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Empresas Fortalecimento do agronegócio

Orffa do Brasil inaugura nova filial no Paraná

A empresa tem autorização do Ministério da Agricultura e Pecuária para importar seus produtos pelo Porto de Paranaguá.

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Divulgação/Orffa

A Orffa do Brasil inaugurou sua mais nova filial com sede na cidade de São José dos Pinhais, no Paraná. O Estado é reconhecido como o principal produtor de proteína animal do país e o maior exportador para o mundo. “Essa região tem desempenhado um papel fundamental no fortalecimento do agronegócio brasileiro, e estamos entusiasmados em fazer parte desse cenário promissor. A meta é distribuir para a região com impostos e entregas mais adequados. Estamos felizes em compartilhar esse objetivo com todos vocês”, ressalta o diretor comercial Marcos Banov.

A empresa tem autorização do Ministério da Agricultura e Pecuária para importar seus produtos pelo Porto de Paranaguá. Além disso, continuará recebendo cargas pelo Porto de Santos (SP), uma prática que já realiza desde 2016.

De acordo com Banov, essa conquista é um marco significativo para Orffa do Brasil, que anseia por aumentar sua competitividade no mercado. “Nossa meta é distribuir nossos produtos para a região com maior eficiência em termos de impostos e logística de entregas, garantindo assim um serviço mais adequado e ágil aos nossos clientes”, afirma.

Fonte: Dep. Comunicação

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Importação contínua de reprodutores eleva patamar genético da suinocultura brasileira

Animais do Canadá e da Noruega são trazidos ao país para acelerar o ganho de produtividade nas granjas nacionais

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Divulgação Topigs Norsvin

Para garantir que o Brasil opere com o mesmo nível de excelência genética dos principais polos globais, a importação frequente de reprodutores garante acesso imediato ao topo da ciência global. Nesse sentido, a Topigs Norsvin, empresa de genética suína, conduz a maior rota contínua de importação de suínos do país.

A companhia desembarcou a terceira remessa de reprodutores deste ano no mês de julho e já prepara ao menos outras duas operações para 2026, consolidando a liderança absoluta na introdução de genética de ponta no Brasil.

“Nós precisamos garantir que o material genético utilizado nas granjas brasileiras seja o mesmo das nossas granjas núcleos na Noruega e Canadá. Com esse fluxo constante de importações, associados com alto nível genético e tecnológico das nossas granjas núcleo locais, nós garantimos que o produtor brasileiro tenha acesso a tudo que há de mais moderno em genética suína via as linhagens genéticas da Topigs Norsvin, afirma o diretor Técnico da Topigs Norsvin, Marcos Lopes.

Tecnologia global direto na fonte

O processo de importação foca em buscar os animais diretamente das estações Delta (centros mundiais de inovação, pesquisa e testagem de reprodutores) localizadas no Canadá e na Noruega. Nesses centros, que concentram o topo do melhoramento genético mundial da companhia e utilizam tecnologias avançadas de avaliação, os animais são avaliados por meio de tomografia computadorizada e tem seu consumo de ração individual mensurados por comedouros automáticos para medir a conversão alimentar de cada indivíduo. Além disso, todos esses reprodutores passam por uma minuciosa avaliação genômica para garantir o seu alto potencial genético.

“Nós sempre importamos um grupo seleto de reprodutores de alto mérito genético. Com essa estratégia nós utilizamos um material que vem direto da fonte primária e eliminamos qualquer tipo de defasagem genética, assegurando que o progresso genético chegue com força total aos produtores brasileiros”, detalha Lopes.

Distribuição estratégica pelo território nacional

A chegada contínua desses reprodutores ao país alimenta uma engrenagem de produtividade desenhada para beneficiar toda a cadeia. Os animais recém-chegados são direcionados para as centrais de inseminação próprias e parceiras espalhadas pelo Brasil.

“O nosso grande objetivo é desenvolver linhagens genéticas que entreguem resultados fantásticos a campo. Existem várias estratégias no mercado para disseminação genética, mas nós comprovamos que esse fluxo robusto de importações é o caminho mais eficiente para a evolução e a rentabilidade do setor”, conclui o diretor.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Naturovos aplica modelo de “Avaliação Rápida de Risco” para fortalecer biosseguridade contra o vírus da influenza aviária

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Equipe da Naturovos, NNatrivm e Corb Science durante a apresentação dos resultados da primeira etapa do projeto de Avaliação Rápida de Risco para Influenza Aviária, conduzido para apoiar a governança de biosseguridade nas granjas.

A Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) segue entre os temas sanitários mais relevantes para a avicultura brasileira e mundial. O registro recente em aves silvestres em São Paulo reforça a importância de manter rotinas preventivas bem-organizadas, com atenção permanente à biosseguridade, à vigilância e à comunicação entre empresas, técnicos e produtores.

Nesse contexto, a Naturovos, com apoio da NNatrivm, realizou em parceria com a Corb Science o projeto de “Avaliação Rápida de Risco para Influenza Aviária”. A iniciativa foi aplicada em granjas de postura e recria da empresa, a partir de um formulário eletrônico técnico desenvolvido para identificar fragilidades de biosseguridade relacionadas à possível introdução, exposição ou disseminação do vírus da IAAP.

A execução do trabalho contou com atuação direta da equipe técnica da Naturovos. O médico-veterinário Flávio Renato Silva, da Área Técnica da empresa, teve papel receptivo e colaborativo na organização do processo, favorecendo uma aplicação sequencial, padronizada e oportuna das avaliações de campo. Sob sua liderança, os técnicos da Naturovos aplicaram o questionário de risco em curto período, gerando uma base consistente para análise e uso gerencial dos resultados.

A lógica do projeto parte de uma situação comum na rotina da avicultura. Muitas empresas já realizam verificações de biosseguridade, auditorias, monitorias e registros de campo. Esses instrumentos são essenciais para organizar a operação e demonstrar controle. A gestão de riscos acrescenta uma leitura técnica sobre a importância relativa das fragilidades encontradas, considerando o perigo sanitário priorizado, o contexto da granja e o potencial impacto para a cadeia.

Uma granja pode apresentar bom desempenho geral em uma verificação e, ainda assim, manter uma fragilidade crítica para determinado perigo. Tela danificada, ração exposta ao redor de silos, presença de outras criações na granja, água superficial no entorno, circulação de materiais compartilhados ou falhas na limpeza de bandejas de ovos podem ter significados diferentes conforme o momento sanitário e o perigo em análise. No caso da IAAP, esses pontos ganham importância porque podem aumentar oportunidades de contato direto ou indireto com aves silvestres, outros animais, pessoas, veículos ou materiais contaminados.

No projeto realizado com a Naturovos, o formulário combinou entrevista com o produtor ou responsável e inspeção visual da propriedade. Essa combinação permitiu compreender práticas de rotina, registrar evidências observáveis e reduzir a dependência de uma única fonte de informação. As respostas foram processadas em ambiente analítico desenvolvido pela Corb Science, gerando um índice de risco por granja e permitindo classificar as propriedades conforme o nível de atenção requerido.

Os resultados produziram relatórios individuais automáticos e uma visão consolidada para a empresa. Com isso, a Naturovos passou a contar com uma leitura organizada sobre as granjas que exigem acompanhamento mais próximo, os fatores críticos mais frequentes e os pontos que podem orientar a comunicação técnica com produtores. Essa informação também fornece base para reavaliações futuras, permitindo acompanhar se as melhorias recomendadas foram implementadas e se houve evolução nas condições de biosseguridade.

Um diferencial do projeto foi a estruturação da governança de riscos a partir dos resultados. O índice ajuda a identificar onde priorizar. Os fatores críticos indicam o que corrigir ou monitorar. A governança organiza critérios, responsabilidades, prazos, registros e formas de verificação. Essa lógica apoia a equipe técnica na definição de visitas, orientações, planos de ação e comunicação com produtores em períodos de estabilidade sanitária e em momentos de maior alerta.

Embora o foco inicial tenha sido a IAAP, a análise indicou potencial de aplicação para outros temas sanitários. Em avaliação exploratória, granjas com relato de Salmonella spp. ou de múltiplos patógenos apresentaram médias mais elevadas no índice de risco de biosseguridade. O achado deve ser interpretado com cautela e sem inferência causal direta, porém sugere que avaliações estruturadas de biosseguridade podem dialogar com registros sanitários e apoiar futuras análises integradas com indicadores zootécnicos, histórico de enfermidades e outros perigos relevantes para a produção avícola.

Para a Corb Science, o projeto representa a aplicação prática de sua abordagem em gestão de riscos na cadeia de proteína animal. A empresa atua na transformação de dados operacionais em inteligência de risco para apoiar decisões técnicas, gerenciais e produtivas. Na Naturovos, essa inteligência foi aplicada à prevenção da IAAP, com foco em biosseguridade, comunicação técnica, priorização de ações e acompanhamento das granjas.

A iniciativa também evidencia o compromisso técnico da Naturovos com prevenção, melhoria contínua e responsabilidade sanitária. Em uma cadeia produtiva na qual sanidade, produtividade e acesso a mercados dependem de atenção permanente, o modelo de avaliação rápida de risco oferece um caminho prático para fortalecer a tomada de decisão. A informação coletada no campo ganha valor quando retorna à rotina da empresa como orientação ao produtor, critério de priorização e base para verificar a evolução das medidas adotadas.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Boehringer Ingelheim anuncia Filipe Fernando como novo diretor da unidade de Aves e Suínos

Executivo segue interinamente na liderança de Grandes Animais para garantir a continuidade dos negócios.

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Foto: Divulgação

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia uma movimentação estratégica em sua estrutura diretiva no Brasil: Filipe Fernando assume a diretoria da unidade de negócios de Aves e Suínos. O executivo, que vinha liderando com sucesso a área de Grandes Animais, retorna à unidade onde construiu grande parte de sua sólida trajetória de oito anos na companhia, agora com a missão de acelerar o crescimento e a inovação em dois dos setores mais dinâmicos do agronegócio global.

Para garantir a total continuidade dos projetos em andamento, o atendimento aos clientes e a estabilidade do mercado de bovinos e equinos, Filipe Fernando continuará responsável interinamente pela diretoria de Grandes Animais neste período de transição. A companhia já iniciou um processo seletivo público para a sucessão da vaga de Grandes Animais, assegurando uma passagem planejada e estruturada nos próximos meses.

“Assumir a unidade de Aves e Suínos é um passo muito significativo dentro da Boehringer Ingelheim. O mercado de proteína animal vive um momento de forte evolução tecnológica e sanitária, e estou entusiasmado para liderar nosso time rumo a novos patamares de produtividade, biosseguridade e bem estar animal. Paralelamente, sigo totalmente focado e comprometido com a equipe e parceiros de ruminantes e equinos, liderando a transição de forma transparente e garantindo que nossas soluções e suporte de campo continuem com o mesmo padrão de excelência de sempre”, afirma Filipe Fernando.

Com formação em Medicina Veterinária (UEM), mestrado e doutorado em virologia (UNESP), MBA em marketing (USP) e especialização em imunologia e vacinas por Harvard, Filipe traz uma bagagem técnico-científica e de negócios robusta para consolidar a liderança da Boehringer Ingelheim nos setores de aves, suínos, bovinos e equinos.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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