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Organização da PorkExpo 2021 divulga calendário de inscrições
Maior evento do continente traz vários benefícios e promoções para professores, estudantes, pesquisadores, profissionais, idosos e grupos com acima de dez participantes

A PorkExpo 2021 & X Congresso Internacional de Suinocultura, o maior evento do segmento nas Américas, acaba de montar o calendário completo para as inscrições na edição que vai debater o tema ‘2021 – O início de uma nova década de inovações para a suinocultura’, nos dias 24 e 25 de fevereiro do ano que vem, no Hotel Recanto Cataratas Thermas Resort & Convention, em Foz do Iguaçu (PR). A organização do evento preparou uma série de facilidades e descontos para profissionais de agroindústrias, produtores, executivos, estudantes, professores, pesquisadores e participantes com idade acima de sessenta anos.
São várias oportunidades de compra e quatro categorias: Congressista, Estudantes e Idosos, Grupos Agroindústria e Grupos Estudantes. Os dois últimos requerem a presença mínima de dez pessoas.
O primeiro lote de inscrições garante um belo desconto e vai até o dia 30 de novembro deste ano. O valor para o congressista é de R$ 400, enquanto os estudantes e maiores de sessenta anos terão um desconto de cem reais, desembolsando apenas R$ 300. O incentivo à participação também contempla o pessoal que fizer a inscrição por meio de grupos liados às indústrias do setor e das universidades. Cada inscrito pelo Grupo Agroindústria vai pagar R$ 300. Cada inscrito pelo Grupo Universidades poderá garantir presença na PorkExpo 2021 pagando apenas R$ 250.
O segundo lote de inscrições inicia em primeiro de dezembro de 2020 e prossegue até o dia 30 de janeiro de 2021, com os mesmos valores para todas as categorias. Exceto o congressista, que vai pagar R$ 450 pela inscrição. Na sequência, ficam valendo os mesmos valores que serão cobrados nos dois dias de atividades da PorkExpo 2021. Quem for participar do Congresso Internacional vai pagar R$ 450 enquanto os estudantes e maiores de sessenta anos permanecem com a promoção de participarem do evento por apenas R$ 300. Um benefício também estendido aos integrantes do Grupo Universidades, que vão pagar R$ 250 cada um. Já o Grupo Agroindústrias permanecerão pagando só R$ 300 cada um.
É bom frisar que os interessados em fazer a inscrição pelos Grupos Universidades e Agroindústria precisam antecipar sua presença para garantir os preços promocionais. Nos dois dias do evento, para as duas categorias, vai valer apenas o preço cheio de R$ 600. Já os estudantes e maiores de sessenta anos permanecerão pagando R$ 300 nos dias 24 e 25 de fevereiro. Os congressistas que se inscreverem no evento vão desembolsar R$ 600. Em todos os casos, durante o evento, o pagamento deverá ser feito por cartão de crédito ou débito.
Em todas as modalidades de pagamento para as inscrições será cobrada uma taxa administrativa no valor de 3% da inscrição.
As inscrições já começaram e todas as informações sobre como participar estão sendo divulgadas no site do evento. A inscrição pode ser feita diretamente pelo endereço https://eventos.equalizee.com.br/porkexpo. E os inscritos que garantirem presença na PorkExpo 2021 com antecedência ainda vão concorrer a diversas promoções, com a distribuição de kits como kits de churrasco, mochilas, entre outros. Importante destacar que, para visitar o evento, não é preciso pré-inscrição. Basta chegar diretamente a secretaria da PorkExpo 2021, sem pagar nada.
A PorkExpo 2021 & X Congresso Internacional de Suinocultura é a maior e melhor oportunidade de contato direto com o Conhecimento e a Ciência que vão embalar a cadeia produtiva de carne suína brasileira e mundial nesta década, que está apenas começando. Apesar de toda a gravidade da ocorrência da Covide-19, que praticamente paralisou a economia do planeta e matou mais de meio milhão de pessoas em todo o mundo, a carne suína brasileira vive um momento também histórico. As exportações devem atingir um milhão de toneladas, a produção nacional pode crescer 5% e os preços estão se valorizando no mercado interno e internacional.
É por isto que as maiores corporações industriais do segmento já garantiram presença na Feira de Negócios, além de instituições renomadas como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), entidades estaduais representativas dos suinocultores, pesquisadores dos cinco continentes e profissionais de diversas universidades do Brasil e exterior.
A PorkExpo 2021 traz mais: troca de experiências, relacionamento, inspiração, mercado, lançamento de novas tecnologias, reuniões técnicas de empresas, mostra de trabalhos científicos, homenagem aos melhores, festa de confraternização nos estandes e inúmeras ações de marketing.
“Estamos preparando um evento único, com todo cuidado e carinho, para receber todos os representantes da cadeia produtiva, do Brasil e do exterior. Para discutirmos com profundidade como é a Carne do Amanhã, que é a nossa única missão. O alimento nunca foi tão importante para a humanidade como agora. E nossa cadeia produz a proteína mais consumida do planeta. Aguardamos todos em fevereiro de 2021, para conversarmos sobre Mercado, Tecnologia, Qualidade, Eficiência, Produtividade, Sanidade. E para fazermos negócios que tenham sustentabilidade e levem saúde para famílias brasileiras e do exterior”, convida Flávia Roppa, idealizadora e presidente do evento.
Calendário da PorkExpo 2021 & X Congresso Internacional de Suinocultura
Primeiro lote | até 30 de novembro de 2020
- Congressistas: R$ 400
- Estudantes e maiores de sessenta anos: R$ 300
- Grupo de Agroindústrias: R$ 300
- Grupos de universidades: R$ 250
Segundo lote | até 30 de janeiro de 2021
- Congressistas: R$ 450
- Estudantes e maiores de sessenta anos: R$ 300
- Grupo de Agroindústrias: R$ 300
- Grupos de universidades: R$ 250
Terceiro lote | até os dias do evento
- Congressistas: R$ 600
- Estudantes e maiores de sessenta anos: R$ 300
- Grupo de Agroindústrias: Antecipado
- Grupos de Universidades: Antecipado
Obs.: Grupo de Agroindústrias e Grupos de universidades somente antecipados

Notícias
Produtores do Paraná poderão ampliar subvenção ao seguro rural com boas práticas de manejo do solo
Projeto-piloto do governo federal oferece descontos maiores no prêmio do seguro para áreas enquadradas em níveis superiores de manejo agrícola.

Os produtores rurais paranaenses podem obter subvenção federal maior, com base em critérios de manejo e conservação do solo nas culturas da soja e milho safrinha. Para isso, as áreas agrícolas a serem seguradas devem ser enquadradas em Níveis de Manejo (NM) estipulados pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático Níveis de Manejo (ZarcNM). O projeto-piloto conta com recursos específicos para execução (R$ 1 milhão para cada cultura) e beneficia produtores rurais com percentual maior de desconto nos valores do seguro pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

Foto: Divulgação
A ferramenta considera critérios de qualidade do manejo de solo como redutor do risco climático de áreas agrícolas com maior capacidade de infiltração e retenção de água. O NM1 é a condição de risco base e o NM4, a melhor condição de cultivo que garante benefício maior.
“Em tempos de queda nas contratações de seguro rural, toda proposta que venha melhorar a subvenção ao prêmio é bem-vinda”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette. “Nossos técnicos estão à disposição para auxiliar os produtores rurais neste processo”, complementa.
Lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com metodologia da Embrapa, o ZarcNM teve o projeto-piloto iniciado na safra 2025/26, somente no Paraná, quando 28 áreas de produção foram classificadas em níveis de subvenção diferenciada. Na temporada 2026/27, o projeto iniciará a fase II, com possibilidade de participação dos produtores de soja do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, e milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.
Como acessar
O primeiro passo para ter acesso à subvenção diferenciada é buscar a análise de solo em um laboratório credenciado no Estado. A metodologia das análises não difere das normalmente utilizadas, mas os laboratórios participantes conseguem registrar os dados da área diretamente no sistema (SiNM) da Embrapa.
“Antes mesmo de contratar o seguro, o produtor deve realizar a coleta da amostra de solo, seguindo as orientações do item 7, da Instrução Normativa 2/2025, do Mapa, e encaminhá-la a um laboratório credenciado, solicitando a análise Níveis de Manejo”, orienta Ana Paula Kowalski, coordenadora do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep.
Na sequência, o produtor deve procurar um operador de contrato para providenciar a análise de sensoriamento remoto e incluir as informações no sistema da Embrapa. Então, a plataforma calcula o nível de manejo do talhão e as informações são repassadas pelo operador ao governo federal para que seja definida a subvenção conforme os seis indicadores avaliados para a definição do nível de manejo: tempo sem revolvimento do solo; cobertura do solo com palhada; saturação por bases (V%); teor de cálcio; saturação por alumínio; e histórico de diversidade de cultivos. Três são verificados pela análise de solo e os demais por ferramentas de sensoriamento remoto utilizadas pelos operadores especializados. Para os níveis 2, 3 ou 4, segundo a Embrapa, “áreas com declividade superior a 3% devem, obrigatoriamente, adotar semeadura em nível ou contorno em pelo menos 75% da gleba”.
“Para subvenção maior, ou seja, além do padrão definido pelo PSR, os níveis devem ser de 2 em diante”, comenta Ana Paula. Na cultura de milho segunda safra, para Nível de Manejo (NM) 1, a subvenção será de 40%; NM2, 45%; e para NMs 3 e 4, 50%. Já para a cultura de soja, os cálculos são 20% para NM1; 30%, NM2; 35%, NM3; e 40%, NM4.
A lista de operadores credenciados está disponível no site embrapa.br/rede-zarc-embrapa/niveis-de-manejo
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Tarifas dos EUA deve impactar 21% das exportações brasileiras
Governo avalia ampliar parcerias comerciais enquanto negocia para evitar a aplicação das tarifas.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quarta-feira (3), que o Brasil vai continuar buscando outros parceiros de negócios para minimizar os impactos da política comercial adotada pelos Estados Unidos. Lula coordenou reunião ministerial, no Palácio do Planalto, que ocorre em meio ao anúncio de novas taxações estadunidenses a produtos brasileiros.
“Nós vamos procurar outros parceiros. Se ele não quer comprar, a gente vai vender para quem quiser comprar. Não vamos ficar reclamando. Se não quiser investir aqui, nós vamos procurar outro. O Brasil é dono do seu nariz. Isso aqui é um país democrático e soberano”, disse o presidente aos ministros de Estado.
“Nós resolvemos não adotar mais a política do vira-lata diante das grandes potências. Nós não somos melhores do que ninguém, mas não somos piores. Vamos respeitar todo mundo, mas queremos respeito”, acrescentou.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Na segunda-feira (1º), o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) sugeriu, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte das importações brasileiras ao país. O relatório do USTR é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA.
Entre outros temas, para justificar a medida, a instituição acusa o Pix de prejudicar “injustamente” empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico, como operadoras de cartões de crédito, como MasterCard e Visa, e o Whatsapp Pay.
Lula afirmou que, agora, vai participar da reunião do G7 em junho na França, o que não estava nos planos. O evento reúne os líderes da Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. O Brasil vai como convidado do anfitrião, o presidente francês, Emmanuel Macron.
“Eu nem ia no G7, agora eu vou. É preciso alguém tentar colocar ordem na casa e parar essa coisa de desmonte do multilateralismo, da democracia e desvalorização das instituições. Se a ONU não está funcionando hoje, não é destruindo a ONU que a gente vai consertar o mundo, é reconstruindo a ONU”, disse Lula, reafirmando sua defesa de fortalecimento das Nações Unidas e da reforma do seu Conselho de Segurança.
Negociação

Foto: Divulgação/Porto de Santos
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a decisão tarifária dos Estados Unidos ameaça diretamente 21% do total das exportações brasileiras rumo ao mercado norte-americano.
O governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil.

Para Lula, a atitude dos estadunidenses é insensata já que havia uma negociação em curso entre os dois países. Ele lembrou que, em maio, acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um prazo de 30 dias para que se chegasse a um acordo sobre a questão comercial.
Os dois se reuniram na Casa Branca e, na ocasião, o presidente brasileiro entregou documentos que comprovavam a relação comercial favorável dos EUA com o Brasil. Segundo ele, nos últimos 15 anos, o superávit comercial dos Estados Unidos foi US$ 415 bilhões.“Eu saí de lá convencido de que a gente estava estabelecendo uma nova lógica no relacionamento democrático e civilizado entre Brasil e Estados Unidos. E confesso a vocês que fui pego de surpresa ontem com a decisão deles”, disse Lula hoje.
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EUA propõem tarifas a 60 países, incluindo o Brasil
Escritório de Comércio norte-americano sugere sobretaxas de até 12,5% sobre importações e abre consulta pública antes da decisão final.

O governo dos Estados Unidos deu mais um passo na ampliação de sua política comercial protecionista ao propor novas tarifas sobre produtos importados de 60 países, entre eles o Brasil. A iniciativa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e prevê uma sobretaxa de até 12,5% para produtos brasileiros que entram no mercado norte-americano.

Foto: Divulgação
A proposta está vinculada a investigações conduzidas com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos de 1974, instrumento legal que permite ao governo norte-americano apurar práticas consideradas prejudiciais aos interesses comerciais do país e, eventualmente, adotar medidas de retaliação.
Segundo o USTR, a nova rodada de tarifas está relacionada à avaliação das políticas adotadas pelos países investigados para prevenir e combater o comércio de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Na avaliação do órgão, falhas nesses mecanismos podem criar distorções competitivas e restringir o comércio norte-americano.
Brasil entre os países com maior alíquota proposta
Enquanto parte dos países investigados foi enquadrada em uma alíquota adicional de 10%, o Brasil aparece no grupo sujeito à tarifa de 12,5%.
A proposta brasileira está inserida em um conjunto de medidas que alcança outros 44 países analisados pelo governo

Foto: Divulgação
dos Estados Unidos. Já Canadá, União Europeia, México, Indonésia, Paquistão, Argentina, Bangladesh, Camboja, Guatemala, Malásia, Taiwan, Equador e El Salvador integram o grupo que poderá ser submetido à tarifa adicional de 10%.
Caso seja implementada, a medida poderá aumentar os custos de acesso ao mercado norte-americano para diversos produtos exportados pelo Brasil, reduzindo a competitividade frente a concorrentes internacionais.
Instrumento de pressão comercial
A Seção 301 é considerada uma das principais ferramentas de política comercial dos Estados Unidos. O mecanismo ganhou destaque nos últimos anos durante disputas comerciais com diferentes parceiros internacionais e permite ao governo norte-americano impor restrições tarifárias mesmo sem a intermediação de organismos multilaterais.
A atual iniciativa também ocorre em um contexto de retomada de medidas emergenciais defendidas pelo governo Donald Trump. Parte dessas tarifas havia sido anulada anteriormente por decisão da Suprema Corte norte-americana, levando a administração federal a buscar novos caminhos regulatórios para restabelecê-las.
Consulta pública antes da decisão final
As tarifas ainda não estão em vigor. O USTR abriu período de consulta pública para receber contribuições de empresas, entidades e governos potencialmente afetados pelas medidas.
As manifestações poderão ser apresentadas até 06 de julho. No dia seguinte, 07 de julho, está prevista uma audiência pública para discussão das propostas.
Somente após a análise das contribuições o governo norte-americano decidirá se as tarifas serão implementadas e em quais condições, etapa que será acompanhada com atenção por exportadores e setores produtivos dos países envolvidos.



