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Os cinco passos para o bem-estar avícola

MSD Saúde Animal lista pontos importantes para garantir aves mais saudáveis e livres de estresse

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Foto: O Presente Rural

O bem-estar animal tem sido um assunto central no mercado de avicultura brasileiro, que vem acompanhando atentamente as mudanças de diretrizes para a produção de aves em todo o mundo e trazendo à nossa realidade o que pode ser aplicado por aqui. Dentro desse debate, ainda existem muitas dúvidas em relação ao que é essencial para promover esse ambiente saudável e confortável para a criação de aves.

Por isso, Filipe Dalla Costa, coordenador técnico de Bem-Estar Animal – Monogástricos, da MSD – Saúde Animal, separou algumas dicas e diretrizes que podem ajudar os produtores a analisarem se as suas granjas seguem todos os passos necessários para manter as aves livres de enfermidades.

Ao trabalhar a partir do conceito de Saúde Única nas produções de aves, pensando na promoção desse bem-estar unificado, é possível alcançar o que a MSD Saúde Animal tem almejado para o setor: criar um novo horizonte, mais amplo e saudável para os animais, o meio-ambiente e também para as pessoas.

“Antes de tudo, precisamos entender o que é bem-estar animal. É garantir que cada indivíduo dentro de uma granja esteja com boas condições de saúde, nutrição, confortável e que possa expressar seu comportamento natural. Garantir isso vai além de seguir mecanicamente as instruções de criação, isso depende de conhecimento, estratégia e empenho do avicultor”, afirma Filipe.

 

Conheça seus animais

Aves de postura comercial e de corte têm diferenças que precisam ser observadas e respeitadas desde o início da criação. Seja qual for o modelo de produção seguido por uma granja, é preciso entender a necessidade de cada animal. As galinhas poedeiras e os frangos de corte diferem muito em suas necessidades de cuidado.

Portanto, para produtores de pequeno a médio porte, é ideal que exista um planejamento das instalações, manejo, monitoramento e ambiência dos locais. “Os aviários precisam ter temperatura, espaço e disponibilidade de água e alimentação planejados, evitando que haja um desequilíbrio dentro da granja. Mesmo que os animais sejam para a mesma finalidade, eles estarão em fases diferentes e isso precisa ser respeitado rigorosamente”, lembra Filipe.

Conhecer os animais também implica em ter uma equipe preparada para lidar com essas particularidades. Investir em treinamentos e conhecimento de manejo adequado é uma medida de prevenção capaz de evitar estresse nas granjas.

 

A tecnologia como principal aliada

Inserir a inovação tecnológica nas granjas é uma iniciativa imprescindível para garantir o bem-estar das aves. Se antigamente os avicultores precisavam de técnicas rudimentares para proteger seus animais, hoje há diversas ferramentas que podem ajudar a ter certeza que os animais estão sendo tratados da forma adequada, com conforto.

Já existem ferramentas que são capazes de monitorar e avaliar parâmetros vitais, medir peso, índice de ingestão de água, umidade, luz, temperatura e dióxido de carbono de forma eletrônica e automatizada. “Há tempos vínhamos buscando, na MSD Saúde Animal, a solução mais adequada para fornecer aos nossos parceiros. Foi então que adquirimos, globalmente, a Poultry Sense Ltda., no início de 2021. Ela chega para a nossa unidade de Inteligência (MSD Animal Health Intelligence) para fornecer tecnologia avançada de análise contínua do desempenho dos animais”, conta Filipe.

 

Entenda os sinais

Qual o principal sinal para medir o bem-estar das aves na granja? Filipe aponta que, embora não seja o único fator, um bom parâmetro a ser observado é a produtividade e o comportamento das aves. Se elas não estão produzindo bem, com certeza algo está em desequilíbrio.

Acompanhar o dia a dia desses animais é tão importante quanto saber ler os dados que a tecnologia oferece e transformá-los em atitudes que levarão a uma granja muito mais saudável. Pode ser que estejam faltando nutrientes na alimentação, que a temperatura do aviário não esteja adequada à sua fase de vida ou quaisquer outros fatores que possam acarretar estresse ao animal e tudo isso precisa ser monitorado.

“O bem-estar é uma questão de extrema importância na produção animal. A ave se expressa e nós precisamos estar atentos para entender o que ela está nos comunicando. Esses sistemas são capazes de auxiliar o produtor a identificar desvios e corrigi-los. Otimizando o trabalho dos técnicos no aviário e nos ajudando a colocar em prática outro ponto muito importante para a produção: a prevenção”, ressalta Filipe.

 

A granja é a casa das suas aves

Não existem aves saudáveis em ambientes ruins. Limpeza, temperatura, qualidade do ar e espaço disponível são alguns dos fatores a serem considerados para garantir a produtividade das aves. As tecnologias também têm chegado para ajudar com o trabalho de medir, comparar e registrar indicadores-chave de saúde e ambiental para prevenir doenças e melhorar o desempenho da produção avícola.

Evitar ruídos e movimentos bruscos, deixar as aves longe de animais domésticos, tomar medidas para impedir a invasão de animais silvestres e fazer inspeções regulares de limpeza e ambientação são medidas básicas para evitar que os animais sofram ou tenham qualquer tipo de injúria nos aviários.

A temperatura do ambiente é importante e deve respeitar idade e fase de produção do animal. No início da vida, o pintinho tem seu sistema termorregulador pouco desenvolvido e precisa de uma fonte de calor adequada para ter um bom arranque e expressar seu potencial genético. Contudo, ao passar dos dias, a necessidade de calor diminui e as fontes devem ser ajustas de acordo com a idade e o desafio de cada granja.

“É por isso que, quando pensamos seriamente na criação de aves, precisamos estar atentos sobre o que realmente significa promover o bem-estar de uma ave. Naturalmente, o espaço para que ela possa ciscar e comer é importante, mas se esse local não é adequado e seguro ou se a alimentação disponibilizada a ela não é a ideal, essas aves serão prejudicadas e, consequentemente, toda a granja terá sua produção afetada”, alerta Filipe.

 

Pense por toda a vida da ave

Talvez, o aprendizado mais importante para os produtores de aves é a capacidade de enxergar no longo prazo, porque a garantia de animais saudáveis é imprescindível para a prosperidade do avicultor.

A MSD Saúde Animal identificou a importância desse cuidado de ponta a ponta, passando a oferecer soluções desenhadas para cada segmento. “Nós passamos a adotar uma prática mais inteligente e abrangente de cuidados. Observar a incidência de enfermidades, a sazonalidade e os possíveis prejuízos de cada uma são itens importantes, mas isso já está no cotidiano do avicultor. O que queremos incentivar é um olhar 360° que o ajude também na prevenção”, comenta Filipe.

Além dos produtos, a companhia oferece também serviços agregados que apoiem os produtores; hoje ela conta com um robusto time de profissionais à disposição dos avicultores para prestar serviços de acompanhamento e consultoria nas granjas.

A MSD Saúde Animal está determinada a unir todo o seu time em uma nova cultura fundamentada na paixão para atender às necessidades dos clientes e tornar-se um parceiro confiável e preferencial, apoiando-os para desenvolverem seus negócios em resposta às condições de mercado em evolução a partir de sua robusta base científica.

Seguir o calendário vacinal é uma etapa muito importante, mas é apenas uma parte dos cuidados com a saúde e o bem-estar dos animais. É preciso realizar um acompanhamento periódico para quando for inevitável que uma doença se instale, ao menos seja evitado que ela se alastre.

“O produtor é o primeiro a querer proteger esses animais, a não deixar que eles se exponham, seja a uma doença ou a uma situação de estresse, porque isso não é bom para a saúde de sua granja como um todo – dos animais, financeira e de seus colaboradores”, finaliza Filipe.

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Agrozootec

Lâmpadas de aquecimento são alternativas emergenciais para enfrentar a onda de frio

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Divulgação Agrozootec

A ameaça de frio intenso acende o alerta para a possibilidade de geadas e quebra de safra, como também, para cuidados para aquecimento dos animais, em especial aqueles mais jovens. Buscar formas emergenciais de proteção é o que recomendam os técnicos para evitar que as baixas temperaturas possam causar problemas

Alternativa simples e eficaz está no uso de lâmpadas de aquecimento para aves e suínos, nos explica a veterinária Joana Meireles, técnica nacional da Agrozootec. “Elas mantêm o ambiente aquecido e consequentemente diminuem o estresse térmico, além de emitirem ondas infravermelhas que estimulam a circulação sanguínea dos animais”, alerta Joana, lembrando também da importância de uma boa dieta nutricional para que o animal tenha camada de gordura suficiente, que também protege contra o frio.

Dentre as alternativas, a veterinária explica que existem lâmpadas de vidro que emitem luz branca ou vermelha. “A luz vermelha é mais suave e promove maior conforto, já que a luminosidade é menos intensa”. Existem ainda lâmpadas de cerâmica que produzem calor, porém, sem emitir luz.

“Essas alternativas emergenciais estão a mão do produtor, pois podem-se encontrar lâmpadas próprias para aquecimento de animais em agropecuárias e cooperativas, com custo acessível e a potência pode variar entre 60 W até 250 W ”. Joana faz o alerta que as lâmpadas de led, muito comuns atualmente, não servem para aquecimento; apenas para iluminação.

Para reforçar o aquecimento de leitões há também como inserir tapetes térmicos, que auxiliam na manutenção da temperatura ideal protegendo a leitegada do frio.

Bezerros de leite – A onda de frio intenso tem assustado os produtores de leite, em especial aqueles responsáveis pela criação de bezerros. Quem não pode investir em roupas quentinhas pelo custo, pode valer-se das mesmas lâmpadas de aquecimento mais usadas em aves e suinos e adaptá-las para bezerreiros fechados ou em casinhas.

“Os bezerros com até 15 dias de vida merecem atenção especial, pois a camada de gordura ainda não possui espessura suficiente para proteção contra o frio e pode desencadear deficiências na imunidade” , alerta a veterinária Joana Meireles, técnica nacional da Agrozootec.

A veterinária ressalta que buscar alternativas de aquecimento durante períodos de frio intenso é importante, pois o “estresse térmico também pode ocorrer em situações de baixas temperaturas, principalmente em animais jovens e/ou mal-nutridos , sendo estes mais susceptíveis aos efeitos da hipotermia podendo ocorrer até surtos de mortalidade”. Animais em pastagens devem ter locais com proteção e abrigo. É importante estar atento e proteger o rebanho.

A AGROZOOTEC, com sede em Itu, SP, é uma indústria e importadora de equipamentos da Europa, América e Ásia para atender as cadeias produtivas de corte, leite, suínos, aves, equinos, ovinos e caprinos possuindo em seu portifólio mais de 2.200 itens, os produtos podem ser encontrados em distribuidores, cooperativas e lojas especializadas em produtos agropecuários.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas SBSS

Vetanco debate a redução do uso de antimicrobianos na suinocultura durante SBSS

Após as rodadas de perguntas, será aberto espaço para questionamentos do público, conforme disponibilidade de tempo.

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Foto: O Presente Rural

Pelo terceiro ano, a Vetanco Brasil promove a Mesa Redonda Ciência e Indústria, ação realizada durante o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). Desta vez, o tema em pauta é a redução do uso de antimicrobianos e vai fazer o seguinte questionamento: em que fase estamos?

O debate será mediado pelo coordenador técnico da Vetanco – Latam, MSc. Eduardo Ternus, e vai contar com três profissionais para falar sobre o tema. O gerente corporativo de Suinocultura da BRF, MSc. Edilson Caldas; o Dr. Nelson Mores, consultor em sanidade suína; e o Dr. Caio Abércio, professor da Universidade Estadual de Londrina (UEL), compõem o time de profissionais desta Mesa Redonda. “Falar sobre redução no uso dos antimicrobianos é uma nova tendência na suinocultura, focada no uso consciente destas moléculas. Nessa mesa redonda vamos abordar quais são os preparativos básicos prévios à redução, os principais desafios encontrados durante o processo e, principalmente, quais os benefícios que podem ser colhidos ao final da redução do uso dos antimicrobianos. Essa é a ideia do nosso painel, que vai contar com profissionais de gabarito”, destaca Ternus.

O gerente Comercial – Suínos da Vetanco Brasil, Lucas Piroca, explica que a atividade acontece através de rodadas de perguntas. “Cada profissional vai responder de acordo com seu conhecimento e segundo as peculiaridades vivenciadas, seja no campo ou na área acadêmica. A proposta é que seja uma conversa bem prática, levando aos demais profissionais da suinocultura que vão estar acompanhando o evento, de maneira virtual, a experiência dessas pessoas”, comenta o médico-veterinário.

Segundo ele, o objetivo do debate é que cada um dos profissionais apresente, também, dicas, realidades, dificuldades e desafios. “Isso para que quem acompanhar possa estar em fases mais avançadas na retirada de antimicrobianos ou no uso prudentes destes medicamentos em relação às pessoas que não têm experiência alguma com essa demanda do mercado de proteína animal”, explica Lucas.

Após as rodadas de perguntas, será aberto espaço para questionamentos do público, conforme disponibilidade de tempo.

O 13º SBSS acontece nos dias 10, 11 e 12 de agosto, totalmente on-line, e a Mesa Redonda Ciência e Indústria da Vetanco está agendada para o primeiro dia do evento (10/08), iniciando às 19h.

 

 

Fonte: Assessoria
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Jacto estabelece parceria com a Green Eletron para logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores de equipamentos portáteis

Objetivo é colaborar cada vez mais com a prática da economia circular

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A parceria entre a Jacto e a Green Eletron vai atuar na logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos pulverizadores e dosadores portáteis.

A Jacto firmou uma parceria com a Green Eletron, maior gestora sem fins lucrativos de logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas, para coleta e destinação ambientalmente correta dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores de equipamentos portáteis produzidos pela empresa para uso doméstico, como pulverizadores e dosadores.

Uma das premissas da Jacto ao longo de sua trajetória é maximizar a sustentabilidade de seus produtos e processos, reduzindo o uso de recursos naturais e a geração de resíduos.

Essa atuação vai ao encontro da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que em seu Art. 33 diz: “São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de produtos eletroeletrônicos, pilhas e baterias”.

A Green Eletron é uma organização fundada em 2016 pela ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), que atende à demanda crescente pela criação de alternativas para a coleta e tratamento adequado dos eletroeletrônicos, pilhas e baterias em seu fim de vida.

A organização criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa das empresas associadas, que envolve desde a criação de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) até o envio dos itens descartados para recicladoras, responsáveis por transformar os produtos em matéria-prima que possam ser reutilizadas na indústria.

Para se ter uma ideia da importância do tema, de acordo com o relatório The Global E-Waste Monitor, feito pela Universidade das Nações Unidas, em parceria com diversos órgãos internacionais, que levanta dados qualitativos e quantitativos sobre a gestão do lixo eletrônico em todo o mundo, o Brasil produziu 2,1 milhões de toneladas de resíduos em 2020, figurando no quinto lugar do ranking mundial de produção, e primeiro lugar no cenário latino-americano.

O documento não apresenta dados atualizados do quanto desse montante foi reciclado, mas estima-se que seja de aproximadamente 3%.

 

Dinâmica da logística reversa

A parceria entre a Jacto e a Green Eletron vai atuar na logística reversa dos painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos pulverizadores e dosadores portáteis produzidos pela empresa, precisamente os modelos DJB, DJB-S, PJB e linha urbana. Assim que outros equipamentos Jacto a bateria forem lançados, serão incluídos no mesmo programa.

Por meio da parceria, os painéis eletrônicos, baterias e carregadores dos equipamentos poderão ser entregues nos pontos de entrega voluntária (PEVs) da Green Eletron, encontrados em todo país nos principais centros varejistas. Encontre aqui o mais próximo de você.

A organização fará a logística da coleta desses resíduos, a destinação para reciclagem com empresas homologadas e o retorno desses equipamentos eletrônicos de forma adequada no ciclo produtivo.

Além dos pontos fixos de entrega, a Green Eletron realiza periodicamente campanhas alternativas, com coletas itinerantes, para potencializar as ações e incentivar o descarte correto dos produtos eletroeletrônicos.

“Como membro de um grande ecossistema, a Jacto está sempre cuidando dos seus processos e buscando oportunidades de torná-los mais sustentáveis. Essa parceria vai além do atendimento a uma legislação: faz parte de nossas práticas e valores, os quais temos muito orgulho de preservar e perenizar”, explica Carlos Daniel Haushahn, Presidente da unidade de equipamentos portáteis da Jacto.

“Os resultados positivos que alcançamos recentemente dependem das parcerias e é muito importante perceber que as empresas estão cada vez mais comprometidas em atender aos requisitos socioambientais, assim como a Jacto. Já conseguimos evitar que mais de 1,8 mil toneladas de pilhas e mais de 530 toneladas de produtos eletroeletrônicos acabassem na natureza”, conta Ademir Brescansin, gerente executivo da Green Eletron.

“Sustentabilidade é a palavra que vem norteando os setores da economia mundial. E nesse cenário, novos processos para reduzir a utilização de recursos naturais e ampliar a produção de forma eficiente são absolutamente necessários para suprir as demandas globais por alimentos, energia, saúde e infraestrutura”, finaliza Fernando Gonçalves, Presidente da Jacto.

Fonte: Assessoria
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