam a ser tratados como ativos relevantes, transformados de forma responsável e sustentável e reinseridos de maneira eficiente na cadeia de abastecimento da avicultura.

Fonte: O Presente Rural com informações da Assessoria
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Mitos x realidade: como a tecnologia transformou a segurança e a qualidade da carne suína no Brasil

Especialistas da MSD Saúde Animal e da ABCS explicam por que o uso de hormônios e o risco de cisticercose são falácias na suinocultura.

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Foto: O Presente Rural

Nas últimas décadas, a suinocultura brasileira passou por um processo intenso de modernização e garantiu uma versão atualizada da carne suína. Hoje, ela é uma carne com diversos cortes magros, de alto valor biológico e rica em vitaminas do complexo B (especialmente B1, B3, B6 e B12), minerais essenciais, como zinco e ferro, e proteína. Mas, apesar de toda evolução, ainda há muitos mitos que cercam a produção de suínos e a qualidade da carne para consumo. Para esclarecer os principais pontos, profissionais da MSD Saúde Animal e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) destacam tópicos importantes sobre a produção e composição nutricional.

O médico-veterinário Leonardo Rossi, gerente nacional de vendas da unidade de negócio de Suinocultura na MSD Saúde Animal, começa destacando que um dos mitos mais comuns na produção da proteína animal é sobre o uso de hormônios de crescimento para acelerar o ganho de peso, prática que não acontece no Brasil. “É proibida e fiscalizada por legislação do Ministério da Agricultura e Pecuária”, diz.

Leonardo também pontua que o melhoramento genético, as melhores práticas nutricionais, o controle sanitário respaldado por evidências científicas em constante validação, a ambiência controlada e as novas tecnologias, como identificação eletrônica, monitoramento e gestão individual dos suínos, trouxeram maior eficiência aos sistemas produtivos. “Conseguimos acompanhar cada animal do nascimento ao abate, garantindo transparência e confiabilidade da cadeia produtiva. O uso da tecnologia como ferramenta catalisadora para uma produção eficiente e sustentável é justamente o que mantém o Brasil como quarto maior produtor mundial de carne suína, aproximando-se da terceira posição a cada ano”, afirma o profissional.

Ainda segundo o médico-veterinário, as boas práticas de produção já não são mais uma vantagem competitiva no mercado de suinocultura, é condição para existir. “Produzir alimento saudável e inócuo para o consumidor, com ética social e ambiental, são pilares que sustentam a credibilidade das empresas produtoras frente aos mercados consumidores da carne suína brasileira”, exalta.

Biosseguridade

O conjunto de medidas adotadas em uma granja, ao qual chamamos de protocolo de biosseguridade, visam impedir a entrada e disseminação de agentes infecciosos no sistema produtivo. Isolamento físico, protocolo vacinal eficiente e controle sanitário rigoroso são exemplos de procedimentos indispensáveis para assegurar a biosseguridade dos plantéis. “O robusto status sanitário da suinocultura brasileira foi construído há anos e é mantido a muitas mãos, desde órgãos governamentais até a iniciativa privada, o que nos garante acesso aos mercados mais exigentes e um crescimento consistente no volume exportado”, pontua Rossi.

Como reflexo direto dessa segurança sanitária, o destaque da carne suína também é cada vez maior em território nacional. O consumo per Capita de Carne Suína foi de 18,6 kg/habitante em 2024, segundo dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Comparado ao consumo de dez anos atrás, o índice cresceu 26,5%.

Maciez e melhor custo-benefício

Iuri Pinheiro Machado, consultor da ABCS, ressalta que a produção de suínos adotou linhagens geneticamente selecionadas para produzir mais carne e com menos gordura. “Avanços na nutrição com dietas balanceadas, formulações mais precisas e manejo alimentar tecnificado garantiram um desenvolvimento mais eficiente e um produto final mais alinhado ao que o consumidor moderno busca”, explica.

Além dos benefícios nutricionais da carne suína, Iuri destaca que ela não perde em nada para outras carnes e ainda possui mais maciez e melhor custo-benefício. “Hoje, os suínos produzidos nas granjas tecnificadas do Brasil, que representam a maior parte da produção, são criados com biosseguridade rigorosa, ambientes controlados, manejo sanitário profissional, rastreabilidade e inspeção. Isso elimina o risco associado à produção industrial. O que o consumidor precisa saber é que a carne suína é segura, nutritiva e atende aos padrões sanitários elevados”, expõe Machado.

O consultor da ABCS também reflete que um dos mitos mais persistentes, mas que não condiz com a realidade da suinocultura moderna, é de que o suíno é o vilão da cisticercose (infecção parasitária grave causada pelas larvas da tênia). Machado detalha que a cisticercose está relacionada a condições sanitárias inadequadas, e não ao consumo de carne suína inspecionada e de procedência segura. “O produto nacional cumpre rigorosos requisitos sanitários, ambientais e de qualidade, inclusive são reconhecidos mundialmente”, pontua.

Tanto que, atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores e exportadores de carne suína do mundo, ocupando posição de destaque no cenário global e exportando para mais de 100 países.

Fonte: Assessoria MSD Saúde Animal
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