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Organização dos produtores permite otimizar negociações

Encontro do Núcleo de Cadecs discute estratégias de relacionamento com agroindústrias para avançar conquistas de avicultores e suinocultores integrados do Paraná.

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Presidente do Sistema Faep/Senar-PR, Ágide Meneguette: "Temos que ter conhecimento na mão, exercitar nossas habilidades, para negociarmos de forma justa com as empresas"

Avicultores e suinocultores integrados do Paraná traçaram um conjunto de ações estratégicas para otimizar a negociação com as agroindústrias. O planejamento foi estabelecido ao longo do Encontro do Núcleo de Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs) do Sistema FAEP/SENAR-PR, realizado no dia 04 de outubro, em Curitiba(PR). O evento contou com palestras técnicas, voltadas a discutir elementos fundamentais previstos na legislação para que os produtores tenham condições de dialogar com as empresas em pé de igualdade.

Mais de 80 produtores rurais, membros ou coordenadores de Cadecs, participaram do evento, demonstrando a força das comissões no Estado e o interesse em fortalecer os mecanismos de negociação. Hoje, o Paraná tem 27 Cadecs consolidadas: 21 na avicultura e seis na suinocultura.

Para o presidente do Sistema Faep/Senar-PR, Ágide Meneguette, a união dos produtores em todas as instâncias, das Cadecs ao sistema sindical, tem implicado em uma série de conquistas para o setor rural, incluindo a sanção da Lei da Integração – Lei 13.288/2016 –, que definiu direitos e deveres de produtores integrados e da agroindústria, estabeleceu parâmetros mínimos a serem previstos em contrato e instituiu as Cadecs.

“Em 2010, montamos um programa com várias reuniões que deu origem à Lei da Integração, sancionada em 2016. Foram muitas audiências públicas, que terminaram com esse avanço, que tem sido determinante à produção integrada”, ressalta Meneguette. “Temos que nos organizar. Do lado da indústria, todos têm doutorado, com experiência em negociação. Nós não podemos ficar para trás. Temos que ter conhecimento na mão, exercitar nossas habilidades, para negociarmos de forma justa com as empresas”, acrescenta.

Negociação

Uma das palestrantes do evento, a assessora técnica de Cadecs no Mato Grosso do Sul, Adriana Mascarenhas, apontou que as comissões de integrações que contam com produtores organizados em associações ou cooperativas têm obtido mais avanços e conquistas no relacionamento com as agroindústrias. A economista destacou que é fundamental que os avicultores e suinocultores integrados negociem de forma coletiva, sempre no âmbito das Cadecs.

Assessora técnica de Cadecs no Mato Grosso do Sul, Adriana Mascarenhas: “Se a negociação for individual, o produtor perde poder de negociação. A negociação tem que ser coletiva” -Fotos: Divulgação/Sistema Faep/Senar-PR

Adriana trouxe exemplos práticos: em uma comissão assessorada por ela, a agroindústria tentou impor um checklist aos avicultores. Os produtores, por sua vez, reprovaram a proposta coletivamente e, a partir disso, conseguiram negociar a revisão dos termos. Em outro caso em que a Cadec não é tão organizada, a integradora conseguiu convencer cada produtor individualmente a aceitar a proposta, que não era tão benéfica à categoria.

“Se a negociação for individual, o produtor perde poder de negociação. A negociação tem que ser coletiva”, ressalta Adriana. “A organização é ponto inicial para que se tenham Cadecs fortes, que garantem melhores resultados para os produtores na negociação”, definiu.

Com base nessa articulação, a economista apontou como fundamental que os produtores definam uma pauta de reivindicações com pelo menos 15 dias de antecedência à data das reuniões. Isso evita que as empresas tentem protelar as respostas às demandas, principalmente no que diz respeito a reajustes de remuneração. Para que a pauta seja bem definida, Adriana reiterou a importância de que os integrados tenham em mãos os custos de produção atualizados. “Nós precisamos estar muito bem preparados para negociarmos de igual para igual”, diz a consultora.

Semestralmente, o Sistema Faep/Senar-PR realiza o levantamento de custos de produção da avicultura e da suinocultura em todas as regiões do Estado em que há integração. Além disso, a entidade oferece assessoria técnica e jurídica para as Cadecs, inclusive acompanhando todas as etapas de negociação com as integradoras.

Instrumentos

Para negociar de forma mais efetiva com as agroindústrias, os produtores devem estar atentos a dois instrumentos previstos pela Lei de Integração: o Documento de Informação Pré-Contratual (DIPC) e o Relatório de Informações de Produção Integrada (Ripi). “Esses mecanismos dão condições de fazer valer nossa voz no embate com as agroindústrias”, reforça a médica-veterinária Monique Oliveira, consultora de Cadecs no Mato Grosso.

Médica-veterinária e consultora de Cadecs no Mato Grosso, Monique Oliveira: “O produtor tem que se precaver e o DIPC é uma garantia”

O DIPC deve estabelecer as bases para o contrato entre produtores e a agroindústria, contemplando parâmetros técnicos e econômicos. O documento precisa conter, por exemplo, estimativas de remuneração média por ciclo de criação, alternativas de financiamento, grau de exclusividade, responsabilidades ambientais de cada parte. O documento é pré-requisito para que as instituições bancárias liberem financiamentos de ampliação, de modernização ou de novas unidades. Por isso, Monique destaca a importância de que os produtores participem da elaboração do documento, que deve ser aprovado pela Cadec.

“O DIPC precisa ser aprovado com ata em Cadec. Mas não é o que tem acontecido na prática. A agroindústria faz o DIPC e apresenta aos bancos, dizendo que há uma viabilidade nos projetos a serem financiados”, disse Monique. “O produtor tem que se precaver e o DIPC é uma garantia. Caso a integradora solicite ao produtor uma ampliação ou uma nova planta e, posteriormente, vir a pedir o fechamento da planta, se isso estiver no DIPC, a empresa tem que quitar o financiamento com o banco. Não invistam sem o DIPC aprovado”, alerta.

O DIPC também contém a base de cálculo para a remuneração dos integrados. E todas as informações referentes ao pagamento aos produtores constam do Ripi, que contém os dados da produção, incluindo indicadores de cada lote. Por isso, o Ripi deve ser a base da negociação com a agroindústria. As Cadecs assessoradas por Monique, por exemplo, elaboraram uma base de dados de quatro anos, com informações que constam dos Ripis. A partir disso, os produtores têm tido avanços práticos.

“Com base de dados, fizemos análise sobre densidade de abate dos lotes. Conseguimos mostrar que a densidade estava abaixo do previsto e isso estava impactando diretamente na remuneração dos avicultores. Com essa análise, conseguimos um complemento na remuneração para os produtores que estavam alojando menos”, exemplifica Monique.

Avanços

Sancionada há pouco mais de seis anos, a Lei da Integração reduziu o desequilíbrio na relação entre produtores integrados e as agroindústrias. Em sua palestra, Ruan Felipe Schwertner, do Departamento Jurídico do Sistema Faep/Senar-PR, fez uma avaliação dos efeitos da legislação.

Ruan Felipe Schwertner, do Departamento Jurídico do Sistema Faep/Senar-PR: “Precisamos caminhar juntos”

“Até então, não havia regulamentação jurídica para delimitar os contornos dessa relação entre produtores e integradoras. No que diz respeito a estabelecer um canal de diálogo, a lei cumpriu seu objetivo”, observa Schwertner. “Mas para os próximos anos, precisamos avançar na profissionalização dos produtores no que diz respeito à negociação. O produtor tem que ter a noção de que é um empresário, com um ativo milionário”, reforça.

Desde que a lei começou a vigorar, o Sistema Faep/Senar-PR tem dado suporte a esse aperfeiçoamento constante dos produtores integrados, principalmente dos membros ou coordenadores de Cadecs. A entidade desenvolveu um curso de três módulos – noções jurídicas; técnicas de negociação; e condução de reuniões – voltados a treinar avicultores e suinocultores para as reuniões com as integradoras. Quase 200 produtores já foram capacitados.

Além disso, os produtores têm à disposição uma cartilha desenvolvida pelo Sistema Faep/Senar-PR, que esmiúça os instrumentos trazidos pela Lei da Integração. Schwertner ressaltou que os técnicos da entidade também estão disponíveis para prestar consultoria e assessoramento a cada uma das Cadecs do Paraná.

“Não vai ser por falta de material especializado ou por falta de apoio técnico que os produtores integrados ficarão sem especialização. Estamos à disposição para todas as demandas. Precisamos caminhar juntos”, diz o técnico do Departamento Jurídico do Sistema Faep/Senar-PR.

Fonte: Ascom Sistema Faep/Senar-PR

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Preços ao produtor rural caem 9,79% no 1º trimestre

Queda foi puxada por grãos, leite, ovos e suínos, enquanto a arroba bovina registrou valorização no período.

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Os preços pagos aos produtores agropecuários registraram queda no primeiro trimestre de 2026 na comparação com o mesmo período do ano passado. O recuo foi de 9,79%, segundo o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA), calculado pelo Cepea/Esalq-USP.

A retração só não foi mais intensa devido à valorização da arroba bovina, que apresentou média superior à registrada no primeiro trimestre de 2025.

O movimento acompanha um cenário de recuo mais amplo nos preços, inclusive no mercado internacional. No mesmo período, o índice global de alimentos do FMI caiu 14,29% em reais. Já os preços industriais recuaram 2,55%, enquanto o real se valorizou 10,12% frente ao dólar.

Segundo o Cepea, a queda mais moderada dos preços no mercado interno, em relação ao cenário externo, indica maior resiliência doméstica. A valorização do câmbio também contribuiu para reduzir custos de insumos importados, enquanto a queda nos preços industriais ajudou a conter despesas de produção.

A retração do IPPA foi puxada principalmente pelos grupos de grãos, cana e café, hortifrutícolas e pecuária. O índice de grãos recuou 9,85%, o de cana e café caiu 16,61%, hortifrutícolas tiveram baixa de 14% e a pecuária registrou queda de 5,73%.

Entre os grãos, houve desvalorização generalizada no período. O arroz liderou as quedas, com recuo de 39,83%, seguido por trigo (-18,24%), milho (-15,35%), algodão (-14,59%) e soja (-4,15%).

Na pecuária, os preços também caíram para a maioria dos produtos, com destaque para leite (-22,97%), ovos (-22,2%), suíno (-13,10%) e frango (-10,68%). A exceção foi a arroba bovina, que apresentou alta de 5,9% no período.

Fonte: O Presente Rural
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C.Vale assume unidade estratégica de grãos e insumos no Oeste do Paraná

Operação em Guaíra reforça estrutura de armazenagem e atendimento aos produtores da região.

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A cooperativa C.Vale assumiu as operações da cerealista I.Riedi no município de Guaíra. O anúncio foi feito pelas duas empresas no dia 22 de abril.

Com o acordo, a C.Vale passa a operar o escritório localizado na entrada da cidade e a unidade de grãos e insumos na localidade de Maracaju dos Gaúchos, ambas às margens da BR-163. A mudança amplia a presença da cooperativa no município, onde já possui uma unidade na região de Bela Vista, e permitirá o recebimento de grãos e fornecimento de insumos aos produtores.

A estrutura da unidade adquirida conta com capacidade de armazenagem de 21.296 toneladas de grãos, além de secador com capacidade de 120 toneladas por hora, duas máquinas de limpeza, dois tombadores e duas balanças.

Em nota conjunta, as empresas informaram que a operação está alinhada às estratégias de crescimento e fortalecimento no agronegócio, com foco na ampliação da atuação e na geração de valor para clientes, cooperados e parceiros.

A transferência das operações passa a valer de forma imediata após o anúncio.

Fonte: Assessoria C.Vale
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Bem-estar animal passa a pesar na análise de risco e no valor da proteína brasileira

Fórum reúne especialistas em 07 de maio para debater como práticas no campo influenciam crédito, reputação e competitividade no mercado internacional.

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As perspectivas e os desafios da cadeia de produção de proteína animal no Brasil serão tema do Fórum Estratégico de Bem-Estar Animal – Alinhando Propósito, Mercado e Performance. O evento inédito trará debates em torno da dinâmica de mercado e da cadeia, credibilidade, agregação de valor ao produto e o olhar dos agentes financeiros sobre o tópico em seus painéis.

Organizado pela Colaboração Brasileira de Bem-Estar Animal (COBEA) e por sua idealizadora, a Produtor do Bem Certificação, o evento ocorre no dia 07 de maio no Radisson Blue, em São Paulo (SP). As inscrições estão abertas e podem ser feitas clicando aqui.

Bruno Bernardo, analista de Investimentos Sustentáveis (ESG) da Régia Capital: “Na Régia Capital, por exemplo, temos políticas e critérios de investimentos bastante rigorosos envolvendo proteína animal, a preocupação e o cuidado com o bem-estar animal é um dos critérios mínimos esperados para que um investimento possa vir a ser considerado sustentável” – Fotos: Divulgação/COBEA

A abertura do Fórum terá como tema “Estratégia, política e o papel do agro na nova ordem econômica”, apresentado pelo secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Luís Rua. Em seguida, ele participa do painel “Mercados em movimento: Bem-estar e sustentabilidade na agregação de valor à proteína brasileira”, mediado pela diretora técnica da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Sullivan Alves. Participam também o consultor em agronegócio e sustentabilidade Fabricio Delgado, e a diretora de Sustentabilidade da Seara, Sheila Guebara. “O evento vai tratar de um tema extremamente contemporâneo e eu diria hoje real. Ao longo do tempo a gente vem falando em bem-estar animal, vem tratando o bem-estar animal e hoje estamos vivendo na realidade o bem-estar animal. Esse é um evento preparado para tratarmos dos assuntos referentes ao tema e que estamos vivendo na prática”, menciona Delgado.

De acordo com Sheila, eventos e discussões do setor são importantes para avançar no bem-estar animal de forma inclusiva, garantindo que produtores de diferentes portes acompanhem a evolução técnica. “Meu foco na discussão será mostrar como a integração entre eficiência produtiva, bem-estar animal e inovação tecnológica vem se consolidando como um diferencial competitivo na agregação de valor à proteína brasileira. Diante da crescente demanda global, com a população projetada para 10 bilhões até 2050, a eficiência deixa de ser apenas operacional e passa a ser estratégica, diretamente ligada à sustentabilidade e à segurança alimentar”, comenta.

A diretora de Sustentabilidade da Seara ressalta que práticas de bem-estar animal são fundamentais para garantir que a produção acompanhe a demanda global de forma resiliente e sustentável. “Para produtores e consumidores, o impacto é direto: quem cumpre metas de bem-estar tende a ser melhor remunerado, mostrando que ser sustentável também é rentável”, destaca.

Agenda ESG crescente

Celso Funcia Lemme, doutor em Administração de Empresas com concentração em Finanças da UFRJ: 

O segundo painel será “Capital e competitividade: O olhar do mercado financeiro sobre o futuro da proteína animal”, que terá mediação do doutor em Administração de Empresas com concentração em Finanças da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Celso Funcia Lemme. Completam o debate o consultor e sócio-líder da ABC Associados, Aron Belinky; a head de Riscos Socioambientais do Santander, Maria Silvia Chicarino; e o analista de Investimentos Sustentáveis (ESG) da Régia Capital, Bruno Bernardo.

Para o moderador do painel, a agenda ESG pode ajudar o mercado de investimentos a entender e valorizar melhor o bem-estar animal nos setores que envolvem o manejo de animais. “O analista de mercado precisa acompanhar essa mudança em curso. Nem sempre é evidente como as práticas de bem-estar animal impactam o valor de uma empresa, mas a agenda ESG ajuda a tornar isso mais claro, mostrando o tema como um fator de inovação, geração de valor e adaptação às novas demandas da sociedade”, pontua.

Avaliação de risco e gestão

Maria Silvia Chicarino, head de Riscos Socioambientais do Santander: “Hoje, a capacidade de gestão socioambiental dos clientes é central na avaliação de risco”

Segundo Maria Silvia, do Banco Santander, um marco importante para a agenda ESG no mercado financeiro foi a Resolução CMN nº 4.327, de 2014, que definiu diretrizes para a gestão de riscos socioambientais. Desde então, o tema passou a ser cada vez mais incorporado à análise de risco e às decisões de crédito. “Hoje, a capacidade de gestão socioambiental dos clientes é central na avaliação de risco. Nesse contexto, o bem-estar animal ganha relevância, especialmente na cadeia de proteína animal, por estar ligado a riscos reputacionais, operacionais e de mercado. No Santander, esse tema já faz parte da análise socioambiental e influencia diretamente a concessão de crédito”, explica Maria.

Ela acrescenta que empresas com boa gestão socioambiental tendem a ter desempenho mais consistente no longo prazo, com maior previsibilidade e resiliência, fatores valorizados pelo mercado financeiro. Também destaca que fóruns como este ampliam a visibilidade do bem-estar animal, promovem o diálogo, alinham expectativas e ajudam a posicionar o Brasil no cenário internacional.

Para Bruno Bernardo, da Régia Capital, o mercado financeiro está caminhando e adotar os protocolos e certificações de bem-estar animal pode ser um divisor de águas para viabilizar o financiamento de produtores rurais. “Na Régia Capital, por exemplo, temos políticas e critérios de investimentos bastante rigorosos envolvendo proteína animal, a preocupação e o cuidado com o bem-estar animal é um dos critérios mínimos esperados para que um investimento possa vir a ser considerado sustentável”, pontua.

Ele observa que atrelar boas práticas de bem-estar animal pode contribuir com ganhos financeiros, uma vez que aumenta a eficiência da produção, pode aumentar o valor agregado do produto final e pode vir a reduzir emissões de gases de efeito estufa. “Para os investidores, esse evento reforça uma movimentação do mercado e um amadurecimento do tema no mercado brasileiro”, complementa.

Responsabilidade compartilhada

Fabricio Delgado, consultor em agronegócio e sustentabilidade

Conforme o sócio fundador da Produtor do Bem e cocriador da COBEA, Leonardo Thielo de La Vega, a escolha dos nomes e temas para o evento demonstra e visão estratégica da organização em abranger os vários aspectos chaves que impactam a evolução do bem-estar animal no Brasil. “Teremos uma programação que nos darão uma visão macro de como mercado e cadeia de valor podem atuar conjuntamente para facilitar os avanços, em benefício de ambos no país”, observa.

A diretora-executiva da COBEA, Elisa Tjarnstrom, acredita que esse primeiro Fórum irá mostrar que o bem-estar animal é hoje uma realidade que traz desafios, mas com amplas oportunidades para quem entender sua importância. “O tema está em evidência e nesse Fórum teremos a oportunidade de conhecer a visão de especialistas de diferentes setores sobre o tema, e como podemos trabalhar juntos para desbloquear suas barreiras no Brasil”, finaliza.

Fonte: Assessoria COBEA
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