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Os desafios da liderança jovem no agronegócio

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Douglas Peccin - Foto: Divulgação

Artigo escrito Por Douglas Peccin, CEO da MP Agro Máquinas, empresa fabricante de implementos agrícolas, de Ibaté/SP

Liderar e empreender são dois grandes desafios hoje no Brasil. Embora atualmente cerca de 39% da população brasileira economicamente ativa seja dona do próprio negócio, segundo dados da consultoria McKinsey, a burocracia também pesa contra o ambiente.

No País, empreendedores levam 79 dias, em média, para abrir uma empresa, contra um dia e meio nos Estados Unidos, por exemplo. Os custos para fechar uma por aqui são, em média, 44% maiores do que os gastos para abrir um negócio. Esses e outros números levam o Brasil à 109ª posição no ranking de facilidade para abrir novos empreendimentos.

Outro dado negativo, segundo o IBGE, é que em média no Brasil pouco mais de 60% das empresas fecham após 5 anos de sua abertura. Todo esse retrospecto é extremamente desafiador para qualquer empreendedor, independente do setor de atuação, porém quando se tem 30 anos e se lidera uma empresa do segmento agrícola os desafios são ainda maiores.

Sou sócio proprietário da MP Agro Máquinas Agrícolas, fundada em 2012, e a minha missão nestes últimos anos não foi fácil. Diferentemente de outros jovens da minha idade, abdiquei de uma vida de curtição, para uma vida 100% dedicada ao trabalho, busca por conhecimento e colocar a mão na massa para chegar na posição em que estou hoje. Além de ser sócio proprietário da MP Agro também sou o CEO da companhia. Atuamos no agronegócio, área em crescente desenvolvimento e de muita relevância para a economia brasileira.

Sem dúvida é empolgante ser jovem e estar à frente de uma empresa do setor. Atualmente nosso time é formado por 92 colaboradores diretos responsáveis pela fabricação de toda a nossa linha de distribuidores de fertilizantes, para autopropelidos (Linha Z), para caminhões (Linha Taurus Truck) e também carretas de arrasto (Linha Taurus), os quais são comercializados por todo o Brasil. O fator “idade” nunca foi algo que me incomodou ou me impossibilitou de colocar algum projeto em prática, acredito muito no talento somado a dedicação e comprometimento.

Esse comprometimento é exigido assim como em qualquer outra atividade a qual se quer obter sucesso. Há muitas empresas no mercado, especialmente no segmento que atuamos, o de implementos agrícolas. É preciso se reinventar todos os dias, estar atento ao mercado, suas tendências macro e microeconômicas e principalmente ao nosso cliente final no campo, o produtor rural.

Assim como todo CEO, meu dia a dia se resume em compilar informações de diversas áreas e assumir riscos que no geral as pessoas não estão dispostas a assumir. Tenho que decidir e agir de maneira que toda a cadeia de stakeholders se sintam confiantes e seguros comigo a frente do negócio.
No meu caso, ser mais jovem me proporciona uma energia e disposição muito grandes, não existe situação ou problema que me intimide, independentemente da quantidade de esforço e dedicação que irá me custar.

Acredito que a única desvantagem por conta da idade é ter um portfólio menor de experiências empíricas quando comparado aos demais CEO’s do agronegócio, porém isso nunca me atrapalhou, sou muito curioso e procuro me manter sempre atento em extrair conhecimento das experiências vividas por outras pessoas.

É muito importante aprender com os erros e acertos de outras pessoas (principalmente as que admiramos), considero essa postura como um atalho bem inteligente a se tomar para o aprimoramento profissional e pessoal.

Ao mesmo tempo em que observamos, também somos observados, principalmente pelos nossos liderados e ter ciência disso é muito importante para avaliar cada ação tomada. Nunca esqueço de uma conversa com um grande parceiro da MP Agro onde o mesmo me disse “não existe falta de paciência, e sim falta de propósito, quando temos um propósito bem definido todo o restante se torna irrelevante”.

Acredito que os únicos responsáveis pelo nosso sucesso ou fracasso somos nós mesmos, depende apenas do quão dispostos estamos em abdicar em prol dos nossos objetivos e do quão atentos e vigilantes estamos para aprender rápido com todos os estímulos e acontecimentos ao nosso redor. Gosto muito de uma frase dita por Albert Einstein: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Apesar do cenário econômico geral para os próximos cinco anos não ser nada bom, principalmente devido a triste pandemia que estamos vivendo por conta do vírus Covid-19, o agronegócio permanece como um dos cinco setores econômicos de grande potencial global e é nisso que me apoio.

A MP Agro nasceu com o objetivo de entregar ao produtor rural não só máquinas modernas e de alta qualidade, mas principalmente soluções confiáveis ao produtor rural. A expectativa é de posicionar a marca, como sendo um dos três principais players do agronegócio brasileiro no ramo de implementos e soluções manufaturadas em aço inoxidável. Tenho certeza de que com muito empenho e dedicação de todo o time, vamos chegar, em futuro bem próximo.

Fonte: Assessoria

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MiniEVO+ e Exaustor 55 Plus FV da Gallus Equipamentos elevam conversão alimentar e eficiência ambiental no aviário

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A busca constante por melhores índices zootécnicos e eficiência energética conta com um importante aliado na avicultura e suinocultura brasileira. A Gallus Equipamentos, com sede em Marau (RS), apresenta algumas de suas soluções projetadas para melhorar a rentabilidade do produtor: o comedouro MiniEVO+ e o Exaustor 55 polegadas em Fibra de Vidro.

MiniEVO+: O prato que faz a diferença do primeiro ao último dia

Desenvolvido com projeto próprio, o MiniEVO+ foi desenhado especificamente para frangos de corte. Seu grande diferencial é o design inteligente, que permite o acesso dos pintinhos desde o primeiro dia de vida, mantendo a eficiência até o final do lote.

Com um sistema de higienização facilitado pela remoção rápida do fundo, o equipamento garante a sanidade das aves e evita o desperdício de ração. Além disso, suas características permitem que o prato seja adaptado a qualquer comedouro do mercado.

Pequeno no tamanho, gigante nos resultados – dizem os produtores

Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).

“O resultado nos impressionou. Desde o primeiro lote vem converter, não temos do que nos queixar!”, afirmam os produtores Lucas Ebeling e Ariane Rissi Menegussi, de Boa Vista do Sul (RS).

Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS)

 

 

Para Tiago e Gislaine Frenhan, de Caarapó (MS), os resultados obtidos com o prato elevaram o status do aviário: “Hoje é considerado o melhor da unidade”.

 

A satisfação é tão grande para Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC, que afirma: “Hoje não faria mais um, faria mais dois galpões com a Gallus”

Fabiano Neis, produtor de Ipumirim/SC,

Climatização de Alta Performance: Exaustor 55” FV

Para garantir o conforto térmico e a qualidade do ar, a Gallus lança os exaustores de 55 polegadas em fibra de vidro de alta densidade. Imune à corrosão por amônia e com proteção anti-UV, esses equipamentos são ideais para galpões de pressão negativa e sistemas de resfriamento.

A tecnologia Direct Drive (acionamento direto) elimina a necessidade de correias e lubrificação de rolamentos, reduzindo significativamente os custos de manutenção. Disponível nas versões Persiana(ideal para ventilação mínima) e Butterfly (foco em colocação hermética e economia), o modelo Butterfly chega a ser até 25% mais econômico em consumo de energia.

O Exaustor 55 FV da Gallus pode ser utilizado em avicultura de corte, matrizes (recriação e produção) ou em suinocultura, onde se diferencia ainda mais pela sua resistência e durabilidade, mesmo em ambientes altamente agressivos. Seu desempenho elevado é otimizado pelo cone de expansão, pelo acionamento com menos perdas e pela hélice com perfil aerodinâmico winglet. A combinação de projeto eficaz e um design inteligente reduz o número de equipamentos a serem instalados em cada galpão.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena

Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.

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Fotos: Divulgação

A Master Agroindustrial S.A., empresa brasileira do setor de carne suína, concluiu a aquisição de 38% das ações do Grupo Coexca S.A., do Chile. A operação envolve a compra de participações de diferentes sócios, entre eles o fundo de investimento dinamarquês Impact Fund Denmark (IFU).

Com o negócio, as duas companhias passam a estruturar uma parceria voltada à geração de sinergias nas áreas produtiva, industrial, comercial e de inovação. A transação marca a entrada mais forte da Master no mercado internacional, ampliando sua atuação para além do Brasil.

De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.

A Master atua no mercado brasileiro de proteína suína com a marca Sulita. A empresa registra faturamento anual de US$ 250 milhões, conta com mais de 2.000 funcionários, 350 produtores integrados e produção superior a 100 mil toneladas de carne por ano. São 42 mil matrizes reprodutoras e cerca de 1,2 milhão de suínos produzidos anualmente, sendo 70% destinados ao processamento e 30% comercializados vivos. A companhia projeta dobrar o faturamento até 2030.

O CEO da Coexca S.A., Guillermo García, destacou que a entrada da Master na empresa abre uma nova etapa de crescimento, apoiada na experiência do grupo brasileiro e do Grupo Vall Companys.

Com sede na região do Maule, no Chile, a Coexca atua na produção e exportação de carne suína em modelo verticalizado. A empresa registra vendas de US$ 165 milhões, exporta para mais de 30 mercados e gera mais de 1.000 empregos. Possui 14 mil matrizes e abate mais de 470 mil suínos por ano, com volume superior a 56 mil toneladas de carne processada.

O responsável internacional do Grupo Vall Companys, Tomás Blasco, afirmou que a parceria deve reforçar a presença do grupo no mercado latino-americano. O conglomerado espanhol, com sede em Lleida, atua em cadeia produtiva integrada e registra faturamento superior a 4 bilhões de euros, com mais de 15 mil funcionários.

Fonte: Assessoria
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness

Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

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Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.

Granja Canal, de Itá (SC), também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)

O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.

Evolução e reconhecimento

O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.

A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.

“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.

Fonte: Ass. de Imprensa
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