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Bovinos / Grãos / Máquinas

“Os desafios de uma safra de incertezas” é tema de evento no Paraná

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O Projeto Soja Brasil promove, nesta quinta-feira (25), em Toledo, o fórum "Os desafios de uma safra de incertezas" e coloca em debate as perspectivas de mercado para o grão. Importantes nomes do agronegócio brasileiro participam do evento, inclusive o presidente da Aprosoja Brasil, Glauber Silveira. O jornalista João Batista Olivi comanda o fórum, que conta com a participação de parlamentares, consultores de mercado e de líderes de entidades do agronegócio. Internautas podem participar do evento enviando perguntas para os painelistas. Basta ligar para o número 0800 541 5858 ou enviar a pergunta pelo Facebook do Soja Brasil (https://www.facebook.com/ProjetoSojaBrasil).
Estão confirmados para o evento o deputado federal Abelardo Lupion (DEM), que é coordenador político da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA); o deputado federal Dilceu Sperafico (PP); o operador de mercado de commodities agrícolas Liones Severo, que também é consultor de empresas chinesas  e administrador de risco; o economista Paulo Roberto Molinari, analista econômico de mercados agrícolas e diretor-técnico de Safras & Mercado. Também estarão presente o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Glauber Silveira; o agropecuarista e presidente de honra da Sociedade Rural de Goioerê, José Eduardo Sismeiro;  e o presidente do Sindicato Rural de Toledo, Nelson Paludo 

Fonte: O Presente Rural com Assessoria

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Bovinos / Grãos / Máquinas Em 1º de junho

Paulo Martins apresenta desafios e oportunidades da cadeia leiteira 4.0 no Dia do Leite

Palestra com o economista inicia às 11 horas e será transmitida ao vivo pelos canais do O Presente Rural no Facebook e no YouTube.

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Doutor em Economia Aplicada e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins: “A pecuária leiteira já está absorvendo as mudanças promovidas pela disseminação das tecnologias da comunicação e informação (TICS), como a robótica e a inteligência artificial” - Foto: Marcos La Falce/Embrapa Gado de Leite

A cadeia do leite emprega cada vez mais soluções tecnológicas para otimizar atividades do dia a dia, que beneficiam desde o grande até o pequeno produtor, proporcionando aumento de margens de lucro, melhora da produtividade e redução de custos. E para aprimorar ainda mais a produção leiteira no país, o setor adotou há alguns anos estratégias com o conceito 4.0, que alia tecnologia, inteligência e automação, dando um salto em modernidade e produtividade. Esse tema será abordado no Dia do Leite pelo doutor em Economia Aplicada e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, na palestra sobre “Leite 4.0: desafios e oportunidades”, que terá início às 11 horas.

Promovido pelo Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, a primeira edição do Dia do Leite será realizada no formato híbrido no dia 1º de junho, em Marechal Cândido Rondon (PR), com participação presencial para convidados e com transmissão ao vivo pelos canais do O Presente Rural no Facebook e no YouTube.

Foto: Divulgação

Martins vai apresentar um panorama da atividade leiteira diante das transformações tecnológicas que o mundo, cada vez mais conectado, está passando. “Assim como em outras áreas, a pecuária leiteira já está absorvendo as mudanças promovidas pela disseminação das tecnologias da comunicação e informação (TICS), como a robótica e a inteligência artificial”, enfatiza.

O pesquisador também destaca que os consumidores mudaram, o que traz impactos imediatos na lógica de produção. Aspectos como produção limpa, reciclagem, desperdício, bem-estar animal, rastreabilidade, preço justo, preocupação com as comunidades e cuidado com os produtores, entre outros, são cada vez mais levados em consideração. “Pensar em novas soluções para o leite e reposicionar o setor passa ser o caminho, para isso é preciso articulação e união de produtores, indústrias, investidores, transportadores, empresas públicas e privadas de pesquisa e tecnologia e conhecimento de biólogos, zootecnistas, agrônomos, veterinários, físicos, matemáticos, economistas, dentre outras áreas”, evidencia.

Idealizador do Ideas For Milk, o primeiro ecossistema de inovação criado no agronegócio brasileiro, Martins se dedica a estudar a competitividade do setor leiteiro. Atualmente atua também como professor dos cursos de MBA e mestrado em Administração da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF/MG).

Ele também foi por 11 anos chefe-geral da Embrapa Gado de Leite (2004 a 2008 e 2014 a 2021) e pelo mesmo período foi membro da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (CSLEI/Mapa), integrou a equipe de assessoria do Governo de Minas Gerais e participou da direção da Itambé Alimentos por três anos.

Ciclo de palestras
O Dia do Leite inicia às 09 horas com o credenciamento. Após, às 09h30, está marcada a solenidade de abertura com o presidente da Frimesa, Valter Vanzella.

O ciclo de palestras começa às 10 horas, com o secretário de Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná, Norberto Anacleto Ortigara, que vai tratar sobre a “Importância do status sanitário das propriedades leiteiras no Paraná”.

E no período da tarde, a partir das 13h30, o engenheiro agrônomo, mestre em Economia Rural, e atual coordenador da Câmara do Leite da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Vicente Nogueira Netto, vai ministrar a palestra “Reflexões sobre o mercado do leite”.

O encerramento da programação do Dia do Leite está previsto para as 15 horas.

Quem faz acontecer
O Dia do Leite é uma realização do Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa. O evento tem patrocínio ouro da Sicredi; prata da Biochem, Imeve e Prado Saúde Animal; e bronze da AB Vista, Anpario e Syntec. E conta ainda com o apoio do Sistema Ocepar, Câmara do Leite, Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa e da Associação Brasileira do Produtores de Leite.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas

A importância do zinco na nutrição dos bovinos

Bovinos bem suplementados com zinco são mais tolerantes à fotossensibilização hepática, doença causada pela ingestão de fungos das pastagens, responsáveis por lesionar o fígado dos animais

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Muitas vezes nos deparamos com dúvidas de pecuaristas e até de alguns técnicos sobre a importância e o porquê suplementar microminerais para bovinos, uma vez que, por muitos anos, o fósforo foi classificado como o maior macromineral limitante na nutrição desses animais.

Com a evolução das pesquisas científicas ficou evidente a importância dos microminerais. Por isso, neste texto vamos falar sobre o zinco e a sua importância na nutrição dos animais de produção, tendo como foco os bovinos.

O zinco se encontra deficiente em praticamente todas as forrageiras utilizadas no território brasileiro. Em média, sua a concentração está entre 18 mg/kg e 28 mg/kg de matéria seca das forragens, sendo que as exigências estão entre 35 mg/kg e 60 mg/kg, conforme a categoria animal e o estágio de produção. Percebe-se então que as pastagens oferecem em torno de 50% do necessário para uma plena saúde e produção do rebanho.

Para entender a dimensão dessa circunstância, vamos analisar um pouco mais o papel biológico e as funções desse mineral no organismo e nas respostas produtivas.

O zinco está presente em mais de 300 enzimas de organismos vivos. Nas enzimas antioxidantes, por exemplo, atua para reduzir os radicais livres. Além disso, ele favorece a resposta imune, é indispensável na síntese do DNA, protege contra células cancerígenas e formação de células espermáticas e atua na regeneração de células e tecidos, sendo fator importante na cicatrização.

O mineral tem papel fundamental no transporte de vitamina A, na estrutura de cascos e na manutenção e recuperação da mucosa. Ele também está presente em todos os tecidos do organismo, principalmente no cérebro, fígado, músculos, ossos e rins.

No sistema de produção, a deficiência do zinco em qualquer intensidade compromete o crescimento e o ganho de peso, reduz a saúde e aumenta a mortalidade de animais jovens, reduz a resposta vacinal, aumenta a morte embrionária, reduzindo a taxa de parição, favorece a retenção de placenta, aumenta os problemas de cascos, prejudica a qualidade do sêmen e pode alterar a expressão genética, prejudicando o melhoramento zootécnico do rebanho.

Bovinos bem suplementados com zinco são mais tolerantes à fotossensibilização hepática, doença causada pela ingestão de fungos das pastagens, responsáveis por lesionar o fígado dos animais. Neste caso, o micromineral atua como mecanismo de desintoxicação do fígado.

O zinco também estimula a resposta imune, reduz as infecções clinicas e subclinicas no caso de rebanhos leiteiros, e tem reflexo positivo na redução de células somáticas no leite.

Considerando todos esses benefícios, fica evidenciada a importância desse mineral em concentrações adequadas nos suplementos destinados aos rebanhos.

É muito importante verificar se a concentração do zinco e seu consumo indicado atendem às exigências complementares. É aconselhável também verificar as fontes do mineral contida em sua composição básica, já que a fonte via sulfato de zinco é duas vezes mais absorvível que o óxido de zinco.

Em determinadas circunstâncias, combinações de sulfatos com fontes orgânicas podem ser interessantes.

Em rebanhos de cria a deficiência até mesmo moderada de zinco na fase pós diagnóstico de prenhez influencia em aumento de perdas embrionárias.

Fique atento à suplementação dos microminerais. São pelo menos sete ao todo, que podem fazer toda a diferença na produção do rebanho.

 

Lauriston Bertelli Fernandes é zootecnista e diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Premix

Fonte: Assessoria
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Bovinos / Grãos / Máquinas Em 1º de junho

Dia do Leite apresenta cenário de desafios e oportunidades do setor para a cadeia produtiva

Inédito em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, evento será realizado no formato híbrido, com participação presencial para convidados e com transmissão ao vivo pelos canais do O Presente Rural no Facebook e no YouTube.

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O Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa, promove o Dia do Leite em 1º de junho. Um evento inédito em Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Paraná, que será realizado no formato híbrido, com participação presencial para convidados e com transmissão ao vivo pelos canais do O Presente Rural no Facebook e no YouTube.

Para trazer uma visão ampla do cenário atual da bovinocultura leiteira, apresentando os desafios e oportunidades do setor, o Dia do Leite terá três palestras com profissionais reconhecidos a nível nacional, com relevante atuação na cadeia produtiva.

O evento inicia às 09 horas com o credenciamento. Após, às 09h30, está marcada a solenidade de abertura com o presidente da Frimesa, Valter Vanzella.

O ciclo de palestras inicia às 10 horas, com o secretário de Agricultura e do Abastecimento do Estado do Paraná, Norberto Anacleto Ortigara, que vai tratar sobre a “Importância do status sanitário das propriedades leiteiras no Paraná”.

Com uma vasta experiência no âmbito da agricultura, Ortigara é técnico agrícola e economista, com especialização em Economia Rural e Segurança Alimentar. Desde 1978 é servidor público da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), onde ocupou as funções de pesquisador, gerente, coordenador, analista, diretor do Departamento de Economia Rural (Deral), diretor-geral e secretário de Estado de janeiro de 2011 a abril de 2018, cargo que voltou a ocupar a partir de janeiro de 2019. Também já foi secretário municipal de Abastecimento de Curitiba por cinco anos.

Leite 4.0

Em seguida, a partir das 11 horas, o economista doutor em Economia Aplicada e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, abordará o tema “Leite 4.0: desafios e oportunidades”. Professor nos cursos de MBA e mestrado em Administração da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Martins se dedica a estudar a competitividade do setor leiteiro e foi idealizador do Ideas For Milk, o primeiro ecossistema de inovação criado no agronegócio brasileiro.

Ele também já foi chefe-geral da Embrapa Gado de Leite por 11 anos (2004 a 2008 e 2014 a 2021) e pelo mesmo período foi membro da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Leite e Derivados do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (CSLEI/Mapa), integrou a equipe de assessoria do Governo de Minas Gerais e participou da direção da Itambé Alimentos por três anos.

Mercado do leite

A programação segue, a partir das 13h30, com a palestra “Reflexões sobre o mercado do leite”, ministrada pelo engenheiro agrônomo, mestre em Economia Rural, e atual coordenador da Câmara do Leite da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Vicente Nogueira Netto.

Netto está à frente da Cooperativa dos Produtores Rurais do Triângulo Mineiro (Cotrial), é representante da OCB na CSLEI/Mapa e sócio-diretor da Tropical Genética de Embriões. Também já foi chefe do Departamento Econômico da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Federação Pan-Americana de Leite (Fepale).

O encerramento do evento está previsto para as 15 horas.

Quem faz acontecer

O Dia do Leite é uma realização do Jornal O Presente Rural, em parceria com a Frimesa. O evento tem patrocínio ouro da Sicredi; prata da Biochem, Imeve e Prado Saúde Animal; e bronze da AB Vista, Anpario e Syntec. E conta ainda com o apoio do Sistema Ocepar, Câmara do Leite, Associação Paranaense de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa e da Associação Brasileira do Produtores de Leite.

 

Programação Dia do Leite

09h – Credenciamento

09h30 – Presidente da Frimesa, Valter Vanzella

10h – Palestra “Importância do Status Sanitários das Propriedades Leiteiras do Paraná”, ministrada pelo Secretário de Agricultura do Estado do Paraná, Norberto Ortigara

11h – Palestra “Leite 4.0. Desafios e Oportunidades” ministrada pelo pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins

12h – Almoço

13h30 – Palestra “Reflexões sobre o mercado de leite”, ministrada pelo Coordenador da Câmara do Leite, da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Vicente Nogueira Netto

15h – Encerramento

Fonte: O Presente Rural
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