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Operação apreende mais de 17 toneladas de insumos agrícolas ilegais em Minas Gerais
Ação do Mapa identificou galpão com manipulação clandestina de agrotóxicos e fertilizantes e prejuízo estimado acima de R$ 3 milhões.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apreendeu mais de 17 toneladas de insumos agrícolas ilegais durante a Operação Defense (Ronda Agro CXXVII), realizada na última quarta e quinta-feira (05), em Minas Gerais. A ação foi conduzida pelo Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária para Fronteiras Internacionais (Vigifronteiras), com apoio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e da Polícia Civil de Boa Esperança (MG).
De acordo com a fiscalização, os produtos foram encontrados em um galpão utilizado para a manipulação e o fracionamento clandestino de agrotóxicos e fertilizantes. No local, também foram apreendidos materiais sem identificação regular e produtos com rótulos em língua estrangeira incompatíveis com a tradução apresentada, o que pode indicar tentativa de burlar exigências de importação.
Durante a operação, equipes utilizaram um espectrômetro de infravermelho portátil para análise dos materiais. Os resultados apontaram similaridade com princípios ativos de agrotóxicos e outras substâncias químicas. O prejuízo estimado ao responsável pelos produtos apreendidos ultrapassa R$ 3 milhões. Conforme as autoridades, os itens eram manipulados e comercializados sem receituário agronômico e bula, em desacordo com a legislação, incluindo substâncias com uso restrito no Brasil.
A operação contou ainda com apoio da Seção de Inovação Tecnológica da Superintendência de Inteligência Integrada da Secretaria de Segurança Pública de Goiás, do Centro Integrado de Inteligência, Segurança Pública e Proteção Ambiental (CIISPA), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, e do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo.
Após a apreensão, os responsáveis pela atividade irregular foram encaminhados à delegacia da Polícia Civil de Boa Esperança para os procedimentos legais.
O Ministério da Agricultura destaca que operações de fiscalização têm como objetivo proteger os ativos agropecuários do país, além de preservar a saúde da população e o meio ambiente, evitando concorrência desleal no mercado de insumos.

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Exportações de carne de frango e suína iniciam 2026 com crescimento nos embarques
Dados da ABPA indicam aumento no volume exportado e na receita em janeiro, com avanço das vendas para mercados da Ásia, Oriente Médio e União Europeia.

As exportações brasileiras de carne de frango (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 459 mil toneladas em janeiro, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O número é recorde para o mês e representa uma alta de 3,6% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, com 443 mil toneladas.
Em receita, também houve crescimento e registro de recorde para janeiro. O resultado chegou a US$ 874,2 milhões, saldo 5,8% superior ao alcançado no primeiro mês de 2025, com US$ 826,4 milhões.

Presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin: “O desempenho recorde com alta em praticamente todos os principais destinos, em um período de típica demanda reduzida, como é o mês de janeiro, sinaliza perspectivas otimistas para 2026″ – Foto: Divulgação/Alimenta
Principal destino das exportações de carne de frango do Brasil, os Emirados Árabes Unidos importaram 44,3 mil toneladas no mês, volume 14% superior ao registrado no ano passado. Em seguida estão África do Sul, com 36,8 mil toneladas (+34%), Arábia Saudita, com 33,5 mil toneladas (+5%), China, com 33,5 mil toneladas (-25%), Japão, com 29,2 mil toneladas (+4%), União Europeia, com 27,4 mil toneladas (+24%), Filipinas, com 25,1 mil toneladas (+23%), Coreia do Sul, com 16,2 mil toneladas (+10%), Singapura, com 14,1 mil toneladas (resultado equivalente à 2025) e Chile, com 11,8 mil toneladas (+51%).
Principal estado exportador, o Paraná embarcou 187,7 mil toneladas em janeiro (+3,9%), e foi seguido por Santa Catarina, com 103,1 mil toneladas (+9,3%), Rio Grande do Sul, com 58,7 mil toneladas (+0,75%), São Paulo, com 26,7 mil toneladas (+2%) e Goiás, com 25,6 mil toneladas (+9,5%). “O desempenho recorde com alta em praticamente todos os principais destinos, em um período de típica demanda reduzida, como é o mês de janeiro, sinaliza perspectivas otimistas para 2026. Isto indica crescimento sustentado em diversos mercados importadores, especialmente nos Emirados Árabes, na África do Sul, nos países da União Europeia e em determinados mercados da Ásia com expressiva demanda”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.
Carne suína
As exportações brasileiras de carne suína (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) também foram recordes para o período. Ao todo, foram 116,3 mil toneladas embarcadas em janeiro, número 9,7% maior que o total embarcado no mesmo mês do ano passado, com 106 mil toneladas.
A receita das exportações chegou a US$ 270,2 milhões, saldo 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado (e recorde para o mês de janeiro), com US$ 238 milhões.

Maior importadora de carne suína do Brasil, as Filipinas foram destino de 37,4 mil toneladas (+91%). Foram seguidas por Japão, com 12,9 mil toneladas (+58%), Hong Kong, com 8,8 mil toneladas (-7%), China, com 8,3 mil toneladas (-58%), Chile, com 7,7 mil toneladas (resultado equivalente a 2025), Singapura, com 5,5 mil toneladas (-16%), Uruguai, com 3,7 mil toneladas (+1%), Costa do Marfim, com 3,4 mil toneladas (+3%), México, com 3 mil toneladas (+133%) e Argentina, com 2,8 mil toneladas (-37%).
Maior estado exportador, Santa Catarina embarcou 56,5 mil toneladas (-2,3%), e foi seguido pelo Rio Grande do Sul, com 29 mil toneladas (+34,4%), Paraná, com 17 mil toneladas (+29,1%), Mato Grosso, com 3,6 mil toneladas (+7,5%) e Minas Gerais, com 3 mil toneladas (-11,8%). “O movimento ocorrido ao longo de 2025 segue neste ano, com descentralização dos envios à China para novos destinos, incluindo Filipinas e outros mercados de alto valor agregado, como é o caso do Japão. O saldo recorde de janeiro aponta para um fluxo novamente positivo em 2026”, ressalta o presidente da ABPA, Ricardo Santin.
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Embrapa apresenta cultivares inéditas e tecnologias sustentáveis no Show Rural Coopavel
Soluções abrangem produção animal, grãos, bioinsumos e sistemas de gestão voltados ao aumento da produtividade no campo.

A Embrapa marca presença no Show Rural Coopavel com soluções inovadoras e lançamentos de destaque, como as cultivares de feijão BRS ELO FC424, BRS FC429, BRS FP426 e BRS FP327, além da publicação sobre Tecnologia de Aplicação de Pesticidas. As inovações abrangem produção animal, grãos, hortaliças, frutíferas, forrageiras, tubérculos e bioinsumos, além de sistemas de produção e gestão. As tecnologias serão demonstradas em três espaços: a Casa da Embrapa, a Vitrine de Tecnologias e a Vitrine Tecnológica de Agroecologia (Vital).
A Embrapa participará da feira apresentando tecnologias de dez unidades de pesquisa: Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Clima Temperado, Embrapa Gado de Corte, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Hortaliças, Embrapa Mandioca e Fruticultura, Embrapa Pantanal, Embrapa Soja e Embrapa Suínos e Aves, reafirmando o compromisso da Embrapa com o desenvolvimento da agropecuária.
Lançamentos
Publicação Tecnologia de Aplicação de Pesticidas – A tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários é crucial para a eficiência e segurança na produção de alimentos. Para mitigar dificuldades em campo, a Embrapa Soja e a Unicentro reuniram orientações sobre o tema na publicação Tecnologia de Aplicação de Pesticidas, disponível no site da Embrapa. Respeitar critérios técnicos, condições ambientais e investir em capacitação são medidas fundamentais para garantir a produtividade com segurança para o aplicador, o consumidor e o meio ambiente.
Novas Cultivares de Feijão
BRS ELO FC424: Feijão carioca com elevado potencial produtivo. Foco na Região Sul, com potencial de expansão para o Centro-Oeste e Nordeste.
BRS ELO FC429: atende a uma demanda de alto valor agregado no mercado de feijão carioca – o escurecimento lento dos grãos. Esta característica oferece mais flexibilidade de comercialização ao agricultor e maior tempo de prateleira para a indústria.
BRS FP426: Feijão preto focado em segurança agronômica e estabilidade produtiva em áreas de risco sanitário, como solos com histórico de doenças ou irrigação por pivô central.
BRS FP327: Feijão preto de ciclo precoce e alta produtividade, ideal para produtores que buscam retorno rápido e eficiência no manejo.
Vitrine de tecnologias
Aliando genética, produtividade e sustentabilidade, a Embrapa expõe variedades de soja, feijão, mandioca e forrageiras.
Efeito Poupa-terra – O conceito de poupa-terra está ligado à intensificação sustentável da produção. Por meio da tecnologia, amplia-se a produção, evitando abrir novas áreas. Na Vitrine, será possível visualizar o impacto ao longo das décadas: em 1975, a produtividade média da soja exigia 1 hectare para produzir 2 mil quilos. Com os avanços tecnológicos, nos anos de 1980, a área necessária caiu para 0,86 ha. Nos anos 1990, para 0,68 ha. Em 2000, o mesmo volume foi produzido em apenas meio hectare e, em 2020 apenas em 0,44 ha, demonstrando a eficiência tecnológica.
Variabilidade da soja
Plantas anãs, com folhas onduladas ou estreitas são curiosidades que a Embrapa apresenta em sua Vitrine de Tecnologias. Pesquisadores selecionaram diferentes tipos entre os 65 mil acessos do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) — uma das três maiores coleções do mundo. O objetivo é mostrar como a variabilidade genética se expressa em características visuais (fenotípicas) pouco conhecidas.
Boas práticas na produção de soja – O destaque vai para a redução de gases de efeito estufa (GEE) por meio de boas práticas agrícolas. A proposta replica o modelo da Vitrine de Soja Baixo Carbono da Embrapa Soja, que aproveita a entressafra para diversificar o sistema com plantas como braquiária e crotalária. Essa estratégia forma palhada e melhora a qualidade física, química e biológica do solo pelo aporte de carbono e nitrogênio (no caso da crotalária), elementos essenciais para a formação da matéria orgânica do solo.
Além destas iniciativas, também será apresentado na Vitrine o Protocolo Carne Baixo Carbono e a alta genética das forrageiras Embrapa, com destaque para as cultivares BRS Oquira, Bela, Guatã, Integra, Paiaguás, Tamani, Quênia e Sarandi, oferecendo soluções robustas para intensificação e sustentabilidade das pastagens. O visitante ainda poderá conferir as opções disponíveis indicadas para a região de variedades de mandioca de mesa e para o uso industrial, além das novas cultivares de feijão.
Casa da Embrapa
Os avanços da pesquisa serão apresentados em cinco eixos que mostram o equilíbrio entre produtividade, redução de custos e sustentabilidade. O manejo fitossanitário é um dos destaques da Casa. O monitoramento contínuo de lavouras de soja no Paraná, realizado há 12 safras pela Embrapa Soja, IDR-Paraná e parceiros, demonstra resultados expressivos na redução de custos e aplicação de agrotóxicos. Nas últimas quatro safras, áreas assistidas reduziram o uso de inseticidas de três para apenas uma aplicação por ciclo. No manejo de doenças, a média caiu de 3,3 para 2,2 aplicações de fungicidas. A adoção da coinoculação (bactérias Bradyrhizobium e Azospirillum) também impulsionou a produtividade: na safra 2024/2025, áreas assistidas atingiram 3.916 kg/ha, superando as médias paranaense (3.663 kg/ha) e nacional (3.561 kg/ha). A tecnologia de aplicação de produtos fitossanitários também interfere em processos que influenciam a eficiência e a segurança da produção.
A evolução dos bioinsumos será apresentada em uma linha do tempo, mostrando desde o pioneirismo na soja em 1979, o desenvolvimento de biopesticidas e inoculantes para milho e trigo, até as soluções mais atuais.
Os visitantes ainda terão acesso a inovações digitais para a agricultura e produtos focados em biológicos e manejo integrado, como os aplicativos Guia InNat e Restaura Mata Atlântica, o bioinsumo Combio, o composto fermentado bokashi, o dispositivo EcoVolver para morangueiros, o BioAS (Bioanálise do Solo) e a Plataforma Saúde do Solo BR.
A excelência genética ganha destaque com a BRS DC25 (Fênix), primeira cultivar de morango 100% nacional. Além disso, será apresentada a diversidade do programa de melhoramento de feijão, com diferentes tipos de grãos desenvolvidos para aliar produtividade às demandas do produtor.
No campo da gestão ambiental e a biosseguridade na suinocultura serão apresentados o EcoPiggy, para assistência técnica digital na adubação orgânica, e o BiosSui, focado no monitoramento sanitário. Outras ferramentas incluem o SGAS, para automação de licenciamentos, e o Sistrates, que trata dejetos gerando energia e fertilizante. Além da apresentação de técnicas para a compostagem segura de carcaças animais.
Vitrine tecnológica e agroecológica
A Embrapa, em conjunto com uma rede de parceiros, participa da Vitrine Tecnológica de Agroecologia – Vital, onde serão mostradas mais de 15 tecnologias indicadas para a agricultura familiar e a produção orgânica. A vitrine está organizada em 8 espaços temáticos.
A Embrapa Hortaliças mostrará, em cultivo protegido, os tomates BRS Zamir, BRS Iracema e BRS Nagai e em parcelas de campo a berinjela Ciça e as pimentas BRS Seriema, BRS Mari, RS Moema, BRS Tuí, BRS Juruti, BRS Nandaia, BRS Araçari e BRS Sarakura. As cultivares ainda estarão demonstradas na Área de Olericultura (Estufa) do IDR-Paraná.
A Embrapa Pantanal demonstrará o uso de leguminosas e culturas de cobertura para recuperação de solos degradados ou compactados. Entre as espécies utilizadas estão as mucunas, as crotalárias (spectabilis e ochroleuca), o feijão guandu Iapar Aratã, além de trigo mourisco e milheto.
A Embrapa Clima Temperado apresentada a cebola BRS Prima, que possui alta concentração de quercetina, tolerância a doenças foliares e excelente conservação pós-colheita, facilitando o escalonamento comercial. Também destacará variedades de batata-doce biofortificadas com betacarotenos (Beauregard, CIP BRS Nuti) e antocianinas (BRS Cotinga e BRS Rubissol). Outro destaque será o morango BRS DC25 (Fênix), que será apresentado na forma de mudas, e que se caracteriza por ser a primeira cultivar de morango nacional desenvolvida pelo Programa de Melhoramento Genético de Morangueiro da Embrapa.
Para a alimentação animal em períodos de seca ou geada, serão apresentadas alternativas de suplementação nutricional, como os capins Kurumi e Capiaçu, desenvolvidos pela Embrapa Gado de Leite.
Também estarão na VITAL o girassol BRS 323, a soja convencional BRS 539 e soja convencional BRS 267, utilizada para consumo de grão verde (Edamame), todas desenvolvidas pela Embrapa Soja. O arroz de sequeiro BRS A502 da Embrapa Arroz e Feijão e a mandioca amarela BRS 429 da Embrapa Mandioca e Fruticultura também serão mostradas. Todas as cultivares conduzidas em sistema de cultivo orgânico.
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Adapar moderniza fiscalização agropecuária com uso de câmeras, satélites e fiscalização volante
Novo modelo prevê desativação de 12 postos fixos e reforço do monitoramento tecnológico do trânsito animal e vegetal no Paraná.

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) publicou nesta semana uma portaria que estabelece modernizações na fiscalização do trânsito agropecuário. A principal medida é a incorporação de tecnologia nas divisas e a implementação de fiscalização volante.
Já estão em curso a integração com sistemas de câmeras OCR – leitura automática de placas – da Secretaria de Segurança Pública do Estado, dentro do Programa Olho Vivo, que prevê a instalação de 26.500 câmeras nos próximos anos. Com isso, técnicos da Adapar vão trabalhar com mais qualidade para monitorar o comércio de proteína animal.
A Adapar também já firmou um convênio com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para ter acesso a imagens de satélite atualizadas diariamente com maior resolução e agilidade, além de um alcance de visão de até dois quilômetros de distância, com o objetivo de fortalecer a precisão das ações de fiscalização.
Além disso, está em fase final de desenvolvimento o aplicativo do transportador, que vai fortalecer os mecanismos estaduais de rastreabilidade e gestão de informações sanitárias, e o Paraná vai participar do programa de identificação individual de bovinos, que já está em caráter piloto na região Sudoeste. Outro modelo que será adotado será a fiscalização itinerante, que pode acontecer em qualquer local e contará com apoio das forças de segurança.
Com esse novo sistema, 12 Postos de Fiscalização do Trânsito Agropecuário (PFTA) serão desativados, sendo dez na divisa com Santa Catarina, um na divisa com São Paulo e um na divisa com Mato Grosso do Sul. A desativação passa a valer a partir do dia 10. Os servidores da Adapar que atuam nos postos irão continuar a desempenhar suas atividades nos Escritórios Locais. Entre os dias 3 e 4 de março será realizado um treinamento para reintrodução dos fiscais aos postos onde foram lotados originalmente.
Segundo o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins, a nova abordagem mantém o compromisso com a proteção da saúde animal e sanidade vegetal, garantindo a segurança do sistema produtivo e a competitividade do agronegócio paranaense, ao mesmo tempo em que moderniza os processos de fiscalização.
“Nós vamos aumentar a fiscalização volante e as fiscalizações com sistemas muito mais modernos. Um aplicativo do transportador, que vai nos permitir ter todo o cadastro dos transportadores de animais do Paraná, está sendo finalizado e também serão usados drones, que servirão para o apoio à fiscalização. Além disso, serão instaladas 66 novas câmeras, próximas aos postos desativados, para complementar a fiscalização do trânsito agropecuário no Paraná”, explica.
Segundo o diretor de Defesa Agropecuária, Renato Blood, parte dos servidores que trabalham atualmente nos postos de fiscalização em processo de desativação, serão designados para compor as equipes de fiscalização volante do trânsito agropecuário e demais ações baseadas em risco.
“O planejamento destas ações é feito pelo cruzamento da análise das imagens das câmeras do programa Olho Vivo com os dados do aplicativo dos transportadores de cargas de origem animal e vegetal, além de outras informações geradas dentro da Adapar. Isso contribui significativamente com a eficiência na barreira sanitária animal e vegetal do Estado”, destaca.



