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Avicultura

Oportunidades e desafios na modernização da granja

Detalhes ajudam a promover bem-estar animal, proporcionar melhor qualidade de vida e estruturar tecnologicamente a sua propriedade para ser mais produtiva e lucrativa

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A produção avícola e suinícola no Brasil – e no mundo – tem se beneficiado cada vez mais do uso de tecnologias para alcançar melhores resultados nas granjas. E a modernização de ferramentas e processos tem papel fundamental nessa transformação, pois repercute diretamente na qualidade de vida do produtor, no bem-estar animal e na produtividade e lucratividade do empreendimento.

Atualmente, sabe-se que ao fornecer as condições ideais para que os animais se desenvolvam, pratiquem suas habilidades sociais e explorem seu habitat da melhor forma – ou seja, vivam em um ambiente seguro, livre de estresse, onde possam se alimentar, num ambiente limpo e com temperatura, umidade e ventilação adequados -, auxiliam no desenvolvimento de comportamentos saudáveis. E isso reflete de modo direto na qualidade da carcaça.

Sim, é verdade que somente instalar uma quantidade imensa de soluções com equipamentos e periféricos de última geração não garantirão maior produtividade e mais rentabilidade. Porém, ao aliar a esses investimentos um trabalho diário para manter e organizar os equipamentos, fazer manutenção preventiva periódica e o manejo correto e adequado, aí sim, é possível ter um bom desempenho do plantel e resultados satisfatórios.

Mas os questionamentos que podem surgir após a afirmação acima são: Como devo fazer isso? O que posso e devo instalar e quais os passos devo seguir? E as respostas para estas perguntas estão aqui: Neste texto e na série de explicações subsequentes, vamos esclarecer tudo isso. Basta ficar atento, acompanhar, tomar nota dos pontos principais e colocar em prática no seu dia-a-dia.

Antes, porém, é necessário fazer uma pequena introdução para que você entenda todos os benefícios que a modernização e a conectividade podem trazer para as granjas.

Primeiramente, destacamos que a automação e a utilização de sistemas modernos e inteligentes em granjas permitem o monitoramento contínuo de variáveis e em tempo real de todas as ações envolvidas, o que ajuda a garantir a qualidade dos produtos e a segurança dos animais e das pessoas envolvidas no processo produtivo.

Além disso, a tecnologia permite reduzir significativamente os custos de produção e melhorar a eficiência operacional, aumentar a produtividade e gerar maiores lucros para o empreendimento.  Torna também, certos processos mais precisos e consistentes, favorecendo para um melhor controle de qualidade e menos erros.

As inovações nas granjas podem ser usadas, ainda, para monitorar o conforto animal, assegurando que estas estejam em conformidade com a legislação vigente, além de contribuir para a melhoria da qualidade do ar e da água, bem como para a redução da poluição. Ou seja, além de estar beneficiando o seu negócio, tornando-o mais sustentável, você está contribuindo para o bem-estar da humanidade e manutenção de todo o ecossistema global.

A tecnologia e a conectividade propiciam a análise de dados através de informações mais detalhadas em tempo real, o que permite tomadas de decisões mais assertivas, com a identificação de problemas antes mesmo que eles ocorram. Isso evita prejuízos maiores e até mesmo perdas significativas.

Toda esta evolução permite que a conclusão de tarefas seja feita mais rapidamente e com mais eficiência, liberando mais tempo para que o produtor se concentre em outros aspectos da operação do seu negócio, além de ter mais qualidade de vida e poder passar mais tempo com a sua família.

 

SEIS ESTRATÉGIAS

1. Controladores de ambiência e conectividade

2. Controladores e sensores e sondas de ambiência e variáveis

3. Sistemas de segurança

4. Sistemas de pesagem

5. Sistemas de iluminação

6. Manutenção preventiva, atualizações e treinamentos adequados

 

Acompanhe aqui nos próximos meses mais dicas desse tema

Fonte: Gustavo Jaeger Vendruscolo, coordenador de comunicação & marketing InoBram e equipe técnica InoBram

Avicultura Editorial

O Nordeste avícola já não cabe no rodapé

Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

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Foto: Divulgação/Arquivo OPR

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.

Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.

O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.

A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.

Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
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Avicultura

Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura

Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

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A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock

A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.

Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock

A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.

A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.

Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock

que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.

Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.

A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural
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Avicultura No Noroeste do Estado

Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência

Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

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Foto: Divulgação/Ilustração

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação

A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.

De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.

A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.

Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi

A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.

A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.

Fonte: O Presente Rural
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